quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Governo vai equiparar preço do GNV ao do álcool e acabar com a isenção de IPVA para quem botou kit gás

Segunda Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

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Por Jorge Serrão

Quem caiu no conto do gás natural veicular vai sentir no bolso mais uma tungada do governo sempre incompetente em gerenciar o setor energético a favor do interesse nacional. A intenção da Petrobras é igualar o preço do GNV ao do álcool, para torná-lo menos atrativo. Além disso, o governo quer acabar com todos os incentivos fiscais (como isenção de IPVA) para quem colocou o kit gás no carro. Os grandes afetados diretamente serão os taxistas. E o consumidor em geral que terá de suportar aumentos no gás. É mais um erro na conta do desgoverno Lula da Silva – que ontem se apavorou com mais um desgaste de imagem por causa da crise do gás.

A alegação oficial para o aumento do GNV, a ser anunciado brevemente, é que o preço do gás natural está defasado e não pode ficar descolado das variações do petróleo e dos demais combustíveis. A Petrobrás adverte que o risco de estimular o consumo é uma ameaça de futuro desabastecimento. Mais de 10% da frota de veículos do País roda hoje com gás. Especialistas consideram tal percentual uma temeridade, já que a Petrobras (no atual modelo energético) não teria como suportar tal demanda.

A crise do gás explodiu porque o Brasil, para variar, embarcou no modelo energético equivocado desde a Era FHC. Enquanto falta gás natural para abastecer os veículos que usam esse combustível no Rio de Janeiro, a Petrobrás queima, literalmente, mais de 14 milhões de metros cúbicos do produto, diariamente, em suas plataformas marítimas nas bacias de Campos e do Espírito Santos. A Petrobras joga fora o gás da nação que deveria ser usado no mercado interno, a baixo custo. Queimamos o nosso gás, mas pagamos caro pelo produto importado. Os brasileiros entram sempre pelo gasoduto.

Por absurdo que possa parecer, São Paulo e Rio de Janeiro são abastecidos com gás caríssimo que vem da Bolívia desgovernada pelo índio Evo Moralles. Um dos motivos da crise são problemas no fornecimento de gás pela Bolívia, Argentina e no próprio Brasil. A Petrobras promete recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que obrigou a companhia a retomar o fornecimento pleno de gás natural às distribuidoras fluminenses Ceg e Ceg-Rio. Na segunda-feira, a Petrobras anunciou corte no fornecimento de gás para as distribuidoras do Rio e também para a Comgás, de São Paulo, para destinar o insumo às térmicas do País. A Comgás afirmou que já havia feito cortes no fornecimento a pedido da Petrobras e que negocia com grandes consumidores a substituição do gás pelo óleo combustível.

Mega prejuízo

A suspensão por 24h no fornecimento de gás natural às distribuidoras causou um prejuízo de R$ 19 milhões às empresas do Rio de Janeiro.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) insiste em que o gás deve ser destinado às termelétricas e aponta risco de colapso energético.

Mas a diretora de gás e energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, descartou ontem qualquer possibilidade de racionamento de eletricidade no País em função do corte no fornecimento de gás natural a distribuidoras, promovido pela estatal na última segunda-feira.

O risco real

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considera indispensável que a Petrobras mantenha o compromisso de fornecer gás para 2,2 mil MW médios de energia térmica em 2007, aumentando progressivamente essa oferta até 6,6 mil MW médios em 2011.

O uso preventivo das térmicas poupa água dos reservatórios e evita surpresas desagradáveis em 2008.

O diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, adverte:

"Não se deve cair na tentação de usar a poupança hidrelétrica disponível hoje nos reservatórios. As térmicas são acionadas muito antes que os reservatórios vazios exijam".

Ganhos especulativos

O Federal Reserve (Fed) reduziu ontem o juro básico dos EUA em 0,25 ponto, para 4,5%.

O dólar deve baixar ainda mais de cotação por causa da manutenção da Selic em 11,25% pelo Copom e a baixa do juro norte-americano.

A diferença amplia a atratividade das arbitragens entre as taxas.

O dólar fechou ontem em queda de 0,96%, cotado a R$ 1,7370.

Foi o menor preço desde 31 de março de 2000.

Já o petróleo marcou novo recorde histórico, a US$ 94,53 em Nova York.

Poder dos bancos

A melhor aplicação no ano continua sendo papéis negociados na Bolsa de Valores de São Paulo.

As ações PN da Bradesco Participações (Bradespar) são as líderes em rentabilidade entre as ações de maior liquidez no fechamento do ranking de outubro, com 115,84%.

Foram seguidas por CSN ON, com 114,71%, e as ordinárias da Companhia Vale do Rio Doce, com 104,8%.

