quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Aeronáutica contesta suposta “Farra na FAB”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Marcelo Kanitz Damasceno

O Comando da Aeronáutica contesta o teor da reportagem "A Farra da FAB" da revista ISTO É, em sua última edição de número 2194, sobre supostas irregularidades na folha de pagamento do Comando da Aeronáutica. Dessa forma, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) presta os seguintes esclarecimentos:

O Comando da Aeronáutica, ao longo do ano de 2011, vem atualizando as informações administrativas constantes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) decorrentes do desligamento de militares da Aeronáutica. Essa atualização se dá através do envio de informações retificadoras ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O principal item em atualização é a inclusão da data de desligamento de ex-soldados.

Por meio das informações da RAIS, o MTE poderá atualizar ou inserir a data de desligamento, bem como qualquer outro dado relativo aos ex-soldados no Cadastro Nacional de Informações e Serviços (CNIS). É importante salientar que esse cadastro não proporciona qualquer efeito na elaboração da folha de pagamento da Aeronáutica.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), por sua vez, destina-se a fornecer informações utilizadas pelo programa de seguro-desemprego, condição não aplicável aos militares.

O ato administrativo que implica o imediato cancelamento do pagamento de remuneração (salário) de um militar da Aeronáutica é a publicação do seu desligamento do serviço ativo em boletim interno de sua organização militar, fato que a própria reportagem afirma ter ocorrido.

No momento em que a reportagem acusa a Aeronáutica de desviar até R$ 3 bilhões a partir de apurações incompletas, em particular a ausência de informações contidas na RAIS, comete equívocos, mistura conceitos, apresenta deduções descontextualizadas e confunde o leitor, promovendo uma “farra de suposições”.

Outro erro da reportagem foi confundir o conceito de “inativo” extraído do Sistema de Informações Gerenciais de Pessoal (SIGPES)*, com o de “aposentado”. Inativo, no SIGPES, significa que o indivíduo não está exercendo atividade funcional na instituição, podendo estar nessa condição de forma remunerada ou não.

O ex-soldado Paulo André Schinaider da Silva, citado na matéria, teve seu licenciamento (exclusão do serviço ativo) da Aeronáutica publicado em março de 2004. Desde então não faz jus e não recebe nenhum tipo de remuneração. Tal fato também impossibilita que outro cidadão possa receber salário em seu lugar.

Cabe destacar que o Comando da Aeronáutica tem mantido informados o Ministério da Defesa e o Ministério Público Federal a respeito das acusações apresentadas por ex-soldados da Aeronáutica.

Marcelo Kanitz Damasceno, Brigadeiro-do-Ar, é Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

6 comentários:

Anônimo disse...

Deveras interessante essa nota esclarecedora do Comando da Aeronáutica que contesta o teor da reportagem "A Farra da FAB" da revista ISTO É, em sua última edição de número 2194, sobre supostas irregularidades na folha de pagamento do Comando da Aeronáutica, pois não li em nenhuma parte que iria processar a revisyta ISTO É por falsas declarações!

Anônimo disse...

Pois é. A FAB diz que tá "tudo certo"... Mas os documentos foram apresentados. Agora é a vez da FAB ouvir: "A todo o enforcado dá-se o direito de espernear"...

Ficaria mais bonito a FAB ter a "hombridade"de assumir o erro.

LUIZ ALBERTO disse...

ISTO QUE A FAB FEZ FOI UMA CONTESTACAO OU UMA PIADA ?, A FAB ALEGA QUE CONSTA EM BOLETIM INTERNO OO DESLIGAMENTO DOS SOLDADOS , NO ENTANTO RESSALTA-SE QUE ESTES BRAVOS GUERREIROS QUE TIVERAM A CORAGEM DE UNIR-SE PARA A BUSCA DE JUSTICA SAO CONCURSADOS, CONFORME CONSTA EM EDITAL , MENCIONDO NA REPORTAGEM DESTA FORMA SOMENTE A TRAVES DO DEVIDO PEOCESSO LEGAL , COM DIREITO AO CONTRADITORIO E A AMPLA DEFESA E QUE SE PODE ESCLUIR UM SERVIDOR. A PROPOSITO, ONDE ESTAO OS PROCESSOS , CADE A PUBLICACAO EM DIARIO OFICIAL? . OUTRO PONTO CONFLITANTE , REPORTA-SE AO DESVIO DE MAIS DE 3 BILHOES, QUE A FAB DIZ NAO EXISTIRR , ENTAO COMO ESPLICAR A VULTOSA QUANTIA MOVIMENTADA POR UM COMANDANTE DA FAB, EM UMA UNICA CONTA BANCARIA ?

