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Por Jorge Serrão
Farsa Ianomâmi derrubada
O Comandante do Exército, General Enzo Perri, vai receber de um empresário paulista um presente natalino de inestimável valor cultural.
E terá uma surpresa com o conteúdo informativo e as centenas de fotos das 346 páginas do livro “Corografia do Estado do Amazonas”, produzido em 1926, pela Tipografia Palácio Real, em Manaus.
Arrematada em um leilão, neste final de semana, em São Paulo, a obra apresenta uma relação de mais de cem tribos indígenas, cada uma com seu nome e rios em que habitam.
O curioso é que os “famosos” Ianomâmis sequer são citados na pesquisa escrita por Agnello Bittencourt, o que comprova a tese de que não uma "invenção moderna".
Cópia para o STF
Os 11 ministros do STF, que julgam na próxima quinta-feira o polêmico caso da Reserva Raposa-Serra do Sol, também deveriam ser presenteados com uma cópia do bem fundamentado e raro livro.
Em agosto, no início do julgamento da ação, apenas o relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto, pronunciou-se sobre a matéria, votou pela manutenção integral da portaria do Ministério da Justiça, que definiu a demarcação da reserva de área indígena de forma contínua.
Os militares, através do recado público do General Augusto Heleno, já avisaram que não engolem tal decisão...
São contra a demarcação contínua da Raposa Serra do Sol, homologada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2005.
Interrupção
A análise da ação protocolada por dois senadores de Roraima, que pedem a anulação da portaria que definiu a demarcação contínua da reserva, foi interrompida no último dia 27 de agosto por um pedido de vista do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
O governador de Roraima, Anchieta Junior (PSDB), é contra a demarcação contínua da reserva e a favor da permanência dos arrozeiros na área.
ONGs internacionais e indigenistas defendem a proibição da presença de não-índios na reserva.
Soberania ameaçada
Se os ministros do STF acompanharem o voto de Ayres Britto, estarão oficialmente homologadas as “Nações Indígenas” em pleno território que, originalmente, é do Brasil – e de mais ninguém.
Resta saber qual seria a eventual reação contra a flagrante perda de soberania do território nacional, claramente definida na Constituição.
Ou o STF vai resguardar a Constituição como ela é, ou, por algum casuísmo e pressão externa, o Brasil assistirá, bestificado, a mais um golpe institucional com ares de legalidade e legitimidade.
Viagem radical
O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, dará uma viajada esta semana.
Participa de quarta até sexta-feira da sessão comemorativa ao 60 º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça.
O chefão Lula anda meio na bronca com Vanucci, depois que foi cobrado a dar uma solução sobre o processo contra militares pós-64, passando por cima da Lei de Anistia.
Adoçando as Legiões
A fim de agradar os militares, o governo federal promete disciplinar a atuação das organizações não-governamentais em territórios indígenas.
Um decreto à espera da assinatura do chefão Lula da Silva criará restrições para a entrada de pesquisadores, missionários e ONGs em reservas.
O texto obriga os religiosos, cientistas e ONGs a submeterem seus projetos à prévia análise do Ministério da Justiça.
Na verdade, será tudo para inglês ver, pois as ordem internacional é que tudo fique como dantes no quartel de Abrantes.
Tribuna imprensada
Aos 88 anos, o jornalista Hélio Fernandes ainda não tem data marcada para o retorno da Tribuna da Imprensa em formato impresso.
Hélio reclama que o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, desde abril de 2006, demora a julgar a indenização cobrada da União pela Tribuna, desde 1979.
O jornal - fundado por Carlos Lacerda em 1949 - deseja ser ressarcido por perseguições sofridas nos tempos da dita-dura.
Enquanto nada se resolve, os empregados do jornal, que não receberam os salários de outubro e novembro, terão de esperar, sem recebe.
Pré campanha bem agenciada?
No Senado, já surge um movimento para implicar com a Master Comunicação – a criativa agência que produziu o comercial do “enta”.
Isso porque, em um dos comerciais, um sujeito atende a uma ligação de uma tal “presidenta”.
Os implicantes de plantão já avaliam que isso seria uma propaganda subliminar em favor de Dilma Rousseff – por enquanto, a favorita do PT para disputar a sucessão de Lula.
Para quem acredita em pesquisa...
Pesquisa Datafolha para a eleição presidencial de 2010 indica que o governador paulista José Serra (PSDB) aumentou sua liderança em relação ao levantamento anterior, realizado em março.
A menos de dois anos da eleição, Serra lidera com taxas que variam de 36% a 47%, conforme o cenário.
