sexta-feira, 17 de julho de 2015

Entre o vai e não vai, a Guerrilheira...


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

No momento atual, corre à solta a celeuma se ela vai ou não vai. Faço parte dos que acreditam que a nossa fada madrinha, não vai.

A maioria dos partidos políticos alinhados ou não com o petismo apregoam que a sua permanência deverá enfraquecer o PT e fortalecê-los. Por isso ...

Evidentemente, nenhum dos protagonistas pretende mudar o Brasil na sua terrível andança para a miséria e o descalabro.

Todos, sem exceção, aproveitam o sem rumo da anta e do petismo para extrair mais benesses do que já usufruem.

Na prática, o vai e o não vai de pouca serventia será para o País.

Infelizmente, alguns ingênuos imaginam que a debacle da inútil poderia concretizar uma derrota magistral para o lulo - sindicalismo - socialista - marxista que domina esta terra.

Lamentavelmente, em sua maioria, os nacionais estão atraídos para a nossa miséria econômica, esquecendo - se de que a desconstrução nacional é muito mais profunda e julgam que o afastamento da inútil poderá mudar o caos nacional, massacrar o petismo e afastar o marxismo que nos cerca.
Ledo engano...

A parte financeira é uma modesta ruína que inunda o País, pois em todas as áreas, como na Educação, diversos decretos, leis e normas foram estabelecidos para que comportamentos e atitudes anti - nacionais fossem incutidos no cérebro dos nativos.

É inútil imaginar - se que a queda da indigesta significará uma faxina na podridão implantada pelo petismo.

Sabemos que milhares de acólitos do petismo vivem e exploram o estado nacional, e eles permanecerão em todos os níveis dos ministérios, das autarquias e de quaisquer outros nichos que tenham alguma influência nas futuras decisões.

Praticamente, seria básico uma limpeza maciça, um arrastão que limpasse todos os níveis de poder onde estão incrustados, desde a sua criação, os acólitos do PT.

Alguém julga que isto ocorrerá?

Desde a sua criação, acompanhamos, como a partir de sua inserção inicial nos quintos e sextos níveis do poder, os funcionários do PT realizavam virulentas espionagens e forneciam para os então poucos parlamentares do PT, temas para o enfraquecimento dos demais partidos e das autoridades que ocupavam os altos cargos.

Basta lembrar, que o então parlamentar José Dirceu, diariamente, denunciava alguma atividade de seus inimigos partidários.

E não interessavam se eram falsas ou verdadeiras, o objetivo era tumultuar, o que faziam com monumental cretinice.

Hoje, no vai ou não vai, insisto, julgo que não vai, na certeza de que alijada ou não do poder, o Brasil prosseguirá na sua triste sina de uma gigantesca bosta no cenário nacional e no internacional.

O nosso cenário futuro poderá mudar (parte) as moscas, mas a M ... é a mesma.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.

6 comentários:

Jayme Guedes disse...

Concordo inteiramente. Enquanto o eleitor não mudar, nada mudará
na qualidade dos eleitos. No caso os eleitos são as moscas e o eleitorado
que as alimenta, a merda.

Anônimo disse...

Eu sempre soube que ela, Tapirus Terrestris, não se dá ao respeito!!! Delatora é?!!!!

Anônimo disse...

Daria para postar em tamanho maior. Está difícil de ler. Este documento é uma bomba contra a presidanta delatora.

Anônimo disse...

peço publicar o documento em letra visível, pois gostaria de poder lê-lo

Anônimo disse...

E temos de agradecer aos bostas corrompidos e covardes que vestem farda. Parabéns! Quanta esperança! Patriotismo só existe mesmo em canções que facilitem a marcha do gado humano. Os generalecos querem suas tetinhas em estatais para mamar, sua licitações pra fraudar e as regalias da caserna.

Anônimo disse...

Correto General. Tenho defendido que sem uma limpeza geral em todas as esferas públicas (executivo, legislativo e judiciário) náo chegaremos a nenhum lugar. Sem isso, o processo bolivariano não será interrompido e o futuro será tenebroso. Quem poderá conduzir um processo dessa magnitude ? Penso que a única solução viável está no artigo 142 da CF. O resto, prezado Valmir, é conversa fiada.