sábado, 25 de julho de 2015

A Continência do Atleta e a incontinência do Pateta


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Enroscada durante o Pan, a Anta corre risco anormal. Está num verdadeiro PantAnal.

Analisa a ameaça ao seu extrator canal. Tem medo de TCU.

Seu bovino Antecessor... (acho que não canta o nosso hino; cacófato proposital).Por cada amiga que conquistou na rede social, ganhará uma coluna num jornal comuna.

Já está na faixa etária da incontinência urinária.

De outros esfíncteres tem medo. Não quer cometer engano ledo.

Não arrisca mais uma flatulência. Dona Onça já perdeu a paciência.

Enquanto a crise o país assola, ele come queijo a tripa forra.

Preferia um que largou ao saber o nome.

Entendeu Gordaonçola. “Por que se chama assim esta p....?”

Já, já o cara some.” É que tenho medo duzomi!”

Ao ler da Suíça o relato, vai pedir asilo na Itália, porque segundo passaporte nunca falha. Como o cara da pizza, está sem cachorro no mato.

“A porcada que vire linguiça!. Paris bem vale uma missa”.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

4 comentários:

Loumari disse...

Paris fait retentir les cloches. Nous, nous vos abandonnons pas.

Soyez fort et courageux. Père est avec nous.

L'heure approche de rentrer chez nous.

Loumari disse...

A Felicidade Está no Realizar, e Não no Usufruir

Atolavam-se na ilusão da felicidade que extraíam dos bens possuídos. Ora a felicidade o que é senão o calor dos actos e o contentamento da criação? Aqueles que deixam de trocar seja o que for deles próprios e recebem de outrem o alimento, nem que fosse o mais bem escolhido e o mais delicado, aqueles que ouvem subtilmente os poemas alheios sem escreverem os poemas próprios, aproveitam-se do oásis sem o vivificarem, consomem cânticos que lhes fornecem, e fazem lembrar os que se apegam às mangedouras no estábulo e, reduzidos ao papel de gado, mostram-se prontos para a escravatura.

"Antoine de Saint-Exupéry, in "Cidadela"

Loumari disse...

Não Confundas o Amor Com o Delírio da Posse

Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. Por eu amar a Deus, meto-me a pé pela estrada fora, coxeando penosamente para o levar aos outros homens. E não reduzo o meu Deus à escravatura. E sou alimentado com o que ele dá a outros. Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.

"Antoine de Saint-Exupéry, in "Cidadela"

Loumari disse...

Agradar a Todos e a Ninguém

Aqueles que procuram agradar andam muito enganados. Para agradar, tornam-se maleáveis e dúcteis, apressam-se a corresponder a todos os desejos. E acabam por trair em todas as coisas, para serem como os desejam. Que hei-de eu fazer dessas alforrecas que não têm ossos nem forma? Vomito-os e restituo-os às suas nebulosas: vinde ver-me quando estiverdes construídos.
As próprias mulheres se cansam quando alguém, para lhes demonstrar amor, aceita fazer-se eco e espelho, porque ninguém tem necessidade da sua própria imagem. Mas eu tenho necessidade de ti. Estás construído como fortaleza e eu bem sinto o teu núcleo. Senta-te ali, porque tu existes.
A mulher desposa e torna-se serva daquele que é de um império.

"Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela'