segunda-feira, 15 de maio de 2006

Matamos a organização criminosa, ou ela nos enterra!

Edição de Segunda-feira do Alerta Total: http://alertatotal.blogspot.com/

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Por Jorge Serrão

As organizações criminosas, com evidentes objetivos políticos e em conluio com a banda mais podre da classe política, trava a mais radical guerra psicológica contra as rompidas instituições brasileiras. São meras ações de marketing do medo os 115 ataques terroristas do PCC (sigla que a mídia tornou famosa da ilegal empresa de bandidos chamada Primeiro Comando da Capital), que já mataram pelo menos 77 pessoas desde a noite de sexta-feira passada. Na mais recente manobra para iludir as inseguras “autoridades” da área de segurança, os aprendizes de terroristas metralham e jogam coquetéis molotov em agências bancárias, e incendeiam ônibus ou atacam bilheterias de estações do metrô. Tudo depois de assassinarem agentes da "lei e da ordem".

Há pelo menos dois anos, os organismos de inteligência brasileiros (como a ABIN e organismos de inteligência militares) já sabiam que as “organizações criminosas” do eixo Rio-São Paulo iriam produzir ações de guerrilha urbana. A Presidência da República, o Senado, e os governos dos principais Estados onde a violência é descontrolada receberam dossiês advertindo para o risco do "terrorismo bandido". As "otoridades incompetentes" deram pouca atenção à denúncia que agora vira realidade e deixa São Paulo (o coração econômico do Brasil) em pânico. Pecaram por omissão ou por conivência? Eis a questão...

Nossa inteligência foi alertada até por agentes infiltrados de serviços secretos estrangeiros no Brasil (como a CIA norte-americana e o Mossad israelense). Nosso Alerta Total (ainda no tempo do portal de voz telefônico, antes do blog) antecipou tal informação. Muitos “intelectuais” não levaram fé na notícia. Acharam que a estória era ficção ou alguma "teoria da conspiração" tão em moda ultimamente. Agora, os atônitos gênios da lâmpada constatam que tudo é real e com um agravante: tem-se certeza de que os “bandidos” agem por manipulação da classe política brasileira, cuja parcela que ocupa os poderes é controlada por uma força maior, supranacional, cujo poder político e financeiro vigora há mais de 500 anos.

Os políticos são os verdadeiros comandantes do crime organizado para corromper e romper com as instituições do Estado Brasileiro. As “organizações criminosas” são gerenciadas por esquemas de corrupção que romperam com a segurança dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. São financiadas pela corrupção, que aproveita as facilidades de nosso sofisticado sistema financeiro para lavar dinheiro por aqui ou mandar dinheiro para fora do País. A grana volta limpinha para financiar as campanhas eleitorais, o tráfico de drogas, o leasing de armas, a prostituição e o jogo. Os bandidos “politizados”, na mentirosa luta por Justiça e Paz, agem sob inspiração de uma etiqueta “revolucionária” ou simplesmente atuam para operacionalizar a atividade criminosa, cada vez mais organizada e totalmente ligada ao corrompido Poder de Estado no Brasil.

O espectro da Organização criminosa ronda o Brasil”. Ou seria melhor que o redator do boletim oficial da corrupção em nossos podres poderes escrevesse: “Bandidos do Brasil, uni-vos”. Nem é preciso perder tempo para parodiar famosas expressões originárias do velho Karl Marx, no século 19, para ironizar o atual estágio de insegurança da nossa sociedade. Vivendo sob o comando político e jurídico de instituições rompidas e corrompidas somos todos reféns da “organização criminosa” (expressão parcialmente definida pelo procurador-geral da República, a “águia” Antônio Fernando de Souza).

A definição dele foi parcial porque não incluiu os agentes conscientes e inconscientes que atuam “à margem” (e por isso são “marginais”) do poder político que inviabiliza a democracia no Brasil. Se democracia é “a segurança do Direito”, e os nossos direitos vivem inseguros, logo, não temos democracia. O direito (ou a obrigação) do voto é um mero aspecto democrático. Não é a democracia por inteira. E modelo eleitoral brasileiro é o “Cassino do Al Capone”. A “organização criminosa” controla desde os currais eleitorais - comprando e manipulando grandes massas de miseráveis em áreas carentes dominadas, objetivamente, pelo poder da bandidagem – até ao refinado processamento final dos votos em urnas eletrônicas cujos resultados não podem ser auditados, na hora da totalização final.

