domingo, 31 de julho de 2011

Peão usa Bispo e dá xeque-mate no Rei(nodedeus)

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão

O espectro do golpismo ronda a mídia na América Latrina. Em todos os sentidos do Império das malvadezas. De armações de governos títeres contra a Liberdade de Expressão, Pensamento e Imprensa, até as censuras mais descaradas praticadas a arrepio constitucional por alguns membros do Judiciário, passando por armações brilhantes de famosidades jornalísticas praticadas contra seu poderoso patrão.

Já não bastasse o execrável mau exemplo do presidente do Equador Rafael Correa contra a mídia, manipulando politicamente o Judiciário para aplicar condenações milionárias, em dinheiro vivo, a jornalistas que dirigem órgãos de imprensa que lhe fazem oposição. Agora temos a monstruosa Lei de Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação aprovada pelo Congresso da Bolívia, que acaba de ser sancionada pelo cacique Evo Morales. Nem o Chapolim Colorado da Venezuela, que se cuida de um câncer em Cuba (que pleonasmo!), faria melhor.

A regrinha aprovada por Morales legaliza uma ilegalidade que causou um dos maiores escândalos midiáticos do Reino Unido, obrigando o magnata midiático Rupert Murdoch a sepultar seu histórico e famoso tablóide News of the World. Na Bolívia, de acordo com a lei, "escutas telefônicas poderão ser feitas em caso de segurança de Estado, ameaça externa, comoção interna ou desastres”.

Os operadores e provedores de telecomunicações e tecnologias da informação vão ser obrigados a cooperar e a colocar à disposição das autoridades a emissão, transmissão e recepção de telecomunicações que lhes forem solicitadas. Até um bebezinho de colo percebeu que a lei permite a perseguição a inimigos políticos.

A nova regrinha do Morales é uma imoralidade institucional. Coisas do socialismo de picaretagem Latrino-americano. Pela nova regra, o setor privado terá direito apenas a 33% das licenças de rádio e televisão, enquanto o Estado fica com 33%. Partidários de Morales, os chamados “povos indígenas” e os “meios a serviço de organizações comunitárias” terão 17% cada. Legal é que o presidente do Senado Boliviano, René Martínez, atesta que a lei "está de acordo com a Constituição e não viola direitos". Então tá...

No Brasil, onde o sonho de consumo da petralhada é ter leis como esta para controlar a atividade midiática, por enquanto, os golpes são outros. Por aqui, temos apenas alguns surtos jurídicos que tentam institucionalizar censuras não permitidas por nossa Constituição. Quando alguém incomoda demais os poderosos, a lança judiciária se torna fatal, mesmo com o Supremo Tribunal Federal assegurando que vale o que está escrito no Artigo 5º da Constituição.

Mas o golpe midiático mais comentado do momento é outro. Restringe-se, por enquanto, à esfera editorial-comercial. Mas deve parar na Justiça, com desdobramentos imprevisíveis. Trata-se da abrupta passagem do apresentador José Luiz Datena pela Rede Record do Reino de Deus. O cabra foi contratado de surpresa, 43 dias atrás, e, na sexta-feira passada, deu um “até qualquer dia” para seus patrões e telespectadores do “Cidade Alerta”. Retorna em setembro para a Band. Por que Datena rasgou um contrato de cinco anos? Eis a questão...

Fofocas e teretetês nos bastidores midiáticos dão várias interpretações para o movimento abrupto de Datena. A mais provável – e cheia de trocadilhos infames – indica que: “o milionário Peão Datena usou o Bispo (Macedo) para dar um Xeque-Mate no (nodedeus)”. Há quem jure que Datena agiu combinado com a direção da Band. Recebeu uma polpuda proposta para voltar a Record, de onde saiu brigado na década de 90.

Teve suas multas contratuais do passado (que já estavam em quase fase de execução judicial) perdoadas pelo novo acordo. Como constatou, depressa, que não teria poder e independência na Record, negociou, rapidinho, seu retorno à Band. Agora, todo mundo no mercado pergunta, com maldade: “Será que o Johny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, sabia das escaramuças infernais do agora diabólico Datena contra a turma do Bispo e da emissora do Reino de Deus?”. A pergunta deve ficar sem resposta concreta por um bom tempo.

Na Globo, todo mundo morreu de rir. Aliás, os 43 dias de Datena na Record eram motivos de piada na medição do Ibope. Estreou bem, dando de 12 a 16 pontos de audiência. Mas, rapidinho, perdeu Ibope. Culpa de quem? Lá-lá-lá-lá... Sílvio Santos escalou seu maior astro para enfrentar o Datena. Chaves (ou foi o Chapolim Colorado mexicano) registrou (ou registraram) média de nove pontos de audiência. Datena amargou uns 7 ou 8. A previsão de fracasso era previsível e programada. Logo, melhor voltar ao que era antes... E, de quebra, saindo no lucro.

Até agora, o certo é que a nova jogada do xadrez televisivo tupiniquim já está consagrada: Datena é mesmo o peão de luxo que usou o Bispo para dar o xeque-mate no Rei(nodedeus). Este “golpe” já virou piada... E ninguém vai para o xadrez no fim da disputa judicial - que promete ser longa...

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


© Jorge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Julho de 2011. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

Histórias Circunstanciais

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Nestes dias tive acesso a um destes grandes jornais e a um computador. Pude ver, ouvir e ler, ora rindo, indignado, ora envergonhado da condição humana, o que estamos fazendo com a consciência dos que habitam este mundo, recebendo rações balanceadas de informação, para pensar e agir como determina a lei dos que arrebataram a condução da manada. Para obedecer o roteiro traçado pelos que configuram o nosso destino há milênios.

Da rápida passagem pela civilização, fui informado que aqui nesta pequena cidade as autoridades também praticam o desvio de verbas públicas. Na rodoviária, esperando o ônibus para voltar ao tugúrio onde posso refletir em silêncio, sentou-se ao meu lado aquela mocinha que poderia ser minha neta. Através do celular a menina falava com alguém: “Estou na rodoviária esperando Jane... Foi comprar maconha aqui perto. Eu não fui... tenho vergonha...”

A mocinha saiu. Uma senhora me olhou dizendo: “É assim, meu senhor. E adianta falar? Na televisão ficam dizendo que tem que legalizar, mandam a polícia proteger a marcha da maconha, tem novela e filme falando disso toda hora, tem cartilha ensinando a usar. O crime já chegou aqui também. Demorou mais chegou. Toda semana tem morto, acidente, preso e casa assaltada. A paz se foi. A polícia faz muito pouco.”

Logo pensei em Stalin. Nem aquela senhora nem aquela menina sabe que há poucos dias inauguraram uma estátua daquele ditador na cidade de Penza, na Rússia. Num blog da internet estava a pergunta: “Por que não julgam os crimes da União Soviética e dos comunistas, como fizeram com os nazistas? O “Livro Negro do Comunismo” já relacionou tudo e o mundo cala. Por que?” A resposta já foi dada. A gente está adestrada para ler sem pensar, ficando apenas com o sensacionalismo da notícia parcial, incapaz de relacionar, compreender e concluir.

Vamos aos fatos. A conspiração que antecedeu a revolução bolchevique foi financiada por banqueiros, aristocratas, empresários, intelectuais e políticos norte americanos e europeus. Trotsky, que se chamava Bronstein recebia a grana através dos jornais comunistas e vivia na intimidade de Paul Warbug da Federal Reserve e mandava para Lênin, que vivia na Suíça – paraíso dos banqueiros – escrevendo seu jornalzinho e obra teórica. Logo após a tomada do poder pelos bolcheviques, a anarquia econômica, a desordem pública e o terror determinaram a resistência dos russos brancos que, no começo da guerra civil, contaram com ajuda dos democratas ocidentais.

Trotsky comandou o exército vermelho. A ajuda aos russos brancos cessou e os bolcheviques se instalaram no poder. Stalin, o terceiro homem forte, estava nas sombras. Lênin aceitou a ajuda econômica dos banqueiros capitalistas capitaneados pelos Rotschild e Jacob Schriff, da casa bancária Kuhn, Loeb & Co. e a ajuda técnica ocidental para reorganizar a indústria e as finanças. Sem aquela grana e tecnologia capitalista, repassada para as fábricas e estaleiros navais a história seria outra. Lênin morreu. Stalin deu um golpe para afastar Trotsky, o judeu que seria sucessor de Lênin. Stalin ajudou Hitler treinando militares nazistas e ensinando como fazer os campos de concentração e extermínio.

As drogas e experiências genéticas já eram utilizadas em laboratório, sob o comando da KGB. Hitler firmou-se e saia do controle anglo americano. Segunda Guerra Mundial. Os nazistas que promoviam o socialismo nacional, foram derrotados e os comunistas que promoviam o socialismo internacional, tipo nova ordem mundial, estavam ao lado dos capitalistas e nas fotos do armistício: Stalin risonho – o Tio Joe, como era tratado pelos norte americanos – ao lado de Roosevelt, Churchil e De Gaule, dividindo o mundo em duas áreas de influência, melhor dizendo áreas de enrolação, enganação.

