sábado, 9 de julho de 2011

Coronel Ustra, o alvo do revanchismo

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Lá vai o Ustra, mais uma vez, para o cadafalso.

Uma nova denúncia, uma nova acusação. Quantas? Um sem fim.

Ele e sua cara família, novamente são as presas prediletas de canalhas.

Acusado e vilipendiado, a todas as acusações, difamações, injúrias e mentiras lá vão os Ustras, felizmente, até o presente, vitoriosos.

A cada batalha, e foram muitas, depois da refrega, lá vão os Ustras, vitoriosos. Desgastados, magoados, difamados, mas unidos. Machucados, abandonados, mas lá vão os Ustras.

São vitórias que não levam a nada, nada resolvem, pois sempre surgem novos adversários, novas injúrias, novas declarações, novas acusações.

É um constante viver na incerteza, na defensiva.

Os acusadores, nada a perder, os Ustras, a tranqüilidade, a paz.

É uma batalha sem fim, para cada acusação rebatida, uma nova surge.

O Ustra é um mártir na epopéia do revanchismo.

Nós do Ternuma, sabemos que os seus detratores foram os diletos patrocinadores do terrorismo. Vergonhosos criminosos que se arvoraram em vingadores dos crápulas que viviam às margens da lei e da justiça, e escolheram um alvo para trucidar e, ostensivamente, demonstrar sua força e que na sua insânia atacam, vilipendiam um homem sem jaça, um cidadão probo, um militar de escol.

Este é o Cel. Ustra, um eterno e fixo alvo. Quando interessa expor sua sanha, justificar uma comissão, nada melhor do que acusar. Acusar a quem? O conhecido alvo, o Cel. Ustra.

O Cel. Ustra está só? Não.

O Grupo Terrorismo nunca mais, TERNUMA, está ao seu lado, como sempre, somos um grupo de seus amigos, que conhecemos a sua estória, que acompanhamos a sua saga, que assistimos a injustiça, que admiramos a sua capacidade de luta e lamentamos a sua terrível cruz.

O Cel. Ustra estava cumprindo sua missão, sem cometer qualquer injustiça, sem abusar de sua autoridade, mas para os seus detratores não interessa, ele era o alvo visível a ser massacrado e, desde então, sempre que houver algum interesse, aparece alguém, para bem orientado, jogar sua ferina pedra no Cel. Ustra.

E foram muitos os acusadores, os difamadores que lançam, impunemente, pedras na sua dignidade, e cada pedrada acerta o alvo, machuca, magoa, causa dano, tristeza, dor.

Não importa a inocência. Não importa a fortaleza do Ustra, mas cada pedrada, cada injuria faz mal, atinge a honra, desacredita os seus chefes e a sua Instituição.

Cel. Ustra, o Ternuma está ao seu lado. Pode contar conosco.

O Cel. Ustra é hoje o símbolo de uma resistência, um exemplo de grandeza, de respeito e de fortaleza, pois poucos poderiam suportar tantas injustiças.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Divisão Reformado.

Um comentário:

sicário disse...

General Valmir

Se Mao Tsé Tung, distribuiu seu livro vermelho para doutrinar a mente dos chineses, principalmente os mais novos, já que são mais maleáveis, no Brasil a esquerda com apoio da cúria metropolitana de SP, através do cardeal Arns, editou o livro Brasil nunca mais onde foram relacionadas vítimas da tortura em variadas formas. Este livro, é como uma Bíblia para a esquerda; comparo pq. assim como o livro sagrado, ele não prova nada mas meramente descreve depoimentos que carecem de provas reais.Os fatos sob a ótica de "torturados", cá entre nós, já mostra a intenção do livro.
Citei o livro pq. no caso do Cel Ustra, me parece que é o único rosto que eles possuem e o fato dele resistir bravamente a toda esta detração o torna um alvo a ser atingido.
A ditadura esquerdofrênica que corroe o Brasil, carrega a mágoa, o trauma dos derrotados; a estes só interessa vingar-se e, neste ponto, todos sabemos como procede o justiçamento vermelho.
Que o Cel. Ustra continue de cabeça erguida, coisa que a maioria dos brasileiros não conseguem fazer.