Em dez meses, o Ibovespa valorizou-se 46,86% - o que mostra o apetite dos especuladores estrangeiros em ganhar muito dinheiro aqui dentro, com os juros altos, o dólar em baixa e com as isenções de Imposto de Renda, IOF e CPMF.

Gerando empregos lá fora

O Imperador Cesar Maia denuncia em seu Ex-blog de hoje que o chefão Lula está gastando pelo menos US$ 360 mil dólares com a criação de inúteis embaixadas do Brasil no exterior.

O Decreto nº 6.235/2007 dispõe sobre a criação da Embaixada do Brasil na República do Congo, com sede em Brazzaville.

O Decreto nº 6.236/2007 cria Embaixada do Brasil na República Islâmica da Mauritânia, com sede em Nouakchott.

O Decreto nº 6.237/2007 inventa a Embaixada do Brasil na República do Burkina Faso, com sede em Uagadugu.

E Decreto nº 6.238/2007 instala a Embaixada do Brasil na República do Mali, com sede em Bamako.

Mensalão em 25 prestações

O senador petista Delcídio Amaral nega e jura que tudo não passa de uma farsa.

Mas Ministério Público Estadual informou que, em 2005 e 2006, o senador teria recebido 24 parcelas fixas de R$ 25 mil de um caixa 2 aberto pelo então governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT.

Os promotores suspeitam que o mensalão era uma "complementação de salário" de parlamentares, apaniguados e autoridades de escalões diversos.

Até R$ 30 milhões teriam sido desviados de recursos públicos.

Defesa do pessoal

Até setembro de 2007 o Ministério da Defesa teve uma despesa total de R$ 26,2 bilhões.

Foram R$ 21,3 bilhões (81,30%) gastos com pessoal.

Sobraram R$ 4,9 bilhões (18,30%) para gastos com outros custeios e investimentos.

Aumento como?

As contas são do economista Ricardo Bergamini e não consideram o o quantitativo de 112.773 servidores civis do Ministério da Defesa (Ativos, Inativos e Pensionistas), cuja responsabilidade de pagamento é do Tesouro Nacional.

Agora, o genérico Nelson Jobim ainda tenta encantar os militares com a serpente do aumento de 35%...

Onde vai arrumar dinheiro para dar o tal reajuste?

Impunidade no ar

Os governistas conseguiram derrubar, na CPI do Apagão Aéreo, o relatório apresentado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

Aprovaram um texto alternativo que eliminou 9 dos 23 pedidos de indiciamento.

Entre os que saíram da lista de acusados está o petista Carlos Wilson, ex-presidente da Infraero.
Apelo dos incompetentes

O presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, fez um apelo ontem para que passageiros optem por vôos em horários ou dias de menor congestionamento para evitar transtornos nos aeroportos a partir de hoje, véspera do feriado de Finados.

Segundo Gaudenzi, as dificuldades devem durar até o Carnaval de 2008.

O Ministério da Defesa e a Infraero tentam "convencer" as empresas a mudar os horários de seus vôos nesta alta temporada para esvaziar os horários de pico.

Promessa é dívida

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, previu que os passageiros de avião ainda vão enfrentar mais cinco meses de problemas.

"Marquei um prazo para mim mesmo: março, quando se encerra o período de alta e começa o de baixa".

Jobim frisou que os problemas nos aeroportos serão "de conforto, não de segurança".

Afirmou ainda que a fiscalização sobre as empresas aéreas vai se tornar mais rigorosa.

E acusou de leniência a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - cujo presidente, Milton Zuanazzi, deixou ontem o cargo.

O troco

Ao anunciar seu afastamento, Zuanazzi acusou o ministro Jobim de promover "meras ações midiáticas".

Apontado como um dos principais responsáveis pelo caos aéreo que já dura mais de um ano, Zuanazzi afirmou que as medidas adotadas pelo ministro vão aumentar os preços das passagens e impedir os pobres de voar.

O genérico Jobim chamou Zuanazzi de “demagogo”.

Privatização à vista

A economista Solange Paiva Vieira vai suceder Zuanazzi na missão de privatizar a Infraero.

A bela Solange promete incentivar o capital privado na infra-estrutura aeroviária.

Exatamente como deseja o deputado e ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci Filho, autor da idéia e líder do lobby para privatizar a Infraero.

Copa eleitoral

Dos 12 governadores que acompanharam a escolha do Brasil para a Copa de 2014, na Suíça, nove são candidatos à reeleição.

Outros dois são potenciais sucessores do corinthiano Lula da Silva no Palácio do Planalto.

A competição e os mensalões pagos em suas caríssimas obras serão estratégicos nas plataformas de campanha.

Caracas...

O governador Aécio Neves voltou a criticar ontem as articulações para que o presidente Lula da Silva possa disputar o terceiro mandato.