Guerra Fria. Ogivas Atômicas emprenhando os arsenais das duas super potências – Estados Unidos e União Soviética – então aterrorizando o mundo na queda de braço, disputando na bala o controle físico, político e cultural do mundo “subdesenvolvido” – África, Ásia e América Latina. Para reduzir a moralidade da civilização cristã ocidental, o projeto de disseminação das drogas foi acionado pela KGB com ajuda da China e particularmente de Cuba para as Américas.

Por que não julgam os crimes dos soviéticos? Porque “a experiência” é parte fundamental de um projeto estratégico multi secular. Instala-se o internacionalismo governo sem fronteiras da ONU. O Brasil é importante, pode-se dizer mesmo que é área fundamental, reserva estratégica significativa. Daí, de repente, tantos investimentos estrangeiros, tanta falação e disputa sobre a Amazônia – que os estrangeiros já dominam, como dominam quase metade do agro negócio.

Por isto o crédito fácil, a educação desestruturada, a perseguição aos militares que barraram o comunismo em 1964 e também as drogas, crimes, insegurança, ataque à propriedade privada, corrupção, partidos políticos estão contidos, calados, comprados, submetidos. Tudo traçado, previsto, documentado.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

O Palestrante, a ESG e Jonathan Swift

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

O célebre romance do escritor irlandês Jonathan Swift, “As viagens de Gulliver”, e também um clássico da literatura inglesa, é uma tremenda sátira à época, que aborda outras passagens além do Gulliver entre os liliputianos, e que se tornou a coqueluche dos contos e filmes infantis, contêm outras interessantes estórias pouco conhecidas.

Lembraremos de uma. Aquela em que os cidadãos absortos em seus próprios pensamentos, dedicados ao estudo de problemas insolúveis, procurando mergulhar no amago do seu cérebro, olham fixamente para a ponta do próprio nariz.

E ficam, entretidos no seu hábito, definitivamente, estrábicos.

Semelhante costume, levado aos extremos, desvirtuou - lhes a visão, e para evitar as colisões entre si e com os mobiliários, passam a andar portando na mão uma extensa vara com uma bola na ponta. Parece que uma bexiga de vaca.

Assim, semi - cegos vão batendo sua vara bexigosa nos outros e nos objetos, procurando evitar alguma desastrada trombada.

Mas deixemos de divagações, e passemos ao nosso comentário.

Muitos alegam que a Escola Superior de Guerra (ESG) está ultrapassada. Seria a hora, sob a égide de uma nova visão social, de injetar modernidade e reflexão àquela casa de profunda meditação.

A ponta de lança foi o Stédile, como não saiu sangue, após o plantio da viçosa semente que germinou no coração de importantes e influentes esguiamos, nada melhor do que convidar um mestre para sacudir o lauto e letrado auditório com lições e verdades surpreendentes.

Esperamos que, após o evento, professores e alunos/estagiários, literalmente, caminhem embevecidos como se andassem nas nuvens.

E pasmem, falou sobre o papel dos militares na Estratégia Nacional de Defesa (END), tema de total desconhecimento do público militar. Foi, sem sofismas, um banho.

Torcemos para que a data de ontem, doravante, seja comemorada, anualmente, como o “dia em que ele esteve aqui”. Não estranharemos que, além da costumeira placa, sua vistosa estátua celebre a magna data.

Quem deu a brilhante ideia? Não sabemos. Um iluminado? Um luminar?

O ser humano é, inegavelmente, uma caixinha de surpresas. Individualmente, somos capazes das maiores e dignificantes propostas, mas cretinos o suficiente para propormos as mais degradantes soluções, atividades, leis, e assim por diante. Até aí, nada de mais.

Contudo, levada a proposta à apreciação do grupo, as pessoas de bom - senso podem abismar - se que outros viventes tenham endossado a idiotice. Até aí nada demais, a bandalheira, por vezes, segue em frente.

Apresentada a peça ao alvedrio da autoridade, que eventualmente pode ser constituída por um grupo de notáveis, ao abonar a estupidez, sua decisão soa como o fim da picada.

Aí sim, tudo haver.

Por certo, pesando os prós e os contras, acreditamos que as autoridades tenham concluído que o elevado saber do palestrante, pelo muito que ele tem feito em prol da Pátria, seria de extrema valia, sem contar a simpatia que a vetusta Escola irá obter no seio da esquerda nacional. Sem dúvida, pressentimos o evento como mais um tremendo avanço.

Marchamos resolutos, agora com a valorosa contribuição da ESG.

Ah, quanto aos vesguinhos do Swift, dizem as más línguas que continuam andando por aí, olhos fixos na ponta do nariz, com sua vara com a bexiga de vaca na mão, batendo aqui e acolá, às vezes acertando passantes que nem nós, que não temos nada com a sua distorcida visão.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

sábado, 30 de julho de 2011

Perguntem ao procurador Roberto Gurgel!

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por João Vinhosa

A sabatina destinada a confirmar a recondução do procurador Roberto Gurgel ao cargo de Procurador-Geral da República será a mais perfeita oportunidade para se verificar se realmente existe vontade política de combater a corrupção que assola o país.

Em tal sabatina, prevista para o início do próximo mês de agosto, os questionamentos dos senadores, juntamente com as respostas do sabatinado, darão uma completa visão da disposição de se combater a corrupção – prática considerada um dos maiores problemas com os quais convive a sociedade brasileira.

A propósito, um dos aspectos que deverão ser questionados é emblemático: o tráfico de influência na Petrobras, motivo de denúncia formulada ao procurador Gurgel em outubro de 2010.

Como se sabe, tal denúncia é especifica sobre a Gemini – espúria sociedade da Petrobras com uma empresa privada para liquefazer gás natural e comercializar o gás natural liquefeito (GNL). Mais especificamente, tal denúncia refere-se às gigantescas vantagens auferidas pela citada empresa privada em detrimento do patrimônio público.

Sabe-se, também, que dois fatos tornam o “caso Gemini” da maior relevância política: 1 – a sociedade foi arquitetada durante o período em que Dilma Rousseff acumulava os cargos de Ministra de Minas e Energia e de Presidente do Conselho de Administração da Petrobras; 2 – apesar de já ter sido insistentemente informada que a sociedade criada na área sob seu comando é altamente lesiva ao patrimônio público, a chamada de “Mãe da Gemini” nunca se dignou a se manifestar sobre o assunto.

Entre os diversos fatos que foram detalhados na denúncia com a finalidade de comprovar o tráfico de influência na Petrobras, o que vai a seguir relatado é um dos fatos que pode originar uma importante pergunta a ser feita ao procurador Gurgel.

A Gemini é formada pela Petrobras (com 40% das quotas), e por uma empresa privada (com os outros 60% das quotas). Conseqüência imediata de tal divisão societária: a sociedade ficou blindada relativamente à ação dos órgãos fiscalizadores. O próprio Tribunal de Contas da União se julgou impedido de aceitar denúncia segundo a qual a empresa privada estava obtendo gigantescas vantagens em detrimento do interesse público.

Para piorar a situação, a Gemini contratou sua sócia majoritária para a prestação de todos os serviços necessários à produção, armazenamento e transporte do GNL aos consumidores. Obviamente, por possuir 40% das quotas da Gemini, a Petrobras paga o correspondente valor à “prestadora de serviços + sócia majoritária”.

E, conforme consta de um Acordo de Quotistas vinculado ao Contrato Social da Gemini, vencido o contrato por meio do qual a sociedade contratou os serviços de sua sócia majoritária, será feita uma concorrência para selecionar o prestador de serviço que oferecer o melhor preço à Gemini.

Contudo (e põe contudo nisso), conforme o Acordo de Quotistas, o sócio majoritário terá a preferência nessa “concorrência”. Em outras palavras: na hipótese de o sócio majoritário não apresentar o menor preço na “concorrência”, ele, ainda assim, poderá exercer a opção de ganhar o contrato, bastando, para tanto, que iguale seu preço ao do concorrente que apresentar o preço mais baixo.

Para demonstrar que essa brecha deixada no Acordo de Quotistas possibilita a ocorrência de imensos superfaturamentos contratualmente legais levados a efeito pela detentora da preferência, é apresentado o exemplo a seguir.

Suponhamos que seja R$ 100 o preço justo de um determinado serviço para o qual haverá uma concorrência.

Basta que se faça uma combinação de forma que um “concorrente amigo” vença a falsa disputa com o preço de R$ 300.

A concretização da fraude se dará com o exercício do direito da preferência.

Em outras palavras, o detentor da preferência igualará seu preço ao do “concorrente amigo” que havia apresentado o mais baixo preço.

