quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Pingos nos iiiiiiiiis!

Edição de Artigos de Quarta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Arlindo Montenegro

Lendo os comentários postados sobre os editoriais e artigos no Alerta é perceptível a decepção, raiva e tantos sentimentos contrários à situação política que esta nação tem sido incapaz de ultrapassar. Comentários filosóficos, antropológicos, históricos, sociológicos... tentam colocar alguma luz na escuridão.

Parecem todos insuficientes para oferecer um projeto, uma guia de ação, um mapa para um futuro delineado de modo objetivo, facilitando a ação dos indivíduos conscientemente comprometidos na busca do bem estar da gente e com a soberania territorial.

Há um artigo de Nehemias Gueiros Júnior, “A maior Fraude da História”, cujo resumo é um ponto de partida para a concepção de um plano superior, envolvendo todos que possam contribuir para que encontremos um mapa de ação para PENSAR BRASIL, harmonizando o que queremos e o que podemos, como líderes intelectuais e povo perceptivo.

O que fazer para conviver com as demais nações deste planeta, utilizando padrões históricos e modificando aqueles que são improdutivos tanto no pensamento quanto na ação.

Aí vai o resumo e comentários, com partes do texto original entre aspas:

Com a adoção da moeda como objeto de troca de produtos e mercadorias, nasceu a usura. Imperadores romanos e presidentes americanos foram assassinados quando pretenderam implantar leis ou fizeram declarações contra os usurários, cobradores de juros bem como a limitação da propriedade. Nesta trilha em todo o planeta se documenta a perda de bens propriedades, como agora vemos com a crise das hipotecas sobre as casas dos americanos do norte.

“Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacrílega de Israel e também acabou morto na cruz.”

Em 1881, o Presidente americano James Garfield declarou: “Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão”. Foi assassinado semanas depois.

De Aristóteles a São Tomás de Aquino, passando por proibições do Vaticano (desprezadas pela Igreja), a usura, a cobrança de juros, a ditadura do dinheiro, a escravização à economia tem sido condenada. De nada adiantou. Os bancos de hoje conspiram com os “estadistas” submissos e bem remunerados para cobrar os juros que desejem, em qualquer parte do planeta, manipulando ideologias, religiões, revoluções, fomes e quanto mais a ciência possa instrumentar de modo cada vez mais controlador. Os governantes pensam que têm o poder. São apenas feitores!

De manobra em manobra, de manipulação em manipulação, de corrupção em corrupção, os controladores financeiros fizeram a mágica: o lastro (reserva) em ouro que garantia as moedas, foi substituído pelo “empréstimo sem cobertura ou lastro (reserva ouro)”.

“O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote “people’s bank” (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro.”

Desde então, a família Rothschild espalhou-se pela Europa emprestando dinheiro sem lastro às monarquias. As taxas de juros impostas aos governos foram transformadas no que hoje conhecemos como Imposto de Renda. O modelo do Banco da Inglaterra gerou o que hoje conhecemos como Banco Central. Os agiotas banqueiros começaram a emprestar para governos do mundo inteiro tornando-se credores, através do complexo exercício da usura que não pode ser paga, mas está garantida pela força de trabalho e reservas estratégicas para a exploração de minérios e produção de alimentos.

Depois da guerra civil norte americana, tudo que precisava financiamento foi bancado pela Casa de Rotschild: petróleo, ferrovias, produção de aço. Em pouco tempo controlaram os bancos norte americanos. Em resumo: “Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild.” A “famiglia” mais rica e poderosa do planeta adotava uma prática que até hoje é mantida de modo discreto: financiar os dois lados de qualquer conflito (guerra) duplicando os lucros com os juros cobrados dos dois lados!

Assim foi na Rússia, assim foi na China! “Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.” Também ativaram as duas grandes guerras mundiais do mesmo modo. Na seqüência as Guerra da Coréia e do Vietnam. Não têm bandeira nem ideologia política, nem religião. E hoje dominam os bancos centrais de todo o planeta.

Havia uma pedra no caminho. O controle do sistema monetário norte americano era feito pelo Congresso. Tomar este controle exigia uma Lei. E era preciso um presidente amoral que assinasse a Lei. O Banco Central deveria ser uma instituição privada. Conseguiram a Lei em 1913. Woodrow Wilson, era reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei. J.P.Morgan aproximou-se dele, convencendo-o.

Foi eleito e declarou: “Todos os nossos problemas econômicos seria solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país”.

O “Federal Reserve System” – FED começou a operar como uma empresa de capital fechado, com ações não negociáveis nas bolsas. Umas 300 pessoas e bancos criaram a reserva. E o FED arrecada bilhões de dólares em juros distribuindo os lucros entre seus acionistas. O congresso americano concedeu ao FED o poder de emitir a moeda americana. O FED empresta dinheiro através dos bancos filiados, compra as dívidas do governo com dinheiro impresso sem lastro e cobra os juros. O governo cobra os juros aos cidadãos, através do Imposto de Renda.

É assim que a coisa funciona hoje, no mundo inteiro!

“O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:

Rothschild Bank of London; Rothschild Bank of Berlin; Warburg Bank of Hamburg; Lazard Brothers of Paris; Kuhn Loeb Bank of New York; Israel Moses Seif Banks of Italy; Goldman, Sachs of New York; Warburg Bank of Amsterdam; Chase Manhattan Bank of New York; First National Bank of New York; James Stillman; National City Bank of New York; Mary W. Harnman; National Bank of Commerce, New York; A.D. Jiullard; Hanover National Bank, New York; Jacob Schiff; Chase National Bank, New York; Thomas F. Ryan; Paul Warburg; William Rockefeller; Levi P. Morton; M.T. Pyne; George F. Baker; Percy Pyne; Mrs. G.F. St. George; J.W. Sterling; Katherine St. George; H.P. Davidson; J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life); Edith Brevour; T. Baker”

Este monstro invisível para as pessoas comuns foi criado depois da eleição de Woodrow Wilson. J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram o projeto de lei. O partido democrata ovacionou o projeto. No dia “22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: “Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros”.

“No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano. Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte.”

Alguém ainda duvida que a crise econômica é fabricada? Alguém duvida que os controladores financeiros preferem lidar com governantes ignorantes e corruptos? Alguém duvida que essas informações não gritam PENSAR BRASIL! Alguém sabe por que tanta fusão de banco? Por que o Banco do Brasil e a Caixa Federal estão autorizados a comprar empresas e banquinhos?

Será que teremos a clareza, educação, civilização e cultura apropriadas para tomar decisões individuais e coletivas contra a ganância e a usura? Será que poderemos construir uma nova civilização diante da falência desta civilização que integramos?

Será que poderemos enfrentar e solucionar os antagonismos desta cultura de fortes contra fracos, empregados contra empresários, oprimidos contra opressores, “direita” contra “esquerda”, terroristas contra militares – e todos os derivados? Precisamos muita fé, muita força espiritual, muita confiança em nós mesmos para vencer o poder da ganância e da usura.

O artigo em referência pode ser lido na íntegra neste endereço: http://www.conteudo.com.br/studart/a-maior-fraude-da-historia

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Um comentário:

Eraldo Angelo disse...

Tudo isto está previsto no livro profético intitulado "Os Protocolos dos Sábios de Sião", escrito no final do século XIX, que muitos consideram uma farsa por ser apócrifo. Apócrifo é, porque quem se animaria a assinar um negócio daqueles? Mas acontece que o que está escrito lá vem se cumprindo, capítulo por capítulo, frase por frase, palavra por palavra.