domingo, 30 de agosto de 2015

O povo brasileiro e suas idiossincrasias


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Ao longo das últimas décadas, expressões como a “garra”, a “coragem”, a “honra”, e outros grandiloquentes adjetivos foram devidamente avacalhados por nossa sociedade.

Na verdade, o que já era ruim no aspectofibra de um povo foi desgastado e vilipendiado com o avanço do comunismo no País, triste ideologia enfiada no crânio de intelectuais, mestres e professores, e de outras categorias que lidam com a mambembe mentalidade das pessoas.

A nossa Pátria se destaca no mundo pelo maior número de acidentes automobilísticos, de abortos, de cesarianas, de cirurgias plásticas, de uso de Botox, de assassinatos, de corrupções e de uma infinidade de outras qualificações (como o uso de drogas), sem esquecer a área de ensino, onde sempre afundamos mais. Ah, esquecíamos da nossa carga de impostos, uma das mais elevadas do planeta.

Infelizmente, é difícil para aqueles que conhecem a verdadeira fibra nacional, esperar que o populacho assuma qualquer postura de grandeza para acabar com os canalhas que nos gerenciam.

Recordamos que temeroso com a vitalidade da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que combatera ao lado dos aliados contra as tiranias de Hitler e de Mussolini, Getúlio Vargas, após 15 anos de ditadura, temia que a chegada da tropa trouxesse ideias esdrúxulas contra o seu governo.
Por isso, a FEB foi desfeita durante o seu retorno marítimo.

A desmobilização, tentativa política em esvaziar a sua importância, foi rápida e causou perplexidade. Como por ocasião do retorno das tropas brasileiras após a Guerra do Paraguai, os bravos combatentes foram banidos do cenário nacional com precisão maquiavélica.

Para os pracinhas, excetuando - se as demonstrações de apreço do povo ocorridas durante os desfiles, em vista de sua chegada ao Brasil, o que se viu foram as manobras de esvaziamento daqueles feitos.

A gloriosa participação da FEB e as consequências positivas de seu retorno, apesar das medidas para restringir a sua influência, mostraram - se insuficientes para embotar o natural questionamento que a simples constituição da força expedicionária trazia no seu âmago, ao lutar em prol do regime democrático, de há muito inexistente no Brasil.

Assim, faleciam em berço esplêndido as manifestações daqueles militares. Contudo, o embrião da democracia estava plantado.

Em sequência, ocorreu a deposição de Getúlio, em 29 de outubro de 1945, para encerrar um período que havia esgotado a paciência do povo brasileiro, exausto de viver à sombra de um estado ditatorial, e com perspectivas de suportá-lo por mais alguns anos.

Em 1950, novas eleições presidências, e lá estavam o Getúlio como candidato, e o seu oponente, o Brigadeiro Eduardo Gomes, homem corretíssimo, que se empenhara para o fim da ditadura e, portanto, um forte candidato.

Para encerrar este melífluo papo, questionamos? Quem após mandar nesta terrinha por 15 anos foi eleito pelo atento e esperto povo brasileiro? Adivinhe quem quiser.

Se alguém perguntar, o que será de nós, após o final da atual crise econômica, política e moral, respondemos:

- Se houver uma intervenção militar, só Deus sabe;   

- Se não houver, continuaremos subordinados de um bando de desclassificados.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.

3 comentários:

Jayme Guedes disse...

Valmir, a maior riqueza de uma nação não está na extensão territorial, na disponibilidade da água nem no petróleo ou minerais do subsolo. A maior riqueza de uma nação é a qualidade do seu povo e o Japão é um exemplo disso. Ora, diante dessa obviedade, o passo seguinte seria definir as características do povo brasuca e, sob esse aspecto, afirmo que nossa principal característica é a baixeza. Somos um povo com baixa capacidade cognitiva, baixo nível educacional, baixo apreço pela honestidade e baixa noção de higiene. Em outras palavras, burros, sem educação, desonestos e porcos. Além da trilogia meu time, minha seleção e minha escola de samba, nada mais nos interessa como povo. Ora, o que esperar de um povo com essas "qualidades"? Que nação um povo desses poderá construir? O princípio da causalidade é inevitável. Povo medíocre, representantes medíocres, leis medíocres, nação medíocre, futuro medíocre.

Orleans Farias disse...

Ótimo artigo, Valmir Fonseca.
E o comentário de Jayme Guedes é perfeito.

Infelizmente este "bananão" NUNCA será uma nação.
O povo bananês é composto de:

• 10% de gente decente, honesta que trabalha e estuda, se esforçando para ser um humano melhor, com cultura e ética (é o que mantém esta pocilga de pé).

• 60% de povo lixo, que usa o famoso "jeitinho bananês" e quer sempre "...levar vantagem em tudo, certo?" Que como todo lixo, pode ser reciclado, mas só que não quer. Acha que quem é honesto é otário e ele é que é "esperto". Não se informa, não lê, não procura ter um mínimo de cultura.

• 30% de escória, tipo lixo hospitalar que não pode ser reciclado. Vide petralhas e o chefão da quadrilha, o vulgo novededos...

Isto aqui NUNCA vai ter futuro.... Infelizmente! As novas gerações (crianças) estão sendo educadas pelos próprios pais, a serem "pessoas lixo", muitos indiretamente (porque aprenderam a ser lixo também e nunca quiseram se reciclar).
Quando jogam lixo na rua na frente dos filhos (para dizer o mínimo) estão apenas ensinado-os a serem lixo também...
E este povo lixo, depois de duas semanas das eleições, não se lembra mais em quem votou. Mas sabe a cor da cueca de todos os jogadores e o nome das personagens das novelas dos últimos dez anos. E se orgulha disso.

E citando o General Valmir Fonseca:
"Em 1950, novas eleições presidências, e lá estavam o Getúlio como candidato, e o seu oponente, o Brigadeiro Eduardo Gomes, homem corretíssimo, que se empenhara para o fim da ditadura e, portanto, um forte candidato.

Para encerrar este melífluo papo, questionamos? Quem após mandar nesta terrinha por 15 anos foi eleito pelo atento e esperto povo brasileiro? Adivinhe quem quiser."


Trazendo está questão para os dias atuais: se o vagabundo novededos se candidatar em 2018, será eleito pelo povo lixo.

É triste, mais é a verdade. Quem tiver chance e oportunidade, se mude para um País de verdade. É o que muitos já estão fazendo. Só não vou também porque me falta recursos... Mas tenho esperança.

Loumari disse...

Uhm! Já estão a surgirem pérolas raras?
Se diz, mais vale tarde que nunca.

O Escritor/Orador/Politico Irlandês Edmund Burke disse numa das suas citações: "Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados."

Foram três décadas que os bons no Brasil ficam de braços cruzados deixando o mal se proliferar e atingindo as dimensoes quais se constatam hoje. Foram omissos, coniventes, cùmplices, responsáveis de tudo o que hoje assola o país que vós dizeis amar.

E Victor Hugo ele disse: "O egoísmo social é um começo de sepulcro."