domingo, 30 de agosto de 2015

Grupo pró-PT sugere fuzilar a classe média


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Keyla Cezini

A declaração, que chocou os participantes de uma palestra na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), na última quarta-feira (26), partiu do secretário do movimento popular socialista Brigadas Populares, Sammer Siman.

A reportagem sobre essa declaração foi publicada na edição desta sexta-feira (28) no jornal A Tribuna, assinada pelo repórter Vitor Carletti, da editoria de Política.

O grupo a que Sammer pertence apoiou a Presidente contra Aécio Neves (PSDB), no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado. No primeiro, apoiou Luciana Genro (Psol).

Um áudio da palestra de Sammer na Ufes, em que foi apresentado o perfil socioeconômico dos manifestantes que foram às ruas no último dia 16 pedir o impeachment da presidente   Dilma Rousseff,  confirma a declaração.

Antes de sugerir o fuzilamento da classe média, Sammer .disse o que País precisa de outro projeto  “Se a gente pensa que é necessário recompor um projeto de nação, isso passa por recompor um projeto geral de sociedade” disse, na ocasião.

Em entrevista a A Tribuna, Sammer afirmou ter sido mal interpretado: “A declaração foi em um contexto irônico porque há uma ausência de projeto de País.”

Apesar da declaração considerada radical pelos que foram à palestra, Sammer disse que o apoio ao governo Dilma não é incondicional. “Não sou contra a classe média e não estava defendendo o governo Dilma. O governo condena a classe média, enquanto deixa imunes os segmentos dominantes”, garantiu.

A sugestão de atacar de forma radical aqueles que querem a saída de Dilma da presidência não é novidade. Neste mês, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, e o presidente da Câmara de Porto Seguro (BA), Élio Brasil (PT), declararam disposição para “pegar em armas” para defender o mandato de Dilma, se a oposição insistir no discurso de impeachment.

Ouça o trecho da fala de Sammer durante a palestra no qual ele fala do fuzilamento da classe média:



Keyla Cezini é Jornalista. Originalmente publicado na Tribuna em 28 de agosto de 2015.

2 comentários:

Anônimo disse...

Pessola, a churma do Partido dos Traficantes já fala em fuzilar a classe média que trabalha 5 meses ao ano pra pagar impostos e sustentar essa cambada de parasitas ladrões e assassinos...e ai? Vocês vão ficar de braços cruzados esperando que atirem pra matar ou vão reagir à altura? Vão ser corajosos e defender sua liberdade, suas vidas, a vida de suas famílias e seu país ou vão deixar rolar até que o pessoal do MST, os haitianos, angolanos, cubanos, venezuelanos, nigerianos e lá sabe mais quem assaltem suas casas, estuprem suas mulheres e filhas, roubem tudo o que puderem e fuzilem vocês? Acho que já passou da hora de dar o troco bem dado a esses bandidos que tomaram o poder e que somente o largarão a bala. Se armem e se preparem pois eles já estão armados até os dentes e prontos pra agir. Já estão deixando bem claro as suas intenções...só falta eles as transformarem em atos...LIBERDADE OU MORTE. DONT TREAD ON ME! Ou a gente se liberta agora é de vez desses bandidos ou seremos escravos pelo resto da vida como acontece em Cuba, China, Coreia do Norte e mais recentemente na Venezuela. QUEM PREFERE ABRIR MÃO DE SUA LIBERDADE EM TROCA DE UM POUCO D SEGURANÇA, FATALMENTE IRÁ PERDER AS DUAS.

Anônimo disse...

A fala do palestrante não deixa qualquer dúvida. Não por que haver mal interpretação. Fuzilar, matar as pessoas que são contra os projetos de poder dos comunistas, é sempre e sempre será, o grande desejo dos comunistas da espécie do palestrante.