Serra lidera em todas as regiões do país, com melhor desempenho no Sudeste e no Norte/Centro-Oeste.
A intenção de voto em Serra diminui conforme aumenta a escolaridade do eleitorado.
Os outros
O segundo colocado, o deputado Ciro Gomes (PSB), tem 15% das intenções de voto, caiindo de cinco a seis pontos em relação á pesquisa anterior.
A ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) ficou estável em 14%.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), subiu cinco pontos, chegando a 8%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Disputa com Aécio
Se Aécio Neves for o candidato tucano, a pesquisa se altera muito.
Ciro Gomes lidera com 25%.
Heloisa Helena tem 19%.
Aécio fica com 17%
E Dilma com seus 9%.
Ditadura por escolha
O lingüista e teórico político do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Noam Chomsky está desencantado com o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama.
Chomsky considera que o movimento que deu uma vitória histórica a Obama, o primeiro presidente negro dos EUA, não foi democrático e sim uma "ditadura por escolha".
Chomsky, considerado o pai da lingüística moderna, completou 80 anos e soltou o verbo em entrevista ao colunista Sérgio Dávila, da Folha de S. Paulo.
Os culpados
Na quarta-feira, será divulgado o relatório oficial da Aeronáutica apontando que houve falha dos pilotos americanos do Legacy que bateu no ar com um avião da Gol, em 2006, e dos controladores de vôo, no acidente que matou 154 pessoas.
Após analisar os dados das caixas-pretas e ouvir os pilotos norte-americanos no Brasil e nos Estados Unidos, a FAB concluiu que o equipamento que poderia ter acionado o sistema anti-colisão, o transponder, estaria em perfeitas condições.
Um dos pilotos sem perceber, desligou o equipamento.
Malvadeza noveleira
Piadinha que circula no meio político-televisivo, em função da popularidade de malvada personagem interpretada pela bela Patrícia Pilar na novela global “A Favorita”:
Corre o boato de que Flora pensa em abandonar um querido cearense, trocando-o por um ilustre consultor de empresas que tem o estilo dela de fazer negócios.
Quem sabe o Dodi não contrata uma agência com toque de mestre para melhorar a imagem da querida amiga, com a ajuda de propagandas subliminares.
Sorte nossa que nem sempre a ficção copia tão bem a realidade.
Vida que segue...
Ave atque vale!
Fiquem com Deus!
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 08 de Dezembro de 2008.
22 comentários:
Faltam 3 dias para o julgamento no STF sobre RAPOSA/SERA DO SOL EM RORAIMA
08/12/2008 -
“Se houver invasão os índios serão recebidos a bala”, diz Paulo Cesar
Em entrevista à Folha, Quartiero afirmou que se os indígenas tentarem entrar em sua fazenda vão sofrer as conseqüências
CYNEIDA CORREIA
Mais de 300 índios estão se reunindo em frente a fazenda Depósito do agricultor Paulo Cesar Quartiero. A denúncia foi feita na manhã deste sábado pelo arrozeiro à Polícia Federal. Ele disse na PF que deu ordens aos seus funcionários para receber "a bala", qualquer um que tentar invadir o local. O arrozeiro vai assistir ao julgamento da Raposa Serra do Sol em Brasília a convite da Associação de Agricultores do Mato Grosso.
“Estamos na expectativa desse julgamento. Eu fui convocado pela Associação de Produtores Rurais, porque dependendo do resultado vamos montar estratégias para continuar a luta. O consenso é que vamos reagir”, explicou.
Em entrevista à Folha, Quartiero afirmou que se os indígenas tentarem entrar em sua fazenda vão sofrer as conseqüências. “Eu estive na Polícia Federal e comuniquei que eles estão se amontoando em frente a minha fazenda e no Surumu. Eu comuniquei que já autorizei meu pessoal que se tentarem invadir serão recebidos ‘a bala’”, disse.
Para o agricultor, os índios estão se organizando porque pretendem invadir e queimar toda a fazenda se o supremo mantiver a decretação da área indígena em continua.
“Se tentarem invadir minha propriedade serão rechaçados. Não posso impedir que queimem e quebrem tudo, mas com certeza essa invasão vai sair muito cara para eles”, disse.
CIR - O Coordenador do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Dionito José de Souza, afirmou que os indígenas podem acampar onde quiserem dentro da Raposa Serra do Sol. “A terra é nossa. Eu vou estar na Raposa assistindo o julgamento. Será demarcado em área contínua e a Polícia Federal vai logo tirar ele de lá e nós vamos ocupar nossa terra imediatamente porque já esperamos demais”, disse.
