Edição de Terça-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com
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Por Jorge Serrão
O melhor do Brazil
Pesquisa do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica que o governo Lula é considerado ótimo ou bom por 73% dos brasileiros.
Com esse índice, 4 pontos percentuais superior ao obtido em setembro, Lula alcançou o recorde de avaliação positiva (72%) obtido pelo então presidente José Sarney em 1986, no auge do Plano Cruzado.
O Instituto Sensus, que divulgou pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), detectou números semelhantes aos do Ibope: 71,1% dos entrevistados vêem o governo como ótimo e bom.
Leia o artigo de Arlindo Montenegro: Cúpulas e Cópulas
O céu é o limite?
A taxa de aprovação ao desempenho pessoal do presidente é ainda maior: 80,3%.
A pesquisa revela ainda que 42,9% dos entrevistados julgam que o governo Lula atendeu as expectativas.
Além disso, para 35,6% essas expectativas foram superadas.
Grandes satisfeitos
O Ibope revela que os brasileiros com menor renda e escolaridade são os mais satisfeitos com a administração do País.
Na faixa dos que têm renda familiar de até 1 salário mínimo, nada menos que 81% vêem o governo como ótimo ou bom.
Mas foi entre os mais "ricos", com renda acima de 5 salários mínimos, que as taxas positivas tiveram crescimento maior desde setembro.
Nota alta
A nota média dada ao governo, em uma escala de 0 a 10, ficou em 7,8.
Na Região Nordeste, 46% dos entrevistados optaram pela nota 10.
O governo também foi aprovado no grau máximo por 54% dos que têm renda de até 1 salário mínimo.
Para quem acredita...
O Sensus ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios entre os dias 8 e 12 de dezembro.
A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Já o Ibope fez 2.002 entrevistas em 141 cidades entre 5 e 8 de dezembro.
A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.
Eleito pela pesquisa
José Serra (PSDB), eventual nome tucano para a disputa da eleição presidencial em 2010, continua liderando as intenções de voto.
Pelo menos é o que indica uma pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Os possíveis candidatos do popularíssimo governo Lula só aparecem apenas, no máximo, em terceiro lugar, em qualquer um dos sete cenários simulados no levantamento.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias; o deputado Ciro Gomes (PSB-CE); e a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy seriam facilmente derrotadas pelo tucano.
Tome Nota
O candidato preferido do chefão Lula da Silva é ele mesmo.
Na impossibilidade de disputar a reeleição (embora tudo possa acontecer em favor de um candidato com 80% de aprovação), Lula seria capaz de apoiar, para inglês ver, um candidato para perder.
E fecharia, nos bastidores, um mega-acordo com o favorito José Serra.
O favorito
A doutrina é simples: quem escolhe o candidato a presidente que vai vencer não é o seu voto eletronicamente manipulável.
Quem decide é a Oligarquia Financeira Transnacional que impõe, de fora para dentro, o nome que vencerá a disputa.
O nome apoiado pela banca internacional, no momento, é José Serra.
Aécio Neves caiu em desgraça entre os controladores mundiais.
Poder relativo do “poste”
A pesquisa Sensus revelou que 15,6% dos entrevistados afirmaram que só votarão em 2010 em um candidato para presidência apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Este é o percentual líquido de transferência do presidente Lula".
Quem garante é o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes.
Chances de Dilma
Quando questionados sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata à sucessão, 50,4% dos entrevistados conhecem ou já ouviram falar dela.
Deste porcentual, 30,1% avaliam que a ministra é uma pessoa capaz e 15,2% avaliam que, com o apoio de Lula, Dilma é a única candidata em que votariam.
Outros 28,7% (dentre os que conhecem Dilma) disseram que poderiam votar nela.
Diferentes cenários
O Sensus desenhou diferentes cenários para a sucessão presidencial, variando os candidatos.
Na primeira lista, Serra lidera com 46,5% (ante 45,7% em setembro), Heloísa Helena (PSOL) aparece com 12,5%, mesmo percentual de setembro, e Dilma tem 10,4% das intenções de voto.
Ao todo, 30,6% declararam voto branco ou nulo ou não sabe/não responderam.
Outro cenário
Sem Serra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), lidera com 25,3% (ante 22,4% em setembro).
Heloísa Helena tem 19,1%, com ligeira queda em relação aos 21,2% de setembro.
Já Dilma aparece com 12,9% (12,3% em setembro).
Outra variação
Em uma terceira lista, sem Serra e sem Dilma, Aécio lidera com 47,3%.
Heloísa Helena tem 13,5% e Patrus Ananias, 6,8%.
Na quarta lista, com Ciro Gomes, Serra tem 44%; Heloísa Helena, 14,6%; e Ciro, 10,1%.
Em um quinto cenário, novamente sem Serra, Aécio lidera com 24,3%, Heloísa Helena tem 19,2% e Ciro, 14,9%.
