domingo, 20 de novembro de 2011

Tempos e Tramóias do Globalitarismo

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Todos os países e todas as pessoas são dependentes da vontade de um pequeno grupo dos conhecidos como Illuminati. Em vez de “iluminados, sábios”, cabe melhor a denominação de “conspiradores satânicos”. Longe de acreditar que todos os projetos da conspiração se confirmem, o mínimo que se espera é que as pessoas saibam o terreno onde pisam no momento em que todos os países, todas as pessoas, estão sob a ditadura mundial da Onu. E a mídia caladinha!

São inumeráveis as evidências do avanço acelerado da “nova ordem mundial” para a eliminação das nações e substituição do sistema monetário internacional apodrecido por obra e graça dos maiores gatunos e bandidos da história humana:

- uma terceira guerra assimétrica em curso

- declarações explícitas sobre internacionalização da Amazônia

- fortalecimento e união de exércitos imperiais

- descaracterização das Forças Armadas para a defesa da soberania

- atuação de bandidos presos no controle de negócios com armas e drogas

- sistema financeiro internacional em crise programada e provocada

- negociações sobre temas insolúveis que se arrastam há um século

- dissolução da instituição familiar

- descrédito das religiões obedientes e associadas aos controladores mundiais

- propaganda e informação controlada

- educação carente de conteúdos reais e desafiadores

- tragédias (provocadas pelo HAARP???) sucessivas

- corrupção avassaladora de políticos e anexos

- leis importadas que se impõem à Constituição local

- crenças e costumes culturais pulverizados pela depravação ditada pela Onu

A listagem de evidências afeta todas as instituições e pessoas. Apenas como exemplo, a Onu acaba de parir uma peça no mínimo exótica: promoção do aborto para combater o efeito das mudanças climáticas (aquecimento global). Diz o documento: “Os direitos reprodutivos e o acesso aos serviços de saúde reprodutiva (leia-se: aborto) são condição prévia da liberação da mulher e poderão evitar a degradação do ambiente”.

Nem é preciso ser perito e entender a novilíngua da Onu, que nos documentos dos últimos 30 anos têm sido mais diretos e agressivos, desviando a atenção das pessoas sobre aspectos essenciais que os governantes juram observar para o bem estar das nações. Nações...

Ainda existem de fato e de direito? Parece mais conversa mole pra boi dormir. A Onu impõe e todos obedecem para estar de bem com o FMI, com o Banco Mundial, com a rede de bancos centrais, com os Rothschild e os Rockfeller... Quem paga e elege os políticos, manda!

No final, quem nunca parou de trabalhar e contribuir para a economia mundial, sente que algo anda errado: produção, produtividade e economia andam juntas. Como se justifica a quebradeira geral? Como se justificam os juros altos que todos pagamos aos banqueiros internacionais? De onde vem a grana para armar exércitos e promover guerras? E para os palácios que destoam com as periferias miseráveis?

A Onu vai promover mais uma reunião, no Rio de Janeiro, em Junho de 2012, sob o “Desenvolvimento Sustentável”: “Sustentabilidade e Equidade – Um futuro melhor para todos”. As conclusões já estão prontinhas: “a desigualdade de gêneros atua sobre o ambiente e agrava os resultados... (tradução: mulheres e menininhas tem o direito de fazer sexo e abortar por processos químicos e cirúrgicos, bem como ser esterilizadas. É isto que a Onu defende como “saúde reprodutiva”).

A Onu diz mais sobre o êxito da esterilização e do aborto em Bangladesh, com a ativa participação do governo e debates com professores, religiosos, líderes e Ongs, para influir nas normas e comportamentos sociais. Aqui o prato é feito, decretado e ponto final. Planejando, abortando, esterilizando, utilizando os contraceptivos disponíveis nas farmácias, em pouco tempo vai nascer menos gente do que o necessário para repor a força de trabalho ativa.

Entre os dias 2 e 4 de Novembro o Príncipe Felipe, filho da Rainha da Inglaterra, que preside uma organização chamada “Aliança de Religiões e Conservação”, promoveu uma reunião no Palácio de Windsor junto com o Presidente Onu mais representantes de todas as crenças religiosas. Ali foi firmado pelos presentes um “compromisso internacional coordenado para que todas as religiões intervenham para moldar o comportamento e atitudes dos fiéis na proteção da natureza para as gerações futuras”.

O documento de quase 200 páginas, tenta esconder o sincretismo panteísta firmado. Entre os católicos o apoio foi dos jesuítas, de conferências episcopais e igrejas cristãs não católicas, ao lado dos integrantes da “Fé Baha’i” (que já conta com seguidores no Brasil), do Budismo, Taoísmo, Islamismo, Judaísmo, Hinduismo, Sintoísmo, os da seita Sikh e sincretistas como Greenfeith, Operação Noah e Projeto de Regeneração.

