segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A atual e trágica crise imigratória


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Sérgio Silveira Costa

A atual crise imigratória, com dois – dos muitos! - recentes e trágicos episódios, num caminhão frigorífico numa estrada austríaca e em dois barcos naufragados no litoral da Líbia, se configura como uma dramática e perversa crise de e da humanidade!

Fugindo de conflitos e perseguições, vindos do Afeganistão, Síria, Kosovo, Paquistão, Eritreia, Nigéria, Síria, Guiné, Costa do Marfim, Líbia, Bangladesh, e de outros países e locais, seja por mar ou terra, esses imigrantes e refugiados estão sendo tangidos por inescrupulosos e imisericordiosos traficantes de seres humanos que, inexplicavelmente, não têm sido detidos.
            
Segundo a ONU, mais de 300 mil fugitivos do Oriente Médio e África subsaariana já chegaram este ano à Europa, especialmente à Grécia e Itália.
            
No âmago dessa tragédia, se verifica que a maioria foge de países despóticos, corruptos, com violenta luta pelo poder, não democráticos, pobres, miseráveis, desajustados, não capitalistas e de religiões de regras e castigos impiedosos, seculares, de origens tribais, inadaptadas à vida, liberdade e costumes modernos.
            
É, apesar de trágico e desalentador, um exemplo para os carcomidos adoradores do socialismo/comunismo, sistemas econômicos que, de tão perversos para o povo, por se basearem num utópico e inumano igualitarismo, só subsistem com um sistema político autocrático! Ninguém foge da Europa Ocidental e da América do Norte. Pelo contrário, há, hoje, 20 milhões de muçulmanos por lá, fugidos, grande parte, da rigorosa e milenar lei islâmica, em que o juiz é o religioso ou o aiatolá, e que coage, agride e castiga  justamente os mais vulneráveis, as mulheres, os homossexuais, os "infiéis", que desafiam a lei religiosa,...., com julgamentos sumários, que terminam em decapitações, apedrejamentos, mutilações...
            
Esses exemplos, trágicos, de tanta liberdade negada, de tantas vidas sofridas e ceifadas, o fascismo, o comunismo soviético, o holocausto, o Muro de Berlim, os "balseros" cubanos, ora relembrados no Mar Mediterrâneo, nos túneis, caminhões e barcos frágeis, são a melhor prova de que não há vida digna e respeitosa fora da democracia, do capitalismo, do estado de direito e da religião caridosa e compassiva.
             
Que, independentemente de considerações acadêmicas, se mirem nesses tristes exemplos práticos os nossos ingênuos esquerdistas, e os espertalhões da esquerda caviar, pretensos intelectuais, falsos bajuladores e meros aproveitadores das benesses públicas.
            
E que, aqui,  nosso povo enterre de vez esse extemporâneo Foro de São Paulo, tristemente imposto ao país por carcomidos e descompassados socialistas e trogloditas comunistas. E que se varra pelo voto, do povo, ou do Congresso, ou da Justiça, esse petismo corrupto, leviano, irresponsável e incompetente, que está levando o Brasil à desesperança e à ruína, fiscal e moral!
            
Como diria o Collor: são canalhas da pior extração!


Luiz Sérgio Silveira Costa é Vice-Almirante, reformado.

13 comentários:

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Segue transcrição de comentário feito em página no sítio Sputniknews, no Facebook Sputnik Brasil (http://br.sputniknews.com/mundo/20150830/1992250.html)...

A Europa Ocidental permitindo a entrada de imigrantes oriundos do Oriente Médio e do Extremo Oriente está abrindo os próprios pulsos, praticando o suicídio ao abrir as portas para convulsões de ordem religiosa e social, esquecendo que o mais sábio é criar perspectivas nos próprios países de origem dos imigrantes ou então encaminha-los para um local onde se sintam bem, pois próximo aos seus costumes e hábitos, o que poderia ser feito p. ex. na Líbia com intervenção militar e política no local, reconstruída essa nação e financiando a restauração de comércio, indústria e agricultura, pecuária e pesca, construindo cidades para alocar tais imigrantes, abrindo ao mesmo tempo as portas para um intenso e lucrativo comércio com o Ocidente.