Em uma sexta simulação, Serra aparece à frente com 45,8%; Heloísa Helena tem 13,7% e Marta Suplicy, 8,6%.
Na última lista, Aécio lidera com 25,1%, Heloísa Helena tem 21,8% e Marta, 10,3%.
Polêmica torturante
Na abertura da 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, Lula fez silêncio obsequioso sobre a polêmica a respeito da tortura cometida por militares durante o período da ditadura.
O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, tocou no assunto de forma indireta:
“Temos compreensão da delicadeza e da complexidade do tema. O governo saberá encontrar uma resposta a contento. Com serenidade, diálogo e compreensão da complexidade acharemos uma solução”.
Laranja
A única voz dissonante e que foi categórica ao criticar o parecer da Advocacia Geral da União (AGU), que considerou que a tortura praticada na época da ditadura deve ser anistiada, partiu de Deise Benedito.
A “representante da sociedade civil” no evento reclamou:
“Esse governo tem obrigação histórica. Nós repudiamos a posição da AGU, do Ministério da Defesa e de setores do STF, que na contramão da História não quer punir os torturadores”.
Jobim responde?
Ao final do evento, o ministro da Justiça, Tarso Genro, garantiu que Lula falou "de maneira ampla" sobre direitos humanos.
Diante de uma pergunta sobre os a abertura dos arquivos pós-64, Genro respondeu:
"Essa é uma pergunta que deveria ser feita ao ministro da Defesa (Nelson Jobim)."
Lula e a Raposa
O chefão Lula da Silva demonstrou publicamente sua frustração pelo adiamento da decisão final sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na semana passada, oito dos onze ministros do Supremo se manifestaram favoravelmente à tese, mas um pedido de vistas do ministro Marco Aurélio Mello prorrogou a decisão final sobre o assunto.
Explicando o problema à platéia, formada por representantes de índios, prostitutas, negros e deficientes, entre outros, o presidente não escondeu a frustração:
“Até que o processo foi parar na Justiça. E quando chega na Justiça, nós estávamos com 8 a 0, demarcando a terra em área contínua, e, de repente, um ministro pede vista e temos apenas que aguardar que haja um resultado final, apesar de 8 a 0 já ter definido praticamente a maioria absoluta na Suprema Corte em favor daquilo que estava no projeto original”.
Reclamação
O presidente reclamou que, às vezes, não é suficiente ter vontade política para que um assunto seja resolvido.
Lula lembrou que em 2004 fez a demarcação, mas o que ele chamou de "pacote" acabou não sendo implementado "porque havia muita contradição e muita resistência".
“Se quiséssemos pegar um exemplo de que as coisas, às vezes, não dependem apenas de vontade política (...) vamos pegar o caso da Raposa Serra do Sol, que é um caso emblemático Logo em 2004 nós propusemos um acordo, era praticamente um pacote, que atendia não apenas os índios da Raposa Serra do Sol, como outras pessoas no Brasil que defendiam a demarcação em área contínua na Raposa”.
Mudança brusca de nome
Mudará de nome uma das obras faraônicas do Imperador do Rio, que deixa o cargo sob críticas implacáveis das Organizações Globo.
A Cidade da Música Roberto Marinho terá de arranjar outro nome para homenagear.
A família Marinho impôs que o lugar não mais se vincule à imagem do fundador da Rede Globo.
A decisão já foi publicada no Diário Oficial do Município.
Por que não mudou a avenida?
Em São Paulo, Roberto Marinho emprestou seu honrado nome, post mortem, à Avenida Águas Espraiadas, que faz esquina com a sede da Rede Globo e onde o município construiu uma ponte estaiada faraônica.
Tocada na gestão de Paulo Maluf e Celso Pitta, a obra foi um dos maiores escândalos da administração pública.
Nem assim, a família Marinho reclamou da “homenagem” feita ao velho...
Dane-se o submarino
A decisão do governo brasileiro de comprar os submarinos Scorpene, de tecnologia francesa, a um custo de US$ 300 milhões cada um, mergulha na maior polêmica.
Um relatório, elaborado por oficiais da Marinha que acompanharam o uso da tecnologia e tomaram como base relatos de homens que operaram os submarinos no Chile, revela fragilidades no sistema.
O estudo indica que a manutenção "é cara e complexa" e que a Marinha do Chile tem "grande dificuldade" para obter preços acessíveis de peças para reposição.
Aponta ainda que a qualidade do material de construção é inferior ao modelo alemão, importado anteriormente pelo Brasil.
Soldado do futuro
Brasil e França assinarão na próxima semana um grande acordo global na área de defesa, numa parceria que envolve aquisição de quatro submarinos convencionais e um de propulsão nuclear.
Também prevê tecnologia a ser empregada no programa "Soldado do Futuro" - que atuará em ações na selva e com capacidade de visão noturna.
