quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ianomâmi? Quem?

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Roberto Gama e Silva

Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado "IANOMÂMI", nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra "ianomâmi" era um nome genérico aplicado ao "ser humano".

Recentemente, caiu-me nas mãos o livro "A FARSA IANOMÂMI", escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.

Menna Barreto procurou provar que os "ianomâmis" haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma "nação" indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro "Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.

Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.

Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos "Gigantes da Nacionalidade", embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o "Bandeirante das Fronteiras Remotas"

Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de "Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão", prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro.

Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.

Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.

Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.

Um desses trabalhos denominado "O VALE DO RIO NEGRO", classificado pelo Chefe da "Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão" como um subsídio para "a geografia física e humana da Amazônia", foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação "IANOMÂMI! QUEM?.

No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que "são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas". Prossegue o autor: "Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos". Também os índios "TUCANOS" constituem uma família a parte, complementa o trabalho.

Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo "IANOMÂMI".

Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome "IANOMÂMI". Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos "IANOMÂMIS".

Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo "TUCANO", pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os "IANOMÂMIS" também não apareceram entre os "TUCANOS".

Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas "MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS", que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos "IANOMÂMIS".

Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo "não existiu e não existe" senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.

Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado "IANOMÂMI", localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.

Interessante ressaltar que a jornalista que "inventou" os "IANOMÂMIS" não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL" sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: "Comitê International de la Defense de l´Amazon"; "Inter-American Indian Institute"; "The International Ethnical Survival"; "The International Cultural Survival"; "Workgroup for Indigenous Affairs" e "The Berna-Geneve Ethnical Institute".

Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das "Diretrizes" da organização referentes ao BRASIL: "É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".

Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL", ao incentivarem a "invenção" dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.

Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de "Reserva Ianomâmi" deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos "aruaques" e 'caribes'.

Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os "zelosos" funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os "competentes" servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente.

Sobre estes últimos poderia ser aplicada a "Lei de Segurança Nacional", artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.

Roberto Gama e Silva é Almirante Reformado.

13 comentários:

Anônimo disse...

BRAVO ALMIRANTE! MEUS PARABÉNS PELA GUARIDA RETUMBANTE.CONSIDERO SUA MATÉRIA UMA HOMENAGEM AOS "FINADOS" PATRIOTAS.

Anônimo disse...

lula e a quadrilha que fraudou o Ministério dos Esportes:

http://www.quidnovi.com.br/novo/noticia/detalhe.asp?c=6007&t=P


http://www.quidnovi.com.br/novo/home/

Anônimo disse...

A criação de "Reserva Ianomâmi" deve ser anulada, a FUNAI extinta e seus membros responsáveis criminalizados por crime de alta traição e lesa pátria! No minimo, pois segundo se diz, autorizaram o uso de passaporte próprio como se uma nova nação se tratasse. Está em decurso, o separatismo! Só não vê quem não quer.

As FA deveriam se posicionar militarmente naquela região, para repôr a verdade do fatos, que essa região pertence ao Brasil.

Se não o fizerem, serão coniventes em pé de igualdade com os traidores da FUNAI.

Anônimo disse...

Para o médico, pesquisador e escritor, Rui Nogueira, há uma farsa sustentada, como ele próprio denomina, de "rótulo Ianomâmi".

collor de melo, è o único e principal responsável pela criação da "nação" Ianomâmi! Logo, crime alta-traição e lesa-pátria!

Mas ninguém fala dele! Depois dele, fhc, depois lulla e agora dilma. Todos da mesmo tribo! E falta a Raposa/Serra do Sol!

Rui Nogueira esclarece que durante a realização da Eco-92, na II Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, das Nações Unidas, em 1992, no Rio de Janeiro, o Presidente Collor sucumbiu aos interesses internacionais, inclusive às pressões de senadores americanos, a despeito da Carta Magna do BRASIL de 1988, das leis das fronteiras e demais orientações, destinando uma área que hoje equivale a 96.649Km2 - maior do que o Estado de Santa Catarina (95.443Km2) e pouco menor do que Pernambuco (98.938Km2), onde cabem folgadamente os seguintes países da Europa: Dinamarca (43.092Km2) + Holanda (33.936Km2) + Eslovênia (20.251Km2) + Andorra (467Km2) + Liechtenstein (160Km2) + Malta (316Km2) + Mônaco (1,81Km2) e ainda sobram 714,19Km2 - no chifre ou orelha esquerda do Estado de Roraima, fronteira com a Venezuela, à essa tribo fantasma denominada Ianomâmi, constituída de menos de 5.000 índios.

