Sábado, 21 de Julho de 2007

BASTA!

Edição de Artigos de Sábado do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

Por Márcio C. Coimbra

A tragédia com vôo 3054 da TAM é assustadora em muitos aspectos, entretanto nenhum deles supera o fato de que era anunciada. Todos sabiam que um desastre não demoraria a ocorrer. O governo federal esperou e jogou, perigosamente, com a sorte. Sua responsabilidade é clara, objetiva e evidente nesta monstruosidade que já se transformou em crime. É preciso ser explícito e direto: o governo Lula é, sem dúvida, culpado. A irresponsabilidade que impera no Palácio do Planalto deixou de ser folclore e passou ao patamar do assustador, pois começou a ceifar vidas, destruir famílias, dilapidar sonhos.

Nesta sexta-feira, o Presidente falou à nação e anuncia medidas para sanar a crise. Mas Lula já perdeu a credibilidade para aqueles que ainda possuem discernimento. Seu governo é marcado por irresponsabilidades, falcatruas, desvios, falsidades, mentiras, enrolações, esquemas, embustes, safadezas e crimes. Lula não possui estatura moral para propor coisa alguma. Sua gestão virou uma ação entre amigos para se esbaldar nas benesses do poder. Nunca se viu na história deste País tamanha incompetência aliada a tanta corrupção.

Lula não possui retidão ética para seguir como Presidente do Brasil. Seu governo se tornou um espetáculo macabro onde a rotina de sacos pretos com corpos de vítimas de sua inoperância está se tornando uma constante. Enxergar seus assessores diretos comemorar com gestos obscenos uma suposta falha no Airbus acidentado é revoltante, uma cena dantesca, um desrespeito às centenas de famílias que ainda tem esperança de identificar seus entes queridos entre os corpos.

O povo tem sido muito condescendente com este governo infestado de patifes, canalhas e criminosos. O governo Lula zomba da população. Marta Suplicy anuncia que devemos "relaxar e gozar". Estas pessoas perderam a noção de todos os limites éticos, morais e de respeito com o cidadão. Isto é inaceitável. Precisamos evitar a degradação cívica e moral de nossa nação.

Se o Brasil fosse um país sério, o Presidente, que teve sua campanha paga com dinheiro sujo no Caribe, nem poderia ter concorrido à reeleição. Em um país sério Lula e muitos de seus assessores já estariam na cadeia. Em um país sério, Marco Aurélio Garcia e Bruno Gaspar, autores dos gestos asquerosos e grotescos, já estariam demitidos. Em um país sério, Marta Suplicy não era mais ministra. Em um país sério, Congonhas não funcionaria como aeroporto. Se Lula fosse uma pessoa séria, preocupada com os destinos da nação, já teria renunciado.

É triste também perceber que as saudosas vítimas do vôo 3054 faziam parte de um País que produz, que trabalha, que gera empregos. Pessoas no auge profissional, prósperas, com média de idade de apenas 39 anos. Pessoas, vale lembrar, de lugares que impuseram uma amarga derrota a Lula na última eleição, Rio Grande do Sul e São Paulo. Estados essenciais na economia nacional, que pagam pesados impostos para que o apedeuta e sua turma façam turismo, desviem recursos (como na Infraero), se locupletem com dinheiro e contratos públicos, escondam dólares em cuecas, comprem dossiês fajutos e distribuam esmolas em forma de programa social para se manter no poder. É preciso acabar com esta festa para poucos.

Já é hora de falar nisso. Chega de bom mocismo e do politicamente correto. Nós temos uma responsabilidade perante o País, perante nós mesmos, nossas famílias e filhos. Não podemos virar as costas e aceitar essa canalhice uma vez mais! A inoperância deste governo está matando pessoas na nossa frente!

Onde está a população brasileira? Onde estão os protestos? Onde estão as marchas contra a corrupção, contra o caos, contra esta catástrofe que tomou conta do Palácio do Planalto e tem nome? Será que Lula também acabou com nosso amor próprio, com nossa dignidade, com nossa capacidade de protestar, de reagir, de mudar?

É preciso dar um fim a certeza da impunidade. É impossível acreditar em um país guiado por pessoas que deveriam estar na cadeia. Jornalistas perseguidos, professores universitários intimidados, pessoas sem esperanças que emigram, um país inteiro desmoralizado. Somos um rebanho imbecil, uma sociedade covarde e acomodada vivendo de esmolas ou somos uma nação com um mínimo de postura moral e integridade cívica?

Cada um de nós pode ser a próxima vítima da irresponsabilidade assassina deste (des)governo. Precisamos de uma mobilização nacional exigindo o fim deste governo para garantir um futuro decente para nosso País.

Lula, se você quer acabar com a crise no setor aéreo e todas as outras, a solução é muito fácil e simples: RENUNCIE. Mas para isso é preciso ter muita honradez, algo que sua administração (e estou seguro que você também) nunca teve.