...Veja-me com bom espírito senhor Eros José Alonso, não aqui com intuito de desmerece-lo, pois concordo -em parte- com o que escreveu, aliás não há de se esquecer o sofrimento de diversos povos, mas de mim sou mais construtor do que destruidor, assim não caminho no sentido e direção de que o sofrimento daqueles que impuseram sofrimentos a outrem seja bom. Percebo no senhor um espírito de vingança, retaliação, espírito de Nêmesis, e eu por mim sou mais do lado de Hefesto, portanto permanece minha sugestão de serem tais imigrantes encaminhados para um local tal à Líbia, e lá reconstruírem o país com o auxílio da Europa Ocidental e talvez com o auxílio da Rússia, pois considero o senhor Vladimir Putin tendo em meu espírito que ele é mais filantropo do que alguém que almeje guerra e destruição.

Anônimo disse...

VOCÊS ARMARAM TANTO AQUELA REGIÃO, COM PROJETOS ATOMICOS,URANIO,E ATÉ A PRÓPRIA BPMBA ATÔMICA.QUE NEM UMA POTENCIA TEM CORAGEM DE ENFRENTAMENTO COM AQUELES DITADORES DA SUA LÁIA, EM 1976 EU TRABALHAVA NO IRAQUE,PRESENCIEI ISTO TUDO QUANDO PARECIA QUE TUDO ESTAVA EM PAZ, MAS UMA REMESSA DE PASSAT TODOS BRINDADOS E REVESTIDO COM CHUMBO ME CHAMOU MUITO A ATENÇÃO... O SR. SABE ALGUMA COISA SOBRE ISTO???

Loumari disse...

Uma antiga lenda norueguesa narra o episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção.



Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.

Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.

Ajoelhou-se diante da cruz e disse:

- Senhor, quero padecer por vós. Deixai-me ocupar o vosso lugar. Quero substituir-vos na Cruz.

E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta.

O Senhor abriu os lábios e falou. As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras:

- Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição. - Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon. É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda!

- Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio.

Haakon respondeu:

- Prometo-o, Senhor!

E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse.

Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; quanto ao Senhor, ocupava o lugar de Haakon.

Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém.

Certo dia, porém, chegou um rico. Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou.

Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico.

E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem.

Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa. Como não encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela; voltou-se para ele e interpelou com raiva:

- Dá-me a bolsa que me roubaste!

O jovem, surpreso, replicou-lhe:

- Não roubei nenhuma bolsa!

- Não mintas; devolve-me já!

- Repito que não apanhei nenhuma bolsa! O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:

- Pára!

O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação.

Este ficou aniquilado e saiu da ermida.

E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem.

Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe:

- Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio.

- Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça?

Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permaneceu diante dela.

O Senhor continuou a falar-lhe:

- Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem. O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro e fez bem em levá-lo;

quanto ao rapaz que ia receber os golpes, a suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o seu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou. Tu também não sabias isto; mas eu sim. E por isso me calo.

E o Senhor tornou a guardar silêncio.



Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus se cala?

Muitos de nós quereríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio.

Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.

O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz.

Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente:

"Confia em mim, sei o que é preciso fazer!"

Loumari disse...

Carta-aberta de Putin ao povo norte-americano, publicada no New York Times (11/9/13)

