sexta-feira, 31 de julho de 2015

UEA


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão

A catastrófica situação, em geral da América Latina, pede reflexão porque o continente não marcha para a frente e quando o faz recua numa velocidade espantosa. A América dos americanos e não para os americanos. A exemplo do que ocorre com a União Européia, a solução possível seria a criação da União Estados Americanos, comanda pelos americanos e canadenses, impondo a todos os países uma ordem e constante progresso.

Reviravoltas institucionais, inflação, desvalorização da moeda e todas as artimanhas da direita e da esquerda seriam pisoteadas com a arrumação da casa, ainda que tardiamente. Criaríamos a moeda única, o dólar norte americano uma média com o dólar canadense, e assim por diante todas as inconstantes situações econômicas seriam monitoradas pelos países de força econômica pujante.

A estabilidade logo seria adquirida e não haveria mais promessas de comprometimento do tecido social. A União da América poderia ser uma realidade e não mero sonho, já que poria em circulação bilhões de dólares abriria diversos mercados e facilitaria a integração mediante tratados internacionais.

A UEA viria com o fito de eliminar a corrupção e desmandos nos países latino americanos e estaria afeta também à america do norte e central. Três américas numa só, com a conquista da UEA, e a posição de fortalecimento dos blocos econômicos, a exemplo da Europa com a eliminação das barreiras e uma nova roupagem para a Organização Mundial do Comércio.

Com o enfrentamento básico dessa questão e a união das américas, a Europa teria sua força, e a ásia também, já que metade da população mundial se encontra na India e na China. Assim o redesenho do planejamento conteria uma interessante plataforma. De um lado a Europa com mais de 20 países, doutro a América com cerca de 15 Nações, a Ásia que poderia encerrar os países dos Brics e também as coréias e o Japão.

Sim, seria um grande fortalecimento para a manutenção dos mercados e a dispersão de contrastes sociais globais. A globalização teria uma função mais desenvolvida e próxima dos países que não conseguem controlar seus problemas e adversidades. Volta e meia a América Latina estonteia seus povos com medidas antipáticas e a recessão, além do retrocesso institucional.

Assumindo Canadá e EUA as rédeas do comando, esses pontos seriam aliviados e as coordenadas passariam a mostrar transparência e eficiência de políticas democráticas que funcionam com grande espontaneidade.

Dessa forma, portanto, uma das alternativas para se quebrar, de uma vez por todas, com a instabilidade das Américas seria a fusão em bloco dos países para a construção da união estados americanos, no sentido de uma economia sem assimetria e o fortalecimento da moeda única mostrando às demais Nações que a América, na realidade, não é para os americanos, mas dos americanos mais fortes, competentes e consequentemente melhores estruturados para assumir a responsabilidade de novos desafios do atual século.


Carlos Henrique Abrão, Doutor em Direito pela USP com Especialização em Paris, é Desembargador no Tribunal de Justiça de São Paulo.

3 comentários:

Loumari disse...

Se somente recuasse! Isso lhes permitiria de recobrar os valores perdidos e tomariam consciência da sujeira que são os seus actos e comportamento hoje. E com isso livrarem o seu mundo de todos excrementos que não cessaram de defecarem ao longo dos anos que já tem o seu mundo sufocado nas merdas.
Quem é que não sabe fazer a diferença entre o mal e o bem? Quem não sabe que o Sagrado é coisa com que não se pode jogar em paradas gays ou nas marchas das vadias?
Agora está o seu mundo imergido nos excrementos acumulados pelo povo na sua generalidade e já estão os responsáveis deste bordel de merda a sufocarem nos seus próprios excrementos.
Eu sempre falei aqui dizendo: O mal sempre atrai o mal. Semearam vento agora vão colher a tempestade.
De tudo o que este povo não cessou de produzir deu origem a uma PESTE QUE VAI ACABAR COM ELE.

Loumari disse...


As sociedades avançadas estão a experimentar algum regresso a um equilíbrio sensorial típico da era tribal pré-alfabeto. A escrita, a linguagem dos livros, esta a deixar de ser a tecnologia de comunicação predominante a favor da das imagens, dos logos, dos vídeo, dos directo, etc. São duas grandes forças que estão a marcar o nosso tempo: a lineariedade do passado/presente e a tribalização do passado/futuro.
(Fernando Ilharco)

Anônimo disse...

A idéia é boa, a viabilidade muito baixa. Para um bloco funcionar um mínimo de harmonização entre os membros é necessária: saúde, educação, seguridade social e adesão a sistema democrático. Isso demandaria um investimento monstro feito pelos Estados Unidos e Canadá. Se eles se dispussem a pagar este preço, lucrariam muito a longo prazo. Mas não creio que sequer cogitem isso.