RENUNCIE e tire de nosso caminho sua presença incompetente, nefasta e macabra.

Márcio Chalegre Coimbra é Analista político. Pesquisador do Hayek Institut. Membro da The Mont Pèlerin Society.

14 comentários:

Anônimo disse...

Olhem o site da INFRAERO, incrível a piada de mau gosto à respeito do aeroporto de CGH.
Olhem a TV, hoje foi dia de comendas do Santos Dumont, para o presidente da ANAC e outros incompetentes e "piadistas".
Querem convencer a população, que não tem a culpa, que a pista é segura quando molhada... portanto proponho:
Que tal esperar a próxima chuva bem forte, à noite, e colocar o Aerolula lotado de políticos ligados ao apagão aéreo e mensalões, para fazer vários testes drive?
Lógico que vamos acoplar um aparelho de monitoramento cardiaco para ver o coração bater a 280/min.
De duas uma, ou o final é semelhante ao da TAM ou morrem do coração!
Pimenta no olho do outro não arde, né presidente da INFRAERO?????
População acorda!!!! Poderá ser tarde demais ou poderemos estar amanhã em mais uma estatística aérea sendo atacados por gestos obcenos!

Anônimo disse...

Que vergonha ! que tristeza! Que revolta nos dá! ver o destino do Brasil na mão dessa corja de incompetentes fantasiados de autoridades! Lula é uma piada nojenta! Marta Suplicy é patética e imoral ! A cada dia novos palhaços aparecem e o pior é que esta tropa comanda o Brasil ! levando todos para um buraco sem fim!
CHEGA ! BASTA!
Como podemos mandar criminosos para a cadeia ao invés de estar no planalto com honras de estado ?

Alexandre Core disse...

Texto sem retoques do Marcio Coimbra. Fosse em outro país, haveria renúncia e até suicidio.

Bagli&Blog disse...

"Renuncie, sim, mas não se esqueça de antes ir para o inferno."

Parabéns.

BASTILHA disse...

É insuportável para que é minimamente inteligente, pagador de impostos que sustentam essa corrupção vergonhosa, ler comentários que defendem o lulinha e seu assessor pornográfico.
Esse sujeito é um imundo, crápula, soberbo que passa por cima da dor alheia demonstrando por ela uma insensibilidade digna de um sórdido e venal.
O crápula é ministro para assuntos internacionais, calculo a medida que tiram dos brasleiros, no exterior,vendo atitudes baixas diariamente. Se essa merda de país fosse realmente séria cidadão já estaria eliminado do cenário político.

O lulinha não o repreendeu, claro, é igual, mente, debocha e ri do povo a todo instante.Provoca ânsia de vômitos a presença desses bandidos à frente do destino desse país, são ladrões, compradores de consciências e votos, planejam permanecer no poder mais 50 anos com essa política assistencialista.

Marco Aurélio Garcia, VOCÊ É IMUNDO, INDIGNO, SÓRDIDO
Sai fora daí, vá pra Cuba, seu CAFAGESTE, PULHA SAFADO.

Anônimo disse...

Povo brasileiro: covarde, acomodado, egoista e massa de manobra dessa quadrilha ridicula que se chama PT e seu lider analfabeto e incompetente.
Cade sua fibra povinho mediocre...por muito menos em uma sociedade consciente o pau estaria comendo nas ruas.

Anônimo disse...

De onde virá a grande movimentação popular em repúdio a esta situação?
Eliminando toda a comunistálha: movimentos sociais, UNE, imprensa, partidos políticos, todos, menos um, espero, quem sobra? Sobra quem carrega o país nas costas: a classe média, dispersa, passiva silenciosa e, agora eleminada, aos poucos. O único setor que teria poder, através da desobediência civil, com retenção de impostos, mesmo que, por apenas um mês, é a classe empresarial. Mas, precisaria de um líder. Quem?
Só duas coisas mantêm o Lula no poder: voto e dinheiro. Se não podemos administrar os votos, que ele compra com nosso dinheiro, que administremos o dinheiro. Os sindicatos anunciam greves, fazem greves e ele cede, por que tem dinheiro para negociar. Seria ótimo que aparecesse alguém, com coragem, para negociar impostos por renúcia. Seria um grande movimento social e, movimento social não é passível de punição.
O MST é um bom exemplo.

FLÁVIA

Anônimo disse...

