domingo, 5 de maio de 2013

Mais enganação globalitária


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Pergunte-se a qualquer pai que futuro deseja para seus filhos e as respostas surgirão considerando felicidade, prosperidade, respeito humano, saber, dignidade. Muitos se vão referir a uma profissão rendosa que assegure o bem estar sem as dificuldades materiais que enfrentam. Outros movidos pela crença vão dizer que “o futuro a Deus pertence”.

Raramente se ouvirá uma resposta voltada para um futuro de crimes, guerras, insanidade, violência, fome, drogas, assassinatos. Mas serão ouvidas muitas respostas desejando o futuro de “jogador de futebol” para os meninos e “modelo ou artista de TV” para as meninas. As estradas mentais para um futuro cósmico ou caótico estão entulhadas por decisões de minorias ambiciosas e que escolhem ações governamentais ignorando a natureza do universo e suas leis imutáveis.

Os padrões de pensamento disseminados, para manter as gentes atemorizadas diante dos que decidem, prejudicando a vida e as liberdades físicas e mentais de bilhões de seres humanos estão intocados e parecem fortalecer-se a cada dia. Os agressivos resultados da engenharia social globalista marcam as decisões dos governantes e saem de cérebros viciados. São produzidos por mentes fanáticas dos socialistas fabianos e estalinistas.

Para pavimentar as estradas do futuro são necessários recursos e planejamento estratégico. Toda a logística, toda a estratégia para a construção do futuro da humanidade vem sendo definida por individualidades que desprezam qualquer opinião crítica, qualquer consulta aos humanos que sobrevivem esmagados na base, nos subterrâneos, com os pés na lama da estrada.

O sistema de consulta democrática que foi copiado dos americanos do norte, ao invés de evoluir para dar voz e poder compartido entre os eleitores, foi descaracterizado para funcionar com máscaras que empoderam o Estado e as oligarquias que concentram os recursos do trabalho, sem que restem aos humanos qualquer poder de decisão contrária aos interesses materiais do complexo sistema internacional de aplicação dos recursos financeiros.

O padrão político global que orienta a tomada de decisões, atende apenas aos interesses da economia dominada por egoísmo exponencial, afetando brutalmente bilhões de pessoas, massacrando corpos e mentes. A defesa de crianças, minorias e incapazes, bem como a educação e os programas culturais servem mais à propaganda de organizações ditas humanitárias. A humanidade resiste na fraternidade que alguns praticam preservando a vida e os valores, as virtudes que por teimosia enfrentam o retrocesso da civilização.

O que se poderia dizer sobre as origens e razões de todos estes distúrbios já foi dito. Muito está documentado, constatado e descrito na esteira do que costumam ironizar como “teorias da conspiração”. Objetivamente, tudo quanto descrevem, se está materializando. Verdade e objetividade se configuram sempre são persuasivas. As verdades individuais e crenças objetivas ou subjetivas podem ser falhas.

Mas nenhuma das razões oficiais explica de modo satisfatório, concludente, claro, a adversidade que se manifesta, decorrente de atos governamentais impunes, que prejudicam toda a razão para merecer aprovação como ato que atende aos desejos humanos de convivência fraterna. Também não podemos justificar racionalmente paixões individuais, ausência de tolerância, nem defesa de necessidade da violência coercitiva praticada pelo Estado.

Alguns, neste ambiente conturbado, sentem e praticam a crítica às próprias crenças diante de argumentos responsáveis e sensíveis sobre a crueldade, sobre os deveres e direitos humanos, sobre a crueldade, eximindo-se de julgar ou infamar experiências decorrentes da falta de objetivos, adoção de preconceitos raciais ou orientação sexual, cor da pele,  comportamentos exóticos.

Todos estes comportamentos que buscam respeitar crenças racionais e verdades universais contribuem para o que os filhos de hoje vão ser, pensar e agir no futuro. Cada pensamento, cada passo, cada ação de hoje é semente a germinar no ambiente futuro. Que futuro queremos? Para mapeá-lo é preciso saber em de onde viemos e em que terreno pisamos.

Arlindo Montenegro é Apicultor.

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