Vladimir V. Putin (New York Times)
Os recentes acontecimentos relacionados à Síria levam-me a dirigir-me diretamente ao povo norte-americano e aos seus líderes políticos. É importante que o faça, num momento em que não há suficiente comunicação entre nossas sociedades.
As nossas relações passaram por diferentes etapas. Enfrentamo-nos durante a Guerra Fria, mas também fomos aliados uma vez e, juntos, derrotamos os nazis. Criou-se então a Organização das Nações Unidas, para evitar voltasse a acontecer tal devastação.
Os fundadores das Nações Unidas perceberam que as decisões que afetam a guerra e a paz devem ser tomadas sempre por consenso e, com a anuência dos Estados Unidos, o direito de veto dos membros permanentes do Conselho de Segurança está consagrado na Carta das Nações Unidas. A profunda sabedoria que se condensa nesse dispositivo tem servido de base, há décadas, para a estabilidade das relações internacionais.
Ninguém deseja para a ONU o destino que teve a Liga das Nações, que entrou em colapso porque não tinha influência real. Mas é o que pode acontecer, se os países influentes ignorarem a ONU e optarem por uma ação militar sem a autorização do Conselho de Segurança.
O potencial ataque dos EUA contra a Síria, apesar da forte oposição de muitos países e dos principais líderes políticos e religiosos, incluindo o Papa, fará ainda mais vítimas inocentes e levará a uma escalada do conflito, que se espalhará para além das fronteiras da Síria. Esse tipo de ataque pode aumentar a violência e desencadear uma nova onda de terrorismo. Pode minar os esforços multilaterais para resolver a questão nuclear iraniana e o conflito entre israelenses e palestinos e desestabilizar ainda mais o Oriente Médio e Norte da África. Pode quebrar o equilíbrio do sistema da lei e da ordem internacional.
O que a Síria vive hoje não é batalha por democracia, mas um conflito armado entre o Estado e grupos opositores, em país multirreligioso. Na Síria há poucos defensores de uma democracia. Mas há, sim, em grande número milícias da Al-Qaeda e extremistas de todas as falanges, que combatem contra o Estado. Os EUA classificaram como organizações terroristas a Frente Al-Nusra e o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que lutam com a oposição, contra o Estado sírio. Esse conflito externo, alimentado por armas que estrangeiros fornecem à oposição, é dos mais sangrentos do mundo.
Ali lutam mercenários vindos de países árabes e centenas de milicianos de países ocidentais, inclusive da Rússia, o que muito nos preocupa. Sobretudo se voltarem para nossos países, com a experiência adquirida na Síria. Já se sabe que, depois de agirem na Líbia, muitos extremistas mudaram-se para o Mali. Tudo isso representa uma ameaça contra todos nós.
Desde o início, a Rússia mostrou ser a favor de um diálogo pacífico que capacitasse os sírios a desenvolver um plano para seu próprio futuro. Não estamos protegendo o governo ou o Estado sírio, mas a lei internacional. Precisamos de atuar com o Conselho de Segurança da ONU e acreditamos que preservar a lei e a ordem no mundo complexo e turbulento em que vivemos é um dos poucos modos que há para impedir que as relações internacionais deslizem para o caos. A lei é a lei, e temos de segui-la, gostemos ou não.
Nos termos da lei internacional vigente, permite-se o uso da força só para autodefesa ou por decisão do Conselho de Segurança. Qualquer outra opção é inaceitável nos termos da Carta da ONU e constitui um ato de agressão.

Loumari disse...

Não há dúvidas de que foi usado gás venenoso na Síria. Mas tudo faz crer que não foi usado pelo Exército sírio, mas por forças da oposição, para provocar uma intervenção a partir dos seus poderosos patrões estrangeiros, os quais, assim, estariam em aliança com os fundamentalistas. Relatos de que as milícias preparam outro ataque – dessa vez contra Israel – não podem ser ignorados.
É motivo de alarme em todo o mundo que a intervenção em conflitos internos em países estrangeiros se tenha convertido em ação corriqueira para os EUA. Isso corresponde aos interesses norte-americanos de longo prazo? Duvido. Cada vez mais milhões de pessoas em todo o mundo passaram a ver os EUA não como modelo de democracia, mas como nação que se serve da força bruta e depende de coaligações mal costuradas sob o slogan “ou estão conosco ou estão contra nós”.
Mas a violência já provou ser ineficaz e sem sentido. O Afeganistão gira sem sentido e ninguém pode prever o que acontecerá depois da retirada das forças internacionais. A Líbia está dividida em tribos e clãs. No Iraque, prossegue a guerra civil, com dúzias de mortos todos os dias. Nos EUA, já há quem trace uma analogia entre Iraque e Síria e se pergunte porque quer o seu governo repetir erros recentes.
Não importa o quanto os ataques sejam direccionados, nem o quão sofisticado sejam as armas, as baixas civis são inevitáveis, inclusive idosos e crianças, os mesmos que os ataques visariam a proteger.
O mundo reage. Se ninguém mais puder confiar na lei internacional, nesse caso passa a ser indispensável encontrar outros meios para garantir a autossegurança. Por isso, um número crescente de países busca comprar armas de destruição em massa. É lógico: se tem a bomba, então ninguém lhe toca. Há grande urgência em reforçar a não proliferação [nuclear] a qual, na realidade, está a erodir-se.
Temos de parar de usar a linguagem da força. Temos de retomar o caminho da discussão diplomática e política civilizada.
Nos últimos dias, emergiu uma nova oportunidade para evitar uma ação militar. EUA, Rússia e todos os membros da comunidade internacional devem aproveitar a disposição do governo sírio, que aceitou pôr seu arsenal químico sob controle internacional para depois ser destruído. A julgar pelas declarações do presidente Obama, os EUA veem aí uma alternativa à ação militar.
Acolho como bem-vindo o interesse do presidente em continuar o diálogo com a Rússia, sobre a Síria. Temos de trabalhar juntos para manter viva essa esperança, como concordamos fazer, em junho, na reunião do G-8 em Lough Erne na Irlanda do Norte. E trazer a discussão de volta na direção de mais negociações.