De onde virá a grande movimentação popular em repúdio a esta situação?
Eliminando toda a comunistálha: movimentos sociais, UNE, imprensa, partidos políticos, todos, menos um, espero, quem sobra? Sobra quem carrega o país nas costas. a classe média, dispersa, passiva silenciosa e, agora eleminada, aos poucos. O único setor que teria poder, através da desobediência civil, com retenção de impostos, mesmo que, por apenas um mês, é a classe empresarial. Mas, precisaria de um líder. Quem?
Só duas coisas mantêm o Lula no poder: voto e dinheiro. Se não podemos administrar os votos, que ele compra com nosso dinheiro, que administremos o dinheiro. Os sindicatos anunciam greves, fazem greves e ele cede, por que tem dinheiro para negociar. Seria ótimo que aparecesse alguém, com coragem, para negociar impostos por renúcia. Seria um grande movimento social e, movimento social não é passível de punição.
O MST é um bom exemplo.

FLÁVIA

Kika disse...

Se esse país fosse sério, esses energúmenos jamais estariam onde estão!!
Esses aloprados, sem o menor caráter, conseguiram o poder da forma mais sórdida possível, porém, com a leniência de todos os poderes constituídos!!!
Se a PF e o MP (governo FHC) tivessem levado a sério o "caso Celso Daniel", a história dessa gente teria sido escrita com desfecho bem diferente!!!
Infelizmente, a oposição e todos aqueles que tiveram a oportunidade de impedir, através da lei, se omitiram, permitindo, dessa forma, que esse bando de mentecaptos tomassem posse do país!
Como prá "eles" nem o céu é o limite, fico me perguntando quando e como conseguiremos ficar livres de tanta baixaria????

Anônimo disse...

Em determinado parágrafo o autor pergunta porque as pessoas não saem às ruas protestar, eu sei porque. Quem é que organizava as passeatas e protestos contra o governo ou os políticos? A CUT, UNE, sindicatos, etc.. e quem eles sempre apoiaram e ainda apoiam? Ou você acha que eles vão querer matar a galinha dos ovos de ouro que distribui tanto dinheiro pra eles e suas ONG's fajutas que funcionam como fachada para os desvios, já que não há ninguém que as fiscalize. Um americano esses dias escreveu: 'Bem vindo ao Congo' não gostamos mas olha que, politicamente, estamos quase lá.
Brasil, o último a sair que apague a luz.

ars disse...