Mais uma vez, é preciso repetir a tese. Ou as pessoas que se consideram honestas (depois de examinarem a própria consciência) se mobilizam para mudar o atual estado das coisas, ou a sociedade brasileira será uma mera massa amorfa, ignorante, dominada pelos verdadeiros controladores da “Organização Criminosa”. Os ataques terroristas de agora são meros treinamentos para a derrubada de nossas “torres gêmeas”.

Tudo não passa de “marketing bandido”. Está em curso uma guerra psicológica cuja finalidade é política: neutralizar a reação e a capacidade de ações preventivas contra o crime organizado. As instituições, rompidas e corrompidas, têm pouca capacidade de agir. Só a sociedade pode agir, para restabelecer a saúde das instituições republicanas, e colocar os bandidos e seus chefes políticos no devido lugar que a história há de lhes reservar.

E como a sociedade é composta por cada um de nós, indivíduos, temos o dever de agir e reagir não aceitando ser intimidados por uma “organização criminosa” que age diante da covardia e da apatia da maioria dos cidadãos de bem, sob o comando oculto daqueles que nós elegemos como nossos representantes, mas que são financiados e obedecem a ordens superiores emanadas por um “poder controlador” muito maior, no âmbito do capital financeiro internacional, apenas interessado em manter o Brasil, para sempre, uma sofisticada colônia de exploração.

Não temos outra escolha como cidadãos de bem. Ou matamos a organização criminosa, em sua essência institucional, ou a organização criminosa nos enterra. O nosso tempo para agir tem uma urgência machadiana. É Brás Cubas, o genial morto que reconta a própria estória na obra do imortal Machado de Assis, que nos aconselha: “Matamos o tempo; e o tempo nos enterra”. Portanto, que a terra não seja leve para os covardes que omissos. E menos leve ainda para os corruptos. Vida que segue...

Banqueiro investigado

Será instaurado hoje pela Polícia Federal um inquérito policial para investigar o envolvimento do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, na produção de dossiês supostamente forjados e publicados na revista Veja que tentam incriminar autoridades do governo.

Os dossiês apresentados nesse final de semana pela revista trazem informações sobre uma lista de supostas contas bancárias em paraísos fiscais.

Uma das contas listadas seria em nome do diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Paulo Lacerda.

Uma nota afirma que Lacerda não tem, nem jamais teve contas no exterior. A PF lembra que já havia alertado seus agentes sobre uma ação para atribuir falsamente a integrantes do governo a titularidade de contas no exterior.

Dossiê Cayman da Era Petista?

A revista Veja desta semana traz reportagem sobre a munição que o banqueiro Daniel Dantas, do banco Oportunity, reuniu contra o governo Lula e o PT.

Segundo a revista, Dantas acumulou toda sorte de informações, mas a mais explosiva é uma relação de cardeais petistas que manteriam dinheiro em paraísos fiscais.

Entre eles estão o presidente Lula; os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil), Antonio Palocci (Fazenda) e Luiz Gushiken (Secom); o atual titular da Justiça, Márcio Thomaz Bastos; o diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda; e o senador Romeu Tuma (PFL-SP).

Quem é o alvo?

Curioso... A ordem no governo é poupar o banqueiro Daniel Dantas e centrar o ataque na revista Veja.

Tem gente na ilha da fantasia acreditando que Dantas tem bem mais coisas do que mostrou à revista Veja.

Os arsenais de informação do banqueiro atingiriam frontalmente os ex-ministros Dirceu e Luiz Gushiken, além de “alguns peixes menores”, mas não chegariam diretamente ao presidente Lula.

Envolvendo Lulinha e outros amigos

Alegando que estaria se “defendendo das pressões e achaques petistas”, que queriam tirá-lo do comando da Brasil Telecom, Daniel Dantas admite à Veja que usou muito dinheiro “para acercar-se de pessoas próximas” de Lula e Dirceu.

