quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Inversão de Valores

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Merval Pereira

O mais grave que está acontecendo no país não é nem mesmo o inacreditável vale-tudo em que se transformou a campanha presidencial, mas a banalização das atitudes mais perniciosas do governo nesses últimos anos, especialmente após o episódio do mensalão em 2005, e de maneira mais acentuada no segundo mandato do presidente Lula.

São praticamente oito anos solapando as instituições do país, provocando ao final um anestesiamento na sociedade brasileira, que tudo justifica porque parte de um governo popular, aprovado por mais de 80% da população.

Como se a popularidade desse a qualquer governo o direito de ignorar leis, ou mesmo que as consequências benéficas desta ou daquela política social justificassem abusos de poder, ou os atenuassem.

O governo Lula está conseguindo transformar críticas em atitudes mesquinhas e antipatrióticas, e, assim como mistura o público com o privado, confunde o líder partidário com o poder do cargo de presidente da República, sem que a sociedade se indigne.

E quem critica esse abuso de poder político nunca antes visto neste país corre o risco de ser considerado um sujeito “do contra”, que não reconhece os avanços havidos. Cada vez fica mais restrito o campo para as divergências, ao mesmo tempo em que se alargam os caminhos para o autoritarismo e a truculência do Estado.

Não foi por acaso que ontem mesmo o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu, novamente no papel de eminência parda, desta vez do eventual governo Dilma, criticou o “abuso do poder de informar” da imprensa.

O presidente Lula começou essa escalada autoritária depois que conseguiu escapar da crise do mensalão. Entre o momento em que ele próprio disse que havia sido traído dentro do governo, até quando os petistas foram à tribuna do Congresso chorar literalmente de vergonha pelo que estava sendo exposto, houve no país uma indignação que poderia fazer a política andar para a frente, com reformas estruturantes e punição dos responsáveis pelo maior prejuízo institucional que o país já sofreu na História democrática recente.

Mas o presidente Lula, impossibilitado de enfrentar a crise que estava arraigada no seu partido e no seu governo, assumiu em entrevista dada em Paris a versão de que o mensalão não passava de caixa dois, prática normal na política brasileira. A partir daí, a prometida apuração rigorosa passou a ser uma proteção desabrida de todos os envolvidos, e a promessa implícita de que ninguém sofreria prejuízos se todos se unissem num pacto de silêncio.

O presidente sistematicamente passou a mão sobre a cabeça dos aliados, fossem eles quem fossem, tivessem cometido qualquer tipo de crime.Essa se tornou a regra do governo, como nas máfias, e acelerou-se no segundo governo Lula a montagem da máquina governamental a serviço dos “companheiros”. A defesa intransigente de qualquer malfeito de aliados é a contrapartida do apoio cego, acrítico.

Lula não teme nenhum limite legal, desmoraliza o Judiciário como fez agora nesta campanha com o TSE, e se jacta de que pode ir para as ruas quando quiser para combater seus adversários. Foi à televisão na condição de presidente da República para exercer o papel de cabo eleitoral de sua candidata, colocando o principal adversário como um antipatriota que não pensa no bem do país.

Repetiu na segunda à noite em Santa Catarina, quando, misturando mais uma vez o cargo que ocupa com seus interesses partidários, alegou que “em nome da minha honra e da honra do meu país” não perderá as eleições. E acrescentou que estava fazendo hoje o que fez em 2005: “Vou às ruas para derrotá-los”.

Na verdade, essa ameaça de levar os movimentos sociais para as ruas para reagir ao possível pedido de impeachment nunca se concretizou, e Lula chegou mesmo a autorizar uma negociação para não se candidatar à reeleição em troca de poder terminar seu mandato. Com a recuperação de seu prestígio graças aos bons ventos da economia mundial, Lula voltou a ser aquele líder dado a “bravatas”, como ele mesmo confessou que fazia quando esteve na oposição.

Inebriado com seu próprio sucesso, Lula foi adiante e, ao lado da sua candidata Dilma Rousseff, afirmou que o “DEM precisa ser extirpado” da política brasileira. Seu rancor data ainda de 2005, quando, segundo acusou, a família Bornhausen tentou derrubá-lo do poder.