O chefão Lula da Silva e o francês Nicolas Sarkozy assinarão os termos da parceria no próximo dia 23, no Rio.
Propaganda em ação
Viu ontem a entrevista do José Luiz Datena com o presidente?
Propagandeando as medidas econômicas, louvando a ação do Lula em Santa Catarina...
Assim, a popularidade do homem vai ultrapassar os 100%...
Leia, abaixo, as Rapidinhas Econômicas
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Dezembro de 2008.
7 comentários:
Ei, Serrão,
Ações em Santa Catarina?! QUAIS!? Moro aqui e as ações são somente as que a população tem feito, em doações em dinheiro e gêneros, além do voluntariado. As associações de indústrias e lojas também vêm lutando para normalizar a vida de seus empregados.
Se mandar alguns bombeiros para cá, e ter liberado R$ 45 milhões é ação, então tá, teve alguma do Gov.Federal.
Santa Catarina está se virando sozinha!
Serrão
não é Datena é DÁ PENA!!
O cara é um imbecilóide de crachá
esta a um passo de virar bispo da iurd!
Nos estávamos com 8 a zero. Quem contra quem? O presidente do Brasil, a AGU, o ministro da justiça, o ministério público federal, os 8 ou sabe-se quem mais dos ministros dos 11 do STF, a oligarquia anglo-americana, a igreja e centenas de ONGs, milhares de ongueiros, muita grana pra levar e trazer meia dúzia de índios moldados desde criancinha, pelo mundo todo mostrando uma "realidade" que interessa aos integristas da Amazônia.Contra o rico (minerais, fauna, flora e muita água) e ao mesmo tempo pobre Estado de Roraima, onde já teve agricultura, já teve pecuária e hoje só teima em permanecer vivo por causa de sua única economia que nos resta, que é a do contracheque dos funcionários públicos federais , estaduais, municipais e alguns míseros repasses feito pela União, além de uma maioria de índios abandonados, sem um centavo que os ajudem a mostrar suas vontades sobre essas vergonhosas demarcações. Como eu podia me vangloriar e ainda criticar alguém num jogo, onde o juiz, os bandeirinhas, o quarto árbitro, o presidente da federação, da CBF, o TJD e seus membros, a mídia, seus repórteres, comentaristas e os escambaus, estão de um lado e do outro, um time incompleto, com jogadores sofrendo pressão da polícia, expulsos e até presos. É presidente, num jogo sujo desse, quem ainda tem a coragem de se vangloriar dos 8X0 e criticar um pedido de vistas de um ministro, mesmo antes (teve ministro de estado que antecipou) e depois do jogo, já ter o resultado conhecido, é ter muita cara de pau ou esta com ela cheia de muita cachaça e o bolso cheio de EURO-DOLAR. Não se vanglorie, não venda o que não é seu, a Amazônia é dos brasileiros, e devem sair daqui sim, os estrangeiros que nos humilham e ajudam os entreguistas a expulsarem brasileiros de terras brasileiras, não venha a Roraima, não suje nosso solo com seus pés.
RAPOSA SERRA DO SOL
Reassentamentos vão ocorrer em dois anos
Chefe da Divisão de Obtenção de Terras do Incra em Roraima, Isaías Leite O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) estima que apenas em dois anos terá reassentado as 359 famílias de não-índios que ainda têm posses na terra indígena Raposa Serra do Sol, ao Norte de Roraima. Atualmente 38 famílias estão em processo de reassentamento.
Compete ao Incra o reassentamento das famílias retiradas de terras indígenas, seja qual for a região. A instituição já reassentou famílias de não-índios das reservas Anaro, São Marcos, Jacamim, Araçá e outras existentes no Estado. Devido ao litígio e conflitos entre índios e não-índios pela posse da Raposa Serra do Sol, o reassentamento dos egressos nesta região está recebendo prioridade.
De acordo com o chefe da Divisão de Obtenção de Terras do Incra, Isaías Leite, 85 famílias de não-índios que habitam a reserva já foram reassentadas. Trinta e oito estão em processo de regularização.
Ele explicou que há demanda para lotes urbanos e rurais de 100 e de até 500 hectares. Como 139 famílias possuíam lotes urbanos na reserva, o Incra já contatou a Gerência Regional de Patrimônio da União (GRPU) para que essas famílias sejam reassentadas em lotes semelhantes as suas posses em cidades ou vilas.
Quem possui lotes de até 100 hectares é reassentado em projetos da Reforma Agrária e quem tem posses de até 500 hectares é reassentado em áreas de regularização fundiária.
Dezessete famílias que tinham posses de até 500 hectares foram reassentadas nas antigas fazendas Mac Laren e Bamerindus, na zona rural de Boa Vista e no Município de Alto Alegre.