Para Dionito, a lei e a autoridade [Polícia Federal] está do lado dos índios. “A terra é nossa, demarcada, homologada e registrada. Ele invadiu nossa terra e nos vamos tomar de volta, pois estamos na nossa casa. Já esperamos muito”, declarou, não descartando a possibilidade de invasão da fazenda.
De farsa em farsa eles vão demarcando, esses índios, os que mais fazem confusão que tem nomes de brancos e só se pintam como estratégia de seus manipuladores, como foi o caso daquela "tribo perdida" encontrada recentemente no Amazonas, em que já estavam preparados pintados para a guerra e com arco e flexa apontados para o alto esperando o avião passar e tirar fotos, isso sem contar com a farsa das cinzas de antas (como comprovaram exames feitos na UNICAMP) em que denunciaram ao mundo como se fosse um massacre aos índios e depois queimados; e o pior é que nossas autoridades sabem e não fazem nada.
OUTRO CASO DE FARSA
Números da população indígena na Raposa Serra do Sol são divergentes
Chefe do IBGE em Roraima, Vicente Joaquim: “Não temos Censo especificamente indígena”
A sociedade roraimense não sabe quantos são os indígenas residentes na área Raposa Serra do Sol. Os números levantados por órgãos federais divergem entre si, sugerindo a idéia de que podem variar conforme o interesse de quem os manipula.
O fato ganhou visibilidade em razão da análise da população dos municípios, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) – para definir o número de vereadores que cada um pode ter. A Justiça Eleitoral tem como parâmetro os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A incerteza da população indígena fez com que veículos de comunicação, durante o conflito gerado em torno da retirada de não-índios, divulgassem números que iam de 15 mil a 21 mil. Levada em conta a contagem da população (índia e não-índia) feita pelo IBGE, nem uma coisa nem outra.
Conforme o instituto, somados os habitantes dos municípios de Normandia e Uiramutã – principais formadores da Raposa Serra do sol – a população é de 14.521. Considerando que aí estão índios e não-índios, quantos seriam os indígenas?
Impressionante como algumas páginas encontradas nas pesquisas via google foram atacadas por vírus, especialmente aquelas que falam das farsas para demarcações ou sobre as atrocidades da igreja católica. Não nos deixam saber a verdade.
A Farsa IanomâmiCarlos Lima Menna Barreto
Editora: BIBLIEX COOPERATIVA
ISBN: 8570112033
Ano: 1996
"A questão Ianomami, como é apresentada pelos interesses alienígenas, clama contra a lógica e o bom senso. Como reivindicar o controle político de um território brasileiro da extensão de 94.191 Km2 (semelhante a área de Santa Catarina e 3 vezes a superfície da Bélgica), para uma tribo que o habita, de uns 5.000 índios, no máximo, e que vive até hoje no mais baixo estágio de ignorância e primitivismo? Estes próprios índios ignoram as reivindicações que são feitas em seu nome, por organizações internacionais mascaradas com intenções científicas (ecologia, ambientalismo, antropologia) e que fazem uma pressão crescente no sentido de entregar a soberania dessa área aos seus habitantes." General-de-Divisão Carlos de Meira Mattos
UPATAKON
PF paralisa em todo o país menos em Roraima
Uma reunião entre a Federação Nacional dos Policiais Federais e a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis selou a greve dos policiais federais que contará com o apoio dos policiais civis em todo o país na próxima quarta-feira, dia 10 de dezembro. Por conta do julgamento da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, que acontece no mesmo dia, a greve não atingirá Roraima, segundo informou o presidente do Sindicato dos Policiais Federais Fernando Cesar.
“Vamos informar a Fenapef que por conta da operação na Raposa Serra do Sol, não poderemos aderir ao movimento”, disse.
Os policiais lutam pela consolidação da carreira em ambas as instituições e contra a PEC 549 que transforma os delegados de polícia em carreira jurídica equiparando seus salários ao ministério público.
No site da Fenapef, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Vinício Wink, disse que é preciso reformular a estrutura das polícias para oferecer uma segurança de mais qualidade para a sociedade. “Os policiais precisam ser valorizados e para isso é preciso que todos entrem na base da carreira por concurso público e tenham a possibilidade de chegar ao topo através de seus méritos”, diz.
Outro que também afirmou que a manifestação é necessária foi o presidente da Cobrapol, Jânio Gandra, que ressaltou que na Polícia Civil a situação é parecida. “Somos obrigados a conviver com baixos salários, uma carreira precária e falta de estrutura para que possamos executar nosso trabalho”, diz. Para Gandra a paralisação nacional das duas categorias é um grito de alerta para a sociedade e para os governos. “Assim como está não pode ficar”, disse a Agência sindical.
fonte folhabv.com.br
Ianomâmi, a farsa de uma nação que nunca existiu Hugo Studart em 22 setembro 2008 as 21:30
Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são impressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:
IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva
Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto,
Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.
Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.
A Farsa Ianomâmi
Coronel(Ref) Rubem Moura Jardim
Ombro a Ombro Ano IX, Nº 98
Julho de 1996
Recentemente, a Biblioteca do Exército distribuiu aos seus associados um livro com o título em epígrafe, de autoria do Coronel Carlos Alberto Menna Barreto, em que aquele militar denunciou a inexistência, em território brasileiro, de tribo de índio com a denominação "Ianomami".
É sabido que durante o governo Collor foi decretada a demarcação de vastíssima "Reserva Ianomami", de cerca de 97 mil Km2, destinada a uma suposta preservação da referida tribo. Tal reserva, além de chamar à atenção pela enorme área em relação à pequena população indígena lá existente, ainda uma parte se encontra situada na faixa de fronteira de 150 Km, o que desrespeita o parágrafo 2º, inciso XI, do Art. 20 da nossa Constituição.
Infelizmente, o Coronel Menna Barreto faleceu no ano passado. Era distinto oficial da Arma de Infantaria, pára-quedista e com o curso de Comando e Estado-Maior do Exército. Depois de comandar o 26º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, foi designado Comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e, a seguir, Comandante do Comando de Fronteira de Roraima (em território abrangido pela "Reserva Ianomami", durante os anos de 1969, 1970, 1971). Posteriormente, foi Secretário de Segurança Pública do atual Estado de Roraima, ao longo dos anos de 1985, 1986, 1987, 1988, portanto, com larga e prolongada vivência nos assuntos daquela região amazônica.
No desempenho daquelas atribuições funcionais, o Coronel Menna Barreto percorreu seguidamente o território da chamada "Reserva Ianomami", não encontrando, por incrível que possa parecer, nenhuma tribo com esse nome dentre as 18 relacionadas, fruto de suas minuciosas pesquisas "in loco".
Concluiu daí, o ilustre militar, com sua competência e zelo profissional, que a tribo Ianomami não passa de história de ficção ou de uma farsa, o que o levou a dar o título ao seu livro: "A Farsa Ianomami".
No citado livro, o Coronel Menna Barreto informa que a possível origem do nome "Ianomami" de corre de uma referência feita por uma jornalista belga, Claudia Andujar, que desembarcou no Brasil como fotógrafa. A julgar pela profissão e origem, faltava a essa belga competência para batizar nome de tribo de índio no Brasil.
Esclarece em seu livro que em suas investigações feitas e em estudos realizados por Antropólogos e Indianistas que percorreram a área em questão, jamais encontrou qualquer referência à tribo "Ianomami".
Em respaldo às afirmações do Coronel Menna Barreto, cabe acrescentar não ter sido encontrada na publicação intitulada "Índios do Brasil" (IIº volume), de autoria do saudoso e respeitado indianista Marechal Cândido Mariano da Silva Rondom, edição 1958 do antigo "Conselho Nacional de Proteção aos Índios", nenhuma alusão à tribo "Ianomami", dentre as levantadas na região. Dentre as seis tribos arroladas por ele no vale do Rio Uraricoera, em Roraima, apenas quatro encontram-se entre as 18 tribos de Roraima da relação do Coronel Menna Barreto, e nenhuma é da tribo "Ianomami".
Ressalte-se que no livro, o Coronel Menna Barreto denunciou haver evidências de interesses internacionais na demarcação de tão vasta área, acrescentando existirem na região, pequenos grupos remanescentes de índios de várias tribos, com língua, costumes e aspectos físicos diferentes, os quais, por interesses inconfessáveis ou suspeitos, estão sendo relacionados sob o mesmo rótulo de "Ianomami".
Finalmente, seria conveniente saber em quais estudos antropológicos e pesquisas indianistas o Governo Collor se baseou para mandar executar a demarcação da "Reserva Ianomami". No caso de ficar constatada sua inexatidão, falha nos dados existentes à respeito da tribo "Ianomami" ou descumprimento do parágrafo 2º, alínea XI, do Art. 20 da nossa Constituição, o melhor seria tornar sem efeito essa extemporânea demarcação, e porque não dizer, subjetiva "Reserva Ianomami".