A gravidade desse episódio, além do fato de um presidente da República defender em público o extermínio de um adversário político, é que, anos antes, o então senador Jorge Bornhausen havia provocado em Lula e nos petistas um aparente sentimento de estupor quando disse que na eleição de 2006 o país precisava “se ver livre dessa raça por 30 anos”. Foi chamado de tudo: “fascista”, “direitista”, “adepto das ditaduras militares”, “explorador e assassino de trabalhadores”.

Assim como na segunda-feira, foi acusado de representar a “direita raivosa”. Bornhausen alegou na ocasião que usou “esta raça” com o sentido de grupo de indivíduos da mesma categoria, uma das definições de raça dos dicionários. Processou e ganhou quem o acusou.

Vem agora o próprio presidente Lula repetir o que condenara enfaticamente, com o agravante da posição que ocupa, e passa a se utilizar de palavreado e ameaças fascistas contra adversários políticos.

A truculência política do governo é tamanha que transforma as vítimas do aparelhamento do Estado, com a quebra de sigilos fiscais em série da família do candidato oposicionista, em exploradores com fins eleitorais.

E, montando uma farsesca investigação, permite que uma ministra acusada de tráfico de influência continue no cargo, utilizandose dele para atacar a oposição e proteger sua família.

Uma inversão total de valores republicanos que sinaliza para um futuro democrático incerto.

Merval Pereira é Jornalista. Artigo originalmente publicado em O Globo de 15 de setembro de 2010.

8 comentários:

Vinicius disse...

É por essas e outras que eu tenho vergonha e nojo de ser brasileiro...

Anônimo disse...

Lula não teme nenhum limite legal, desmoraliza o Judiciário como fez agora nesta campanha com o TSE, e se jacta de que pode ir para as ruas quando quiser para combater seus adversários. Foi à televisão na condição de presidente da República para exercer o papel de cabo eleitoral de sua candidata, colocando o principal adversário como um antipatriota que não pensa no bem do país.

Repetiu na segunda à noite em Santa Catarina, quando, misturando mais uma vez o cargo que ocupa com seus interesses partidários, alegou que “em nome da minha honra e da honra do meu país” não perderá as eleições. E acrescentou que estava fazendo hoje o que fez em 2005: “Vou às ruas para derrotá-los”.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO RESPEITA O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL PORQUE O PRÓPRIO TRIBUNAL, NA PESSOA DE ALGUNS MINISTROS NÃO SE DÁ RESPEITO. PARECE QUE ESTÃO DE ACORDO COM ÊLE.

VEJA O QUE ESTÃO FAZENDO COM BRIGADEIRO ERCIO BRAGA PELO SIMPLES FATO DELE ESTAR TENTANDO CONCORRER AO CARGO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA POR UM PARTIDO QUE PARECE ESTAR SENDO APOIADO PELO PRÓPRIO TSE NAS SUAS DECISÕES, COMO É O CASO DO PARTDO TRABALHISTA CRISTÃO, QUE SE NEGOU A LANÇAR O BRIGADEIRO, PARA APOIAR O PT, QUEM SABE EM TROCA DE APOIO FINANCEIRO PARA BANCAR A CAMPANHA DE SEUS FILIADOS AOS CARGOS DE GOVERNADOR E CARGOS PROPORCIONAIS EM TODO O PAIS.
VEJAM OS RELATOS ABAIXO DOS PROCESSOS DO BRIGADEIRO ERCIO BRAGA QUE TRAMITARAM E AINDA TRAMITA NO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, SEM DECISÃO POR SER UM CASO INAUDITO PARA O TSE RESOLVER COM JUSTIÇA.
É MAIS FACIL NEGAR DO QUE DAR UMA SOLUÇÃO FAVORÁVEL INAUDITA PARA O FILIADO BRIGADEIRO ERCIO BRAGA EM DETRIMENTO DA AGREMIAÇÃO PARTIDÁRIA, COM MEDO DE ABRIR UM PRECEDENTE NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES OU PARA O FUTURO, MESMO SENDO PROVADO QUE O PRESIDENTE DO PARTIDO IGNOROU A PRÉ-CANDIDATURA DE SEU FILIADO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
PARTE 1
PROCESSO - N.1 - REGISTRO DE CANDIDATURA INDIVIDUAL.(RRCI). NEGADO E ARQUIVADO INJUSTAMENTE E COM O USO DE ARTIFÍCIO POUCO RECOMENDÁVEL PARA O MINISTRO RELATOR EXMO.SR. ALDIR PASSARINHO JUNIOR.