Para agravar, em 13 de setembro de 2007, a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas foi aprovada pela ONU, com o voto favorável da representação brasileira. A partir daí, a demarcação de terras indígenas assume o estágio de reservas indígenas (Ianomâmi e Raposa /Serra do Sol), representando a última posição para transformação em nações indígenas.

(continua)

Anônimo disse...

jarbas passarinho, ministro da justiça no governo collor, assinou a Portaria nº 580 de 15 de novembro de 1991, a qual determinou a demarcação em faixa contínua do imenso território atribuído à inexistente e inventada tribo ianomâmi. Não existem índios ianomâmis, e os que estão na "reserva" foram para ali trazidos por ONGs controladas e financiadas por entidades estrangeiras, com a ajuda da FUNAI, a partir dos anos 1970. Eles provêm de tribos distintas e inconciliáveis.

Está claro que a prioridade de passarinho e de collor, e, antes deles, a de figueiredo, foi atender solicitações estrangeiras, ao estabelecer a reserva dita ianomâmi, de gigantesca dimensão e de fabulosa dotação de recursos naturais. A mesma docilidade para com potências estrangeiras foi mostrada por lulla, ao assinar, em 15 de abril, o decreto de homologação da Terra Indígena (TI) Raposa-Serra do Sol, com a extensão de 1,75 milhão de hectares. As violências contra os brasileiros que honestamente produzem na área, agravam ainda mais a responsabilidade do Executivo atual.

Portanto, a perda de territórios brasileiros estará praticamente consumada, se o Congresso aprovar essa Declaração, o que a incorporaria ao texto da Constituição. Esta, desde a Emenda nº 45/2004, determina, no artigo 5º, parágrafo 3º, que "os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais".

E porque razão a OTAN quer intervir na Amarica Latina, se a defesa da Europa não passa pelo território brasileiro?

É de perguntar como o Brasil irá defender aquelas porções do território nacional, de estupendo valor? Enquanto, por exemplo, os EUA têm gasto bélico previsto acima de 1,1 trilhão de dólares para o exercício fiscal 2008, as Forças Armadas do Brasil estão privadas de equipamento e material para defender nossas fronteiras, mesmo que não fosse, como seria o caso, diante de potências superarmadas e aliadas da OTAN.

Anônimo disse...

Outra das tragédias nacionais identificadas refere-se aos vergonhosos episódios da denominada demarcação de "terras indígenas", das quais as mais escandalosas são a Ianomâmi e a Raposa/Serra do Sol. O que está por detrás destas demarcações? Como já explicado neste espaço em vários artigos, a fatal armadilha, capaz de permitir a perda da nossa Amazônia, foi aberto com a inclusão feita em 2004, pela Emenda Constitucional nº 45, que em seu artigo 5º, parágrafo 3º, determina que "os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais".

Já tinha havido o precedente, ocorrido com a aprovação pelo Congresso de um ato da OIT (Organização Internacional do Trabalho), denominado "Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes", cujo texto extrapola as relações de trabalho e entra nos assuntos "terras" e "recursos minerais", criando as condições para subtrair do território brasileiro mais de metade de sua área, através de demarcação de "terras indígenas". Para agravar, em 13 de setembro de 2007, a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas foi aprovada pela ONU, com o voto favorável da representação brasileira. A partir daí, a demarcação de terras indígenas assume o estágio de reservas indígenas (Ianomâmi e Raposa /Serra do Sol), representando a última posição para transformação em nações indígenas.

A demarcação, por pressão externa, da vastíssima "Reserva Ianomâmi", destinada a uma suposta preservação da referida tribo, foi feita pelo ex-presidente e hoje senador collor, através de portaria assinada pelo Cel. jarbas passarinho. Tal reserva, além de chamar à atenção pela enorme área em relação à pequena população indígena lá existente, ainda tem uma parte que se encontra situada na faixa de fronteira de 150 km, o que desrespeita o parágrafo 2º, inciso XI, do Art. 20 da nossa Constituição. E é contígua a uma área semelhante demarcada na Venezuela. O estudo "A Questão Minerária na Amazônia: a Coincidência das Áreas Indígenas", do vice-governador de Roraima, Salomão Cruz, e do economista Haroldo Amoras, aponta a relação entre as áreas demarcadas pela Funai com os minérios.