Outras 24 famílias foram reassentadas na Gleba Cauamé, no Projeto de Assentamento Nova Amazônia, também na zona rural de Boa Vista. Vinte e três tinham posses de até 500 hectares e um beneficiado possuía lote urbano na reserva.
Seis famílias que tinham posses de até 500 hectares foram reassentadas na Gleba Murupu, igualmente no PA Nova Amazônia. Trinta e seis famílias foram reassentadas em projetos da Reforma Agrária. Vinte e oito eram posseiros de lotes urbanos, seis tinham posses de até 500 hectares e dois possuíam áreas de até 100 hectares.
Ainda duas famílias que tinham lotes urbanos na Raposa Serra do Sol foram atendidas na Gleba Tepequém, no Município do Amajari. Existe ainda área para assentar oito famílias na zona rural de Boa Vista.
Leite esclareceu que os assentamentos são feitos após a publicação de edital de desintrusão feito pela Fundação Nacional do Índio (Funai). As famílias recebem do órgão o pagamento da indenização pelas benfeitorias de boa-fé e munidas da documentação que comprova que eram moradoras da terra indígena procuram o Incra para serem assentadas.
Isaías Leite frisou que a celeridade no processo depende do interesse dos próprios ocupantes. Por isso, ele solicitou que os desintrusados procurem o Incra o mais breve possível para regularizar a situação. Ele estima que apenas em dois anos todas as famílias que ainda vivem na terra indígena sejam assentadas.
ARROZEIROS – Quanto ao possível assentamento dos seis grandes rizicultores que possuem fazendas na região, a Assessoria de Comunicação do Incra informou que a legislação brasileira só permite ao órgão o reassentamento em áreas de até 15 módulos fiscais, que em Roraima podem chegar a 1.500 hectares, e que não tramita na instituição nenhum pedido de assentamento por parte dos arrozeiros.
INFRA-ESTRUTURA – Uma das reclamações dos não-índios que deixam a reserva é quanto a falta de infra-estrutura dos assentamentos. Alguns não possuem sequer água encanada ou energia elétrica.
Leite disse que as regiões de assentamentos possuem estradas. Ele esclareceu que quando se trata de assentamento da Reforma Agrária, o Incra tem a obrigação de fazer a abertura da estrada, a demarcação do lote e o pagamento dos créditos de instalação.
Outras necessidades dos assentados como água, energia, escola e posto médico são atribuições de outros órgãos dos governos Federal e do Estado e dos municípios, que além de suas arrecadações próprias recebem recursos federais para prestar atendimento a toda a população, inclusive a rural. “O Incra tem intermediado junto a estes órgãos para agilizar na implementação dos serviços”, frisou.
fonte www.folhabv.com.br
16-12-08
BOAS NOVAS!!!
Bogotá, 14 de dezembro – Foi criada hoje nesta cidade uma confederação internacional de organizações não-governamentais, denominada União de Organizações Democráticas da América – UNOAMÉRICA – cujo objetivo principal será a defesa da democracia e da liberdade, ameaçadas pela expansão do castro-comunismo e sua nova versão, o Socialismo do Século XXI, através do Foro de São Paulo.
MAIS DETALHES:
http://www.heitordepaola.com/
Esse Datena é um imbecil que só sabe gritar e puxar saco dos outros, eu nunca fui com a cara desse sujeito, e depois que vi um pessoal na casa dele filmando... e ao ver um quadro do Che Guevara na sala dele, aí é que vi que tinha razão mesmo.
Serrão,
Sobre a pesquisa do presidente Lula eu acredito e não estranho que tenha alcançado esse índice de aprovação.
Há duas semanas atrás fui abordado aqui no interior de SP por uma pesquisadora do IBOPE, pude verificar o nome e o logo do instituto no formulário preso em sua prancheta, mas infelizmente não pude opinar. A pesquisadora já tinha atingido sua quota de dois entrevistados com o meu perfil, que era homem de 25 a 30 ou 35 anos, já não me recordo exatamente, com nível superior completo.
Conversamos rapidamente a respeito da pesquisa e para que ela concluísse seu trabalho, a partir daquele momento buscava somente homens com idade semelhante à minha, porém com nível médio de escolaridade. Ela comentou que a avaliação do presidente estava bem elevada aqui no município, disse-me até que um senhor comentou que daria nota 100, com louvor.
Pelo que consegui reparar no formulário enquanto conversávamos, para alguns perfis, que era composto por idade, sexo e escolaridade, o número de entrevistados era maior.
Fiquei na dúvida se essa pesquisa não estava mais inclinada a buscar opiniões entre pessoas mais velhas e, principalmente, com nível de escolaridade mais baixo, porém como desconheço a metodologia empregada e a conversa foi rápida não consegui concluir meu juízo de valor, mas posso afirmar que minha nota para o presidente não seria nenhuma maravilha.
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