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VERGONHA, MEU DEUS QUANTA VERGONHA
Com certeza nossas "autoridades" sabem de tudo isso e muito mais, por que fazem ouvido de mercador e retalham e vendem parte de nosso país e não acontece nada, isso eu precisso saber.
Pesquisador diz que Jesus usou maconha em milagres
Um estudo publicado esta semana pela revista High Times, especializada em divulgar fatos relativos ao uso da maconha lança a tese de que muitos dos milagres de Jesus Cristo foram feitos usando uma mistura à base de maconha.
Fonte: Terra
De acordo com o professor de mitologia clássica da Universidade de Boston Carl Ruck, responsável pelo estudo, Cristo e seus apóstolos teriam usado um óleo feito com a planta para curar doentes.
A rede britânica BBC, que veiculou a informação, identifica a mistura de maconha usada por Cristo como o kaneh-bosem, extrato usado para curar enfermidades físicas e mentais. Os cientistas, que encontraram nas escrituras sagradas referências à utilização do kaneh-bosem, dizem que ao contrário de hoje, as propriedades medicinais da Cannabis sativa eram utilizadas por absorção através da pele.
Além dos pesquisadores norte-americanos, diversos estudiosos lingüistas já haviam identificado a maconha como o ingrediente principal do óleo referido na Bíblia. Os doentes eram mergulhados na essência, que curava epilepsia, problemas na pele, nos olhos, ou até mesmo menstruais.
O estudo em nenhum momento coloca em dúvida os milagres de Jesus Cristo. A fé não é dissociada da cura pelos cientistas, que buscaram descobrir se a Igreja Católica, em seus primeiros anos, utilizou substâncias medicinais para curar enfermidades.
02-09-08
Veja como a briga é grande.
Atualizado em 2008-03-07
http://www.folhabv.com.br
RAPOSA SERRA DO SOL - Pastores evangélicos anunciam protesto para a tarde de sábado
Um novo protesto está marcado para este sábado, a partir das 14h, na frente do Palácio Senador Hélio Campos, com show gospel do cantor Matos Nascimento, deputado federal pelo PSDB do Rio de Janeiro. Desta vez não serão os arrozeiros. Trata-se do “movimento pela liberdade religiosa dentro da terra indígena Raposa Serra do Sol”, que pede tratamento igual ao dado à Igreja Católica, que não foi citada nos editais de indenização.
O evento terá à frente a Ordem dos Ministros Evangélicos de Roraima (Omer), que é um órgão representativo dos pastores, no qual tem 80 filiados. O idealizador do evento, José Edílson Reis de Mesquita, disse que a principal bandeira é protestar contra o tratamento dispensado pela Fundação Nacional do Índio (Funai) às quatro igrejas evangélicas que fazem missão nas comunidades indígenas da Raposa Serra do Sol.
Segundo ele, enquanto os pastores e missionários evangélicos tiveram que se retirar, porque as igrejas foram citadas pela Funai, ao mesmo tempo o órgão permite a permanência de padres, freiras, italianos e de outras nacionalidades. O manifesto distribuído pelo movimento da liberdade religiosa classifica a ação como “discriminatória e ilegal”.
O evento, que pretende reunir 50 mil pessoas, tem objetivo de expor o problema para o país e fazer com que o presidente Lula da Silva (PT) saiba que os evangélicos não concordam com o que está acontecendo em Roraima. Edílson comentou que alguns pastores são ameaçados e, caso não saiam da área, os templos serão queimados.
Na manhã de ontem, vários pastores estiveram com o governador, no encontro articulado por Edílson, no qual justificou como sendo para pedir um posicionamento do Governo do Estado sobre o assunto. Para ele, é importante que governador, prefeito e parlamentares sejam favoráveis, pois apenas assim o Governo Federal não ficará contra.
O presidente da Omer, Adriano Melo, e os diretores se reuniram no final da tarde de ontem e chegaram à conclusão de que a Ordem estará à frente do evento. A tônica é pedir o fim da desigualdade no tratamento e deixar claro que não aceitam tirar evangélicos de dentro da reserva enquanto os padres permanecem. “Se é para tirar todos os não-índios, que saiam padres, pastores. Mas se for para permanecer um, que permaneçam todos”, comentou o presidente da Omer.
A maior denominação do Estado, a Assembléia de Deus, possui igrejas nas comunidades de Surumu, Socó, Água Fria e Mutum. O secretário das Convenções Estaduais das Assembléias de Deus, pastor Aerton de Souza, informou que desde que a bandeira seja o pedido de igualdade de direitos, a igreja vai apoiar.
