quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O avanço do atraso

“Quando um país é assaltado e conquistado por um exército de bandidos, aéticos, corruptos e canalhas, faz-se necessária uma revolta, uma rebelião ou uma revolução dos homens de bem e honestos da nação esbulhada.”

Henry David Thoreau - Nasceu em 1817. Foi autor, poeta, naturalista, ativista anti-impostos, crítico da ideia de desenvolvimento, pesquisador, historiador, filósofo e transcendentalista. Os livros, ensaios, artigos, jornais e poesias de Thoreau chegam a mais de 20 volumes. Também foi abolicionista, defendendo a fuga dos escravos. Morreu em 1862 vítima de tuberculose.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Helcio Domaneschi

O etapismo do avanço do comunismo na América Latina já modificou o “senso comum” e a prisão sem grades que vivemos nos impede de qualquer tipo de analise crítica. A ferramenta foi muito bem aplicada e os resultados estão presentes no dia-a-dia. A tão almejada hegemonia ainda está para ser atingida para então concretizar-se a conquista do poder e ruptura. O que ocorre é que este “ainda” é o óbice que retarda esta fase.

Originada dentro do próprio poder, esta luta intestina entre facções das mais diversas linhas, os impede da necessária condição de partido único e hegemônico. Os objetivos originais do plano em curso estão em ameaça pelas questões internas de poder, influência e desenfreada busca por recursos para manutenção das alianças.

Por incrível que possa parecer o comunismo não venceu ainda por causa das divergências de seus líderes que se afeiçoaram pelo “poder burguês” e o deleite dos benefícios decorrentes. A destruição das instituições da hegemonia anterior é fundamental para a consecução e implementação da nova hegemonia e é isto que temos no contexto atual.

O Brasil se revelou muito mais imune à tomada do poder pela via granmcista do que avaliou o comando central do movimento comunista internacional. Nossas instituições resistem aos constantes ataques enquanto eles assistem seus objetivos serem ameaçados pela ganância e desvio dos camaradas que se deixam, ao longo da caminhada, ser levados pelos prazeres da concentração do capital e poder.

O que assistimos na USP é bizarro e trágico. Trata-se de um movimento de uma minoria, em favor do crime, que é insuflado pela divulgação de uma imprensa tendenciosa. Porém, aquele grupelho “errou a mão” e no mote, e uma não esperada reação de alunos que vão à universidade para estudar os pegou no contra pé.

Este fato salutar tem sido pouco explorado nos círculos de debates. Uma luz amarela deve ter se acendida nas hostes do poder, pois em uma semana surgiram dois fatos que os ameaçam: este da USP e a eleição do DCE da UNB.

Fatos desta natureza merecem nossa atenção.

Helcio Domaneschi Pereira é Engenheiro.

2 comentários:

Anônimo disse...

É somente barulho, propaganda e safadeza, se forem 1% da população já seria um exagero, vai têr nêgo correndo para cuba a pedir abrigo....kadafi, mussolini e outros quetais. Aguardemos.....

Porcão

Anônimo disse...

Esse grupelho de drogados e boiolas que ocupou a reitoria, está sendo orientado pelo PC do B. Não querem estudar, tudo bem. Mas não têm nenhum direito de impedir o bom funcionamento da USP.