Os autores citam como exemplo o ocorrido na Gleba Noroeste na área Ianomâmi; "É visível o caminho percorrido buscando a sinuosidade apresentada pelos veios minerais, sendo notória a área pretendida Raposa/Serra do Sol e as curvas sofridas pela ampliação da área Ianomâmi – Gleba Noroeste (37). Parte desta gleba estava fora da área pretendida pela Funai e após a descoberta de fosfato pela CPRM, a reserva foi ampliada, excluindo 27 propriedades rurais, a maioria detentoras de título definitivo ou posse". A reserva Ianomâmi é uma das mais ricas reservas minerais do planeta. É nela que se encontram as maiores jazidas conhecidas de nióbio do mundo, metal considerado de alto valor estratégico.

http://planobrasil.com/2011/10/20/entrega-do-brasil/

Anônimo disse...

O Brasil precisa aumentar a restrição e ter mais controle sobre a compra de terras por estrangeiros na Amazônia. O alerta foi feito pelo consultor-?geral da Advocacia-Geral da União (AGU), Arnaldo Sampaio Godoy, e pelo assessor de Políticas Estratégicas do Ministério da Defesa, capitão-de-mar-e-guerra Paulo Cezar Garcia Brandão. Eles participaram de audiência, quinta-feira, da Subcomissão Permanente da Amazônia.

O representante da AGU lembrou que a restrição à aquisição de terras por estrangeiros é comum no mundo inteiro e não há nisso nenhum resquício de xenofobia ou discriminação.

http://planobrasil.com/2011/10/31/debate-alerta-sobre-estrangeiros-na-amazonia/

Anônimo disse...

Prezado Almirante,
Seguem 4 saites a respeito. Espero que sirvam para mais esclarecimentos. Considero os dois primeiros mais importantes.
1º Refere-se às pesquisas do prof. Otto Zerries (Univ. L.Max.Munique -
Dpto. Völkerkund). Fiz um curso com ele em 1977-80. Povo Waika q ele inclui no Gr. Yanomamis.(1964...)
2º É um saite q se intitula "Comissão Proyanomami..." Acho que merece mais investigação essa estranha organização militante.
Bom trabalho, Almirante.

Anônimo disse...

A questão indigenista no País está carecendo de exame mais criterioso por parte da classe política. Isto aqui sempre foi considerado terra de ninguém pelos gringos e temos obrigação moral de dar-lhes uma banana. Já vejo há anos me manifestando sobre essa questão de ianomamis, caiuás, xavantes e assemelhados.
Dezenas de tribos brasileiras foram inventadas ao sabor dos interesses geopolíticos de norte-americanos e brasileiros traidores da Pátria.
Rodrigues

Marcelo Delfino disse...

Fico contente em saber que o almirante escreve para este blogue. Gostaria que o almirante dissesse a quantas anda o processo de registro do PND. Na última vez que entrei em contato com integrantes do PND, fui informado que 200 mil assinaturas de apoiamento tinham sido recolhidas, quando são necessárias 500 mil. Um dia chegaremos lá. Que seja até setembro de 2013!

Anônimo disse...

é difícil a luta contra o poder político que não pensa em outra coisa a não ser tirar vantagem. Mas não podemos ficar quietos, todos os brasileiros que tiverem consciência desse mau que ainda ficará muito pior, devem se manifestar. Temos que vencer os não patriotas.

....... disse...

Quanta baboseira, eu trabalhei com os "ianoami" trata-se de 290 aldeias, é impossível quaquer ser humano que de fato esteve por lá, fala tamanha baboseira, alias na semana passada uma criança Yanomami levou um tiro no pé, a os meios de comunicação não deram a minima para essa pequeno fantasma.

Anônimo disse...

Infelizmente no nosso Congresso erradamente chamado "Nacional", não há brasileiros de verdade, do mesmo porte do Alm. Gams e Silva. O mesmo acontece na chamada grande imprensa que desinforma e procura deseducar o nosso povo influenciando-o no sentido da aceitação do comando estrangeiro sobre o seu destino. O Brasil,como nação, foi destruído por suas próprias classes dominantes, tão poderosas quanto desavergonhadas.