Assim, a detentora da preferência será contratada por R$ 300 para um serviço que vale R$ 100. E, o que é melhor: tudo contratualmente correto, conforme as regras estipuladas pelo desastroso Acordo de Quotistas.

Para quem não sabe o que é um “concorrente amigo”, recomenda-se ver o processo que tramitou no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) contra o “Cartel do Oxigênio”. Em tal processo, poderão ser encontrados os nomes de diversos “concorrentes amigos” da sócia majoritária da Gemini, que, juntamente com ela, foram condenados por integrarem citado cartel.

É de se ressaltar que um dos crimes praticados por referido cartel é incontestavelmente hediondo: fraudar licitação para superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos.

A propósito, por integrar o “Cartel do Oxigênio”, à sócia majoritária da Gemini coube a maior multa já aplicada a uma empresa no país (R$ 2,2 bi; isso mesmo, 2,2 bilhões de reais).

Pelo acima relatado, fica visto apenas uma pequena parte do risco que corre o dinheiro público com essa sociedade constituída pela Petrobras. Outras partes constam da denúncia formulada ao Dr. Roberto Gurgel em outubro de 2010.

Aos senadores que se sentirem indignados com tal situação, e se interessarem em saber quais as salvaguardas que poderão ser tomadas para proteger o dinheiro público, só posso recomendar: Perguntem ao procurador Roberto Gurgel!

João Vinhosa é engenheiro - joaovinhosa@hotmail.com

Especulações

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

O ar que respiramos é imprescindível. Oxigeniza o sangue que circula no sistema vascular, carregando o organismo com a energia vital. Se aprendêssemos desde a infância a respirar corretamente, a praticar exercícios específicos de respiração e meditação, talvez o pensamento e a ação fossem propícios para a geração de resultados mais próximos da utópica “civilização”.

Nos fatos mitificados e comportamentos expostos nas pinturas rupestres que documentam costumes remotos, revelam-se as tendências humanas à imoralidade e prática dos atos mais sórdidos para submeter e dominar, escravizar uns aos outros. Reis e condutores de hordas, tidos como filhos de deuses ou ungidos pela divindade com poderes supra mortais, tentaram unificar hordas humanas, até chegarmos às formas atuais de governo. É notável como sempre foram preservados, protegidos os instintos mais selvagens.

Os códigos e leis atestam-no claramente. Os condutores de homens na antiguidade, como os líderes de nações e chefes de estado na era moderna, buscam preservar o próprio bem estar e segurança para manter-se na crista do poder. Que se pode dizer destes costumes que se denominam civilizados, que espelham a barbárie e a paixão irracional tão distanciadas de condutas morais, coerentes, justas, elevadas?

As leis e os comportamentos éticos, a responsabilidade que as gentes esperam estar presentes nas relações sociais, são absolutamente desprezadas pelos que ocupam os mais altos cargos. Desprezadas pelos que deveriam dar exemplo de superioridade, honestidade, probidade e estrita obediência à lei. A gente comum recebe o contra exemplo entranhado nas ações do poder quee corrompe a nação. Os homens são treinados para a luta de classes e a competitividade permanente, afastando-se do bem estar físico e mental, da confiança e da auto estima que a liberdade responsável proporciona. Sem isto a tranqüilidade espiritual fenece.

Diante de tais realidades, a mente em busca de respostas e concepções espirituais, tende a flutuar entre a lucidez e a fantasia mítica. A busca do bem estar é estimulada por carradas de fórmulas mágicas – auto ajuda com sugestões que nada valem na prática ou a crença em guias que proclamam auto poderes para expulsar demônios e curar doenças em nome de uma divindade, arrastando grupos ao fanatismo, acenando alguns com o fim do mundo, com data marcada! O mundo continua e os profetas iluminados se desculpam, dizendo ter errado na data da “revelação”.

Muitos guias exemplares se crêem de fato imortais benditos, imaginam e proclamam ter renunciado à personalidade para servir à divindade. Dizem ter renunciado às faculdades intelectuais e à razão, dedicando-se exclusivamente à vida espiritual de onde emanam todas as prebendas materiais para uma vida sem responsabilidades impostas e desagradáveis, nem mesmo aquelas da responsabilidade familiar, nem mesmo da gentileza com os que não são seus seguidores, todos expostos à posse demoníaca de que se livrarão apenas com sua interferência, em nome da entidade a que servem e representam. Tratam de amesquinhar e ridicularizar a fé e os símbolos prezados e presentes no coração de cada pessoa.

No plano espiritual político da nação, os guias também figuram como servidores da sociedade e proclamam que todas as mazelas terão fim, se os comuns seguirem a cartilha socialista...

Ainda restam ilhas de vida tranqüila, sem a presença de rancores e luta de classes, sem os sentimentos de medo, ódio e vingança que a insegurança existencial revela na prática dos vícios e atos desesperados, resultado das ações de governos que perpetuam as dificuldades, preocupações e limites à liberdade individual, controlando pensamentos, palavras e ações. Indivíduos e famílias sentem-se emparedados em espaços cada dia mais restritos.

É o que quer o governo da maioria de ignorantes e bárbaros, cujos valores se resumem à riqueza e poder. Para estes, como para os guias espirituais fanáticos, o objetivo é eliminar a razão e argumentação, os desejos e escolhas individuais. As armas que usam são os exércitos humanos ou os exércitos de demônios. As poucas ilhas que resistem na fé e no respeito à vida, no respeito aos semelhantes em atitude cooperativa e ajuda mutua, persistem. São sementes do melhor sonho de humanidade atenta aos valores naturais mais elevados. São os milagres dos dias correntes.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

Lei Moral, Liberdade e História – Tripé da Grandeza

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Eduardo Rocha Paiva

O respeito a um código de valores morais e éticos é um dos alicerces da grandeza das nações. Riqueza, progresso e poder não bastam nos desafios cujo enfrentamento exija coesão, auto-estima e auto-respeito, atributos de nações que se impõem pelo próprio valor. O código é a Lei Moral, amálgama dos cidadãos entre si, elo do povo com sua liderança e base da grandeza das nações.

A sociedade brasileira padece de grave enfermidade moral que contamina a liderança nacional e compromete a coesão imprescindível ao País para enfrentar os conflitos que virão, por sua crescente inserção como ator de peso nas relações internacionais.

A liderança é patrimonialista e amplamente corrompida nos Poderes da União e em diversos setores do País. Apodera-se dos bens públicos como se fossem de sua propriedade e escarnece da Nação com mentirosas explicações para as manobras imorais que promove, usurpando o tesouro nacional em benefício próprio. Apóia-se na impunidade e na omissão de uma sociedade anestesiada e lamentavelmente acomodada, que perdeu a confiança na justiça, assumiu a falta de ética e sepultou valores imortais. O cidadão contenta-se com a satisfação de necessidades básicas e a falsa noção de liberdade, que usa sem responsabilidade e disciplina, tornando-a um bem ilusório. Agoniza a Lei Moral, condição de grandeza.

Vão-se as referências e vem a anomia, dando margem a desvios de conduta emblemáticos como o do atleta que vira cambalhotas em solenidade na rampa do Palácio do Planalto; o do aluno que se dirige ao mestre pelo apelido, quando não o agride; o de autoridades que, literalmente, usam o boné de movimentos radicais violentos, ditos sociais, como o MST, parecendo respaldar suas ações criminosas; e o de líderes que não se envergonham de buscar o apoio de poderosos políticos corruptos e prestigiar mensaleiros denunciados na justiça como uma quadrilha.

A liderança nacional, carente valores para se afirmar pelo exemplo, na ânsia de agradar para aparecer bem na foto e ávida de poder, despreza protocolos, normas e ética, debilitando o princípio da autoridade e a dignidade de cargos públicos. Leva a Nação a confundir intimidade permissiva e leniência com espírito democrático e falta de ética com tino político.

Essa doença moral não será curada por partidos políticos desmoralizados ou por eleições incapazes de aperfeiçoar, por si só, a democracia como se tenta iludir a Nação. Um choque de valores teria de vir da sociedade, ser aplicado nela própria, assimilado pelas famílias e por um sistema educacional moral e profissionalmente recuperado, capaz de gerar cidadãos íntegros e cientes de que liberdade sem disciplina esgarça o sistema social.

Hoje, a mídia é o setor com maior poder de contribuir para recuperar os valores tradicionais e limitar a ganância e abusos dos donos do poder, desde que resista às tentativas de mordaça política, financeira e ideológica e permaneça imparcial e vigilante.

Liberdade é um bem inestimável e uma das aspirações mais valorizadas pela sociedade brasileira, mas não é passe livre para o cidadão fazer o que bem entende. O exercício desse direito requer civismo, disciplina e respeito ao próximo. A crença na liberdade fica comprometida quando as instituições não impõem o império da lei e justiça e as lideranças usam o poder para usurpar, impunemente, bens por direito pertencentes à nação.