Vejam abaixo a forma DEMOCRATICA que foi usada contra o BRIGADEIRO ERCIO BRAGA, para ter o seu REGISTRO DE CANDIDATURA INDIVIDUAL (RRCI), negado pelo TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL.

Neste pais atual estas palavras DEMOCRACIA E ELEIÇÕES soam como desrespeito em primeiro lugar a Constituição Federal, depois as Leis, tais como: Codigo Processo Civil(CPC), Lei 9.504 das eleições, Lei 12.016 Mandado de Segurança e por fim os Estatutos Partidarios que para receberem licença como Agremiação Partidaria precisa encaminha-los ao Tribunal Superior Eleitoral que após aprovação autoriza o funcionamento dos Partidos.
Estes Estatutos regem as Agremiações partidaria para sempre. Podendo sofrer alterações em seus artigos conforme a necessidade de cada um e com conhecimento do TSE.
Hora numa verdadeira Democracia com Eleições isentas de preconceito e outros tipos de mazelas, como pode um Partido negar a candidatura de um MILITAR filiado a ele que Pleiteia uma Candidatura a Presidência da Republica.
Continua parte 2
Ass. Cesar Pinto Cel

Anônimo disse...

PARTE - 2

Pior ainda é quando um Exmo.Sr. Ministro ALDIR PASSARINHO JUNIOR do Tribunal Superior Eleitoral, Relator de um Processo de Registro de Candidatura Individual (RRCI) baseia suas decisões sem ouvir a parte acusada por escrito e decide como se estivesse conivente com o Presidente do Partido.
O Ministro Relator após negativas encima de negativas, usando artifícios pouco recomendaveis para um Magistrado que tem por dever zelar pela verdadeira JUSTIÇA. Por achar que o RRCI, era um fato INAUDITO, para os anais do TSE, indeferiu de inicio o RRCI.
Os recursos impetrados pelo requerente, foram negados apesar de estarem corretos.
Um dos fato mais marcante destas negativas foi o MINISTRO ter aceitado uma ATA da CONVENÇÃO NACIONAL DO PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO, que foi confeccionada na SEDE do Partido em Brasilia, em uma sala no dia 30 de junho de 2010 às 0900hs, sem aviso prévio ao TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, sem EDITAL DE CONVOCAÇAO, contendo LOCAL, DIA , DATA E HORA, para conhecimento e comparecimento de seus membros com direito a voto.
Assinaram a A FALSA ATA , sòmente sete membros, sendo três membros da familia do Presidente do Partido, SR. DANIEL SAMPAIO TOURINHO, SUA IRMÃ IGNÊS SAMPAIO TOURINHO E SEU FILHO DIOGO SAMPAIO TOURINHO E MAIS QUATRO MEMBROS, sendo um de São Paulo CIRO TIZIANI MOURA um do Rio de Janeiro, CLEIO GASPAR DE SÁ FREIRE o secretário do partido em Brasilia, DIVINO OMAR DO NASCIMENTO e RIVAILTON PINTO VELOSO DA SILVA, os quais, com certeza não estavam presentes ao ato da confecção da ATA , exceto o Secretário, fato este que carece de investigação, posto que esta FALSA ATA, so foi entregue ao TSE, no dia 5 de julho de 2010, as 17:50 hs, protocolo n 18.251/2010.
Ata esta que esta em total descordo com o que determina o Estatuto Partidário.
O MINISTRO RELATOR, não vendo saida para negar provimento ao RRCI, por ser um fato INAUDITO na sua concepção, decidiu levar o RRCI ao PLENÁRIO e após mais de um mês decorrente do processo RRCI em suas mãos e sem consultar o ORGÃO do qual faz parte, decidiu dizer em PLENÁRIO que o requerente sequer provou que era filiado ao Partido. O que levou os MINISTRO DO PLENÁRIO VOTAREM COM O RELATOR, (EXMO.SR. MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR), negando provimento ao RRCI.
No dia seguinte o requerente ciente da decisão do PLENÁRIO, encaminhou a Certidão do TSE, ao TSE, provando a sua filiação, mas o Exmo. Sr. MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR vendo que esta CERTIDÃO poderia comprometê-lo perante o PLENÁRIO, que pela decisão publicada acompanhou o voto do RELATOR por esta exposição e não vendo saída, apelou por não conhecer este documento, dizendo que o mesmo continha êrro de procedimento.
A verdade é que o Exmo Sr. MINISTRO ALDIR PASSARINHO JUNIOR, teve medo de ser desmascarado perante o PLENÁRIO, pois foi por este motivo, que os outros MINISTROS votaram com o RELATOR, conforme publicação do ACORDÃO.