Aecinho reclamou que a hipótese é negativa para o Brasil e para o próprio Lula, pelo seguinte motivo:

"O Brasil não é a Venezuela".

Crime de deputado compensa

O deputado federal Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB), acusado de tentar matar um adversário político há quase quatorze anos, renunciou ontem a seu mandato.

Alegou que seu gesto foi para "facilitar" o trabalho da Justiça na investigação de seu caso.
Cunha Lima é processado no Supremo Tribunal Federal sob a acusação de tentativa de homicídio.

O julgamento estava marcado para a semana que vem, e o efeito imediato da renúncia foi fazer o processo recomeçar na Justiça paraibana, uma vez que Cunha Lima perdeu o foro privilegiado que tinha em razão do cargo.

Agora, não há prazo para encerramento do caso.

Mandou bala

Em dezembro de 1993, época em que era governador da Paraíba, Cunha Lima disparou contra seu adversário político Tarcisio Burity, seu antecessor no governo.

Cunha Lima afirmou que Burity tentou lhe agredir em um restaurante, e que agiu em "legítima defesa".

Alega que apenas se defendeu dando o tiro com arma que levava e que estava devidamente registrada.

Escárnio

O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo tribunal Federal, reagiu com irritação à renúncia de Cunha Lima e aproveitou para defender o fim do foro privilegiado:

"O ato dele é um escárnio para com a Justiça brasileira. Esse gesto dele mostra mais uma vez o quanto é perverso o foro privilegiado. Durante quatro anos, ele usou todas as chicanas processuais para escapar da Justiça".

Segundo Barbosa, o processo, que não tem mais previsão de conclusão, deve demorar "mais dez anos" agora que retornará à primeira instância.

O julgamento do caso ocorreria no STF na próxima segunda, quando o crime completa 14 anos.

Trabalhemos mais

O governo quer aumentar o tempo de contribuição para que trabalhadores do setor privado conquistem a aposentadoria.

Passaria de 35 para 40 anos, no caso dos homens.

E de 30 para 35, em relação às mulheres.

A proposta só valeria para quem começasse a trabalhar depois que a reforma da Previdência fosse aprovada no Congresso Nacional.

Perda de competitividade

O Brasil perdeu seis posições e caiu para 72º lugar, entre 131 nações, no ranking global de competitividade, divulgado ontem pelo Fórum Econômico Mundial.

O país é prejudicado por excesso de burocracia, corrupção e impostos elevados.

No ano passado, o Brasil ficou na 66ª posição do ranking liderado pelos Estados Unidos.

O estudo do World Economic Forum (WEF) avalia dados macroeconômicos e a percepção de empresários.

Vaia o gordo

O jornalista Rui Martins solta um petardo contra o entrevistador humorista Jô Soares.no site http://www.diretodaredacao.com/, de Eliakim Araújo e Leila Cordeiro:

“Pois bem, mandaram-me uma cópia de um trecho de um programa do Jô Soares, na TV Globo, que parece ter sido filmado na Paulicéia dos anos 1700 ou 1800, mostrando dois brancos, que poderiam ser fazendeiros de café, se divertindo com histórias sexuais de negras”.

Rui indica que se veja o link: http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/

CPI do Corinthians

O poderoso Lula está contrariado com possibilidade de instalação no Senado da CPI do Futebol, apelidada de CPI do Corinthians.

A comissão investigaria a lavagem de dinheiro nesse esporte, a partir da atuação da empresa de marketing esportivo MSI junto à diretoria do Corinthians.

O medo do Palácio do Planalto é que acabe sobrando problema para alguns petistas que colaboraram com os dirigentes da MSI.

Haja Kaiser

O Flamengo já é, por milagre, o quarto colocado no Campeonato Brasileiro já conquistado pelo São Paulo.

Na guerra por uma vaga que parecia impossível para a Libertadores, o Mengão irritou ontem o chefão Lula.

Venceu por dois a um o pobre Corinthians, dando mais uma colaboração para que o time do coração presidencial acabe na segunda divisão.

Os quatro próximos jogos devem consumir muita cerveja Kaiser no Palácio da Alvorada, de tanto desespero.

Vida que segue...

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Enquanto isso, na Terra de Lulla, de FHC, dos banqueiros, dos agiotas...

Voto eletrônico é banido na Holanda

Por José Rodrigues Filho em 30/10/2007

Com a decadência da segurança do voto eletrônico, a Holanda foi o primeiro país do mundo a banir as urnas eletrônicas utilizadas naquele país e fabricadas pela empresa Nedap. As urnas brasileiras vêm sendo fabricadas pela multinacional Diebold. É provável que a Holanda tenha dado um exemplo para o mundo, sobretudo para o Brasil.

