sábado, 21 de maio de 2011

Como ficam as cabeças dos cabeças pensantes que não pensaram?

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/
Por Cláudio Falcão

Até onde vai o descaso com a situação gritante da falta de segurança nos estabelecimentos escolares? Até onde vai a cara de pau das autoridades constituídas para resolverem esse problema, mas não o fazem? Como ficam as cabeças dos responsáveis pela segurança pública? Será que só enxergam cifrões, vidas humanas são descartadas pelo símbolo maligno do dinheiro? Será que não há meios dessa turma de “mãos cansadas”, mas espertas quando querem e para o que desejam, fazer alguma coisa? Cadê as polícias?!

Você sabia que ao lado da Cidade Universitária – USP, há um batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, mais precisamente coladinho ao campus? O 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano está quase dentro do Campus USP.

Pergunta que não quer calar: CADÊ A POLÍCIA?

Na época da ditadura militar no País, a USP foi invadida pela Força Pública de São Paulo, sob comando do Coronel Erasmo Dias, o qual ficou conhecido pela sua truculenta ação contra os estudantes brasileiros, mas isso, já foi há muito tempo. Não se pode viver amargando no presente o que já foi e já ocorreu. Hoje temos que nos unir contra o crime, combater fortemente e claramente essa corja de bandidos que estão proliferando dia a dia, tudo porque não há Leis duras que punam exemplarmente o criminoso, aliado ao descaso e incompetência de alguns que deveriam pensar e agir para solucionar, mas sabe-se lá por quê não o fazem.

As cadeias se tornaram verdadeiros escritórios e centrais de comando de alguns criminosos, sabe-se lá por qual razão, estão munidos de toda a parafernália eletrônica mais moderna que há para se comunicarem com os outros da mesma corja de bandidos, que aqui se encontram entre nós, interagindo livremente para nos agredirem de todas as formas, de vez em quando, ceifando vidas de inocentes trabalhadores e estudantes, pessoas “Do bem” e “De bem”, inaceitável...

Autoridades que devem agir, esperam acontecerem fatos gritantes, movimentos ridículos pedindo providências para agir, coisa que deveria ser atitude normal de quem está no comando. O Governo, mais preocupado com as licitações de obras públicas e seus numerários astronômicos, não está nem aí para a vida, para a segurança pública verdadeira, aquela que assegura o seu direito de ir e vir ileso, sem ser violado, sem ser agredido, sem que lhe seja tirado o direito à vida.

A necessidade em se ter segurança policial nas áreas das Universidades é clara, pois lá estão os futuros trabalhadores e muitos já o são, produtivos ao Estado, o mesmo Estado que não guarda quem o faz crescer, se desenvolver, progredir.

O sangue derramado pelo estudante Felipe Ramos de Paiva, 24, na noite de quarta-feira, na USP/SP, não pode ser somente lavado do chão, deve ser recolhido e derramado nas cabeças dos cabeças pensantes, os quais já deveriam ter adotado providências para uma prevenção verdadeira e sem enganações.

Não adianta contratar “Zéguranças” que ficam na maior parte do tempo ociosos, sem qualquer função, pra lá e pra cá, sem ver nada, pior, sem poder tomar qualquer atitude, pois além de não terem armas para se defender, defender o patrimônio e a integridade física das pessoas, não detém o tal de “Poder de polícia” o que dificulta mais ainda qualquer ação.

Bandidos estão em toda parte sim, mas só agem descaradamente, como vem acontecendo na Cidade Universitária, quando encontram facilidade, pois sabem que por lá, polícia não existe.

A mentalidade de alguns idiotas, só traz sofrimento e muito desespero às pessoas “Do bem” e “De bem”, isto tem que ser corrigido.

Segurança Pública é coisa muito séria, por isso tem que haver um entendimento melhor entre as “Cabeças pensantes que só pensam o que querem” com as autoridades constituídas para esse fim. Se há ou não vestígios do passado que ainda assombram alguns na USP, é porque são velhos e ultrapassados, vivem no passado que não podem deixar de lado, são escravos de seus pensamentos.

Polícia é polícia, seja ela militar ou civil, tem que agir contra o crime. Cabe a eles, o processo combativo desse câncer instalado no seio da sociedade. Não se pode deixar essa doença se potencializar mais do que já está, a solução é uma só, trabalhar seriamente e combater o criminoso de forma dura e precisa, objetiva e com tolerância “Zero”!

Mas uma curiosidade fica: - Como será que eles estão, os “Cabeças pensantes, que não pensaram, pior nada fazem e nada fizeram para evitar os inúmeros crimes que já vinham acontecendo e agora apareceram por causa desse último, fatal, triste, lamentável e injustificável LATROCÍNIO, que não deu para mascarar ou ocultar?”

Claudio Falcão é Radialista.

Um comentário:

Anônimo disse...

Cade a Policia diz Claudio Falcão!!! A Policia está na rua combatendo o crime, fazendo o seu serviço. Fazemos o que esta ao nosso alcance, nao podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo. O 16º BPM/M não esta a disposição da USP, esta para toda população. Quando nao precisam da Policia, muitos torcem a cara, cospem, xingam, mas na hora que o calo aperta vão chamar por quem? Pela POLICIA, que mesmo sendo execrada pelos mesmos que xingam, cospem vai estar la a disposição deles. O Policia da a sua vida e muitas a sua liberdade para prender alguem e ninguem se preocupa com isso. Ele disse tolerancia zero?? Essa tolerancia tem que vir das leis, nao da Policia. A Policia faz o que lei pede, ela nao dita as leis. A cada dia é mais dificil ser Policial, a pressão é muito grande, a sociedade é injusta e muitas vezes nao merece o sacrificio que muitos fazem. O bandido tem mais poder que o Policial, estamos de mãos atadas. A sociedade atual merece a Policia do Governo Militar, eramos temidos, mas respeitados. Hoje todos sabem dos seus direitos, mas dos deveres ninguem se lembra.