Edição de Artigos de Domingo do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com
Por Geraldo Almendra
“Os porcos fascistas, declarados ou enrustidos, se separam para disputarem a fêmea – o povo – nos seus currais eleitorais, e depois se unem para comê-los com sofreguidão sob a batuta da coalizão dos canalhas”.
Não deve existir por essas podres bandas latino-americanas, de onde emerge da lama da degradação moral e ética, nossa podre República, um economista competente e responsável, que acredite que o país possa crescer 5% ou mais ao ano, nos próximos anos, sem que a economia entre em uma espiral de descontrole inflacionário e endividamento interno pré-falimentar.
O nó cego que – depois do regime militar – os canalhas “estadistas” civis deram no nosso país, somente desata, se a estrutura do Estado for reduzida com rigor, nossa dívida interna for renegociada (calote compulsório) e a corrupção – o desvio do dinheiro dos contribuintes – for declarada, por uma verdadeira Justiça livre do corporativismo sórdido, como um crime hediondo contra a sociedade.
Para o bem de todos e a salvação do nosso país da miséria degradante do populismo fascista, a sociedade precisa reconhecer que o capitalismo competente, com a privatização honesta de tudo aquilo que não seja função precípua do poder público, em regime de um verdadeiro Estado de Direito Democrático, fundamentado em uma Justiça que não seja dominada pelo corporativismo prostituído da política, é o modelo que deu certo no mundo ocidental desenvolvido, e que precisa servir de exemplo para salvar o país da desgraça social e econômica planejada pelo Foro de SP.
Se existir alguém que acredite em algo muito diferente do que – como prioridade – desconstruir o Estado corrupto e corporativista para tirar o país do imbróglio social e econômico em que nos meteram, que o digam, e assinem em baixo dessa imbecilidade de que o país pode crescer nessa taxa. Os fascistas adquiriram a certeza de que os palhaços dos contribuintes gostam mesmo é de serem enganados.
O modelo econômico brasileiro somente funciona bem para os banqueiros e aplicadores, para os corruptos, para os prostitutos e as prostitutas da política, para os beneficiários das sinecuras do Estado, para os beneficiários fascistas corruptos de verbas públicas, para as ONGs laranjas de parlamentares ou de seus parentes, e para os ricos da casta “nobre” da sociedade – de igual adjetivação –, ficarem todos cada vez mais ricos.
Enquanto isso a classe “mérdia” se aproxima da extinção, os pobres ficam cada vez mais ignorantes, sem saúde, sem segurança, sobrevivendo em guetos residenciais ou dentro das masmorras dos presídios, e predestinados a se situarem à margem da sociedade, dependentes do assistencialismo do poder público em troca de votos.
Na verdade, se os economistas que têm servido ao poder público fossem honestos, éticos e competentes no que diz respeito às suas responsabilidades como homens públicos, o país não estaria condenado a passar por mais algumas décadas perdidas, com a prevaricação sendo um dogma de comportamento imitado desgoverno após desgoverno.
Todos que têm servido aos desgovernos depois vão ser empregados ou consultores do mercado financeiro e de empresários, para usufruírem o benefício das informações privilegiadas do poder público e continuarem fazendo o povo de palhaço ou imbecil, contribuintes a serviço das elites dirigentes, dos corruptos e dos prostitutos e das prostitutas da política.
Os que fazem declarações alusivas a esse despautério de crescimento continuado nessa taxa de 5 % – ou mais –, apenas servem ao desgoverno fascista, ou à mídia que se subordina aos comunistas que estão dominando o país, com o evidente mote de disfarçar mais um grotesco estelionato eleitoral.
