domingo, 24 de junho de 2012

As Falácias Ambientalistas/Indigenistas

Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net
Por Manoel Soriano Neto

A Amazônia é alvo de uma pertinaz cobiça, desde o século XVII, a qual se agudizou nos dias hodiernos, em vista da progressiva escassez de recursos naturais e matérias primas nos países desenvolvidos. Ao Brasil, que detém cerca de 60% da Gran ou Pan-Amazônia, cumpre ocupá-la, guardá-la, defendê-la e explorá-la com racionalidade, sem considerar a opinião dos que a desejam, com escusas intenções, “preservá-la”, como um intocável museu, parque ecológico ou santuário natural do planeta.

A floresta amazônica não pode ser “congelada”, como se uma estratégica e imensa reserva técnica/almoxarifado fosse, para a utilização, a médio e longo prazos, por nações hegemônicas que, por isso, pugnam por seu tombamento como “patrimônio comum da humanidade”, tal e qual vetustos patrimônios, v.g., da arquitetura de países muito antigos. A Amazônia brasileira é, sim, patrimônio dos brasileiros – para o seu próprio usufruto, pelo que devemos estar aprestados contra veleidades alienígenas em internacionalizá-la ou “planetarizá-la”, convertendo-a em gigantescos laboratórios de experimentação ou em colossais “jardins botânicos ou zoológicos”, em nome de questões ecológicas, indígenas, etc. Daí o cuidado que se deveria ter com as megarreservas indígenas que poderão, ao depois, se transformar em “nações indígenas”, amputando-se, desafortunadamente, o território nacional.

O Brasil não deve ser um mero exportador de minérios e produtos agrícolas, abrindo mão de seus incomensuráveis recursos naturais que devem ser utilizados, de forma soberana, para o seu desenvolvimento. Entretanto, esse não é o desejo dos países centrais que nos querem ver apenas como uma “potência ambiental” e exportadora de produtos primários, por eles controlada.

A campanha (“Movimento Gota D’Água”, em especial) desencadeada contra a construção de hidrelétricas nos rios amazônicos, como o Madeira (HEs de Jirau e Santo Antônio) e Xingu (HE de Belo Monte), é bem o reflexo do anteriormente expendido. Trata-se de uma atoarda, de âmbito internacional, tendo à frente o cineasta James Cameron e outras “celebridades”. Os protestos vêm se centrando, particularmente, contra a construção de Belo Monte, no rio Xingu (diga-se que o projeto desta HE foi contestado na OEA). Artistas famosos, “globais”, produziram um vídeo que circulou amplamente pela televisão, condenando a hidrelétrica; aduza-se que tal vídeo estava eivado de mentiras, já oportuna e competentemente desmentidas, pelo que, marota e rapidamente, aconteceu a sua retirada do ar. À antipatriótica campanha, associaram-se grupos ambientalistas, organizações indígenas e ribeirinhas, etc, que alegaram não ter sido consultados. Também no Peru, indígenas, industriados e mancomunados com ambientalistas, se opõem à construção de uma hidrelétrica por firmas brasileiras.

Os antibrasileiros esquecem-se de que os recursos de nossa Amazônia devem ser racionalmente explorados para o nosso próprio desenvolvimento. A HE de Belo Monte será a 3ª maior do mundo (a primeira é a de “Três Gargantas”, na China, e a segunda é a nossa, de Itaipu), possuindo uma potência instalada de 12 mil megawatts. A sua energia é limpa, barata, renovável, sem poluição, de baixo custo operacional, sem emissões radioativas, cujo impacto ambiental é mínimo (alagará 516 Km2).

Em vez de darmos guarida às falácias ambientalistas e indigenistas, internas e internacionais, devemos, isto sim, muito nos orgulhar das construções das importantes hidrelétricas previstas para a nossa Amazônia!

Manoel Soriano Neto é Coronel reformado, Historiador Militar e Advogado.

Um comentário:

Rose_FL disse...

Recebi por email:

VOCÊ SABIA QUE?...

(ninguém observa isso)
Por que não tem ONGs no Nordeste seco? Você consegue entender isso?

Vítimas da seca!
Quantos? 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma!

Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350.

Provável explicação:

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês
e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a
maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos
laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14
trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras
ajudando os famintos.

Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e
ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente
africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias
de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta:

Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?

É uma reflexão interessante ou não é???