Loumari disse...

Se pudermos evitar o uso da força contra a Síria, a atmosfera internacional melhorará e fortalecer-se-á a confiança mútua. Será um sucesso partilhado que abrirá as portas para a cooperação em outras questões críticas.
As minhas relações pessoais e de trabalho com o presidente Obama são marcadas por crescente confiança. Aprecio essa confiança.
Examinei atentamente o discurso do presidente à Nação, na terça-feira. E devo discordar do [conceito de] defesa do excepcionalismo norte-americano. O presidente disse que a política dos EUA é o que “faz diferente os EUA, o que nos faz excepcionais.” É extremamente perigoso estimular as pessoas a que se vejam, elas próprias, como diferentes, seja qual for a motivação.
Há países grandes e países pequenos, ricos e pobres, os que têm longas tradições democráticas e os que ainda têm de encontrar as próprias vias até a democracia. As respectivas políticas também diferem. Todos somos diferentes. Mas quando pedimos que Deus nos abençôe, ninguém pode esquecer que Deus nos criou, todos, iguais.


Loumari disse...

NYT 11/9/13
A Plea for Caution From Russia
What Putin Has to Say to Americans About Syria

RECENT events surrounding Syria have prompted me to speak directly to the American people and their political leaders. It is important to do so at a time of insufficient communication between our societies.
Relations between us have passed through different stages. We stood against each other during the cold war. But we were also allies once, and defeated the Nazis together. The universal international organization — the United Nations — was then established to prevent such devastation from ever happening again.
The United Nations’ founders understood that decisions affecting war and peace should happen only by consensus, and with America’s consent the veto by Security Council permanent members was enshrined in the United Nations Charter. The profound wisdom of this has underpinned the stability of international relations for decades.
No one wants the United Nations to suffer the fate of the League of Nations, which collapsed because it lacked real leverage. This is possible if influential countries bypass the United Nations and take military action without Security Council authorization.
The potential strike by the United States against Syria, despite strong opposition from many countries and major political and religious leaders, including the pope, will result in more innocent victims and escalation, potentially spreading the conflict far beyond Syria’s borders. A strike would increase violence and unleash a new wave of terrorism. It could undermine multilateral efforts to resolve the Iranian nuclear problem and the Israeli-Palestinian conflict and further destabilize the Middle East and North Africa. It could throw the entire system of international law and order out of balance.
Syria is not witnessing a battle for democracy, but an armed conflict between government and opposition in a multireligious country. There are few champions of democracy in Syria. But there are more than enough Qaeda fighters and extremists of all stripes battling the government. The United States State Department has designated Al Nusra Front and the Islamic State of Iraq and the Levant, fighting with the opposition, as terrorist organizations. This internal conflict, fueled by foreign weapons supplied to the opposition, is one of the bloodiest in the world.
Mercenaries from Arab countries fighting there, and hundreds of militants from Western countries and even Russia, are an issue of our deep concern. Might they not return to our countries with experience acquired in Syria? After all, after fighting in Libya, extremists moved on to Mali. This threatens us all.

Loumari disse...