Laurêncio Rodrigues dos Santos Filho disse...

SERVI AFAB DURANTE 8 ANOS, E NO FINAL VEJA NO QUE DEU.
Meu nome é: Laurêncio Rodrigues dos Santos Filho, tenho 44 anos sou do sexo masculino, minha profissão é auxiliar administrativo, trabalho na TAM linha aéreas, sou casado, tenho uma filha e dois enteados, já só avô, tenho uma netinha.
Escolhi esse curso porque sempre tive fascínio pela área de ciências, é uma matéria que sempre me chamou a atenção na escola, e alem disso, tenho o propósito de conhecer coisas novas, pessoas novas e acima de tudo adquirir mais conhecimentos, para me, tudo que tenho passado até o momento tem sido e servido como uma grande experiência, tanto na minha vida profissional, quanto na pessoal.
Sei que terei um grande caminho a percorre durante essa minha formação, mais de uma coisa eu tenho plena certeza, o primeiro passo já foi dado.
Falando claramente sobre essa área profissional (professor) tenho observado que ainda falta muito investimento por parte do governo, e que alem disso, as pessoas deveriam se conscientizar mais sobre a responsabilidade e a importância que tem um professor.
Pois cada uma de nós que precisamos chegar a algum lugar, ser um cidadão (a) de bem, precisaremos passar pelo profissional chamado professora (a), então cabe a Cada um de nós zelarmos por isso, posso citar alguns exemplos de profissionais, que necessitaram passar por bons professores: O Médico, por exemplo, você já imaginou ter que passar por uma cirurgia cardíaca? E se esse profissional não tivesse tido uma boa formação, um bom professor, temos que cobrar dos nossos governantes melhorias nessa área, cabe a nós também, educarmos melhor os nossos filhos entre outros, para que seja dado o devido valor a esse profissional de educação que é tão importante na nossa formação, profissional e social.
Um dos aspectos da minha trajetória social e profissional que eu gostaria de destacar, foi o período em que ingressei na Força Aérea Brasileira, comecei lá em 01 de Fevereiro de 1986, com apenas 18 anos, aminha turma era composta de 152 recrutas de várias cidades da Bahia, passamos por um período de quarentena, onde ficamos confinados no quartel, durante esse período não podíamos sair, só tínhamos direito a receber visitas aos finais de semana, por muitas das vezes durante as visitas, alguns de nós estávamos de serviço, e não podíamos abandonar o posto de serviço, e isso nos impossibilitava de dar a devida atenção aos nossos familiares, amigos, namoradas, etc.
Tínhamos uma rotina rígida, com horário para tudo, chegada, saída, apresentação no refeitório,local de instrução,conferência do uniforme, apresentação pessoal,asteamento e arreamento da Bandeira Nacional, tínhamos que cumprir uma rígida escala de serviço,tínhamos que cumprir rigorosamente o horário do pernoite,o horário de repouso era cumprido a risca.
Esse curso de formação de soldado durou por seis meses, após a conclusão do curso passamos por um acampamento de três dias, no distrito de Arembepé, lá tivemos aulas práticas de tiro ao alvo, primeiro socorros, sobrevivência na selva, aulas de ataque e defesa, aulas de guerrilha, instrução de como transpor obstáculos, combate a incêndio, orientação de como transformar uma água suja em água limpa, patrulha diurna e noturna, instrução como se deslocar em um cabo aéreo ou submerso.
A coisa que mais me deixou triste, foi que apesar de todo esse sacrifício, no qual passei durante esses 8 anos, não me foi concedida a devida promoção a CABO na qual eu batalhei tanto para conquistar.
Isso só veio acontecer em 01 de fevereiro de 1994 no dia do meu licenciamento, pois eu não poderia sair como soldado de primeira classe especializado, a referida promoção chama-se, promoção ex-óficio.