Quanto aos templos construídos na Raposa Serra do Sol, Aerton disse que a igreja não tem nenhum interesse de receber indenizações, porque quando investiu na área, não era patrimônio que estava visando, mas sim pregar o evangelho.
VEJA COMO A CONSTITUIÇÃO É DESRESPEITADA
Notícias
Evangelização de índios leva à aculturação, diz a OAB
17/01/2004
Folha de Boa Vista-Boa Vista-RR
A presença das missões religiosas nas reservas, com o objetivo de evangelizar os índios, levando-os a perder a sua identidade cultural própria é inconstitucional. A afirmação é do presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Roraima, Antônio Oneildo Ferreira. Ele diz que a terra, se retirada dos índios, pode ser devolvida, mas a sua identidade cultural não. Essa observação fará parte do relatório da OAB sobre a questão da Raposa/Serra do Sol, a ser apresentado na próxima semana.
Conforme o entendimento do presidente da Ordem, incutir uma crença religiosa a um povo indígena fere o artigo 231 da Constituição Federal, segundo o qual deve ser resguardado o direito à organização social, os costumes, as línguas, as crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras. "Logo, querer catequizar os índios é uma forma de acabar com as sua estrutura social própria e isso é inconstitucional", afirma.
Antônio Oneildo, diz que sem o respeito a todos os itens contidos no artigo 231 da Constituição a questão do direito a terra não tem muito significado, pois, o que liga os índios à terra é o conjunto de fatores "previamente elencados pela constituição" que dá a ele o direito de acesso e permanência em determinadas faixas de terras, resguardados pela União.
"Antes de a terra ser resguardada, tem que se resguardar a organização social, os costumes, as línguas e as tradições dos povos indígenas. Porque falar de religião para os povos indígenas é mais inconstitucional, ilegal e agressivo do que suprimir o direito destes a terra", argumenta.
Para o presidente da seccional da OAB, além da questão da terra, é preciso que as entidades que dizem defender o direito dos povos indígenas primem pela defesa da sua cultura e tradições. Ele defende a atuação do MPF (Ministério Público Federal), no sentido de coibir a aculturação dos povos indígenas pelas missões religiosas, seja da Igreja Católica ou não. "O religiosos devem estar lá, mas sem externar a sua opção religiosa", defende.
Consulta - Antônio Oneildo disse não ser inconstitucional, a realização de um plebiscito pelos índios contrários a homologação da Raposa/Serra do Sol em área única, com o objetivo de consultar a vontade da maioria sobre o assunto. "O artigo 231 garante o direito de organização social aos povos indígenas. E mais: se a constituição não autoriza o plebiscito, também não o proíbe", afirma.
Ele esclarece que seria inconstitucional querer realizar um plebiscito para a constituição de uma reserva indígena, mas para a sua delimitação não há nenhuma proibição da Carta Magna. Na avaliação Antônio Oneildo, a existência de várias etnias indígenas, com costumes, línguas, crenças e organização social diferentes, faz surgir a necessidade de que cada uma delas tenha direito a sua porção de terra para viver de forma própria.
Isso denotaria que a demarcação em ilhas é a melhor forma de procedimento. "Os índios deveriam ser consultados (num plebiscito), sobre isso (se querem a demarcação em área única ou em ilhas)", diz o advogado.
Estradas - Outro ponto observado por Antônio Oneildo, diz respeito à obstrução das estradas pelos indígenas. Ele critica o fechamento da BR-174 na reserva Waimiri-Atroari, onde não passa ônibus e caminhões no período da noite, assim como condena o fechamento da BR-433 pelos indígenas contrários a homologação da Raposa/Serra do Sol em área contínua.
"O fechamento de estradas é uma posição preocupante. O pré-requisito para a construção de uma rodovia é a necessidade da sua utilização. Logo, o fechamento da BR-174 pelos índios da reserva Waimiri-Atroari e tão ilegal quanto o bloqueio da rodovia que dá acesso a Raposa/Serra do Sol", argumenta, alegando que não se pode defender os direitos dos índios deixando de obedecer aos direitos dos não-índios. (L.V.)
nessa o hugo chaves acertou.
