quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Quem vencerá


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

No Brasil, a grande diversão são os jogos de futebol. Todos os dias, pela manhã, tarde e noite, a brasileirada se diverte e se empolga com os jogos.

Quase que semanalmente lá estão para a nossa alegria, os clássicos. Os clássicos, que são aos montes, inebriam seus torcedores, em particular as suas sedentas de sangue torcidas organizadas, para criar o caos e a confusão.

E viva o futebol.

Contudo, o desgoverno não está satisfeito em proporcionar ao populacho apenas umas festivas peleias de esporte bretão, e resolveu brindar-nos com uma série de pugnas (distração da bancarrota econômica).

Por isso, se digladiam no cenário político diversos estrumes travestidos de super-heróis.

Mas quem vencerá?

A única certeza é a de quem perderá.

Nós, é evidente.

Alguns imaginam que a vitória estará ao lado dos mais justos. Ledo engano.

Os canastrões dispõem de múltiplas artimanhas, e terão melhores chances de vilipendiar os outros adversários, os mais cretinos.

Exatamente, a vitória tenderá para os mais malandros, os que conseguirem desvirtuar a tal de Justiça, que dependendo das astúcias de um e outro irá retirar a sua venda, para beneficiar os seus preferidos.

Na prática, a pantomina que envolve os atritos entre gregos e troianos serve como uma camuflagem para a não expulsão do petismo, pois a cada dia torna - se mais inviável o adeus da inútil.

Nós, sentados num acento de afiados e pontudos pregos, assistimos à falsa batalha onde canalhas e patifes se ameaçam.

E quem vencerá?

Quem nos ditará regras? Quem aumentará os nossos impostos?
De acordo com o “Financial Times”: se a anta fosse removida, outro medíocre a substituiria.

Discordamos, pois a ameba seria substituída por outro sacripanta, por outro patife, por outro mau caráter, de fato muito pior do que um simples medíocre.

Quando analisamos quais as possibilidades para o desenrosco da nossa atual crise, política e econômica, esquecemos do nosso caos moral, e, em qualquer resultado, nenhum é auspicioso para a população, e prosseguiremos em nossa rota de País sem rumo.

Infelizmente, os combatentes da supremacia sobre o nosso submisso País nos transmitiram as mais torpes lições sobre a Justiça, que será vilipendiada e trucidada.

Testemunhas desaparecerão, acusações serão retiradas, golpes nas leis e na legislação serão manuseados, deturpados e vencerão os que possuem mais força para manipular as leis e os membros do judiciário.

É triste, mas a verdade será destorcida, conforme os interesses.

Tudo pode acontecer, porém o mais tétrico é que na possibilidade do esmagamento de algumas das partes em disputa, é que ao final ocorra um monumental acerto de paz, e a nossa vida e a deles continue.

Nós, como miseráveis pagadores de impostos e vaso sanitários de suas políticas, e eles como os senhores do grande e inerte Brasil.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.

Um comentário:

Anônimo disse...

Pois é mediante toda essa tragédia nacional, sabermos quem são os causadores. Ainda ter que ver um vagabundo como Lula ameaçar de convocar o exército mts para somar forças com os outros de prontidão, inclusive os haitianos que não estão aqui de bobeira, todos só aguardando as ordens para a guerra contra nosso povo. Pior que isso é lembrarmos que quando se fala em forças armadas, nos vem a memória só da copa do mundo, só assim vimos alguém na farda. Mas desfilaram bonitinho protegendo as arenas, piada o que se chamava estádio de futebol virou arena na ideia comunista, ideia meio incompetenta né rsrrr. Ta na hora de todos se prepararem sem esperar nada de terceiros, diante a tudo pelo menos ainda temos nossos heróis da pm e mais alguns setores tentando cumprir seus juramentos, servir e proteger. Parabéns heróis sabemos que tentam fazer o melhor, apesar de estarem censurados a cumprirem o que realmente seria a solução, infelizmente somos governado por quem valoriza bandidos e vagabundos, a julgar pela origem desse governo do nosso país não poderemos esperar muito, facção governando um país.

A//C