From the outset, Russia has advocated peaceful dialogue enabling Syrians to develop a compromise plan for their own future. We are not protecting the Syrian government, but international law. We need to use the United Nations Security Council and believe that preserving law and order in today’s complex and turbulent world is one of the few ways to keep international relations from sliding into chaos. The law is still the law, and we must follow it whether we like it or not. Under current international law, force is permitted only in self-defense or by the decision of the Security Council. Anything else is unacceptable under the United Nations Charter and would constitute an act of aggression.
No one doubts that poison gas was used in Syria. But there is every reason to believe it was used not by the Syrian Army, but by opposition forces, to provoke intervention by their powerful foreign patrons, who would be siding with the fundamentalists. Reports that militants are preparing another attack — this time against Israel — cannot be ignored.
It is alarming that military intervention in internal conflicts in foreign countries has become commonplace for the United States. Is it in America’s long-term interest? I doubt it. Millions around the world increasingly see America not as a model of democracy but as relying solely on brute force, cobbling coalitions together under the slogan “you’re either with us or against us.”
But force has proved ineffective and pointless. Afghanistan is reeling, and no one can say what will happen after international forces withdraw. Libya is divided into tribes and clans. In Iraq the civil war continues, with dozens killed each day. In the United States, many draw an analogy between Iraq and Syria, and ask why their government would want to repeat recent mistakes.
No matter how targeted the strikes or how sophisticated the weapons, civilian casualties are inevitable, including the elderly and children, whom the strikes are meant to protect.
The world reacts by asking: if you cannot count on international law, then you must find other ways to ensure your security. Thus a growing number of countries seek to acquire weapons of mass destruction. This is logical: if you have the bomb, no one will touch you. We are left with talk of the need to strengthen nonproliferation, when in reality this is being eroded.
We must stop using the language of force and return to the path of civilized diplomatic and political settlement.

Loumari disse...

It is alarming that military intervention in internal conflicts in foreign countries has become commonplace for the United States. Is it in America’s long-term interest? I doubt it. Millions around the world increasingly see America not as a model of democracy but as relying solely on brute force, cobbling coalitions together under the slogan “you’re either with us or against us.”
But force has proved ineffective and pointless. Afghanistan is reeling, and no one can say what will happen after international forces withdraw. Libya is divided into tribes and clans. In Iraq the civil war continues, with dozens killed each day. In the United States, many draw an analogy between Iraq and Syria, and ask why their government would want to repeat recent mistakes.
No matter how targeted the strikes or how sophisticated the weapons, civilian casualties are inevitable, including the elderly and children, whom the strikes are meant to protect.
The world reacts by asking: if you cannot count on international law, then you must find other ways to ensure your security. Thus a growing number of countries seek to acquire weapons of mass destruction. This is logical: if you have the bomb, no one will touch you. We are left with talk of the need to strengthen nonproliferation, when in reality this is being eroded.
We must stop using the language of force and return to the path of civilized diplomatic and political settlement.

Vladimir V. Putin is the president of Russia.

Caio Germano disse...

É ISSO AI. TOMADA DA EUROPA POR MUÇULMANOS SEM DAR UM TIRO !!!! COMO JÁ DISSERAM VÁRIOS AIATOLÁS " VAMOS TOMAR A EUROPA SEM DISPARAR UM UNICO TIRO". POBRE E CEGO POVO EUROPEU.

Loumari disse...

O Caio Germano diz que o povo europeu é cego.
Este senhor se acha muito sábio? O que este senhor quer que o povo europeu faça? Violar a lei Bíblia? Transgredir as ordenaças do Senhor Jesus Cristo?
Porque a Santa Bíblia ela nos ordena o seguinte?

"Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. ( MATEUS 5:44 )"


Não vos assemelheis, pois, a eles;
( MATEUS 6:8 )


Pelo que, saí do meio deles, e apartai-vos, diz o SENHOR; e não toqueis nada imundo, e EU VOS RECEBEREI; E EU SEREI PARA VÓS PAI, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o SENHOR, TODO-PODEROSO.
( 2 CORÍNTIOS 6:17 )


Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
( MATEUS 5:16 )


Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.
( ROMANOS 4:8 )


E procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com as vossas mãos, como já vo-lo temos mandado;
Para que andeis honestamente para com os que estão de fora, e não necessiteis de coisa alguma.
( 1 TESSALONICENSES 4:11 )


Os entendidos, pois, resplandecerão, como o resplandor do firmamento;
e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.
( DANIEL 12 )

Loumari disse...