O Comentarista informa que tem todas as provas documentais sobre o transcrito acima, se precisar é so pedir pelo email celcesarpinto@gmail.com
Ass.Cesar Pinto Cel

Anônimo disse...

ELEIÇÕES LIMPAS
PROCESSO N.-2
IMPÕE DECISÕES LIMPAS DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, NA ANALÍSE DOS PROCESSOS DE SUA COMPETÊNCIA.
FATO QUE NÃO ESTÁ OCORRENDO COM OS PROCESSOS DO BRIGADEIRO ERCIO BRAGA QUE PLETEIA UMA CANDIDATURA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PELO PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC) COMO PODE SER VERIFICADO RELATO ABAIXO:

PARTE - 1

MANDADO DE SEGURANÇA - ANDAMENTO ATÉ A PRESENTE DATA.
SERÁ QUE HAVERÁ DECISÃO DO TSE ATÉ O DIA 3 DE OUTUBRO DE 2010.

-História passo a passo do Inferno de Brigadeiro com a Justiça Eleitoral Brasileira.(PRIMEIRA PARTE)

- Inscrição no Partido PTC.
- Inscrição de Pré-candidato a Presidente da República pelo PTC.
- Inscrição de Pré-candidato protocolado no TSE.
- Mandado de Segurança, Embargos de Declaração, Agravo Regimental - ainda não decididos e
- RRCI - NEGADO INJUSTAMENTE - FOI RELATADO NO COMENTÁRIO ANTERIOR - PARTE 1


No dia 30 de setembro de 2009, o Brigadeiro Ercio Braga, Ex. Presidente do Clube de Aeronautica, por convite de um filiado se filiou ao Partido Trabalhista Cristão (PTC), conforme prova documento n.1 anexo.( CERTIDÃO EMITIDA PELO TSE).

Disse ao Presidente do Partido Sr. Daniel Sampaio Tourinho que a sua pretenção era se candidatar ao cargo majoritário de Presidente da República.

No dia 28 de julho de 2010, isto é, um mês e dezenove dias, após este documento de incrição dar entrada no TSE, foi juntado ao protocolo n. 21.l83/2010, cujo interessado é o Tribunal Superior Eleitoral.
Assunto: comunicação dos Partidos ao Tribunal Superior Eleitoral dos seus Editais de convocação contendo local dia e horas das suas CONVENÇÕES NACIONAIS, para conhecimento de seus membros, com direito a voto como determina os Estatutos das Agremiações Partidarias. Até o dia 28/6/2010 o PTC ainda não tinha enviado ao TSE, o comunicado sobre o seu EDITAL, COM LOCAL, DATA E HORA DA CONVENÇÃO NACIONAL, pois não consta do protocolo acima.

No dia 9 de junho de 2010, O BRIGADEIRO ERCIO BRAGA, foi a Brasilia e se inscreveu no Partido como Pré-candidato a Presidente da República, conforme prova documento n. 2, anexo.
Nesta mesma data 9 de junho de 2010, fez um oficio 001/2010 ao Tribunal Superior Eleitoral, atendendo a orientação da secretária geral do partido que obtiverá tal informação junto ao TRE/RIO, numa reunião com todos os Partidos. Encaminhou a inscrição acima em papel timbrado do Partido dando Ciência da inscrição sem contestação, tanto do Partido, bem como do TSE, que tomou conhecimento do documento e o protocolou com o n. 14.587 as 13:41hs,conforme prova documento n.3, anexo.
Após tomar conhecimento deste fato o Presidente do Partido Sr. DANIEL SAMPAIO TOURINHO, ignorou a pré-candidatura do BRIGADEIRO ERCIO BRAGA e no dia 11 de junho de 2010, na Convenção Regional em Brasilia, para o lançamento do candidato ao Governo do Estado, foi público por um jornal de Brasilia a coligação com o PT.
No dia 13 de junho de 2010, está confirmação foi reinterada na Convenção Regional do Estado do Rio de Janeiro.
Antes destas duas datas das Convenções Regionais o Presidente do Partido já tinha conhecimento do Registro da pré-candidatura do Brigadeiro Ercio Braga a Presidência da República tanto no Partido, como no TSE e novamente ignorando-a, confirmou a coligação com o PT.
É como se o SR. DANIEL SAMPAIO TOURINHO, Presidente do Partido estivesse seguro de que o TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, não aceitaria qualquer interferência judicial contra a decisão tomada nestas duas Convenções Regionais, a ponto de um alto funcionário do Partido informar que se o Brigadeiro não estivesse satisfeito que procurasse o Corpo Juridico. (SR. SALIM)