Dantas tentou seduzir Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e seus sócios da Gamecorp. Antes de o grupo ser vendido à Telemar, o banqueiro pagava a Lulinha e sua trupe R$ 100 mil mensais”.

Nada menos do que R$ 1 milhão teria sido pago ao advogado Roberto Teixeira, padrinho de um dos filhos de Lula.

Por fim, uma bolada de R$ 8 milhões para “assessorar o banqueiro” teria ido para advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, amigo de Dirceu.

ONG sob suspeita

O Instituto Cidadania, ONG que abrigou Luiz Inácio Lula da Silva em seus anos de oposição e mantém laços com a cúpula do governo, passou a atrair doações de empresas privadas e ao menos de uma estatal desde que o PT chegou ao poder.

Foram pelo menos R$ 2 milhões e 500 mil reais nos últimos três anos.

Paradoxalmente, o prédio de fachada envidraçada, que já foi o centro nervoso das campanhas de Lula, é hoje quase um esqueleto vazio.

O Instituto, apesar da injeção financeira sem precedentes, reduziu o número de projetos. Por que será?

Negócios do Nióbio

Em 2002, a única parceira empresarial do Instituto Cidadania era a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração), de Araxá (MG).

A empresa fatura alto vendendo nióbio, um dos mais raros metais do planeta.

Em 2002, a CBMM foi a maior doadora para a campanha de Lula, desembolsando R$ 1 milhão.

O presidente da empresa na época era José Alberto de Camargo, que hoje preside o Instituto da Cidadania.

Os controladores do mundo

A empresa CBMM, ligada à família Moreira Salles (do Unibanco), controla a venda o precioso nióbio – um valioso metal, essencial para a indústria de alta tecnologia, e do qual o Brasil detêm 98% das reservas mundiais.

Quem manipula os preços da venda do raro produto no mercado internacional é a City londrina, comandada pela família dos banqueiros Rothschild, que tem todo interesse na reeleição do presidente Lula.

Os Rothschild controlam um dos maiores bancos de investimento do mundo, que garantem ajuda financeira a governos, grandes corporações e ONGs internacionais.

Grana do Instituto

Em 2002, o instituto financiava-se à moda antiga, com a ajuda de sindicatos, associados e uma modesta "mesada" do PT.

Em 2003, houve uma transformação. Os cofres da ONG passaram a ser recheados por doações polpudas de gigantes como as siderúrgicas Vale do Rio Doce e Usiminas, a empresa de telefonia Telemar e a Bunge, de alimentos.

O orçamento dos projetos quadruplicou. Milagres acontecem...

Próximo de Lula

João Alberto de Camargo, que continua consultor da CBMM, mesmo presidindo o Instituto da Cidadania, tem relação próxima com o presidente da República.

Lula, após ganhar a eleição, passou alguns dias descansando em uma propriedade da CBMM, em Araxá (MG).

Quem tem grandes amigos, não fica na mão, em tempos de reeleição...

Doações eleitorais

Além do presidente Lula, outras campanhas petistas foram agraciadas com doações da empresa.

No total, o Partido dos Trabalhadores recebeu R$ 1 milhão e 830 mil em doações.

O ex-deputado José Dirceu (SP) recebeu R$ 100 mil, mesmo valor destinado ao senador Aloizio Mercadante (SP).

A campanha presidencial do PSDB recebeu R$ 250 mil, e houve doações menores para PMDB, PTB e PFL.

Quem trabalhou na ONG?

Ja trabalharam no Instituto da Cidadania os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil), o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e a assessora da Presidência Clara Ant.

Até 2002, o presidente foi Paulo Okamotto, que hoje preside o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), responsável pelo pagamento de uma dívida de Lula com o PT.

O primeiro-amigão Paulo Okamoto e a poderosa Clara Ant continuam no conselho fiscal do instituto.

Recado do Imperador

O Imperador do Rio, ave Ceasar Maia, dá mais uma detonada no governo, relacionando a gestão Lula com os parlamentares envolvidos na operação sanguessuga, a máfia que vendia ambulâncias a preços superfaturados, usando verbar públicas liberadas por emendas ao orçamento da União. Ceasar bate:

Ministério de Ciência e Tecnologia através do Finep, libera milhões a ONGs assistenciais da mesma forma que o Ministério da Saúde. Está mais do que na hora da imprensa dar uma olhada para o gabinete dos ministros, além dos parlamentares que se articulam com eles. Não há emenda liberada sem ministro autorizar. Será que autoriza sem saber qual a destinação?

