quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Diferenças entre as moedas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Atualmente só há em circulação, para valores expressivos, o papel-moeda.

As moedas metálicas representam apenas pequenos valores e sua utilização está quase restrita a máquinas automáticas.

Nos países em que há inflação, quase sempre são deixadas nas gavetas.

Deduzimos, portanto, que todas as notas do mundo inteiro são apenas papel pintado. O que as diferencia é o prestígio do emissor; sua credibilidade e seus escrúpulos.

É por este motivo que a impressão das cédulas deve ser de alta qualidade gráfica, impedindo (ou muito dificultando) sua falsificação. De tempos em tempos, são mudadas as estampas.

Os emissores sérios trocam notas antigas por novas, sem prejuízo para os detentores; já os malandros, dão prazos curtíssimos para a troca e as pessoas que não puderem fazê-la, perdem os valores.

Todas as moedas tem três funções principais, nesta ordem:
-meio de troca;
-medida de valor e
-reserva de valor.

As pessoas tendem a economizar nas moedas que são reservas de valor (isto é, emitidas por entidades de grande credibilidade).

Há moedas não confiáveis para poupança, mas que ainda servem de medida de valor. É o caso do real brasileiro no momento.

O prenúncio da morte de uma moeda é o fato de a mesma servir apenas de meio de troca e para transações de pequeno valor.

É o caso do peso argentino: em 2001 um peso valia um dolar estadunidense.

Hoje o mesmo dolar vale mais de quinze pesos.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Loumari disse...

Assistimos incrédulos ao que está a ocorrer no Brasil. Bem eu falei aqui dizendo: Este mesmo povo no dia 7-9 iam eutanasiar sua própria mãe independência e sepultá-la, e o pai Brasil ia ser privado de sua melhor aliada que até aqui foi a fonte da estabilidade do lar e da unificação dos povos. E acho que uma vez mais, não me equivoquei. Este povo se submeteu e entregou-se a escravidão.
Portugual é pequeno, mais gerou grandes conquistadores. E sendo pobre nunca se submeteu jamais ao domínio de seja quem seja. Pobre mas honrado.
Moçambique é pobre e até mendigo, mas, nunca se submeteu a escravidão. A prova é que combateu com armas na mão contra os portugueses e Moçambique venceu.
Agora Brasil, nos envergonha a todos. Como é possível que um país gigante não só pela sua superfície, mas também, pela densidade de sua população que se estima à mais de 200 milhões, se submeteu e entregou-se a escravidão?
Está ele aí, o brasilês a murmurar: MEUS ATOS; MEUS ATOS; MEUS ATOS...
A França, a Espanha, a GB perguntam a Portugal: Mas Portugal, o que está dizendo este teu filho Brasil, que não cessa de murmurar meus atos? A quê ele está mesmo atado?
Responde Portugal a suas irmãs: ele não é meu filho. Este é um vulgar bastardo. Um filho herda dos valores, princípios e tradições de seus pais, mas Brasil, violou tudo, perverteu tudo, e o maior pesadelo foi reduzir a língua portuguesa a expressão dos escravos. Se ele fosse meu filho falaria o português de Padrão, mas, este fala o crioulo. Dele mesmo renunciou ao SENHORIO e elegeu e se arrumou na categoria dos escravos e adoptou as crenças e tradições dos escravos.
Todo aquele que renuncia a sua própria identidade, fica sem referência. Não é o que se constata hoje na sociedade brasileira? Este povo não sabe donde vem, e não sabe aonde vai.
E todo povo desprovido de identidade é susceptível a ser dominado e vencido por qualquer outro povo. E o resultado: a SUBMISSÃO. Lamentavelmente e incotestavelmente, esta é a realidade do Brasil. Se julgaram superiores a todos os outros povos, se definiram como a raça superior face a todos os outros povos. Só que os outros povos que tratais com tanto menosprezo, eles tem identidade própria que herdaram das tradições de seus pais.
Entre ser pobre ou escravo, sem hesitação, prefiro ser pobre e livre. Um pobre é livre de seus movimentos, em câmbio o escravo ele, deve obrigatoriamente trabalhar como um burro de carga e sofrer todos os maltratos e opressão da escravatura. Hoje o brasileiro já não trabalha para ele, para o seu sustento. Tudo o que ele ganha de seu empenho trabalho, tudo lhe é confiscado pelos seus opressores.
E pela inércia da população isto significa que os brasileiros se conformam com esta situação.

Loumari disse...

Como o que há basta para a ambição dos presentes, não querem aventurar nada com a esperança, porque possuem o que nunca esperaram.
(Padre Antonio)

Loumari disse...

A consciência é a voz da alma, as paixões são a voz do corpo.
(Jean Jacques Rousseau)


Os homens dizem que a vida é curta, e eu vejo que eles se esforçam para a tornar assim.
(Jean Jacques Rousseau)


A fingida caridade do rico não passa, da sua parte de mais um luxo; ele alimenta os pobres como cães e cavalos.
(Jean Jacques Rousseau)