Por outro lado, a ausência de liberdade já fez ruir muitos impérios. A União Soviética condenou-se ao atraso, exceto nos campos militar e científico-tecnológico, ao submeter suas nações a uma ideologia totalitária liberticida, colocando o Partido Comunista acima de liberdade, justiça, vida e família. História e tradição foram deturpadas pela ideologia; heróis de verdade denegridos e substituídos por ídolos feitos pela propaganda estatal; disciplina e dever, impostos por ameaças, eram voltados ao Partido e não à nação. Foi um Estado déspota que tentou, mas não conseguiu apagar a história e as tradições das nações que tornou escravas.

A história também é fiadora do projeto de uma nação que se pretende grande, perene e respeitada. É o selo desse compromisso transmitido de geração a geração e fortalece a fraternidade entre os cidadãos de um país. Se a história mantém unida a nação, os heróis que conduziram o país em momentos decisivos são os seus protagonistas. Eles se tornam merecedores da gratidão e respeito do povo por tomarem atitudes corajosas e decisivas e assumirem responsabilidades com sacrifício pessoal, em prol da nação, diante de situações extremas.

Heróis não foram e nem poderiam ser pessoas perfeitas, mas são cidadãos especiais como poucos serão. Pátria, história e heróis são símbolos, sínteses e imagens de princípios e valores morais e éticos inspiradores de nobres ideais. Ao enaltecê-los, uma nação com vocação de grandeza propõe referenciais de excelência que motivam a busca da perfeição e tornam o povo combativo, disciplinado, altivo, empreendedor e unido. Ou seja, constrói a própria grandeza.

Há décadas que a esquerda radical brasileira, herdeira da infausta ideologia comunista, desenvolve permanente campanha no sentido de denegrir a História e os heróis do País e, também, promover a quebra de valores tradicionais, a fim de enfraquecer a coesão nacional e debilitar moralmente a sociedade e a família. Conta com a parceria, consciente ou não, de vários segmentos da Nação, que se tornaram instrumentos da via gramcista de tomada do poder, estratégia contemporânea para a implantação de um regime socialista totalitário e liberticida.

As vulnerabilidades advindas desse contexto, e que fragilizam a Nação, não poderiam deixar de ser aproveitadas pelos inimigos da democracia. Ou o Brasil revigora a Lei Moral, consolida a liberdade, neutralizando seus inimigos, e resgata sua História e heróis ou será um gigante de pés de barro, uma Nação sem o respeito do mundo e, pior ainda, do seu próprio povo.

Luiz Eduardo da Rocha Paiva é General da Reserva do EB.

Eu não agüento mais

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

"Só existem dois grupos em verdadeira luta no Brasil: os que estão roubando e os que querem roubar". (Ex-deputado Tenório Cavalcanti)

Por Waldo Luís Viana

Durante quase dez anos, na tribuna livre da Internet, contrariando até um pouco a minha modesta natureza, procurei escrever sobre temas políticos, aproveitando-me, inclusive, de 2002 para cá, do rico manancial como paradigma crítico do que foi, tem sido e será o governo do PT.

Quem me acompanha até – e com paciência, o que muito agradeço – sabe que procurei trazer aos leitores aspectos um pouco desconcertantes da realidade que vivíamos, dado o meu temperamento telúrico de poeta, que vibra antes de tudo com o coração, dentro do espírito do homem cordial, descrito por Sérgio Buarque de Hollanda em seu já clássico “Raízes do Brasil”.

Eis que, embora tenha dado adeus às armas, tenho visto um panorama tão adverso e promíscuo, que ouso agora responder à pergunta que tanto me fazem e que adiava, como ardil, em responder: ó poeta, o que vai ser de nós?

Não há esmero em ver de nós a imagem no espelho – diria eu, entre atônito e aflito. Não há setor da Nação (danada, mesmo!) que não se aperceba do lado oculto, do sistema perverso engendrado pelo PT para governar. Fez-se do Brasil a imagem e semelhança do partidinho – e como dói!

Esqueceu-se, em primeiríssimo lugar, do que é certo ou errado. Os ‘barbichas de língua presa’ instituíram, a muque, o dualismo entre o “adequado e inadequado”. O trato da coisa pública, que deveria ser “res sacra”, não passa mais pelo crivo da exação, da coragem, e do comportamento probo, considerados excrescências diante dos objetivos a atingir. É o mesmo e surrado “os fins justificam os meios”, transformado em política pública como em qualquer regime dito socialista de Estado.

Onde não há Deus, forma-se uma nomenclatura, preocupada com a história tão somente, como deus imanente e de latrina, entronizando-se um chefe de Estado que deve ser venerado pelo povo como ícone religioso. O perigo desse herói, de pés de barro, é morrer de cirrose ou de câncer...

O segundo ponto é esquecer os indivíduos, enquanto tais, para entronizar a velha visão marxista de homem social, que em nossa bagunça tropical não é “social”, mas eleitoral. Transfere-se para um grupo ou classe agregados um conjunto de migalhas e atenções, antes desavindas, para apenas retirar delas a continuidade do poder. Não há diferença daquela prática política e fisiológica do passado, em que o coronel fascista fornecia dentaduras, bicas d’água, óculos e um par de sapatos em troca de votos, porque hoje a indecência é tecnológica e feita por cartão magnético.

Desprezados os indivíduos, sobrevém o terceiro ponto, que rebrilha aos olhos como bofetada: para que a sociedade seja equiparada ao soba analfabeto, cachaceiro e ignorante, é preciso que se ponha de lado a cultura do passado. Nada de Machado de Assis, Rui Barbosa, Euclides da Cunha e Monteiro Lobato, mas a mais rastaquera substituição cultural de tudo o que nos é mais caro e custou a construir: um facies de nacionalidade, uma singularidade que foi atraiçoada como “nunca neste país”.

O que Lula destruiu em oito anos de governo, nós não conseguiremos reconstituir em vinte, ou seja, retomar a nossa estima como Nação maior, mesmo sem prêmio Nobel (vejam só!), mas com uma proposta digna de educação, segurança, e saúde de massas!

A substituição cultural de laboratório, que se procedeu para que esse senhor se tornasse o ‘gênio da raça’, nós todos estamos vendo, cumprindo notar – na hora do espanto – que a sua sucessora tem todos os seus defeitos, mas nenhuma de suas apoucadas qualidades...

O quarto momento, mais insidioso e visceral, é outra tentativa de laboratório de contrariar o epigrafado deste artigo: reunir a esquerda, abjeta, mentirosa e faminta que chegou ao poder, à direita oligárquica que só quer manter privilégios, os postos de ‘erva daninha’ obtidos à custa da mais sofisticada exploração do Estado, que precisa estar enfeixado em suas mãos, como sublime constelação público-privada.

No Brasil, não existe mais o conflito entre os que estão roubando e os que querem roubar: finalmente, após um pouco mais de cem anos de República, os grupos afoitos se reuniram e estão se entendendo. Todas as nossas instituições, contaminadas e aparelhadas, estão enfeitiçadas pelo mesmo micróbio, pérfido e matreiro.

A corrupção hoje é política de Estado e mãe pressurosa dos Três Poderes. Nada escapa, amigo leitor, ao seu olhar atento. Ela é a devassidão onipotente e onipresente do deus materialista que se entronizou em nossa máquina pública.

Se nós temos a corrupção como política de Estado, então nada pode escapar a seus encantos, inclusive porque ela expulsou, lá por cima, o certo e o errado – recordam-se? Um bandido de paletó e gravata apanhado gera pane universal, porque foi um “cochilo do sistema”. É ele, o sistema, que se sente ultrajado e não a Pátria, jamais tratada como “res sacra”...

Sabemos que o país caminha para uma crise cambial e para a insolvência a passos largos. Sabemos que, depois de todo o período Vargas, de industrialização, temos agora o histórico período petista, de “desindustrialização”. O país financia-se por juros altos e obscenos, oferecidos aos rentistas externos em bandeja de prata e estiola o seu comércio exterior obrigando a indústria a padrões de prevenção, isto é, aumento pavoroso de preços, perdas homéricas de competitividade com o exterior e a uma inflação embutida e preventiva, que logo ficará exposta em toda sua nudez.

Finalmente, contudo, a árvore de decisões petista teria de expandir, em si mesma, todo o seu resplendor: a mentalidade maior, do dolo federal teria de ocorrer nas demais instâncias, estadual e municipal. Além da cornucópia de impostos para sustentar toda a farra, porque o brasileiro não se importa em sangrar, as classes dominantes (as “zelites”) permitem que o quadro dantesco se repita ao nível municipal: temos as máfias de transportes, de lixo e do saneamento, compondo o regime de superfaturamento necessário às próximas eleições, construído diligentemente, no contexto maior, pelas empreiteiras e bancos.

Agora, desesperados, dirão vocês: qual é a solução? Responderia, eu, da mesma forma humilde com que brindei meus leitores na Internet por quase dez anos, nada! Tudo continuará como está, dependendo do sistema que aí se instaurou.