A suspeita do Imperador Ceasar procede porque, entre dezembro de 2005 e janeiro de 2006, três entidades assistenciais que nada têm que ver com pesquisa no País, como o Instituto Amor Pela Vida (IAPV), obtiveram da FINEP - uma espécie de BNDES de Ciência e Tecnologia - a liberação de R$ 3 milhões e 300 mil para desenvolver em municípios do Rio o Projeto de Integração Digital Itinerante.

Fiquem presos

O juiz da 2ª Vara Federal de Cuiabá, Jeferson Schneider, decretou na noite de sábado a prisão preventiva de 44 acusados de pertencer à quadrilha do esquema de compra de ambulâncias superfaturadas.

Eles estavam desde o dia 4 cumprindo prisão temporária. Segundo o Ministério Público Federal, o esquema lesou os cofres públicos em mais de R$ 110 milhões entre 2001 e 2005.

Entre os que permanecem presos está a ex-assessora do Ministério da Saúde Maria da Penha Lino, 52, que apontou numa lista 81 parlamentares suspeitos de receber propina para apresentar emendas ao Orçamento destinadas à compra das ambulâncias.

Nada de acordo por delação...

Responsável pela investigação, o delegado Tardelli Cerqueira Boaventura disse que, por enquanto, não houve acordo de delação premiada para Maria da Penha, como havia pedido o advogado Eduardo Mahon.

O delegado Tardelli afirmou que até quinta conclui 54 inquéritos abertos para investigar a quadrilha. Amanhã o delegado vai falar à comissão da Câmara que investiga 16 deputados supostamente integrantes do esquema.

Maria da Penha apresentou uma lista de 170 deputados envolvidos no esquema. A listinha está sendo devidamente abafada pela PF...

Na cola do Sombra

A Promotoria Criminal de Santo André deve apresentar hoje uma nova denúncia (acusação formal na Justiça) contra empresário Sérgio Gomes da Silva, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito Celso Daniel (PT), por suposta fraude em 12 contratos firmados pela Prefeitura de Santo André no valor de cerca de R$ 50 milhões.

Além do ex-segurança, estão na mira do Ministério Público o ex-secretário municipal e ex-vereador Klinger Luiz de Oliveira Souza (PT), o empresário Ronan Maria Pinto e o ex-superintendente do Semasa, Maurício Mindrisz.

A promotoria sustenta que, os quatro atuaram, entre 1997 e 2002, para favorecer de forma ilícita a empresa Rotedali, que pertence a Ronan, em 12 contratos municipais de limpeza de rua, de coleta de lixo e de manutenção do aterro sanitário municipal.

Como funcionários graduados da administração petista, Klinger e Mindrisz teriam atuado na execução dos contratos considerados ilegais.

Gomes da Silva, o Sombra, teria organizado o esquema, ao lado do prefeito assassinado em janeiro de 2002, e era um dos destinatários do dinheiro público.

4 comentários:

Osmar Oliveira disse...

Qual organização criminosa?
É necessário que o cidadão esclarecido perceba que esse adjetivo no Brasil, face à adoção do processo revolucionário gramscista pelo PT na estratégia de derrocada das Instituições democráticas, perdeu qualquer vínculo com seu significado etimológico.

Na atualidade ninguém questiona um banco onde estão sendo aplicados seus recursos, quem e para quê os utiliza de forma a que se recebam elevados juros.

A lavagem do dinheiro oriundo de crimes os mais diversos deixou de metaforizar para metonimizar o lucro apenas.

Não existem mecanismos legais que possam rastrear as origens nem relacionar causas e efeitos, pois esse processo, através da informatização sob a responsabilidade de mecanismos e entidades nacionais e internacionais estão também sob o desvanecimento desse limite ético.

Basta ver como a corrupção produz criminosos em todos os setores da sociedade, inclusive na PF e na Justiça.

Assim, é preciso que reflitamos corretamente e com utilitarismo para que possamos apurar claramente os contornos dos segmentos da sociedade que participam dos crimes que destrói a sociedade democrática.

