segunda-feira, 13 de maio de 2013

O Velho Combatente contra os dragões da maldade


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gutenberg Júnior

Coronel Ustra, hoje na reserva, disse à Comissão da Verdade: “Nunca ocultei cadáver; nuca cometi assassinatos”. Lembrou que o Exército combateu terroristas que queriam implantar uma ditadura comunista do tipo cubano no Brasil. E referiu-se à presidente Dilma Rousseff, que fez parte de quatro organizações terroristas. Fica uma pergunta: por que a Comissão da Verdade não chama Dilma para depor?

Tenho, e os li com extrema atenção, os dois livros escritos pelo Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra sobre os tempos da ditadura; tanto “Rompendo o Silêncio” (1987), como “A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça.” (na oitava edição).

Recomendo a leitura das obras do coronel Ustra; ela joga imensa luz sobre as trevas nas quais a esquerda quer manter a verdade sobre a lenda da luta armada.
Sim, já li o suficiente sobre o assunto, além de que tenho mais de 60 anos e, portanto, tenho a experiência de haver vivido na época dos fatos.

Há muitos anos formo uma biblioteca - com obras de autores de diferentes naturezas, inclusive muitos marxistas -  sobre os tempos da ditadura, as guerrilhas, e as fabulações dos terroristas que, agora, querem nos enganar dizendo que lutavam contra os militares pela volta da democracia.

Não, os terroristas lutavam pela implantação de uma ditadura comunista, assim como agora, nos países árabes, a luta contra ditadores se faz, principalmente, por rebeldes que querem, apenas, implantar uma ditadura religiosa, aos moldes da iraniana.
Basta observar o que ocorre no Egito, na Líbia, e em outros países libertados de seus antigos ditadores.

Sim, tivemos um período ditatorial, mas Jango foi derrubado porque já estava tudo preparado para um golpe da esquerda comunista, que faria de Jango o nosso Kerenski.
O uso de armas pela esquerda no Brasil, para tentar derrubar o governo, não começou após o golpe (ou contra-golpe?) de 1964. Começou muito antes. Leiam o livro "Camaradas" de William Waack, por exemplo, sobre Prestes. Ou o livro de Francisco Julião sobre as ligas camponesas (antecessoras de grupos como o MST.)

Basta pesquisar e ser intelectualmente honesto para que a verdade dos fatos seja aceita sem máscara.

Hoje, ao ler algumas matérias sobre o depoimento do Coronel Ustra, fiquei um tanto intrigado com a maior parte dos títulos que li. Quase todos diziam que Ustra depôs e que ele disse que Dilma foi terrorista.

Ela foi mesmo, conforme faz parte da história do Brasil. Não se sabe, exatamente, o que ela fez (ela sabe, com certeza absoluta); mas fica a impressão de que a imprensa, numa certa covardia, fica esperando que tais temas ou revelações saiam da boca de pessoas de coragem como o Coronel Ustra.

Dilma não foi terrorista porque Ustra disse, ela mesma já o disse. A nossa imprensa é que acovardada, ou acomodada pelas verbas de propaganda, mostra-se sem interesse em prestar um serviço à História e aos jovens brasileiros.

Creio, mesmo, que a presidente deveria se apresentar, a primeira da fila, para depor sobre seu passado, algo assim: "fiz, achava certo, lamento os danos, etc..."
Seria ela capaz de tal gesto de grandeza e desprendimento?

Gutenberg Júnior é blogueiro -  http://laudaamassada.blogspot.com.br/

5 comentários:

Anônimo disse...

O coronel Ustra precisa saber que, embora anõnimos, existem muitos homens de bem que o apoiam e admiram sua coragem ao enfrentar esse tribunal comunista de inquisição.
Força, Coronel Ustra!!!

Anônimo disse...

Muito bom! Para alguns já bem maduros não é novidade que o "golpe militar" foi um contragolpe, uma tomada de controle do poder pelos militares, os quais se viram obrigados a restabelecer a ordem institucional e evitar que o Brasil se tornasse mais um satélite nos moldes soviéticos da época. Mas aos novos a propaganda é a alma do negócio e quem não viveu à época está subjugado a ela agora. Não fazem idéia dos quão heróicos e sisudos foram esses benevolentes militares que se revezaram no governo do nosso país até que por final entendessem que era hora de se tentar novamente a civilidade democrática. Nenhum em nenhum momento sequer, tentou se perpetrar no poder como em ditaduras bolivarianas. Vivemos um período de tranqüilidade social que só inspira saudades hoje em dia. Talvez os militares necessitassem recolocar os pingos nos ‘is’.

Anônimo disse...

Quero para parabenizar o Coronel Ustra pela corajem de fala para essa comissão de mentira. Espero que outros que lá forem escancarem com esses mentirosos mentidos a inquiridores.

Anônimo disse...

Tânia SP
Texto impecável, simples e direto.
Oq esta corja do crime organizado quer, é que acreditemos que eles queriam a democracia, qdo na verdade eles queriam é implantar a ditadura comunista.
Parabéns Cel Ustra, falou por mim e por milhões de brasileiros que esta que se diz presidanta foi sim terrorista, está na História do Brasil e não na estória de vcs, entenderam???? seus petralhas???

Anônimo disse...

Ao Coronel, nosso eterno agradecimento pelo Brasil ainda ser livre.
Sugiro aos leitores lerem seus livros. "A Verdade Sufocada" é leitura obrigatória. Para os brasileiros que amam sua Pátria, leiam também "A Grande Mentira" de Agnaldo Del Nero Augusto, e não deixem de ler "Médice, a Verdadeira História", do mesmo autor. Assim como "Cenas da Nova Ordem Mundial", de Sérgio A. A. Coutinho, "A Grande Parada", de de Jean François Revel, "O Livro Negro do Comunismo" e "Cortar o Mal pela Raíz", de Stéphanie Courtois, "O Eixo do Mal Latino Americano", de Heitor de Paula, e outros tantos... É PRECISO SABER.