O comissariado fascista-marxista-comunista que nos domina comprou todo mundo e tudo permanecerá como está! É bom para os donos do poder e seus vassalos e vassalinhos.

No entanto, creiam-me, tais mecanismos, com a velocidade da História criam pelo caminho uma entropia e seus tecidos vão paulatinamente se necrosando.

Por isso, estou tranquilo. Trancado em casa, espero a morte desse “regime” que tem dentro dele – está claríssimo – todos os germens históricos da própria destruição!

Waldo Luís Viana é escritor, economista e gosta de fazer versos.

Conselho de uma juíza às Forças Armadas

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Marli Nogueira

Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem. Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relutância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.

O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insistência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.

Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.

A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.

O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora - a União - visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reserva do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades.

Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo e ostentação.

2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.

3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.

4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.

5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos porto não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.

6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.

7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.

8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.

9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.

10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.

11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.

12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.

13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.

14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.

15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.

16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.

17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.

18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.

19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.

20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.

21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que, por dá cá aquela palha, estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.

22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.

23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.

24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.

26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.

27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.

28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.

29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.

30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.

Marli Nogueira é Juíza do Trabalho em Brasília.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Flamengo Redendor

Edição de Coisas Boas no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão, humilde rubro-negro

Sorry, turma do Arco Iris... Mas alguém duvida que o manto agora é sagrado? Culpa do(s) Santos...

Hino Sensacional

Edição de Coisas Boas no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/



Um show de piano de arrepiar, no encerramento dos Jogos Militares. Arranjo a seis pianos com Antonio Adolfo, Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres e Amilton Godoy.

Juízes ameaçam recorrer ao STF contra regra implacável do CNJ que os pune

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alertawww.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Em meio à polêmica sobre o direito a férias de 60 dias para magistrados, o Poder Judiciário vira palco de uma outra controvérsia intestina. A Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) já cogita entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O motivo é a Resolução 135/2011 que, entre outros pontos, cria critérios de aplicação de pena aos magistrados. As novas regras estabelecidas pelo CNJ se aplicam aos magistrados estaduais, federais, do trabalho, da Justiça Militar e Eleitoral e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), excluindo apenas os ministros do STF.

O desembargador Antonio Cesar Siqueira, presidente da Amaerj, critica que a resolução “abre um precedente nefasto ao não observar o que determina a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e entrar em conflito com a própria Constituição”. A Amaerj pretende obter uma liminar suspendendo os efeitos da Resolução 135/2011. O desembargador Siqueira pega pesado: “Como em diversas outras oportunidades, o Conselho desbordou de muito de sua estrita competência constitucional, afrontando matérias reservadas à constituição ou à lei complementar”.

Siqueira protesta que o CNJ não tem observado os princípios da ampla defesa e do devido processo legal na apuração dos fatos e das responsabilidades de magistrados envolvidos em processo disciplinar. “Não acho razoável o modo como o Conselho está agindo ao provocar a abertura de processo criminal e, sumariamente, afastar os magistrados. Acredito que deve se aguardar o final do processo e, caso fique caracterizado que determinado magistrado não cumpriu com sua obrigação, que se imponha a ele a indisponibilidade”, afirma o desembargador, para quem, “os próprios magistrados não querem trabalhar com alguém que não mereça usar a toga”.

Batalha editorial

Enquanto se aguarda para os próximos meses a manifestação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a validade da Resolução nº167 do CNJ, que impõe 8h diárias de funcionamento aos tribunais, a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) parte para a polêmica editorial.

A nova edição da revista Fórum traz uma matéria de capa que aponta excessos na atuação do Conselho Nacional de Justiça.

Confira a íntegra da reportagem de capa da revista Fórum:

http://www.amaerj.org.br/wp-content/uploads/2011/06/F%C3%93RUM-28.pdf

Vergonha presidiária

Nos quatro centros de detenção provisória (CDP) inspecionados em São Paulo pelo Mutirão do Conselho Nacional de Justiça, foram encontradas celas com lotação até quatro vezes superior ao número de vagas.

Os magistrados Paulo Irion e Esmar Filho encontraram cerca de 1200 mil homens se acomodando em cada CDP - que tem capacidade média para 500 pessoas.

Em uma das celas com capacidade para oito internos, havia 43 pessoas.

Relatório pesado

Os juízes do mutirão entrevistaram um representante de cada eixo do CDP, em lugar reservado, sem a presença de nenhum funcionário da casa prisional.

Os depoimentos dos presos vão fundamentar o relatório final do mutirão carcerário, que será apresentado ao final dos trabalhos.

Desde a criação do programa, em agosto de 2008, os mutirões promovidos pelo CNJ já analisaram 276 mil processos em todo o País.

Milagre da multiplicação

Promovido recentemente a coordenador-geral de Operações Rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Marcelino Augusto Rosa, tem tudo para perder o cargo.

O Globo denunciou que ele comanda serviços milionários do órgão com empresas cuja representante é sua mulher, Sônia Lado Duarte Rosa.

Respondendo a processo disciplinar da Controladoria Geral da União (CGU) por suposto favorecimento de empreiteiras, Marcelino Augusto Rosa tem ascendência sobre contratos de sua área.

Enquanto a mulher dele leva e traz documentos e pleitos de algumas das contratadas à sede da autarquia em Brasília.

Sinalização

Sônia Duarte é procuradora de oito empresas, a maioria responsável pela sinalização de rodovias.

Apenas por coincidência, Marcelino coordenava o setor de Segurança e Engenharia de Trânsito, responsável pela sinalização horizontal e vertical.

Graças a aditivos em contratos, algumas das clientes dela conseguiram dobrar o valor de seus contratos nos últimos anos.

Palpite infeliz

José Sérgio Gabrielli, que sonha com uma boquinha no conselho de administração da holding Itaú-Unibanco, acabará ficando sem emprego...

Hoje, o presidente da Petrobrás será alvo, nas redes sociais, por ter dito a besteira de que “o problema do Rio são os cariocas”.

Bem que o bom baiano podia aproveitar a chance de ficar calado na proximidade de sua saideira da Petrobrás.

Triple play chegando

A Orange Tecnologia e a Motorola Mobility firmaram uma parceria para o fornecimento conjunto de tecnologia para que as operadoras de TV a cabo possam iniciar a oferta de serviços de telefonia (dados e voz) à sua base de clientes.

No Brasil são mais de 9,8 milhões de assinantes deste tipo de serviço, um mercado que se mostra altamente atrativo para as empresas do setor que optarem por entregar também os serviços de telefonia.

Dados da Associação Brasileira de TV a Cabo (ABTA), (http://www.tvporassinatura.org.br).

Lucro telefônico da NET

O mercado de TV por assinatura ainda tem um grande potencial de crescimento e de lucros.

Pelo menos 1/3 do lucro da operadora NET no quarto trimestre de 2010 teve origem nos seus serviços de telefonia.

Por isso, seria melhor que a NET atendesse melhor aos clientes tendo melhor capacidade de resolver problemas simples pelo telefone – o que normalmente não acontece...

Quem pode pode...

Usando corretoras ou não, os brasileiros poderão usufruir de todos os produtos oferecidos pela NYSE Liffe, como a variedade de derivados sobre taxas de juros de curto prazo, títulos de dívida pública, swaps e as já conhecidas operações de commodities.

A NYSE Liffe (área internacional de derivativos da NYSE Euronext com sede na Europa) conseguiu aprovar, junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o acesso eletrônico direto ao mercado de Londres.

Com essa aprovação, a NYSE Liffe, área internacional de derivativos da NYSE Euronext com sede na Europa, permitirá que os clientes.

Marketing Now

Especialista no universo digital, onde edita o http://www.blogmarketingnow.com.br/, Fabio Madia, Consultor Master, Diretor de Planejamento e Atendimento, e responsável pela Unidade de Inteligência de Mercado do MadiaMundoMarketing, acaba de assumir a presidência do Comitê Digital Trends do WTC Business Club São Paulo.

Trata-se de uma rede internacional de relacionamento do World Trade Center, presente em mais de 90 países, que o posiciona como a maior associação de executivos do planeta.

O Digital Trends é um dos 18 Comitês do WTC Business Club, formados por executivos ou representantes de empresas associadas, que se reúnem periodicamente.

Será que é mesmo piada?

Circula no incrível mundo da web, mas parece bem verdadeira...

A professora pergunta a um aluno:

- Wandercleison, diga aí um verbo.

- Bicicreta.

- Não é bicicreta... É bicicleta! E bicicleta não é verbo.

Depois, perguntou ao segundo aluno:

- Helvispresli, diga aí um verbo.

- Prástico.

- Não é prástico... É plástico! E plástico não é verbo.

A professora, desesperada, perguntou ao terceiro aluno.

- Janedílson, diga aí um verbo.

- Hospedar.

- Muito bem! Hospedar realmente é um verbo!

Agora diga-me uma frase com o verbo que escolheu.

