sábado, 27 de dezembro de 2014

Bolsonaro, o Condestável


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda Mattos de Oliveira

Raro era aquele que recebia esse título. Ser probo, fiel à sua terra, às suas origens, ser guerreiro e lutar pelo justo e pelo direito eram virtudes inerentes a quem tinha o privilégio de recebê-lo. Isso, na Idade Média.

Hoje, na Idade Pós-Moderna, podemos citar Bolsonaro como uma representação dessa figura íntegra a quem El-Rey depositava inteira confiança.

Infelizmente, ao contrário do monarca que lutava contra os espanhóis em defesa da terra lusa, a presidente mais interessada está em entregar o Brasil a estranhas e nefandas figuras hispânicas, de territórios devastados pelo regime que implantaram, o mesmo que deseja impor aqui. Todos sob a regência do Foro de São Paulo, bastião onde se agrupa a fina flor da escória política e social do subcontinente latino.

Bolsonaro luta sozinho, com as únicas armas que tem: as flechas certeiras de suas palavras e a lança de sua conduta incorruptível. Isso é um acinte para aqueles que vivem da rapina do erário e dos cofres das estatais e para quem, eleito, vive a defender bandidos, correlatos aos do próprio partido.

É imperdoável para aquela deputada ver Bolsonaro lutar pelo que é direito, justo, correto, moral e ético. O combate em favor do bem, causa-lhe um grande mal. Onde foi buscar auxílio?

Ora, nos centros da informação distorcida: ‘figuraças’ de jornais, revistas e programas de televisão, tentam abocanhar o calcanhar do Condestável. Muita vitamina devem ter ingerido, para correrem tanto em defesa de uma alma insossa, mas comprometida com o que há de pior em comportamento social. “Mistério”. (Com licença de Percival Puggina).

Que o Condestável Bolsonaro siga em frente, porque nada derrota a verdade, por mais que a mentira, marca patenteada pelos petistas, pareça vitoriosa.

São quase quinhentos mil votos como comprovação de sua honradez, de seu amor ao Brasil, de sua fidelidade às cores nacionais, o que significa que há uma legião de condestáveis anônimos, que o acompanha.

Ao contrário, a deputada, pelos desvalores que defende, já denunciou a fonte de seus votos.

Quanta diferença!


Aileda Mattos de Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa).

5 comentários:

Anônimo disse...

Serrão é o Cara da Proa

Estamos num bote ele ta na proa, os remadores estão de costas, ele grita terra vista, não tem porra nenhuma, mas temos que continuar remando.
Agora a Venezuela vai treinar os guerrilheiros do MST para matar brasileiros, assim que começar sua invasões a proprietários legal de seus pedaços de terra.
Agora podemos pedir intervenção militar.

Filomena Crochet disse...

como é bom ler um texto bem escrito....parabéns!

Anônimo disse...

Texto primoroso, elegante e conteúdo que convida ao bom combate.
Parabéns !

JOSE CARLOS RODRIGUES disse...

Jose Carlos Rodrigues, Serão como foi acertado você ter postado este texto, e a autora como escreveu bem, parabéns, continue assim, com bons textos, real, fiel, e sem comprometimento com o errado

Villas disse...


Enquanto pipocam em vários pontos do Brasil pessoas que querem cassar o mandato do deputado Jair Bolsonaro, eu estou do lado contrário. Defendo o deputado e seu mandato. É verdade que o comentário foi infeliz. Ele poderia passar sem essa. Mas não foi criminoso, ofensivo nem sequer atentatório à dignidade do Congresso Nacional, se é que aquela casa legislativa ainda tem alguma dignidade.
Antes de mais nada, o simples fato das palavras proferidas pelo deputado terem sido parte de um discurso feito na tribuna da Câmara, no uso de suas prerrogativas de deputado tornam seu discurso absolutamente impassível de gerar qualquer processo contra o mesmo. O artigo 53 da Constituição Federal é expresso em relação a isso. Assim, ainda que fosse ofensivo, discriminatório ou mesmo incitador da prática de crimes, o fato de ter sido proferido na tribuna no tempo regular reservado ao deputado o tornaria impassível de qualquer processo criminal ou mesmo disciplinar, independentemente de qualquer consideração sobre o mérito de seu conteúdo.
Mas mesmo que essa imunidade não pudesse ser evocada, o discurso, por seu conteúdo não poderia ser considerado como criminoso. O deputado disse que NÃO estupraria a deputada Maria do Rosário. Isso NÃO pode ser considerado como uma ameaça à deputada, a não ser que ela reivindique o direito de ser estuprada pelo autor do discurso e o acuse de ameaçar não cumprir com esse dever.
Não pode também ser considerado como uma incitação ao crime. Bolsonaro não proclamou o direito para ele ou qualquer outra pessoa para a prática dessa violência.
É importante lembrar também que o deputado, ao proferir essas palavras, estava apenas relatando um fato que aconteceu 11 anos antes. Se algum crime houve relacionado com essas palavras, ele aconteceu em 2003 e já estaria prescrito.
Impossível pensar que as pessoas que acusaram o deputado - políticos profissionais com muitos anos de experiência - não soubessem disso. Por isso mesmo eu os acusei de denunciação caluniosa. vejam no link a seguirhttps://www.academia.edu/9894664/Representa%C3%A7%C3%A3o_criminal_contra_os_que_acusaram_Jair_Bolsonaro_por_seu_discurso protocolado na Procuradoria Geral da República sob o número de protocolo 20140073976.
Convido os que pensam como eu a saírem em defesa do deputado com atos como esse.