O destino de todo governo corrupto, incompetente e assassino deve ser a "guilhotina". A favor do tiranicídio, o filósofo australiano Peter Singer usa o seguinte argumento:
"Suponhamos que temos uma oportunidade de assassinar um tirano que sistematicamente mata seus adversários e todos seus desafetos. Sabemos que, se o tirano morrer, será substituído por um conhecido líder oposicionista que, no momento, se encontra exilado, mas que, ao voltar, vai estabelecer o princípio geral do direito. Se disssermos que a violência é sempre um erro e nos recusarmos a ajudar que esse assassinato se concretize, não deveremos arcar com uma parte da responsabilidade pelos futuros assassinatos ordenados pelo tirano?
"(...) Nessas circunstâncias, desde que as políticas de extermínio sejam uma expressão da personalidade do tirano, e não das instituições por ele controladas, a violência é estritamente limitada, o objetivo é o término de uma violência muito maior, o sucesso de um único ato de violência é extremamente provável, e pode não existir outra forma de pôr fim ao domínio desse tirano. Para um consequencialista, seria implausível sustentar que, nessas circunstâncias, a prática da violência teria um efeito espúrio, ou que o resultado do assassinato seria mais, e não menos violência" (SINGER, P. Fins e Meios, in Ética Prática, pp.324-328).
Contra o tiranicídio, o escocês David Hume (1711-1776) sustentou que:
"O 'tiranicídio' ou assassinato de usurpadores e príncipes opressores foi muito elogiado nos tempos antigos porque livrou a humanidade de muitos destes monstros e parecia manter em temor aqueles a quem a espada ou o punhal não alcançava. Mas, desde então, a história e a experiência nos têm convencido de que esta prática aumenta a desconfiança e a crueldade dos príncipes, e, portanto, hoje em dia consideramos a um Timoleon e a um Brutos como exemplos que não resultaria adequado imitar, ainda assim os tratamos com indulgência em vista dos preconceitos de sua época" (HUME, D. Investigação sobre os Princípios da Moral, seç II, part. II, p.44).
Sobre isso, no entanto, o suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) teceu longos raciocínios em seu Discurso sobre a Desigualdade (1755).
"Da extrema desigualdade das condições e das fortunas, da diversidade das paixões e dos talentos, das artes inúteis, das artes perniciosas, das ciências frívolas, surgiria uma multidão de preconceitos, igualmente contrários à razão, à felicidade e à virtude; ver-se-ia fomentados pelos chefes tudo o que, desunindo-os, pudesse enfrentar os homens reunidos, tudo o que pudesse dar à sociedade um ar de concórdia aparente e nela implantar um germe de divisão real, tudo o que pudesse inspirar às várias ordens da desconfiança e um ódio mútuos graças à oposição de seus direitos e de seus interesses, e, consequentemente, fortificar o poder que os contém a todos.
"É do seio dessa desordem e dessas revoluções que o despotismo, elevando aos poucos sua horrenda cabeça e devorando tudo o que percebesse de bom e de sadio em todas as partes do Estado, conseguiria por fim esmagar sob seus pés as leis e o povo, e estabelecer-se sobre as ruínas da república. Os tempos que predeceriam esta última mudança seriam períodos de agitações e de calamidades, mas, no fim, tudo seria devorado pelo monstro e os povos não mais teriam nem chefes, nem leis, mas unicamente tiranos. Desde esse momento também deixariam de interessar os costumes e a virtude, pois em todo lugar onde reina o despotismo, "cui ex honesto nulla est spes" [do que é honesto não há esperança], não suporta ele qualquer outro senhor; desde que fale, não há nem probidade nem dever a consultar, e a única virtude que resta aos escravos é a mais cega obediência.
"É este o último grau de desigualdade, o ponto extremo que fecha o círculo e toca o ponto que partimos: então, todos os participantes se tornam iguais, porque nada são, e os súditos, não tendo outra lei além da vontade do senhor, nem o senhor outra regra além de suas paixões, as noções de bem e os princípios da justiça desfalecem novamente; então tudo se governa unicamente pela lei do mais forte e, consequentemente, segundo um novo estado de natureza em sua pureza, e o outro, fruto de um excesso de corrupção. Aliás, há tão pequena diferença entre esses dois estados e o contrato de governo é de tal modo desfeito pelo despotismo, que o déspota só é senhor enquanto é o mais forte e, assim que se pode expulsá-lo, absolutamente não lhe cabe reclamar contra a violência. A rebelião que finalmente degola ou destrona um sultão é um ato jurídico quando aqueles pelos quais ele, na véspera, dispunha das vidas e dos bens de seus súditos. Só a força o mantinha, só a força o derruba; todas as coisas se passam, assim, segundo a ordem natural e, seja qual for o resultado dessas revoluções breves e frequentes, ninguém pode lamentar-se da injustiça de outrem, mas unicamente de sua própria imprudência ou de sua infelicidade" (ROUSSEAU, J-J. Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens, II part., pp. 279-280).
Por fim, cabe ouvir o que o inventor do estado moderno tem a dizer sobre essa situação:
"Entende-se que a obrigação dos súditos para com o soberano dura enquanto, e apenas enquanto, dura também o poder mediante o qual ele é capaz de protegê-lo. Porque o direito que por natureza os homens têm de defender-se a si mesmos não pode ser abandonado através de pacto algum. A soberania é a alma do Estado, e uma vez separada do corpo os membros deixam de receber dela seu movimento. O fim da soberania é a proteção, e seja onde for que um homem a veja, quer em sua própria espada quer na de um outro, a natureza manda que a ela obedeça e se esforce por conservá-la. Embora a soberania seja imortal, na intenção daqueles que a criaram, não apenas ela se encontra, por sua própria natureza, sujeita à morte violenta através da guerra exterior, mas encerra também em si mesma, devido à ignorância e às paixões dos homens, e a partir da própria instituição, grande número de sementes de mortalidade natural, através da discórdia intestina" (HOBBES, Th. Leviatã, II, cap. XXI, p. 135).
Em democracias onde a corrupção e a incompetência ameaçam as vidas dos cidadãos e as instituições que devem combater o desgoverno e a má gestão estão obstruídas ou contaminadas pelos vícios do despotismo, cabe aos cidadãos conscientes deliberar sobre os riscos e benefícios de uma ação direta contra os usurpadores do poder. Quando a violência impera em um país, um ato violento que tenha por consequência a diminuição de prejuízos futuros, que seriam causados pela continuidade da ineficiência da administração corrupta, encontra argumentos defensáveis em teorias políticas e éticas consequencialistas historicamente importantes. Contudo, a ação direta violenta deve ser rápida, precisa e limitada às autoridades responsáveis pelos danos e sofrimentos causados à população.

Ricardo disse...

Apoio incondicionalmente esse pedido.

Anônimo disse...

Márcio,

Aqui do RS, terra da esquerda mais boçal do Bananão, parabenizo pelo perfeito comentário.

Anônimo disse...

e eu leio... leio... fico mais indignada que todos os indignados....
e me pergunto sempre...
E agora?
todos clamam por justiça,todos querem a cabeça dessa corja, mas POR QUE, ESSE POR QUE NÃO TEM RESPOSTA?
Logo mais cai no esquecimento até que um novo escândalo surja, ou quem sabe mais uma tragédia.
Por que nao se toma uma atitude, por que a populaçao não vai as ruas protestar?
Por que os meios de comunicaçao não instigam a população para sair desse transe anestésico?

Não encontro respostas para meus Por quês.... lamentávelmente.