Depois de ter recebido críticas frontais em toda a América Latina, o Papa Bento XVI reconheceu finalmente que a colonização e a evangelização dos índios da América não foi exactamente suave. Numa declaração pública feita no Vaticano, o Papa declarou que não se pode "esquecer os sofrimentos e as injustiças infligidas pelo colonizador aos povos indígenas, cujos direitos humanos fundamentais foram espezinhados." Um dos críticos do Papa fora o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que pediu a Bento XVI que apresentasse desculpas: "Não entendo como pode afirmar que a evangelização não foi imposta, se chegaram aqui com arcabuzes e entraram com sangue, chumbo e fogo."
Aqui, com Colombo, não chegou Cristo, chegou o Anticristo. O Holocausto indígena foi pior que o Holocausto da II Guerra Mundial e nem o Papa nem ninguém pode negá-lo", disse Chávez. "Como chefe de Estado rogo a Sua Santidade que se desculpe".
na minha opinião, desculpas não passam a dor, os índios das américas deveriam serem indenizados e que parassem com o que começaram os antigos colonizadores.
Veja bem, julgar raposa/serra do sol com romântismo é no mínimo ridículo, seria bom o Sr. ministro ir julgar coisas da lua e dos namorados que por enquanto ainda são coisas românticas. Espero que dia 11, o ministro Direito não entorte e enverede pelo lado ramântico também.
Ao Anônimo de 9:25.
Sua ''informação'' foi interessante pois você em nenhum momento deu uma fonte para sustenta-la.
Espero que você, depois de minha carta, dê a fonte dessa ''informação'' em relação ao ''comentário'' do Papa Bento XVI.
Se essa fonte não aparecer eu acharei que é criação da sua mente diabólica.
Espero por essa ''fonte de informação''.
Mais o que mais me causa alegria é que você está apoiando a opinião de um comunista, que são campeões em distorcerem a história.
Eu lhe darei um exemplo visível de que não houve massacre nenhum.
Em toda a America Latina o que mais tem não são índios?
Faça você mesmo uma comparação com a ''colonização'' protestante nos EUA, e me diga quem massacrou quem. Católiocos ou protestantes?
Prezado Anônimo das 3 da tarde
Como leitor antigo deste blog, reparei que nesses últmos tempos tem sido freqüente esse tipo de anti-catolicismo, sempre em comentários de boçais anônimos.
Primeiro: Quero esclarecer que não gosto de polemizar. Segundo: Não me defendo acusando ninguém, esse tipo de procedimento é para quem não tem defesa. Terceiro: Não sou evangélico, por sinal, ainda acredito em Deus porém acho que religião é atraso, um meio de vida no Brasil que engana o fisco. Quarto: A fonte. esquerda.net
Quinto: Não apoiei esquerdista, só citei o que disse Hugo Chaves, segundo o site.
Sexto: Recomendo que leia esse livro..
O PARAÍSO DESTRUÍDO
A sangrenta história da conquista da América espanhola
AUTOR - Frei Bartolomé de Las Casas
L&PM - EDITORES Ltda
E para finalizar, vai aqui uma parte da apresentação do livro.
Cadáveres alinhados em calçadas sujas manchadas de sangue. Alguns desses corpos, decapitados, pertencem muitas vezes a mulheres, velhos ou crianças. Os sobreviventes desapareceram na montanha ou na mata. Moscas zumbem em cidades mortas.
Eventualmente, surgem correspondentes internacionais. Anotam números, detalhes rápidos - seu relato será breve e impessoal.
as telefotos transmitidas pela AP e UPI, são editadas em cantos de páginas; nos noticiarios das oito da noite na TV, as imagens não ficarão no ar por mais de dez segundos.
Mesmo no meio à desinformação e ao desinteresse, não é muito difícil perceber que a absoluta maioria daqueles mortos - espalhados sob o sol tropical, em alguma cidadezinha interiorana da América Central - são índios puros. Enterrados em covas coletivas anônima e rasas, eles pertencem, em grande parte, ao grupo Maia Quiché e por ai vai..
Aconselho a ler o livro do frei.
Sr. anônimo das 6:17, colocarei aqui o seu cinismo diante de todos os leitores do Alerta Total.
Se o sr. está me acusando de ter acusado-o injustamente, nesta sua carta você mesmo se entrega e mostra o seu desespero.
Graças a Deus que você não é protestante (não existe religião ''evangélica''), mais muito ateu maluco viraram protestantes assim: Atacando a Igreja Católica e depois... é só conferir o resto.
A fonte que você mostra é uma piada!
Esquerda.net!!!??? se isso não é apelar para os comunistas, então eu não sei mais o que é.
E o sr. continua a apoiar o comunista hugo Chavez!
Em relação ao livro que o sr. citou sobre Frei Bartolomé De Las Casas, ele é colocado como ''exemplo'' para poder atacar a Igreja Católica.