O conceito corrupção precisa ser revisto, de forma que entendamos que esse é o processo mediante o qual o próprio Estado realiza sua atuação criminosa quando enclausura o mercado interno, onera o consumo e impede o crescimento e produz miséria.

O Brasil não cresce pois este é o objetivo dos políticos, dos industriais e do comércio.

O Brasil não é um país de livre comércio; é ainda um sistema de capitanias e governos gerais, onde mandatários exercem seus despotismos
caudilhescos, basta ver José Sarney e o estado do Maranhão; Toninho Malvadeza e a Bahia.

Oligarquias em todas as esferas da produção de bens.

Assim, é preciso que isso seja estabelecido como dado "a priori", de forma que entendamos onde estamos.

A corrupção nos presídios é cópia da mesma que aprisiona todos os setores da vida do cidadão.

É preciso entender: que os assassinos não são seres humanos, que não têm direito a nada, pois eles msmos não respeitam nada.

Os assassinos não têm direito a nada
pois nada respeitam, não são animais, são seres a serem aprisionados por toda sua existência.

É preciso entender que existe uma sociedade dentro dos presídios e que as leis de lá são inimigas eterna das leis democráticas.

Ao mesmo tempo entender que existem seres que gostam da vida nos presídios, que só existem lá dentro, pois é onde desejam viver, numa sociedade de crime, pois isso é que são os presídios, sociedades do cárcere.

É na violência, na antropologia do crime que esses seres desejam viver; os crimes do lado de fora são apenas para que sejam reconduzidos a seus lares, caso contrário não haveriam tantos fugitivos da lei que nunca foram aprisionados- apesar de condenados, eles não querem ser presos e estão certos.

Dessa forma, estabelecido esse paradoxo, é preciso que as leis que devem rege-los devem provocar apenas uma coisa: impedir que eles possam ter qualquer contato com a sociedade democrática.Se irão liquidar uns aos outros, isso é com eles.

Carandiru foi a única ação do estado que deu a lição correta: ou obedecem ou morrem.Ou não houve sobreviventes ?

É necessário que o paradigma quanto ao assassinato seja apenas um: tolerância zero, pois arma que elimina a vida é o recurso final que atemoriza e impede a execução da Lei.

Assim, pensar que o que aconteceu em SP não foi um ato político, de um partido político criminoso, o PT, aliado a criminosos é ignorar o óbvio decorrente da ligação entre Evo, Lula e Chavez.

O comércio criminoso parou São Paulo e parou suas atividades.

Deixar passar esse fato é ignorar a razão que levaria um traficante a perder lucros milhonários, isso se suas fontes de fornecimento não lhes garantissem compensações maiores em troca dese favor de aterrorizar o maior estado da República, principalmente quando é diirigido por um incapaz da cepa de um Lembo, um idiote trapalhão e covarde.

Basta ver a precisão e a acurácia das primeiras declarações de Lula e do Ministro da Justiça, para entender que isso tudo foi articulado por razões políticas, que como sempre ignoram os prejuízos causados à população.

Criminosos que são estes mesmos agentes que se travestem de otoridades para fazerem de otários os cidadãos que os sustentam.

Isso posto, resta a pergunta: o cidadão realmente deseja conehcer o que o cerca?

Osmar Oliveira disse...

Perdoem-me as falhas, de concordância e de teclado, mas gosto de não revisar.

Eduardo T Stillman disse...

Sr. Serrão,

O número de participantes (20 mil) do movimento Dia da Dignidade Nacional se refere ao conjunto das cidades participantes? Achei muito pequena. Em São Paulo (estive presente) e não tinham nem 3 mil. Vi que no Rio eram umas 200 pessoas. Pouca gente! Não está havendo apoio da população. Será por quê? O senhor tem uma pista?

Eduardo T Stillman disse...

Sr. Serrão,

Voltei a página e reli o seu comentário sobre a passeata de ontem aqui na capital. Acho que o senhor está enganado, porque não tinha tanta gente. E a polícia divulgou o número: aproximandamente 3 mil pessoas. Pode ter certeza, era no máximo isso mesmo. O brasileiro prefere ficar em casa assistindo tv do que participar da cidadania.