Laurêncio Rodrigues dos Santos Filho disse...

SERVI AFAB DURANTE 8 ANOS, E NO FINAL VEJA NO QUE DEU.
Meu nome é: Laurêncio Rodrigues dos Santos Filho, tenho 44 anos sou do sexo masculino, minha profissão é auxiliar administrativo, trabalho na TAM linha aéreas, sou casado, tenho uma filha e dois enteados, já só avô, tenho uma netinha.
Escolhi esse curso porque sempre tive fascínio pela área de ciências, é uma matéria que sempre me chamou a atenção na escola, e alem disso, tenho o propósito de conhecer coisas novas, pessoas novas e acima de tudo adquirir mais conhecimentos, para me, tudo que tenho passado até o momento tem sido e servido como uma grande experiência, tanto na minha vida profissional, quanto na pessoal.
Sei que terei um grande caminho a percorre durante essa minha formação, mais de uma coisa eu tenho plena certeza, o primeiro passo já foi dado.
Falando claramente sobre essa área profissional (professor) tenho observado que ainda falta muito investimento por parte do governo, e que alem disso, as pessoas deveriam se conscientizar mais sobre a responsabilidade e a importância que tem um professor.
Pois cada uma de nós que precisamos chegar a algum lugar, ser um cidadão (a) de bem, precisaremos passar pelo profissional chamado professora (a), então cabe a Cada um de nós zelarmos por isso, posso citar alguns exemplos de profissionais, que necessitaram passar por bons professores: O Médico, por exemplo, você já imaginou ter que passar por uma cirurgia cardíaca? E se esse profissional não tivesse tido uma boa formação, um bom professor, temos que cobrar dos nossos governantes melhorias nessa área, cabe a nós também, educarmos melhor os nossos filhos entre outros, para que seja dado o devido valor a esse profissional de educação que é tão importante na nossa formação, profissional e social.
Um dos aspectos da minha trajetória social e profissional que eu gostaria de destacar, foi o período em que ingressei na Força Aérea Brasileira, comecei lá em 01 de Fevereiro de 1986, com apenas 18 anos, aminha turma era composta de 152 recrutas de várias cidades da Bahia, passamos por um período de quarentena, onde ficamos confinados no quartel, durante esse período não podíamos sair, só tínhamos direito a receber visitas aos finais de semana, por muitas das vezes durante as visitas, alguns de nós estávamos de serviço, e não podíamos abandonar o posto de serviço, e isso nos impossibilitava de dar a devida atenção aos nossos familiares, amigos, namoradas, etc.
Tínhamos uma rotina rígida, com horário para tudo, chegada, saída, apresentação no refeitório,local de instrução,conferência do uniforme, apresentação pessoal,asteamento e arreamento da Bandeira Nacional, tínhamos que cumprir uma rígida escala de serviço,tínhamos que cumprir rigorosamente o horário do pernoite,o horário de repouso era cumprido a risca.
Esse curso de formação de soldado durou por seis meses, após a conclusão do curso passamos por um acampamento de três dias, no distrito de Arembepé, lá tivemos aulas práticas de tiro ao alvo, primeiro socorros, sobrevivência na selva, aulas de ataque e defesa, aulas de guerrilha, instrução de como transpor obstáculos, combate a incêndio, orientação de como transformar uma água suja em água limpa, patrulha diurna e noturna, instrução como se deslocar em um cabo aéreo ou submerso.
A coisa que mais me deixou triste, foi que apesar de todo esse sacrifício, no qual passei durante esses 8 anos, não me foi concedida a devida promoção a CABO na qual eu batalhei tanto para conquistar.
Isso só veio acontecer em 01 de fevereiro de 1994 no dia do meu licenciamento, pois eu não poderia sair como soldado de primeira classe especializado, a referida promoção chama-se, promoção ex-óficio.

Anônimo disse...

ministros juizes deputados e etc comprados pela fab tinhamos que tortura-los e mata los igual eles faziam na ditadura sumiam com quem queria gritar seus direitos revolução armada guerra civil já só assim haverá respeito aos ex soldados da fab !