Todos os inimigos da Igreja o louvam e apresentam seus escritos como prova da ''maldade'' e dos ''crimes'' da colonização, considerando-o como o grande defensor dos índios e inimigo da escravidão.
Frei Molina um dos grandes missionários do México após a conquista, venarado pelos índios diz de Las Casas que ele ''não apendreu a língua indigena, nem se aplicou a ensinar aos índios'' (Frei Molina; Carta ao Imperador Carlos V, apud Joaquim Jareño e Miguel A. Garcia Olmo, Humanidades para un Siglo Incierto, Quaderna Editorial, Múrcia, 2003, p.56).
Salvador de Madariaga, em sua obra Cosas Y Gentes afirma, citando Montesinos que Las Casas jamais ensinou religião aos índios (quanta semelhanças com os Teologos da Libertação!), e que ele ''era um doente mental que lutava com a paranóia'' (S. Madariaga, Cosas Y Gente, espasa Calpe, Madrid, 1960)
Mais nada melhor que a Bula Papal do Papa Paulo III (1534-1549)Sublimis Deus, QUE EXIGIU RESPEITO AOS ÍNDIOS E ÀS SUAS PROPRIEDADES.
Não pegue ''informações'' com os comunistas ou protestantes maliciosos ou você logo,logo estará como eles: Um verdadeiro idiota útil.
Ofensas, não mereço ser agredido pois não agredi ninguém, quem quiser acredite na religião que achar melhor, respeito a opinião de cada um, só que eu não acredito em nem uma, e quero que respeitem a minha, ser chamado de ateu por não acreditar em religião é no mínimo disrespeitar a inteligência dos outros, não tenho medo da morte e nem de deppois da morte, o meu Deus é minha conciência limpa e tranquila e respeito todo aquele que discorda da minha opinião, só que não as mudo, não sou Maria vai com as outras, sei ler e interpretar, nunva matei ninguém, torturei, principalmente em série. Entenda bem, o que transcrevi do site, hoje em dia não se pode esconder, a história aparece com a internet quase ao alcance de todos, a verdade aparece e poderemos julgar depois de conhecermos os relatos das diversas partes, ainda o aconselho a ler o livro do frei e entender bem o que transcrevi.
Essa é minha última resposta ao senhor, com todo o respeito.
coluna parabólica da folhabv.com.br
09-12-08
Voto 1
Indigenistas de entidades como o Instituto Sócio-Ambiental (ISA) temem que o ministro Carlos Alberto Direito se manifeste a favor da revisão da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol. Direito será o primeiro a votar no julgamento marcado para o próximo dia 10, no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Mais novo integrante do STF, Direito pertence às fileiras da ultra-conservadora Opus Dei, braço da Igreja Católica que nem sempre está alinhado à política indigenista da igreja.
Voto 2
No início do julgamento, no dia 26 de agosto, o relator da ação, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela manutenção da reserva em faixa contínua
Ao sr. anônimo das 7:39.
Eu não sabia sr. Anônimo que ateísmo agora é religião!
Se o seu deus é sua conciência ''limpa'' e ''tranqüila'', você deve ver esse seu deus urgentemente, pois ele (seu deus) anda te enganando muito.
O sr. escrever que não é ''Maria vai com as outras'' demonstra o seu desespero, pois você não foi Maria vai com as outras, mais com os comunistas.
Quem foi que disse sr. Anônimo, que para ser ruím; é só preciso tortura, matar, principalmente em série (?). A maldade pode ser encontrada até em texto relapsos e mal intencionados que o sr. escreveu.
Agora se você quer respeito, então respeite a inteligência dos outros, principalmente dos católicos.
Aconselho o sr. não ter medo da morte, mais da morte dada por Deus; essa sim uma morte para pessoas como o sr. que deve ser temida.
A história sr. anônimo pode ser alterada, principalmente na internet: como fizeram os protestantes, os comunistas, os nazistas, os ateus,... interassante que todos estes dizem que a Igreja Católica alterou a história, mas se você se aprofundar na história de todos os mencionados... aconselho que não se assuste com as histórias de protestantes, comunistas, nazistas e outros.
Eu já li o livro que você sugeriu sr. Anônimo, e repito: é o tipo de livro que faz sucesso entre: ateus, protestantes, comunistas, nazistas, e anônimos.
Agora vem a minha pergunta: O sr. leu os livros que indiquei em meu comentário sobre o sacerdote Frei Bartolomé? Se não leu, eu aconselho o sr. a ler.
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