O programa da Onu para o Desenvolvimento (PNUD) já adotou os compromissos de Windsor (Windsor Commitments) que de cara já são financiados pelo Banco Mundial e claro, estão na agenda dos ativistas da WWF e outras ongs ecologistas. Já se fala até na “religião verde”.

Nota: em nenhum momento Deus foi citado, nem as leis da natureza consideradas.
Arlindo Montenegro é Apicultor.

6 comentários:

Rhay disse...

Discordo totalmente, as Nações Unidas é de grande importância para afirmação dos valores internacionais. De distorcer várias questões.

Anônimo disse...

Isto merece um tratado. Vamos lá, por partes. A coisa não é fácil, não; muitos mais cultos e inteligentes já escreveram e escrevem sobre este assunto e cai no vazio. Desqualificar a idéia e ridicularizar chamando de “teoria da conspiração” é a coisa mais fácil e mais oportuna aos interessados no sucesso dessa marcha louca da humanidade rumo à ditadura mundial. Em primeiro lugar vamos raciocinar o seguinte: Que tipo de governo mantém a massa unida e sob controle exceto uma ditadura? Resposta: a monarquia. Mas a monarquia tende a fortalecer as nacionalidades, certo? E muitas nacionalidades criam-se interesses contraditórios, guerras e praticamente a impossibilidade de um controle global, certo? A menos que seja uma monarquia global. Pois bem, onde foram parar as monarquias, digamos assim, fortes do planeta? Todas desbaratadas por revoluções ou movimentos fabricados de modo que os povos ficaram sem liderança unificadora e adotaram sistemas desagregadores que eliminaram a maioria da inteligência nacional e passaram a se digladiar constantemente em lutas internas se dividindo e se enfraquecendo e tudo isso em nome da “liberdade, da democracia e, veja só, da IGUALDADE”. Não é genial? Mas, preste atenção, a monarquia britânica continua firme e forte, encantando o mundo com seus rituais, casamentos reais, príncipes e rainhas. E aí? Ao mesmo tempo todo o poder financeiro está sediado em Londres e os maiores conglomerados industriais, comerciais, financeiros e de comunicação do planeta estão sob domínio anglo-americano. Ah, mas os Estados Unidos são uma república! Pois é. Nasceu república, não foi desmantelada. E aí está a grande jogada. Manter os dois sistemas sobre controle e estudo gerindo e testando um e outro a serviço de uma futura ditadura global. Para que serve o comunismo, o fascismo, o terrorismo, os movimentos radicais e a luta de classes? Dividir, enlouquecer e desorientar os indivíduos de forma a que busquem a proteção de “algo” de mais sabedoria e poder que, por enquanto, é a ONU.

Anônimo disse...

Continuando - E todos os conflitos do planeta recebem farto dinheiro invisível que vem não se sabe de onde. Não é sensacional? Enquanto tudo isso ocorre, um teste fenomenal vem sendo feito em várias partes do mundo com diferentes povos e nacionalidades (europeus, asiáticos, afro-indio-europeus) que é da capacidade do ser humano se submeter e deixar escravizar, mas de peito estufado, orgulhoso de si mesmo crente de que é dono e senhor de tudo quando não passa de uma figura, um número, uma marionete. E para esse fim o “socialismo” tem se mostrado o melhor sistema. Um verdadeiro alucinógeno. Não pensem os “espertinhos” que o povo (povão) norte-americano não vem sendo testado para o mesmo destino porque vem sim. Aliás, lá talvez seja o mais sofisticado laboratório da fórmula em teste. A turba é ignorante e precisa de comando sábio; aqui, lá e mais acolá. Os que comandam com astúcia e saber ao mesmo tempo são poucos. Já houve vários comandos, agora o mundo ficou pequeno; ao invés de os comandantes ficarem se digladiando resolveram se unirem e adotarem um comando único e colegiado. Não tem escapatória; os governicos mundo a fora são apenas instrumentos de uso temporário. Deter absolutamente o poder político, econômico e militar, mas fornecendo ao povão a sensação de que está ao seu serviço, de que ele, povo, é que manda é o sonho de todos os líderes do mundo desde que o mundo é mundo; desde que houve a divisão da primeira tribo em duas. Se irá prosperar o futuro mostrará. Mas esta é a luta; este é o objetivo. E o grande Soberano reinará sobre todos os povos. Talvez venha a ser o “Grande Irmão.” PS - Tem um fator complicador aí que dificulta um pouco mais o trabalho: as religiões, melhor dizendo, a fé, este sentimento humano que é duro de controlar, mas dar-se-á um jeito. Fiquem tranqüilos. Os estrategistas globais darão um jeito de fazer o povo crer que o Grande Irmão é Deus ou seu representante final. O fato é que sete bilhões precisam ser controlados. CQC.

Anônimo disse...