Com uma carga tributária escorchante que há muito tempo não consegue mais bancar nem o serviço da dívida interna – na base na maior taxa de juros do mundo –, com uma estrutura econômica precisando de bilhões de investimentos em estradas, portos e tecnologia, com um desgoverno assistencialista “comedor insaciável do dinheiro dos contribuintes para sustentar seus militantes fascistas”, com esse mesmo desgoverno no papel de promotor de aposentadorias perpétuas para os que não estão nem aí para a difícil tarefa de estudar e trabalhar – os beneficiários dos cartões de preservação da pobreza –, e com um Estado gigantesco, corrupto, ineficiente e corporativista, somente acredita que o país possa dar algum salto de qualidade no seu subdesenvolvimento econômico diante desse quadro sócio-econômico caótico, o ignorante, o imbecil, o palhaço, o cúmplice ou o aproveitador da falência moral e ética do país, e que ficam cada vez mais ricos com a desgraça alheia.
Então, diante de mais um grandioso estelionato eleitoral que se configura no nosso horizonte político, eis que surge o retirante pinóquio para amealhar nas vitrines de Amsterdã, a preços variados, os parceiros certos para diluir na ignorância, nas “mãos invisíveis da prostituição da política”, nos meandros sub-reptícios dos interesses adquiridos das sinecuras públicas-privadas, e na covardia da sociedade, a grotesca manobra “maquiavélica” para dividir as responsabilidades do seu inevitável fracasso de gestão do país no seu segundo mandato.
Diante de um evidente malogro de desgoverno reeleito, que será enfeitado com projetos de fortalecimento do Estado fascista, de generosos aumentos para os sócios da desgraça do país – Judiciário e Legislativo –, o “homi” precisa trabalhar rápido para colocar nas costas de sua coalizão “oposicionista” sua falta de êxito na gestão do país; o negócio do segundo desgoverno fascista é garantir o seu sucesso na consecução das metas do Foro de SP, seu “empregador” de sempre.
Encontrando amplo respaldo, nas prostitutas e prostitutos, para dividir as sinecuras de um poder público corporativista fétido e as fatias do bolo dos interesses mútuos de continuar fazendo o povo de imbecil e palhaço, o mais sórdido filho da serpente da prostituição da política passa a mensagem fundamental para os membros da coalizão geral e irrestrita: “peço que somente me façam oposição a partir de 2010 quando não mais serei candidato”, dando o tom de seu profundo desejo de se tornar um ditador perpétuo sem oposição.
Vamos aguardar os próximos lances dos cavaleiros fascistas do apocalipse social e econômico do país, sendo suas próximas vítimas os aposentados, os que iam se aposentar, os poupadores e a quase extinta classe média, menos, evidentemente, a burguesia petista/lulista, que já está se sentindo dona do pedaço, mandando e desmandando, e fazendo dos beneficiários da bolsa-família sua tropa de choque junto com o MST e suas milícias oficiais, para enfrentar qualquer insubordinação dos palhaços do Circo do Retirante Pinóquio, inclusive daqueles que continuam assistindo dentro das casernas a destruição social e econômica, lenta e gradual, de nossa pátria.
O país acompanha as mesas redondas da captura do Estado pelos vermelhos, seus cúmplices e lacaios, em que participam gente com folha corrida de processos e inquéritos no STF por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha e processo por peculato entre outros crimes “menores”. Enquanto isso as masmorras prisionais estão repletas das vítimas do genocídio social que está sendo imposto ao país há décadas pelos canalhas da política prostituída, seus cúmplices e seus lacaios.
Assistiremos ainda muitas reuniões da máfia da prostituição da política até que seu líder maior dará o sinal para as desavenças corporativistas preparatórias para o golpe final, quando tudo estará dominando, e todos terão se transformado “voluntariamente” em membros de um Estado Comunista de Direito.
Como diz o ditado popular, o resto “não vai feder nem cheirar”, nem mesmo os que se inquietarem nas casernas.
A covardia e a falta de patriotismo não deixa a verdade do país ser reconhecida: o Estado precisa urgentemente ser desconstruído e reconstruído com base na ética, honestidade, dignidade e justiça social, com o poder público deixando de ser empregador de prostitutos e prostitutas da política, os contribuintes deixando de ter vergonha em pagar seus impostos, e os cidadãos acreditando que somente o respeito às leis, o trabalho e o estudo devam ser as bases fundamentais para o seu crescimento na pirâmide social.
Geraldo Almendra é articulista. Leia o artigo seguinte.
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