quarta-feira, 6 de julho de 2011

Os reajustes e os militares

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Dizem que o esvaziamento do panelaço dos militares (esposas?) foi provocado pela boataria difundida na internet de que os militares receberiam breve um reajuste.

Na verdade três.

O Primeiro, na etapa individual de farofão, expediente utilizado à larga por muitos quartéis para levar a tropa para os treinamentos no campo, sem o apoio normal de rancho. Haveria um aumento substancial na quantidade de farinha.

De barriga cheia ou estufada o bando fica mais tranqüilo.

O Segundo reajuste refere - se à bolsa - companheiro que seria destinada aos namorados daqueles que optaram por outras ligações sexuais que não as ditas normais.

Se o casal vive junto, além do pró – labore de uma cesta básica, a outra parte receberia um auxílio pecuniário de cerca de um terço do salário do responsável. Seria uma modesta paga pelas maledicências e achincalhes que o casal provavelmente sofre. É um abono moral.

Consultado o STF deu seu parecer positivo.

O Terceiro seria acabar com o pernicioso meio - expediente.

Doravante, quem quiser almoçar pode. Custará apenas um real. O governo espera diminuir o indigesto meio - expediente que tanto derruba o moral militar.

O primeiro reajuste deverá ocorrer até 01 de agosto.

O Ministério da Agricultura pretende transformar a multa dos plantadores em áreas proibidas pela Secretaria do Meio - Ambiente em plantações de mandioca, cuja farinha seria destinada ao farofão dos soldados.

O segundo até 01 de janeiro de 2012.

Como se trata de mais uma bolsa, a genial idéia conta com a simpatia do ex – mandatário, que acumulará no seu currículo de benfeitor mais uma vitória “a bolsa – amor acima de tudo”.

O terceiro até março de 2012.

O soldado almoça por uma ninharia e vai prestar serviços gerais nos diversos parques da cidade. Será uma espécie de guarda florestal. Este último, ainda depende das conversações da Senadora Idelli no Congresso, pois o governo enviará uma MP sobre o assunto.

Os reajustes têm sido tratados como segredo de estado. A sete chaves.

O governo ao que transpareceu só fez uma única exigência.

“Que ninguém fale em equipamento e armamento, enquanto a Presidenta estiver à testa da Nação. Ela tem outros assuntos mais importantes para tratar”.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

3 comentários:

Jaque disse...

Por que o General não falou na ativa tudo o que pensava, pois teria o apoio de todos? Estamos esperando um General dar a ordem para acaber com esta corrupção no Governo Brasileiro.

Anônimo disse...

Por que o general não falou tudo que pensava na ativa? estamos esperando um Gen de verdade dar a ordem, pois vamos cumpri-la e opovo estará ao nosso lado. Vamos acbabar com a corrupção no governo.

Anônimo disse...

estes merdas só falam quando estão na reserva, querem só se promover às nossas custas , concordo. porque não falam quando estão na ativa????
são uns covardes e ponto.