terça-feira, 26 de julho de 2011

Petistas armam injeção estatal e privada de R$ 10 bi na Telebrás, com apoio das Forças Armadas

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Por Jorge Serrão

Já dominando os fundos de pensão, donos de um patrimônio de R$ 565,76 bilhões, a petralhada quer entrar de parceira em mais um investimento ousado: a retomada da Telebrás. E, por ironia da história, contará com o apoio, nesta iniciativa, das Forças Armadas – atacadas por eles em ações psicológicas revanchistas.

Usando recursos de empresas privadas, nas quais os fundos de pensão que controlam são acionistas, o governo Dilma planeja investir R$ 10 bilhões, até 2015, na nova Telebrás. Do total, R$ 7 bilhões serão investidos em redes de dados. Outros R$ 3 bilhões vão para dois projetos que a área militar já alardeia como prioritários: o projeto de um satélite geoestacionário e o cabo submarino.

Os tocadores dos projetos são dois petistas estratégicos: o ministro das Comunicações, o maçom Paulo Bernardo (marido da amiga de Dilma e ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann) e Cezar Alvarez (secretário executivo de Bernardo). A principal empresa a articular o negócio é a Odebrecht Defesa – que já cuida do projeto de submarinos da Marinha, em parceria com os franceses. A petralhada entra no negócio com suas consultorias e com empresas que eles criam para se tornar futuras grandes empreendedoras tupiniquins. Assim, é mole...

Leia, no site Fique Alerta (www.fiquealerta.net), o artigo de Emilio Loures: Um “Apagão de dados” ronda o Brasil.

Investigando o Palocci

O Ministério Público de São Paulo promete investigar o suposto crime de lavagem de dinheiro envolvendo a compra do apartamento em que Antonio Palocci Filho mora desde 2007, no bairro de Moema, ao lado do parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.

O apê do Palocci é avaliado, por baixo, em R$ 4 milhões.

O MP quer entrar de sola porque os proprietários originais do imóvel confessaram ter sido “laranjas” usados na operação de aquisição do apartamento.

Vai faxinar?

Será que a vassoura da Dilma atingirá a consultora Teresinha Nerone – amiguinha do casal de ministros Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann?

Dona das empresas de assessoria Proneje e Anality Consultoria, Teresinha é suspeita de ter atuado no governo para obter apoio do Ministério dos Transportes para construção do anel viário de Maringá (PR).

O problema: a obra é investigada pelo Tribunal de Contas da União, que aponta sobrepreço de R$ 10,5 milhões nos pagamentos do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Aditivando a campanha

A empreiteira responsável pelo Contorno Norte de Maringá, a Sanches Tripoloni, doou R$ 510 mil para a campanha ao Senado de Gleisi.

Em 2010, Teresinha organizou um ato político com 1.200 pessoas, no canteiro de obras da empreiteira, no qual a amiga Gleisi brilhou.

Por tudo isto, só pode ter sido mera coincidência que a obra, inicialmente orçada em R$ 142 milhões, tenha subido de preço para R$ 179 milhões, com os famosos “termos aditivos” ao contrato.

Fica quieto

O agora ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, ameaçou envolver o casal Bernardo Gleisi nas irregularidades do órgão, caso fosse obrigado a deixar o cargo.

Pagot chegou a comentar com congressistas do PR que "cumpria ordens do Planejamento", chefiado por Bernardo no governo Lula, e que Gleisi era quem acompanhava as obras no Paraná.

Como Pagot foi apagado, com ordens de sair em silêncio, ficará o dito pelo não dito...

PR em todas

A Polícia Federal abriu quatro inquéritos para investigar supostas irregularidades na prestação de serviços da empresa Pedreira Potiguar, na construção das pistas do aeroporto de São Gonçalo do Amarante e em obras da BR-101, entre Natal e Parnamirim.

O proprietário da empresa, José Arantes Hosto, doou R$ 150 mil para o PR, na campanha eleitoral do ano passado.

Desse valor, R$ 75 mil foram entregues em nome da Pedreira Potiguar e R$ 75 mil em nome de outra empresa dele.

Volta no EB?

O Ministério Público Militar e a Polícia Federal investigam suspeitas de desvios de verbas públicas e prática de fraude em quatro licitações do Exército, vencidas pela Pedreira Potiguar entre 2008 e 2010.

A concorrência de R$ 13,2 milhões foi feita pelo 1º Batalhão de Engenharia de Construção em 2008, e a Pedreira Potiguar já recebeu R$ 12,6 milhões.

A Procuradoria de Justiça Militar no Recife informou já ter indícios de pagamentos à empresa em troca de material produzido na usina de asfalto do próprio batalhão, ao contrário do previsto na licitação.

Investigando

O batalhão tem um convênio com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para a construção das pistas aeroporto, que será construído e gerido pela iniciativa privada.

A Pedreira Potiguar atua somente no fornecimento de insumos para a execução da obra.

Mas procuradora da República Cibele Benevides Guedes da Fonseca desconfia que tem muito caroço escondido embaixo do angu da obra...

Os Ministérios Públicos Federal e Militar suspeitam que o Governo Federal pagou à empresa por serviços prestados por militares do Exército Brasileiro, por meio do 1º Batalhão de Engenharia de Construção (1º BECnst), responsável pela execução da infraestrutura básica da obra.

Cabralzada

A empresa Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S.A., vencedora da licitação realizada pelo governo do Estado do Rio para construir o contorno rodoviário e uma ponte sobre o Rio Paraíba do Sul, no bairro Campo Bom, em Barra do Piraí, paralisou completamente obra.

Demitiu funcionários e retirou seu material do canteiro de obras.

O problema é que o governo Sérgio Cabral pagou a eles R$ 19 milhões 756 mil – quase a metade do valor total da obra, sem que a obra tenha sido executada.

Mamãe peladona

A Playboy colocará nas bancas, dia 9 de agosto, um ensaio com a mamãe Adriane Galisteu.

As fotos da mãe de Vittorio, de 11 meses, foram clicadas por J.R. Duran na cidade de Positano, na Itália.

Galisteu volta a ser capa da revista, depois de 16 anos, quando foi clicada por Duran, na Grécia, e foi a terceira edição mais vendida da história da Playboy no Brasil

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Julho de 2011.

Um comentário:

Anônimo disse...

luiz antonio pagot è um cagão, tal como os vira latas, só ladra mas não morde. Um simples covarde! Se denunciasse o que sabe, seria um ato de coragem, cidadania, patriotismo, mas afinal, è apenas mais corrupto e covarde ressabiado.

Tem medo de quê? Todo mundo sabe que ele è corrupto! Agora, cadê os outros tubarões corruptos que roubam sem limites?