The London Depopulation Policy Behind Obama's War Drive
by Nancy Spannaus, EIR editor, www.larouchepub.com

In the most recent issue of EIR Online, I posed a challenge to the American population in the starkest terms. I began thus:

"At the conclusion of World War II, all people of conscience were horrified to learn of the full extent of the genocide which had been carried out by German dictator Adolf Hitler. While tens of millions were killed by all manner of means—from the war, to euthanasia, to death camps, and the like—Hitler's attempt to wipe out the Jewish population by killing 6 million Jews, became an emblem for his more general extermination policy. "Never Again," was the cry. "Never again" will we allow systematic mass murder to be carried out in order to exterminate populations.

"Yet today, it is not 6 million, but 6 billion members of the human race who are threatened with deliberate mass murder. And it is an unresolved question as to whether patriots of the nations which can stop this extermination, will act to prevent it, in time. ...."

Then, after reviewing the incontrovertible evidence of the British Empire's genocidal intent, I came back to that theme at the end:

"There are many people, survivors of the war and the Holocaust, who said to themselves after World War II, that they wished they had moved to stop Hitler while they still had a chance. There will be very few, if any, survivors around to mourn that lost opportunity in stopping Barack Obama, if he goes ahead with the British monarchy's planned war against Russia and China. There is no sane alternative, but to remove Obama from office now."

The problem, which I emphasized throughout the exposition of the British depopulation agenda, which was based on the LaRouche movement's 40-year long fight against the British imperial genocide agenda, is that most Americans, even well-meaning ones, refuse to face the reality of the threat we face. They don't want to believe that a British oligarchy actually has a plan to rapidly slash the world's population, by means including that of nuclear war. After all, wouldn't nuclear war destroy them also?

Of course it would destroy at least most of them. But, as the premier genocidalist Bertrand Russell put it in his 1951 The Impact of Science on Society:

"But bad times, you may say, are exceptional, and can be dealt with by exceptional methods. This has been more or less true during the honeymoon period of industrialism, but it will not remain true unless the increase of population can be enormously diminished. At present the population of the world is increasing at about 58,000 per diem. War, so far, has had no very great effect on this increase, which continued through each of the world wars.... War ... has hitherto been disappointing in this respect ... but perhaps bacteriological war may prove more effective. If a Black Death could spread throughout the world once in every generation, survivors could procreate freely without making the world too full.... The state of affairs might be somewhat unpleasant, but what of it? Really high-minded people are indifferent to happiness, especially other people's."

Bertrand Russell may be dead in body, but his spirit is still very much alive in powerful circles such as those of Royal Consort Prince Philip, the World Bank, and the Obama White House. These circles leave very little to the imagination, as they talk about reducing the world's population from today's 7 billion, to the level of 1-2 billion, immediately.

The evidence is overwhelming, and the threat is immediate. Read the full article at www.larouchepub.com—and commit yourself to action now.

Manoel Vigas disse...

Saudações.

A ONU surgiu como resultado dos acordos feitos no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) entre as potências aliadas.

"Soviéticos, americanos e britânicos desenharam o mapa político mundial do pós-guerra.
A ONU seria a institucionalização desses acordos numa entidade política com poderes mundiais",

afirma o historiador Osvaldo Coggiola, da USP.
*************************
ATENÇÃO:
NESTE MOMENTO, É IMPORTANTE EVIDENCIAR-MOS:

ONU --- Entidade política com poderes mundiais ( IMPERIAIS ).

Ou seja, ...... NADA QUE SE ASSEMELHE A UMA DEMOCRACIA.
Soviéticos, americanos e britânicos, FATIARAM O MUNDO PRA MELHOR CONTROLÁ-LO.
*************************

CORRUPTA E GENOCIDA, AINDA REPRESENTA UMA FALSA VITRINE DE DIGNIDADE PARA INGÊNUOS OU DESINFORMADOS ( principalmente no terceiro mundo ).

EXEMPLOS:
--- Convenção dos Direitos da Criança da ONU
Os "direitos da criança" da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia "consensual" e o "direito" de ser usada por qualquer canalha que elas "escolham." Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou taxados de loucos.

--- Quer pior ?
A ONU é um instrumento utilizado pela elite globalista para promover guerras, extorsões econômicas contra países menos poderosos ou de terceiro mundo.

Assim, o Governo Mundial fascista controla mega-corporações, objetivo primordial para o qual a ONU foi instituída.

PERGUNTA-SE:
--- Por que a ONU não resolve o problema das guerras tribais e da fome na África ?

RESPOSTA:
Pelo mesmo motivo que até hoje não resolveu o “pobreminha” da palestina.

MAS POR OUTRO LADO . . .

PROMOVEM GUERRAS CRIMINOSAMENTE “AUTORIZADAS”.

SÃO INVASÕES E INTROMISSÕES EM PAÍSES INDEPENDENTES PELO SIMPLES FATO DE POSSUIREM RIQUEZAS PARA SEREM APROPRIADAS COMO BUTIM APÓS O CONFLITO ( roubadas ).

Atenciosamente.
Manoel Vigas

Anônimo disse...

e as ações por onde andam. falar só não tem resolvido nada. Só o terrorismo islamico poderá salvar a humanidade, se que é existe.