- Hospedar da bicicreta são de prástico!...

Censurado mesmo

O Ministério da Justiça suspendeu ontem os trâmites para dar "o ato declaratório de classificação" ao polêmico longa-metragem "A Serbian film - Terror sem limites".

Sem o ato, com uma classificação indicativa definitiva, o filme não pode ser exibido no Brasil.

O MJ vai avaliar a acusação de incitação à pedofilia feita pelo DEM e a investigação realizada pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais.

Leia, abaixo, o artigo: Censura, não. Mas o terror precisa de limites!

Hino sensacional

Um show de piano de arrepiar, no encerramento dos Jogos Militares.

Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima, João Carlos de Assis Brasil, Nelson Ayres, Amilton Godoy e Antonio Adolfo tocando juntos.

http://www.youtube.com/watch?v=wcYK4XvAyXU

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.


A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Julho de 2011.

Faxina Top-top

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/
Por Mara Montezuma Assaf

Marco Aurélio Top-Top Garcia, declarou : que as demissões no Dnit não causarão "caças às bruxas " no Paraná ; que o que ocorre não é uma "faxina" no PR, nem uma ação direta contra partidos; que "se houver problemas em qualquer partido ou em particular com o meu partido, o PT, eles serão averiguados sob critérios bastante republicanos".

1- É evidente que no Paraná não poderá haver caças "às bruxas". Pelo poder das madames MIN do caso da rotatória de Maringá que teve acrescentado no orçamento da obra mais de R$ 10 milhões para a empreiteira Sanchez Tripoloni. Tudo apontou diretamente para a presidente Dilma e a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffman, que receberam desta empresa respectivamente R$ 1 milhão (Dilma), e R$ 510 mil (Gleisi) durante a campanha, além da ajuda providencial dada pelo ministro das Comunicações e consorte de Gleisi, Paulo MERLIN Bernardo, que fez as devidas apresentações entre as partes.

2- "Se houver problemas envolvendo o PT serão averiguados sob critérios republicanos"... Ora, mas existem muitos , e neste caso específico, comprovado pelo TCU ! E Marco Aurélio Garcia dizer que eles serão averiguados com critérios bastante republicanos , dito por quem foi dito, chega a me dar arrepios na espinha...pois a res publica tanto pode significar literalmente "a coisa que é do povo", como politicamente pode significar que há coisas que são de domínio público. E nunca, jamais...neste país a "res publica" foi tão espoliada pelas mãos ávidas de políticos inescrupulosos. Quanto aos escândalos do governo que chegam a ser de domínio público são rapidamente abafados pelo silêncio sepulcral do Planalto, e aí se pode falar de mutismo nos 3 Poderes. E do que eles não falam, passa a não existir!

Afinal, alguém viu o nome desta empresa Sanchez Tripoloni em jornal de papel e seu envolvimento com os nomes tão ilustres?

Mara Montezuma Assaf é Professora Aposentada.

Nota da Redação: Na Ponte de Manaus, o encontro histórico de Lula, Dilma, Alfredo Nascimento e... Só faltou o Pagot. A foto não tem preço. O resto você compra com cartão corporativo presidencial, com gasto secreto e ilimitado...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Censura, não. Mas o terror precisa de limites!

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Censura judicial (prévia ou posterior) é inadimissível. Inclusive, embora praticada no Brasil, é Inconstitucional. Isto não se discute. É cláusula pétrea da Constituição a garantia da Liberdade Artística, de Pensamento e de Expressão. Até os iluminados do Supremo concordam com isto.

Existe alguma forma de censura cabível? Claro que sim. Aquela oriunda da Liberdade Individual de Escolha. Quem não quer consumir uma obra cultural não é obrigado a fazê-lo. O filme é ruim, pornográfico, faz apologia ao crime? Ninguém, com bom senso, é obrigado a vê-lo. E se alguém censurar, por qualquer motivo, a Internet vai lhe arranjar um jeito de driblar a alegada censura. Fazer downloads ou cópias ilegais de obras audiovisuais é um risco que muita gente corre, e que mundo virtual ainda permite. Até quando, só o Deus de Matrix sabe.

Por tudo isso, serve para muito pouco a polêmica midiático-intelectualóide sobre "A Serbian film - Terror sem limites". A obra do diretor sérvio Srdjan Spasojevic tem méritos estéticos cinematográficos? Tem sim! Merece ou pode ser censurada? Em tese, não! Mas dá para aceitar as cenas brutais de violência com necrofilia, estupro de um recém-nascido e incesto envolvendo uma criança de 5 anos, tudo para contar a história de um ator pornô que, em seu último trabalho, é drogado e levado a realizar diversas atrocidades?

Do ponto de vista humanista, a resposta é um “Não” (rotundo)! Do ponto de vista da criação artística, critério cada vez mais perigoso neste mundo formador de midiotices, a resposta é muito relativa. Defensores do filme tentam argumentar que é “uma é uma obra inovadora de terror: traz um medo que nos abala, nos tira da mesmice”. Na visão defensiva, Serbian" é um filme de terror, feito para chocar e causar repulsa. Pode até ser. E se não for?

Eu vi o filme. Não entro na onda fácil do "eu não vi, mas proibi". A cópia que recebi, vinda da Europa, é sem cortes, A obra é um “Pulp fiction” sexual, sem a genialidade tarantiniana. Realmente, tem cenas chocantes. Que só devem ser vistas e analisadas por quem tem um mínimo de equilíbrio. O terror, no filme, não tem mesmo limite. Pelos valores humanos, é bem nojento. Abusa da violência gratuita. Exagera na tensão e na crueldade.

Repito o que já escrevi. “A Serbian Film” tem a feição hedionda de mais um lixo produzido pela Engenharia Social. A todo momento, consciente ou inconscientemente, somos bombardeados pelo processo político-ideológico de construção psicossocial de regras padronizadas de conduta humana. Os ideólogos tentam regular nossa linguagem e nosso modo de agir, de duas formas. Ou através da adoção prática de termos e expressões politicamente corretos. Ou pela exposição da anti-estética, pelo medo ou terror. Assim, a Comunicação - o instrumento básico de construção do Poder Real – é usada para deformar mentes, construir, destruir e reconstruir conceitos que interessam ao sistema dominante.

A Engenharia Social usa a Comunicação, suas mídias e seus profissionais (agentes conscientes e inconscientes) para difundirem ideologias, “valores” e conceitos subjetivos, imprecisos ou sem base na verdade concreta e objetiva. Tudo para moldar a sociedade dentro do pensamento globalitário da Nova Ordem Mundial – sob comando da Oligarquia Financeira Transnacional. Em uma sociedade com Educação precária, ou que não ensina o sujeito a pensar, o terreno fica escancarado para a midiotização em massa. Isto é, o uso da mídia para formar idiotas ou coletivos. Eis a socialização da Imbecilidade.

Pela legislação brasileira, sem cortes (ou censurinhas), “A Serbian Film” afronta o Estatuto da Criança e do Adolescente. Claramente, fere os valores familiares (que andam muito fora de moda no Brasil). Por ironia do destino, no Brasil, seu destino virou “segredo de Justiça na 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso”. A juíza Katerine Jatahy Nygaard proibiu a exibição do filme no RioFan (Festival Fantástico do Rio). A desembargadora Gilda Carrapatoso negou um recurso feito pelo distribuidor Raffaele Petrini para liberar sua exibição. O filme agora não pode ser exibido sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

As duas magistradas agiram corretamente, sem terem visto o filme? Talvez, sim! O argumento de quem as acionou para impedir a exibição do filme tem procedência real. A censura judicial foi acertada? Tecnicamente, com base na Constituição, não! Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, o conteúdo do filme permite restrições! Sem cortes (que, repito, é uma forma de censura), o filme não pode nem deve ser visto por menores de 18 anos. É o terror do terror!

A única discussão gerada por tal filme, que vale a pena de ser amplamente debatida é: o terror precisa de limites. O terror só pode ser neutralizado com valores cristãos, familiares, educativos que a Nova Ordem Mundial avacalha a todo instante.

De nada adianta apenas censurar, escondendo a sujeira debaixo do tapete do falso moralismo (que é a mais pura contravenção da moral). Debater é preciso. Mas não podemos perder tempo com os problemas. Precisamos de soluções para o Bem Humano, do ponto de vista individual e coletivo.

Ou retomamos e valorizamos os valores cristãos, familiares e educativos, ou o terror na nossa vida (irreal) será cada vez mais ilimitado, para prazer dos Engenheiros globalitários.

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

© Jorge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Julho de 2011. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dilma e turma do Sarney são coniventes com sobra de imposto tungada do consumidor pelas distribuidoras de energia

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
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Por Jorge Serrão

Um roubo nada eletrizante pode ser debitado na conta político-administrativa da Presidenta Dilma Rousseff – que por longos anos gerenciou os destinos do setor elétrico, em parceria com a turma de José Sarney. As concessionárias de energia elétrica embolsam, indevidamente, os excedentes dos impostos pagos pelos consumidores quando ocorrem reajustes de tarifa com base na demanda energética do ano anterior.