Antes das eleições de novembro de 2006, a fundação holandesa denominada Wijvertrouwenstemcomputersniet, ou seja, "não confiamos em computadores", iniciou uma campanha e um sério debate sobre os riscos do voto eletrônico na Holanda, levando o governo a criar, em dezembro de 2006, duas comissões para investigar o processo eleitoral. Para aumentar a desconfiança da população, em outubro de 2006 um grupo de hackers holandeses mostrou como se poderiam fraudar as urnas eletrônicas.

Há poucos dias, uma das comissões, presidida pelo ministro Korthais Altes, apresentou seu relatório, o qual foi motivo de comemoração por parte da fundação acima citada. Conclusão principal: o voto de papel (cédulas) é preferível ao voto eletrônico, uma vez que torna possível qualquer recontagem de votos, além de ser mais transparente. Contudo, na prática, é reconhecido que há problemas com a contagem de votos de papel. Porém, qualquer fraude numa contagem de votos de papel pode ser verificada e a fraude de urnas eletrônicas, que poderá ser maior, dificilmente é percebida. Portanto, o grande benefício do voto em cédula de papel é o de que o resultado de uma eleição não depende de armazenar votos em memória eletrônica – a qual se torna quase impossível de verificar, como no caso das urnas eletrônicas.

Maior segurança nas eleições

Para reforçar ainda mais a insegurança do voto eletrônco, um juiz holandês declarou há poucos dias que o uso de urnas eletrônicas na Holanda foi ilegal. Com esta decisão, até parece que o juiz confirmou o que a fundação acima citada quis informar a sociedade holandesa: "Não confiamos em computadores." Ora, se as máquinas de votar são inseguras, é mais do que ilegal adotá-las para registrar votos numa eleição.

O governo holandês já declarou que as orientações da Comissão serão aceitas e o voto eletrônico será banido no país. Com isto, a Holanda se junta aos países que estão exigindo maior segurança nas eleições. Na Califórnia, Estados Unidos, o voto eletrônico já foi basicamente rejeitado. No Reino Unido, a Comissão eleitoral deseja parar todos os projetos pilotos sobre voto eletrônico. A Irlanda, por sua vez, rejeitou as urnas eletrônicas por serem inseguras. Québec e Itália decidiram esquecer o uso de computadores em eleições. Com o que aconteceu na Holanda, a Alemanha já começou a questionar a utilização de urnas eletrônicas.

Muitos negócios, pouca transparência

No Brasil, depois de dez anos de propaganda sobre a segurança das urnas eletrônicas, a maioria da população ainda acredita nelas, apesar de duros protestos de alguns poucos especialistas e acadêmicos. São desconhecidas as iniciativas de tornar o sistema de votação eletrônica no Brasil mais seguro e transparente. Por outro lado, dificilmente o Brasil terá as condições econômicas de manter um sistema mais transparente e seguro, no sentido que as urnas eletrônicas possam ser auditadas, verificadas e dotadas da capacidade de imprimir o voto. O custo social é muito elevado. Então, o que fazer? Voltar ao passado?

Se é para não se confiar nos computadores, talvez a saída para o Brasil seja a de adotar uma solução ou um sistema mais simples, seguro e transparente. É só adotar a proposta holandesa: vota-se em cédulas de papel e contam-se os votos através de leitura óptica. Em resumo, vota-se em cédulas e contam-se os votos eletronicamente.

Mesmo banindo o voto eletrônico na Holanda, o governo não deixa de ser criticado e considerado incompetente pelos holandeses, por não ter considerado que as tecnologias existentes não permitem ainda uma votação segura. Ademais, foram gastos milhões com uma tecnologia que só trouxe frustações para a sociedade. Isto vem confirmar o que se percebe neste mundo das tecnologias: muitos negócios e pouca transparência, participação e democracia.

JOSÉ disse...

Anônimo das 11.41 PM.
É uma merda rotular as idéias das pessoas. Sou um brasileiro plugado nos acontecimentos da minha Pátria.
O Alerta Total é um dos melhores ou o melhor blog brasileiro (sem puxa-saquismo). Dá uma lida no site da Revolução Francesa, para saber o que é esquerda , direita e centro. Patrulhamento é coisa infame, típica de brucutus que em vez de cerébro, têm titica de galinha dentro da cabeça. O Jorge Serrão tem posições definidas; é um patriota, que se arrisca para defender a integridade da nossa Pátria!
Tenho 66 anos e, infelizmente, o Brasil está uma merda por causa dos maus brasileiros que querem o poder para curtir as benesses do mesmo. Pobre Brasil!
Mudam as moscas, mas o cocô continua o mesmo.
Braga

minguinhus disse...

Caro Serrão(posso dispensar o "Sr"? Obrigado).
Filtre, não Censure.
Obrigado...
Continuo um leitor fiel...