Anônimo disse...

PARTE - 2

O Brigadeirto Ercio Braga encaminhou ao Presidente do Partido um telegrama, solicitando a ATA da CONVENÇÃO NACIONAL que regeitou a sua pré-candidatura, não obtendo nenhuma resposta.

No dia 6 de julho de 2010, protocolo n.18.471/2010 as 15:51 o Brigadeiro Ercio Braga deu entrada no Egrégio Tribunal Superior Eleitoral de um Mandado de Segurança.

Este documento seguiu os tramites legais até a montagem concluida as 16:39. As 16:44 o CPADI liberou para distribuição, A distribuição foi feita por prevenção em 6/7/2010 ao Ministro Aldir Passarinho Junior. A distribuição por prevenção e feita quando aquele Ministro já se encontra com algum documento para sua apreciação daquela pessoa ou já despachou.
Lei 10.358 de 27 de dezembro de 2001
"Art. 253. Distribuir-se-ão por dependência as causas de qualquer natureza:
I - quando se relacionarem, por conexão ou continência, com outra já ajuizada;
II - quando, tendo havido desistência, o pedido for reiterado, mesmo que em litisconsórcio com outros autores.
............................................................................."(
Até data acima, a unica entrada de documento do Brigadeiro Ercio Braga, foi o do protocolo n.14.587/2010 de 9/6/2010, pelo SEPRO, as 13:41, registrado e encaminhado as 13:52, para o CPADI onde foi recebido as 14:32 hs, onde ficou até aparecer indevidamente juntado no dia 28/7/2010 ao protocolo n.21.183/2010, as 14:30hs, sem nenhum despacho feito pelo Ministro Aldir Passarinho Junior. Logo a distribuição por prevenção carece de um esclarecimento pois contraria o principio transcrito no artigo 253,l, do CPC.
Na sua primeira decisão o Tribunal Superior Eleitoral, na pessoa do Exmo. Ministro Audir Passarinho Junior, Relator, apesar de reconhecer a legalidade do Mandado de Segurança, indeferiu a liminar por ser um fato INAUDITO
Aproveitou a deixa da frase usada pelo Advogado do Brigadeiro, que colocou a frase FACE NÃO TER ACATADO, (com sentido de ignorado) a sua pré-candidatura pelo Presidente do Partido Sr.Daniel Sampaio Tourinho, interpretou como se tivesse havido um INDEFERIMENTO do Partido e como não havia nos documentos apresentados nenhum documento desse indeferimento, negou provimento ao Mandado.
Considerar FACE NÃO TER ACATADO = INDEFERIMENTO é um fato INAUDITO para anais do TSE.
Decisão publicada no dia 8/7/2010 no Acompanhamento Processual e Push do Egrégio Tribunal Superior Eleitoral

Anônimo disse...

