quinta-feira, 13 de junho de 2013

Os Derelitos da Política Brasileira

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Na linguagem marinheira, um derelito é um perigo à navegação, em geral um objeto grande, boiando, ou barco abandonado por sua tripulação, fazendo água, sem salvação.

O ministro Mercadante é um derelito. Falando sobre a queda da presidente nas pesquisas, disse que foi “uma oscilação normal, causada, entre outras coisas, pelo tomate”, ao mesmo tempo em que pisava nele. Há anos, como guru econômico do PT, foi contra o Plano Real, chamando-o de eleitoreiro. 

Em 2006, como candidato ao governo de SP, seus assessores foram acusados de comprar um dossiê falso, contra seu adversário, José Serra, e chamados, por Lula, de “aloprados”, apelido que pegou. Agora, como ministro da Educação, vozeou essa “pérola”: “O que museu tem a ver com a educação?”.

Com o ministro Mantega fazendo água, se tornando outro derelito, bastou seu nome ser citado como um dos que podem substituí-lo que a bolsa despencou a menos de 50 mil pontos, com o Eike – sempre ele -, vendendo parte de suas ações da OGX, outro derelito, pois já caíram 73,29% neste ano.

São mais pontos dessa constelação brasileira de pontos fora da curva. Ou, melhor dizendo, mais derelitos...”


Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante reformado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse merdas precisa de um bom chute nos tomates dele para fechar a cloaca!

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Senhor Almirante: não sabia eu nem que existia algo como derelicto; então toca ir para internet e decobrir sobre objetos abandonados.

Certamente o ministro Mercadante não perdeu os 'tomates', talvez tendo perdido massa encefálica ao evacuar sábios pensamentos em entrevistas; interessante que esse asno menciona que tais incidentes encontrados no percurso da senhora presidente pelos tomateiros "foram totalmente superados", mas quero eu ver essa senhora e talvez Mercadante superarem a falta de chuvas no nordeste, que é um derelicto costumeiro nos costados daqueles infelizes do nordeste.

Mas inda no campo dos abandonados, pergunto-me do porque a Marinha brasileira abandonou a estratégia de contarmos com uma indústria de construção naval de grande porte?