sábado, 20 de agosto de 2011

Lei que não falha

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Há um conto sobre um monge que meditava no jardim do mosteiro. No momento de oração em que pedia a Deus para estar sempre em sua presença, ouviu o sonoro canto de um passarinho e concentrou sua atenção na harmonia. Assim, passaram-se cem anos e o monge abriu os olhos notando que tudo havia mudado. Canteiros com rosas, uma fonte, os prédios pintados de novo.

Levantou-se e caminhou para a sua cela. No percurso cruzava com desconhecidos e perguntou a um dos religiosos o que estava acontecendo. Contou que havia meditado por uns minutos e tudo mudara. Identificado, o velho monge, foi levado a uma nova cela e o superior foi visitá-lo para ouvir a história. Na ocasião ministrou a extrema unção e assistiu à tranqüila e silenciosa morte do outro. Sobre a lápide funerária, foi grafado: “Um minuto na presença de Deus, equivale a uma eternidade”.

Tem gente que afirma que os velhos tempos eram bárbaros e desumanos. Isto só pode ser coisa de bêbado, para exaltar a civilização e o status de servidão. Desde cedo ensinam nas escolas que nosso passado foi pobre, cheio de escassez e miséria e que agora vivemos na sociedade do bem estar. A insistência persuasiva destas afirmações serve apenas para desviar a consciência da escravidão em que vivemos. A tranqüilidade do passado fica esquecida quando temos que lidar com a violência e driblar os controles cotidianos a que somos submetidos na atualidade.

Em qualquer parte do mundo as gentes convivem com o terrorismo e as guerras, com massacres e tragédias ecológicas, com fomes que negam o progresso tecnológico, utilizado prioritariamente pelos governantes para evidenciar mentiras sobre a liberdade e a forma de governo. Enquanto uns criticam as falhas da convivência democrática responsável, outros lutam por igualdades e direitos abusivos que invertem a concepção natural e o sentido da democracia baseada em deveres que proporcionam direitos.

Esta civilização, este progresso do crime organizado na intimidade dos que ocupam os postos de poder executivo, legislativo e judiciário, engrossa as fileiras dos que desprezam valores e virtudes condicionantes da evolução humana. A fuga para as drogas e outros vícios infames enche os noticiários com a seqüência de imagens da barbárie e desprezo à vida.

As repetições são diárias como se estivéssemos num beco sem saída, onde o estado ausente mostra a cara da irresponsabilidade, remetendo as soluções para as iniciativas particulares, gravando a população com mais impostos, taxas, juros e comprometimento do trabalho futuro, tudo para pagar o alto custo da máquina burocrática corrompida e os compromissos com os banqueiros internacionais. A segurança dos cidadãos como dever do estado que é pago para isto, tornou-se uma farsa vergonhosa. Os bandidões presos têm mais liberdade que o trabalhador atrás das grades do local onde mora, no trânsito ou andando nas ruas.

Os super computadores, gps, satélites, chips implantados nos cartões, identidades e outras facilidades da vida moderna, podem localizar cada pessoa instantaneamente, disponibilizam toda a informação sobre a vida que um dia foi privada. As câmeras de vigilância estão espalhadas para seguir os comuns e até facilitam a identificação de bandidos menores. Mas são inúteis para identificar os negócios nos gabinetes oficiais. Salvo se o poder maior, o núcleo de comando central da nação assim o desejar, para trocar os desafetos por companheiros na condução dos negócios. Para aliviar a barra, tudo acaba em segredo de justiça, o que vale dizer em pizza!

O refúgio exclusivo contra os controles do estado, tem sido espiritual. Mesmo assim é freqüente que a busca deste refúgio termine em reuniões onde o fanatismo, a culpa e as sessões de expulsão de diabos que, dizem, atormentam a vida dos seguidores de seitas, continua sendo o alimento de persuasão para reforçar a crença na bondade do governo, nas maravilhas do coletivismo e do bolsa família, na bondade de Deus exclusivamente para com os que pagam os dízimos e repetem frases das escrituras, pinçadas para justificar a impotência da maioria diante das políticas desastrosas do mundo material.

Tudo contribui para que a juventude despreze a família, o estado e o trabalho. Tudo contribui para a anarquia insensata e para a fuga aos deveres e responsabilidades construtivas. Mas isto é reflexão para velhos aparvalhados e babacas. O “admirável mundo novo” é uma realidade constrangedora onde está ausente como norma de conduta, qualquer das virtudes que poucos ousam praticar.

Só nos resta o refúgio da compreensão da infalibilidade das Leis de uma Inteligência Universal que não falha. Só nos resta como o velho monge buscar nosso minuto diante de Deus.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Um comentário:

GRIFAO disse...

Mas não só Lulla é um gênio, também o são os militares que forjaram Lulla da Silva como líder inconteste e deram-lhe proteção na corrupção e impunidades, da mesma forma que desde à José Sarney e sucessores, chegando até dona Dilma Roussef.

E vozes se alevantam contra as demissões no meio político, dessa forma surgindo já oposição à presidente e notícias sutilmente plantadas na mídia de que ela poderá não terminar o mandato, por injunção daqueles temerosos de investigações, com os tolos presumindo que Lulla não estaria envolvido, o que é, sugiro, falácia, pois ele como os militares que sempre o apoiaram, todos estão envolvidos num plano maligno, o de um golpe militar escudados na rejeição de grande parte da população à situação.

E tal golpe que foi engendrado por uma nação estrangeira a décadas, sendo modificado e adaptado ao longo dos acontecimentos, tinha como objetivo criar isso mesmo que vemos, quase a ingovernabilidade pelos crimes contra a Nação, tendo como objetivo a criação de uma ditatura militar pró linha Pequim, ao estilo Cingapuriano (com o massacre de detentos, políticos e fechamento do Congresso) e a posterior criação de duas classes, o povo e ELLES.

E conseguiram chegar quase até ao final do plano esses generais -14- que se reuniram recentemente no Clube Militar, mesmo que à custa do aviltamento diário das FFAA, seja nos soldos, seja na disciplina e no reequipamento. No caminho vieram sutilmente abreviando nossos direitos mínimos, tais como a proibição do porte de armas e censura constante nos meios de comunicação.

Claro, a nação estrangeira que tudo isso criou, tinha como objetivo o expansionismo e aumento do poderio, auxiliando mesmo o inicio da atual crise econômica para asfixiar o gigante norte americano e o restante Ocidente. A eleição de Hussein Barack Obama, golpe de sorte ou ação dessa mesma nação, não sei, mas está ligada ao que ocorre aqui, sempre inteligado com objetivos da Irmandade Muçulmana.

E essa nação é a China, e esses militares brasileiros, sugiro que são aqueles que sempre se mantiveram calados, mas recentemente acordaram para a manifestação de incormidade com uma situação que sempre ardilosamente aceitaram.

E muitos, ingenuamente, estão dando um voto de confiança para esses militares, supondo que são mesmo patriotas, sem o saberem que são da linha chinesa.

Só DEUS O ONIPOTENTE para nos salvar e abortar tão tremenda e maligna conspiração.