Os da religião islâmica em toda a região que engloba o oriente, já mataram todos os filhos de Raquel com Jacob. (os Cristãos.) E os muçulmanos naquela região já profanaram tudo o que é Sagrado para o cristianismo. Mataram o amor. E só abunda lá o ódio, a sede de Matar. Acabaram com os cristãos e agora já se matam entre eles. Porque eles devem absolutamente beber sangue.
E agora esta sujidade desembarca em massa na Europa, e vão contaminarem tudo, e do céu Deus quando olhar para as terras de Europa so vai ver QU's dos muslims levantados e direccionados para o céu. Coisa que vai provocar a ira de Deus contra Europa, o que fará que Deus vai tudo destruir. E os muçulmanos vão começarem a matar os europeus em nome do deus deles até eles ficarem gordos de tanto beber sangue. Mas, por que os cristãos acolhem os muçulmanos, prestando-lhes toda assistência tendo conhecimento de que os muçulmanos são anticristo? A resposta é simples: Os cristãos obram humanamente e caritativamente com os seus inimigos porque o nosso Profeta Jesus Cristo disse: "Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. ( MATEUS 5:44 )"
E os muçulmanos pensam que somos idiotas quando vêem os cristãos portar-se mansamente. Não! Não somos idiotas. Nós seguimos as ordenanças do nosso Profeta, e eles seguem as ordenanças do seu profeta. Nosso profeta deixou-se crucificar sendo justo, e nós também nos deixamos crucificar sendo justos. Seja qual for o método utilizado para nos matar. Cada qual conhece seu Senhor.
Gostaríamos de saber: o que os da religião islâmica nos têm a dizer face as exacções vindo de sua religião? O que vão ganhar? Nós o povo de Deus, vamos ser expulsos deste mundo e seremos plantados na Nova Terra. E lá, não entrareis. Porque para entrar na Nova Jerusalém há que ter o selo de CRISTO. Ele é que tem a chave da porta. A tal chave de David.
No que me concerna, cumpri com o meu dever. Chamei a todos e não fiz distinção de pessoas. Para o resto, cabe da responsabilidade pessoal. Uma coisa é certa, ninguém poderá dizer que não tinha conhecimento.

Loumari disse...

Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de DAVID; o que abre e ninguém fecha; e fecha e ninguém abre.
( APOCALIPSE 3:7 )



Traz-se à memória o pacto de Deus com David,
a fim de que Deus livre o seu povo dos males presentes.

AS benignidades do SENHOR cantarei perpetuamente: com a minha boca manifestarei a tua fidelidade, de geração em geração.
Pois disse eu: A tua benignidade será EDIFICADA PARA SEMPRE; Tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
Fiz um concerto com o meu escolhido; JUREI AO MEU SERVO DAVID:
A tua descendência estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono, de geração em geração (Selah).
E os céus louvarão as tuas maravilhas, ó SENHOR, e a tua fidelidade também na assembleia dos santos.
Pois, quem, no céu, pode igualar ao SENHOR? Quem é semelhante ao SENHOR, entre os filhos dos poderosos?
DEUS deve ser em extremo tremendo na assembleia dos santos, e grandemente reverenciado por todos os que o cercam.
Ó SENHOR, DEUS DOS EXÉRCITOS, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?
( SALMOS 89 )


A zelos me provocaram com aquilo que não é Deus; com as suas vaidades me provocaram à ira; ( DEUTERONOMIO 32:21 )


Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra. ( TITO 1:16 )


Porque há muitos desordenados, faladores vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão, Aos quais convém tapar a boca, homens que transformam casas inteiras, ensinando o que não convém, por torpe ganância. Um deles, seu próprio profeta; São sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
( TITO 1:10 )


Deste modo sobreveio-lhes o que, por um verdadeiro provérbio, se diz: O cão voltou ao seu próprio vómito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.
( 2 PEDRO 2:22 )