A tungada é chocante e tacanha. O governo se omite de forma conveniente. A cada quatro anos, ocorre a revisão tarifária em todas as distribuidoras de energia. O problema é que não acontece o reajuste anual (que pode ser para baixo, e não para cima, como de costume) da tarifa paga pelo consumidor. O cálculo do reajuste é baseado na demanda de energia do ano anterior, de forma que quando há aumento de consumo, gera aumento de receita em relação ao inicialmente previsto.

Já os impostos, são calculados sobre a demanda informada (sem que seja levado em conta o aumento de consumo). Assim, o tributo excedente pago pelo consumidor fica com as concessionárias de energia. Pela regra do setor elétrico, isso não poderia ocorrer. A remuneração da distribuidora deve ser obtida tão somente pela prestação do serviço. O valor do tributo excedente deveria ser devolvido ao consumidor. Como isto não acontece, cabe ação judicial para se obter a restituição ou compensação destes valores, devidamente corrigidos.

Alguns advogados paulistas resolveram comprar a briga. Ana Carolina Moraes Navarro, Antonio Carlos Santarosa Junior, Daniela Dalfovo e Gleynor Alessandro Brandão, do escritório de advocacia Moraes Navarro, Dalfovo, Santarosa, Brandão Advogados Associados, já preparam ações para combater tal tungada no bolso do consumidor de energia.

Maçom afastado

O norueguês Anders Behring Breivik, autor do bestial massacre terrorista em seu País, não é membro ativo da Maçonaria.

O Grão-Mestre da "Norwegian Masonic Order” informa, oficialmente, que o matador de Oslo deixou a ordem no ano de 2008.

Anders Behring Breivik foi membro da Loja Saint Johannes, de Oslo, que segue o Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria.

Manipulação

Sua foto em traje de Mestre-Maçom, postada no site londrino da BBC, é resultado de manipulação rasteira de imagem por edição em software de tratamento fotográfico.

Quando deixou a ordem, Anders Behring Breivik era apenas Aprendiz – o primeiro grau da Maçonaria, que veste um avental branco, e não aquele mundialmente exibido em fotos dele.

Portanto, procede a informação de modificações rasteiras das fotos retiradas de seu site de relacionamento.

E a Sindicância?

Para entrar na Maçonaria, o candidato deve ser submetido a uma rigorosa sindicância, depois de indicado por um maçom ativo (seu padrinho).

Em geral, tal processo é tocado por três Mestres-Maçons membros ativos da Loja a qual o “profano” pretende se filiar.

Tudo indica que, no caso de Anders Behring Breivik, a tal da “sindicância” não funcionou muito bem.

Aliás, nenhuma ordem está livre de ter malucos e fanáticos radicalóides como ele...

Faxineira de folga?

Pelo menos por enquanto, Dilma resolveu que não fará faxina na Agência Nacional de Petróleo, presidida pelo bom camarada Haroldo Lima, apadrinhado pelo PCdoB.

Assim respiram, aliviados, os assessores Edson Silva, Antônio José Moreira e Daniel Carvalho de Lima.

Todos são alvos de uma investigação sigilosa, promovida pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, acusados de achaques e extorsão a empresários do setor de petróleo, conforme denúncia da revista Época na reportagem “ANP: Agência Nacional de Propina”.

Pedindo pra ser faxinado?

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, está pedindo mesmo para ser varrido do mapa pela poderosa vassoura da Dilma.

Ele revelou que, na eleição de 2010, não votou em sua atual chefe (que só o deixou no cargo por pressão do Extalinácio e do vice Michel Temer).

Jobim contou que até a Presidenta sabia que ele tascou o voto em José Serra...

Verdade ou mentira?

Na estreia do programa Poder e Política da Folha-UOL, Jobim falou uma verdade:

Eu votei no Serra”.

Mas, indagado se a relação entre ele e Dilma “azedou”, Jobim tirou onda:

Azeda quando você esconde. Eu não costumo fazer dissimulações, então não tenho dificuldades”.

Vai levando...

Jobim jura que, passada a eleição,o assunto foi esquecido:

Não se toca no assunto”.

E, sobre seu destino no governo da faxineira de memória curta, filosofou, barato, citando o grande sambista Zeca Pagodinho:

Deixa a vida me levar...

Mal com os milicos

Jobim só concordou com sua chefa ao repetir que já foram destruídos os papéis da dita-dura que estavam com a Defesa.

O ministro ainda conseguiu ficar mal com os militares, porque, indiretamente, defendeu que a futura comissão da verdade será a única instância capaz de buscar os responsáveis pelo sumiço.

Ou seja, Jobim colabora, discretamente, para por fogo na lenha dos revanchistas contra os militares que finge defender.

Quem vai ser demitido?

Previsão de mudanças na emissora do Reino de Deus, onde o clima anda pra lá de infernal.

Sob a alegação de que não tolera mais abuso nas horas extras de funcionários, o presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, ameaçou demitir 14 membros da cúpula da Redação da Rede Record, durante reunião realizada na semana passada.

O problema é que os ameaçados são subordinados diretos do vice-presidente de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro, muito próximo do “proprietário” da emissora, Edir Macedo Bezerra.

O ato pode ser a gota d´água para o Bispo Macedo mandar Raposo embora – ou promovê-lo para algum cargo do tipo “Rainha da Inglaterra” -, colocando Tavolaro no lugar dele.

Grandes Negócios

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, apresenta daqui a pouco o Plano de Negócios da Companhia para o período 2011-2015.

Tudo foi aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia na última sexta-feira e totaliza investimentos de US$ 224,7 bilhões para os próximos quatro anos.

A apresentação acontece a partir das 9h, no Hotel Tivoli São Paulo - Mofarrej / Sala Jardins A / Piso R.

O anúncio deve fazer com que as ações da Petrobrás deem uma subidinha na Bolsa de Valores...

Fim dos Paraísos Fiscais

O Brasil lançou ontem a campanha “Fim aos Paraísos Fiscais”.

Mais de 50 organizações em todo mundo, entre elas, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), responsável pela campanha no Brasil, se unem para exigir que os líderes do G20 adotem medidas para requerer que empresas publiquem o lucro verdadeiro que obtêm, principalmente em países em desenvolvimento.

Também cobram que sejam pagos os impostos devidos, deixando de usar os artifícios que ajudem na sonegação.

Entre os artifícios, o envio do lucro não declarado para paraísos fiscais,de onde o dinheiro sai e a legalidade não é mais questionada.

Quem manda?

A Fifa manda mais no Brasil que o governo da Presidenta Faxineira.

Foi ordem da turma do Blatter fechar o aeroporto Santos Dumont, no próximo sábado, durante quatro horas em que serão realizados os sorteios das eliminatórias da Copa de 2014, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.

Dilma só ficou sabendo da ordem da Fifa anteontem, e agora exige saber de tudo com antecedência.

Rei de intrigas

Foi por este e outros motivos que Dilma escalou Edson Arantes do Nascimento como Embaixador Honorário do Brasil para a Copa de 2014.

Pelé recebeu a missão tática de funcionar como um “olheiro” do governo brasileiro nas complicadas negociações com os organizadores privados da Fifa.

A ideia de Dilma é botar Pelé de atacante contra o seu desafeto histórico, RicardoTeixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador...

Assim é mole...

O pedágio da Ponte Rio-Niterói fica mais caro a partir do dia 1º de agosto.

A tarifa básica passa dos atuais R$ 4,30 para R$ 4,60.

O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Ajudem o Coronel Hiram

Pedido a quem encontrar o livro “SOUZA, Padre Nicolino José Rodrigues de. Diário das Três Viagens (1877-1878-1882) ao Rio Cuminá. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1946”:

Dê de presente ou tire uma cópia para o Coronel-Engenheiro Hiram Reis e Silva.

Ele faz uma pesquisa complicada sobre a fundação de Oriximiná, no Pará, e pretende encontrar a resposta às indagações sobre as datas, personagens envolvidos na fundação da cidade e a morte do Padre Nicolino.

Vinho do Brasil

A Cooperativa Vinícola Aurora, maior e mais premiada vinícola brasileira e detentora da liderança no mercado de produção e comercialização de vinhos e espumantes, comemora o crescimento expressivo em suas exportações no primeiro semestre de 2011.

As vendas da empresa para o mercado externo cresceram 61% em relação ao mesmo período do ano passado e sua presença internacional está em expansão.

O total de garrafas exportadas no período foi de 95.308, sendo os EUA e o Japão os maiores mercados compradores entre os mais de 20 países para os quais a Aurora exporta.

Briga de Mané...

Os políticos não conseguem chegar a um acordo para elevar o teto da dívida norte-americana antes de 2 de agosto.

