sábado, 16 de março de 2013

Esquecendo o 31 de março de 1964


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Autoridades civis e, pasmem, militares aconselharam (?), determinaram (?) para que esquecêssemos o dia 31 de março de 1964.
Missão impossível.
Como apagar uma magna data?
À época um tsunami de subversão assolava a nossa terra.
Era a débâcle anunciada.
Os comunistas exultavam. Havia um forte mau cheiro de marxismo no ar.
A sociedade estupefata assistia às escandalosas demonstrações de que o caos e a desordem assenhoreavam - se do País.
Contudo, as Forças Armadas estavam atentas e acompanhavam cautelosas um avanço que se apresentava como inexorável através do mundo.
Diversas nações haviam soçobrado pela força das armas, pelas artimanhas políticas, pelos interesses pessoais, e parecia que aqui, a terra brasileira seria engolfada pela ambição ideológica de indivíduos que idolatravam o comunismo.
Adeptos de Marx, adoradores de Trotsky, de Stalin, de Mao, de Fidel julgaram que havia chegado o seu momento. Era a hora de sua nomenklatura apoderar - se do poder.
Os indícios de sua vitória eram gritantes.
Mas eis que de repente, cidadãos e cidadãs emergem nas ruas e uma indignação presa na garganta de pessoas esclarecidas é solta no ar.
Nos quartéis, o silêncio que antecede aos atos de coragem.
Depois, abertamente, opondo - se ao movimento comunista, como uma luz acesa por corajosos revolucionários, resplandece uma revolta, é a contrarrevolução que, gloriosa, imponente, em apoio à sociedade desprotegida, sai às ruas.
Foi em 31 de março de 1964.
“Apaguem aquela data, esqueçam aquele dia”, dizem os hipócritas, os coniventes e os abonados pelos dominantes.
Esforçamos - nos para cumprir as ordens recebidas, mas qual, por mais disciplinados que sejamos a data é tão significativa para todos nós, que ela nos vem à lembrança, inesquecível, majestosa, pois sublinha o caráter do Exército Brasileiro, a sua determinação de defender à Pátria.
Portanto, como esquecer?
Esquecer, apagar da memória é ter vergonha, é repudiar, é desprezar.
Certamente, alguns conseguiram.
NÓS, NÃO!
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Termuna, é General de Brigada Reformado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Prezado General Valmir Fonseca
Parabéns pelo singelo artigo, nem por isso somenos.
Não nos encolhamos, nem arredemos o pé de que o fato aconteceu, é histórico e digno de registro. Para tanto, merece e deve ser repassado e relembrado, com todas as suas verdades, aos desinformados e gerações futuras.
É lastimável que a Força tenha barganhado o esquecimento. Sabemos muito bem o porquê.
Abraço

Anônimo disse...

Cabe a todos os militares repassar a história a seus filhos e netos.
Sou neto de um oficial da FAB da reserva ja falecido. E meu avô me ensinou desde moleque que Lula, José Dirceu e toda a corja do PT e do PC do B eram páreas da sociedade.
Quando algum professor meu na faculdade começa a contar mentiras e querer reescrever a história bate de frente comigo.
Basta citar algumas verdades que a esquerda se acovarda. Ou então palavras como Veraneio e DOPS são o pesadelo dos esquerdopatas Só a visão de uma Veraneio causa calafrio nos esquerdopatas...