quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Que feinho é...


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fabrizio Albuja

Sempre gostei de futebol. Acompanhei por anos no rádio os jogos narrados pelo Osmar Santos para depois ver o compacto, principalmente quando era narrado pelo Silvio Luiz.

No futebol da rua, cada um assumia um personagem da época: Raí, Neto, Evair, Bebeto, Zetti, Marcelinho Carioca (vai entender!)...

O futebol era mágico. Acreditávamos que tudo aquilo era realmente um jogo. Torcíamos e, no máximo que acontecia, era um chamar o rival pelo apelido difamatório. No fim apostávamos duas garrafas de tubaína.

Sempre se vendeu que éramos o país do futebol, mesmo tendo ficado 24 anos sem ganhar nada. Sem se esquecer da surra do Uruguai na única Copa que tivemos aqui.

Romantismos de lado, o futebol se tornou uma moeda de troca política. Seja aqui ou no resto mundo. Jogadores de 20 anos com contratos milionários em que grandes empresários só conseguiram ter tal rendimento depois de mais de 20 anos de muito trabalho.

E em todo lugar que há muito dinheiro circulando, sempre há parasitas querendo sugar um pedaço. Não preciso repetir o absurdo que tem sido gasto para construir arquibancadas em volta de um pedaço de grama aparada. Em alguns casos com vegetação do lado de fora.

A crise social, na saúde, na segurança, na economia e na política está plantada, mas como uma velha tática de mágico, o truque é desviar a atenção do foco principal.

É patético ver ícones do futebol que eram os super-heróis fora dos gibis como Pelé e o Ronaldo fenômeno, tentarem convencer as pessoas de que a Copa do mundo é a pauta mais importante do país e o resto que se dane. Graças a Deus nunca existiu oportunidade para ter uma decepção dessas com o Senna.

Segundo comentários conspiratórios de botequim, a Copa já foi comprada para que o Brasil seja o campeão. A Fifa não se importa com o “Fair Play”, apenas com as vantagens comercias que a entidade consegue pela isenção de impostos aos seus patrocinadores

 Então em setembro, agências publicitárias que trabalham a serviço do mal, provavelmente farão montagens perfeitas em que a Presidanta seja nosso centroavante e o goleiro, que tem nove dedos, defenda um pênalti com a mão esquerda no último segundo.

Cada gol do Neymar vale um milhão de votos petralhas. Cada defesa do Julio César, uns 500 cargos públicos de confiança aos aliados. E a taça garante a venda do Brasil para Cuba com dinheiro do BNDES.


Fabrizio Albuja é Jornalista e Professor Universitário.

2 comentários:

tyu disse...

A diferença do Senna para os outros "esportistas/heróis", era que o mesmo estudou..................o resto não.
Existe na WTA (tenis feminino) tenista de ponta que apesar de jogarem e ganharem muito dinheiro, continuam estudando, dando exemplo para a juventude do país de origem.
Aqui, a prioridade é jogar futebol logo cedo, estudar fica em segundo plano, não precisa, afinal tivemos um presidente semi-analfabeto como exemplo.
E o pior é que esses ignorantes viram garoto-propaganda
de grandes empresas, falam um monte de asneiras na mídia
e continuam idolatrados.
Quando foi descoberto, só havia índio, 500 anos depois, temos uma raça acéfala......................

Anônimo disse...

Na época em que o futebol era romântico, os representantes do Brasil, tinham uma vida seria dentro dos princípios do futebol, agora com a pífia CBS, clube dos 13 com a toda poderosa plim, plim que quer tudo para si sufocandos as outras tvs abertas, porque não existe competição para mostrar quem qual delas e a melhor. Os contratos para mostrar o jogo são de cartas marcadas com a conivência dos presidente dos clubes que devem ser sabugos, deixam tudo acontecer. Os juízes de futebol são comprados dando uma mãozinha a este ou aquele grupo conforme seus interesses particulares. Muitas vezes os times saem frustados das arenas porque o que veem e um festival de sem vergonhice e roubalheira. No tempo de futebol arte os meninos não ganhavam quase nada hoje quando o futebol e comercio so ganham os tubarões que enchem o c...............u de dinheiros e os grandes nomes do passado que fizerem seus bons feitos associados a uma vida que não serve de exemplo para ninguém. O dentuço não sabe a diferença entre homem e mulher e já vem de 4 casamentos. O rei para os trouxas nem soube dar assistência a filha que morreu querendo somente ser reconhecida por ele. Com gente deste calibre que não e referencia para um pais em honra, cidadania e decência. Que não sabe as necessidades de um povo, não pode ser referencia no fubebol, principalmente porque o esporte exige uma vida equilibrada dentro dos parâmetros que o futebol exige. Hoje, o individuo quase não treina, so pensa em orgia, so pensa em balada mas querem ganhar bastante dinheiro para ter muitas mulheres, bebidas, vadiagem and so on. O futebol se transformou em que? Coitados dos fanáticos do futebol vao continuar a ter cabeça inchada por causa dos trambiqueiros. O futebol jamais sera esporte arte com essa espécie de gente.