O Tesouro dos EUA garante que, sem o acordo, a partir dessa data não terá mais dinheiro para honrar compromissos simples, quanto mais a dívida soberana.

Resta saber se o risco de calote é realmente verdadeiro, ou é apenas mais uma manobra dos financistas do Obamané para ganhar uma graninha antecipada, com o boato de crise sistêmica.

Conga, conga, conga...

A cantora Gretchen lança hoje á noite, no Rio de Janeiro, o CD "Charme, talento e gostosura".

A coletânea dos seus sucessos organizada pelo pesquisador Rodrigo Faour será apresentada em uma big festa às 23h 30min, no Galeria Café, em Ipanema.

É por tanto sucesso, aos 52 anos de idade, em 34 de carreira artística, que a gostosona Maria Odete Brito de Miranda proclama:

Antes de mim, ou se cantava ou se dançava. Eu sou a Madonna brasileira”.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Julho de 2011.

Crítica de uma mãe aos mutirões do CNJ

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Mara Montezuma Assaf

O CNJ, cumprindo determinações da ONU no sentido de dar um fim à superpopulação carcerária, coordena uma equipe de juízes, promotores e defensores públicos na realização de mais um mutirão nas 149 unidades do sistema prisional paulista, que abriga 170 mil presos. A estimativa é de que nos próximos 5 meses cerca de 50.000 presos ganharão a liberdade. Já pensaram?

Este não é o primeiro mutirão e os efeitos dos anteriores já pôde ser sentido no aumento de casos de crimes extremamente violentos cometidos por presos que ganharam a liberdade beneficiados por estes mesmos mutirões.

Os governos federal e dos Estados alegam não ter verba para a construção de mais presídios, deixando o ônus para a população que acaba transformando suas próprias residências em verdadeiras cadeias tentando proteger suas famílias da insegurança a que o estado nos relega ...

E mesmo assim, quando as obrigações diárias nos obrigam a sair de casa, nunca sabemos se vamos mesmo voltar... Eu tive um filho que foi morto num assalto em seu ambiente de trabalho!

É lugar comum dizer-se que aqui no Brasil as organizações que trabalham na defesa dos Direitos Humanos se sensibilizam mais com a garantia dos direitos dos bandidos, dos celerados e dos marginais e eu realmente sinto isso, já que não recebi sequer uma visita de apoio de Ong alguma na ocasião em que minha família foi dilacerada pela dor.

Mas fosse meu filho um marginal morto em ação...certamente estariam em minha casa me prestando solidariedade junto com alguém da imprensa para documentar o fato.

Infelizmente faço parte daqueles considerados , pelo governo, como menos humanos que os marginais, já que o Estado resolveu não garantir a minha segurança e nem a dos meus "iguais".

E estes mutirões do CNJ são a prova disso.

Mara Montezuma Assaf é Professora Aposentada.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Petistas armam injeção estatal e privada de R$ 10 bi na Telebrás, com apoio das Forças Armadas

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alertawww.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Já dominando os fundos de pensão, donos de um patrimônio de R$ 565,76 bilhões, a petralhada quer entrar de parceira em mais um investimento ousado: a retomada da Telebrás. E, por ironia da história, contará com o apoio, nesta iniciativa, das Forças Armadas – atacadas por eles em ações psicológicas revanchistas.

Usando recursos de empresas privadas, nas quais os fundos de pensão que controlam são acionistas, o governo Dilma planeja investir R$ 10 bilhões, até 2015, na nova Telebrás. Do total, R$ 7 bilhões serão investidos em redes de dados. Outros R$ 3 bilhões vão para dois projetos que a área militar já alardeia como prioritários: o projeto de um satélite geoestacionário e o cabo submarino.

Os tocadores dos projetos são dois petistas estratégicos: o ministro das Comunicações, o maçom Paulo Bernardo (marido da amiga de Dilma e ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann) e Cezar Alvarez (secretário executivo de Bernardo). A principal empresa a articular o negócio é a Odebrecht Defesa – que já cuida do projeto de submarinos da Marinha, em parceria com os franceses. A petralhada entra no negócio com suas consultorias e com empresas que eles criam para se tornar futuras grandes empreendedoras tupiniquins. Assim, é mole...

Leia, no site Fique Alerta (www.fiquealerta.net), o artigo de Emilio Loures: Um “Apagão de dados” ronda o Brasil.

Investigando o Palocci

O Ministério Público de São Paulo promete investigar o suposto crime de lavagem de dinheiro envolvendo a compra do apartamento em que Antonio Palocci Filho mora desde 2007, no bairro de Moema, ao lado do parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.

O apê do Palocci é avaliado, por baixo, em R$ 4 milhões.

O MP quer entrar de sola porque os proprietários originais do imóvel confessaram ter sido “laranjas” usados na operação de aquisição do apartamento.

Vai faxinar?

Será que a vassoura da Dilma atingirá a consultora Teresinha Nerone – amiguinha do casal de ministros Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann?

Dona das empresas de assessoria Proneje e Anality Consultoria, Teresinha é suspeita de ter atuado no governo para obter apoio do Ministério dos Transportes para construção do anel viário de Maringá (PR).

O problema: a obra é investigada pelo Tribunal de Contas da União, que aponta sobrepreço de R$ 10,5 milhões nos pagamentos do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Aditivando a campanha

A empreiteira responsável pelo Contorno Norte de Maringá, a Sanches Tripoloni, doou R$ 510 mil para a campanha ao Senado de Gleisi.

Em 2010, Teresinha organizou um ato político com 1.200 pessoas, no canteiro de obras da empreiteira, no qual a amiga Gleisi brilhou.

Por tudo isto, só pode ter sido mera coincidência que a obra, inicialmente orçada em R$ 142 milhões, tenha subido de preço para R$ 179 milhões, com os famosos “termos aditivos” ao contrato.

Fica quieto

O agora ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, ameaçou envolver o casal Bernardo Gleisi nas irregularidades do órgão, caso fosse obrigado a deixar o cargo.

Pagot chegou a comentar com congressistas do PR que "cumpria ordens do Planejamento", chefiado por Bernardo no governo Lula, e que Gleisi era quem acompanhava as obras no Paraná.

Como Pagot foi apagado, com ordens de sair em silêncio, ficará o dito pelo não dito...

PR em todas

A Polícia Federal abriu quatro inquéritos para investigar supostas irregularidades na prestação de serviços da empresa Pedreira Potiguar, na construção das pistas do aeroporto de São Gonçalo do Amarante e em obras da BR-101, entre Natal e Parnamirim.

O proprietário da empresa, José Arantes Hosto, doou R$ 150 mil para o PR, na campanha eleitoral do ano passado.

Desse valor, R$ 75 mil foram entregues em nome da Pedreira Potiguar e R$ 75 mil em nome de outra empresa dele.

Volta no EB?

O Ministério Público Militar e a Polícia Federal investigam suspeitas de desvios de verbas públicas e prática de fraude em quatro licitações do Exército, vencidas pela Pedreira Potiguar entre 2008 e 2010.

A concorrência de R$ 13,2 milhões foi feita pelo 1º Batalhão de Engenharia de Construção em 2008, e a Pedreira Potiguar já recebeu R$ 12,6 milhões.

A Procuradoria de Justiça Militar no Recife informou já ter indícios de pagamentos à empresa em troca de material produzido na usina de asfalto do próprio batalhão, ao contrário do previsto na licitação.

Investigando

O batalhão tem um convênio com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para a construção das pistas aeroporto, que será construído e gerido pela iniciativa privada.

A Pedreira Potiguar atua somente no fornecimento de insumos para a execução da obra.

Mas procuradora da República Cibele Benevides Guedes da Fonseca desconfia que tem muito caroço escondido embaixo do angu da obra...

Os Ministérios Públicos Federal e Militar suspeitam que o Governo Federal pagou à empresa por serviços prestados por militares do Exército Brasileiro, por meio do 1º Batalhão de Engenharia de Construção (1º BECnst), responsável pela execução da infraestrutura básica da obra.

Cabralzada

A empresa Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S.A., vencedora da licitação realizada pelo governo do Estado do Rio para construir o contorno rodoviário e uma ponte sobre o Rio Paraíba do Sul, no bairro Campo Bom, em Barra do Piraí, paralisou completamente obra.

Demitiu funcionários e retirou seu material do canteiro de obras.

O problema é que o governo Sérgio Cabral pagou a eles R$ 19 milhões 756 mil – quase a metade do valor total da obra, sem que a obra tenha sido executada.

Mamãe peladona

A Playboy colocará nas bancas, dia 9 de agosto, um ensaio com a mamãe Adriane Galisteu.

As fotos da mãe de Vittorio, de 11 meses, foram clicadas por J.R. Duran na cidade de Positano, na Itália.

Galisteu volta a ser capa da revista, depois de 16 anos, quando foi clicada por Duran, na Grécia, e foi a terceira edição mais vendida da história da Playboy no Brasil

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Julho de 2011.