PARTE - 3
No dia 9/7/2010 após tomar conhecimento oficial desta decisão. Foi impetrado pelo Brigadeiro o Embargos de Declaração, protocolo n.18.881/2010 de 9/7/2010 as 12:42hs para o CPRO e recebido as 13:06 hs, esta seção, após a divulgação da decisão do Ministro Relator no seu canal pela internet, como ja citado acima, resolveu publicar pelo CPRO, as l5,35hs, o seguinte: aguardando publicação de decisão prevista para o dia 4/8/2010, sem contudo afirmar que esta decisão se referia a que já havia sido publicada no dia 8/7/2010 no seu Acompanhamento Processual e Push, isto é, duas horas e vinte e nove minutos(02:29hs), após o recebimento dos Embargos de declaração(12:42hs).
Este artificio foi usado pelo Exmo.Sr. Ministro para fugir do prazo de 5 dias uteis para a resposta do Embargos de Declaração que lhe impoe o art 535 e seguintes do CPC. (transcrevo).
“Processo de Conhecimento
CAPÍTULO V
DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
Art. 535. Cabem embargos de declaração quando:
— Vide art. 463, II, do Código de Processa Civil.
I. houver, na sentença ou no acórdão, obscuridade ou contradição;
II — for omitido ponto sobre o qual devia pronunciar-se o juiz ou tribunal.
Caput e incisos com redação determinada pela Lei n. 8.950, de 13 de dezembro de 1994.
- Vide Súmula 211 do STJ.
Art. 536. Os embargos serão opostos, no prazo de 5 (cinco) dias, em petição dirigida ao juiz ou relator, com indicação do ponto obscuro, contraditório ou omisso, não estando sujeitos a preparo.
- Artigo com redação determinado pela Lei n. 8.950, de 13 de dezembro de 1994.
Art. 537. O juiz julgará os embargos em 5 (cinco) dias; nos tribunais, o relator apresentará os embargos em mesa na sessão subseqüente, proferindo voto.
-Artigo com redação determinado pela Lei n. 8.950, de 13 de dezembro de 1994.” (G.N.).. e para jogar mais para a frente esta decisão INAUDITA, assim considerada pelo Exmo. Sr. Ministro Relator.
Após fugir do prazo acima estipulado pelo CPC, o EXmo Sr. Ministro Audir Passarinho Junior, ficou ciente que não houve por parte do Brigadeiro e de seu advogado a reiteração dos Embargos de Declaração, após a publicação do dia 4/8/2010, logo, no dia 13/8/2010, as 18:06hs (Registrado Decisão Monocratica de 9/8/2010 Não conhecido os Embargos de Declaração e jogando ainda para ganhar mais tempo a sua decisão para publicação oficial em 18/8/2010), decidiu não conhecer dos Embargos de Declaração, dizendo que o mesmo teria dado entrada antes da publicação. Negando dessa forma novamento com artificio inaudito para um Magistrado o Mandado de Segurança.
No dia 19/8/2010, as 17:01hs, o Brigadeiro interpos um Agravo Regimental, que esta tramitando ate a presente data sem decisão do Égregio Tribunal Superior Eleitoral.
Depois de todos os artificios usado pelo Exmo.Sr. Ministro Relator, será que esta
decisão sairá antes das eleições marcadas para o dia 3 de outubro de 2010.
SE O ALERTA TOTAL PRECISAR DE PROVAS DOCUMENTAIS DO ESCRITO ACIMA, É SO MANDAR O ENDEREÇO QUE ENVIAREI POR SEDEX 10, NO DIA SEGUINTE.

ASS. CESAR PINTO CEL.

Anônimo disse...

MERVAL PEREIRA,
OS COMENTÁRIOS ACIMA MOSTRAM COMO OS PARTIDOS ESTÃO FECHADOS A CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA FORA DE SEUS ANTIGOS QUADROS E PRINCIPALMENTE MILITARES OFICIAIS GENERAIS DAS FORÇAS ARMADAS. E O QUE É PIOR,COM A CONIVÊNCIA DA JUSTIÇA ELEITORAL.
SE PRECISAR DE DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DO QUE FOI EXPOSTO NOS COMENTÁRIOS E SÓ PEDIR.

ASSINADO CESAR PINTO CEL.

Anônimo disse...

É assim mesmo! Com a ameaça da institucionalização do socialismo do século XXI nos rondando, nas próximas eleições quem tentar ser candidato na oposição vai prá cadeia; quem falar contra o governo, vai prá cadeia; quem pensar contra o governo, vai prá cadeia; quem defender principios e valores cristãos contra aborto e comportamentos imorais, vai prá cadeia; pai que quiser disciplinar o filho, vai prá cadeia...
Quem for contra o aborto...
Isto é apenas uma visão dos propósitos "satanistas" do coletivismo.