terça-feira, 8 de setembro de 2015

Homens de Preto na Parada: "Luto pelo Brasil" deu certo!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Johil Camdeab Abreu

Antes da marcha do dia 16 de agosto, os  46 LÍDERES da “Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos” que reúne as lideranças dos movimentos que protagonizam a consciência política no Brasil, já tinham decidido que fariam manifestações em todo BRASIL denominadas “LUTO PELO BRASIL” onde todos vestidos ou portando bandeiras pretas, protestariam contra os desmandos do Governo que AINDA AÍ ESTÁ e pediriam o impeachment de Dona Dilma.

Achei a idéia fantástica e como MAÇOM há quase 10 anos combatendo o PACOEPA – PACTO CORRUPTÔNICO QUE ENVERGONHA O PAÍS, participando hoje de mais de 500 grupos de COMBATE À CORRUPÇÃO, IMPUNIDADE E FALTA DE VERGONHA QUE ASSOLA O BRASIL, aderi ao movimento e passei a trabalhar incansavelmente produzindo MEMES com as chamadas para o DIA DA INDEPENDÊNCIA que somente encontraram eco para divulgação nos sites www.alertatotal.net do Jorge Serrão www.porissopecoseuvoto.com.br (meu) e no grupo do facebook PORTA DE PRIVADA do Enio Mainardi e claro no meu, além do MAÇONS BR e Lojas Maçônicas em Manaus, que discreta e silenciosamente, passaram a divulgar minhas imagens, através de  e-mails e grupos do what’zap.


Sem ter noção do resultado que teria nosso trabalho, com nossas indumentárias (pretas, claro!) participamos aqui em MANAUS do desfile cívico junto com o exército brasileiro e qual não foi nossa surpresa ao ver a orla da Ponta Negra, repleta de simpatizantes nos dedicando uma atenção especial.

Fico a imaginar que sucesso estrondoso não teria sido se os  46 LÍDERES da “Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos” tivessem levado a idéia adiante.

Obrigado Jorge Serrão, obrigado Enio Mainardi, obrigado IRMÃOS MAÇONS, cunhadas, sobrinhos, sobrinhas e simpatizantes da nossa Ordem em todo Brasil.


Johil Camdeab Abreu é o Observador Tragicômico Panfletário Virtual Ecologicamente Correto, há quase dez anos, militando nas redes sociais, combatendo com seus MEMES, o PACOEPA – PACTO CORRUPTÔNICO QUE ENVERGONHA O PAÍS.

12 comentários:

Rogerounielo disse...

Dilma tira poderes de comandantes militares

TÂNIA MONTEIRO

08/09/2015 | 05h00

Fonte - Link - http://m.politica.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-tira-poderes-de-comandantes-militares,1758021

Decreto transfere ao ministro da Defesa competência sobre atos relativos a pessoal, como reforma de oficiais
Brasília - Como se já não bastassem as crises política e econômica que atingem o governo, o Palácio do Planalto, agora, resolveu criar problemas com a área militar.

Na quinta-feira da semana passada, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto 8.515, que estava na gaveta da Casa Civil há mais de três anos, tirando poderes dos comandantes militares e delegando ao ministro da Defesa competência para assinar atos relativos a pessoal militar, como transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos, reforma de oficiais da ativa e da reserva, promoção aos postos de oficiais superiores e até nomeação de capelães militares, entre outros.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

Hoje, estes atos são assinados pelos comandantes militares.

A medida foi recebida com "surpresa", "estranheza" e "desconfiança" pela cúpula militar, que não foi informada que ela seria assinada pela presidente e publicada no Diário Oficial de sexta-feira.

A responsabilidade pela decisão de o decreto ter saído do fundo da gaveta para o DO estava sendo considerada um mistério.

No final do dia, no entanto, a Casa Civil informou que o envio do decreto à presidente atendeu a uma solicitação da Secretaria-geral do Ministério da Defesa, comandada pela petista Eva Maria Chiavon.

Mas todos ainda buscam explicações claras sobre o que realmente aconteceu neste processo.

O comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que estava ocupando o cargo de ministro interino da Defesa, e que viu seu nome publicado no DO endossando o decreto, disse que não sabia da existência dele.

"O decreto não passou por mim. Meu nome apareceu só porque eu era ministro da Defesa interino.

Não era do meu conhecimento", resumiu o comandante, ao deixar o desfile de 7 de setembro, sem querer polemizar sobre o seu teor.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, que estava na China quando o decreto foi editado, também demonstrou surpresa com a publicação durante sua ausência do País.

"Posso assegurar que não há nenhum interesse da presidente Dilma tirar poderes naturais e originais dos comandantes", afirmou ao Estado.

"Ainda não estudei o decreto, mas ele visa normatizar as prerrogativas de cada instância com a criação do Ministério da Defesa e não tirar o que é da instância dos comandantes", justificou.

Wagner lembrou que o decreto só entra em vigor em 14 dias e que, portanto, "qualquer erro ainda pode ser corrigido".

O texto fala ainda que a competência prevista nos incisos do decreto podem ser subdelegadas pelo ministro da Defesa aos comandantes.

Os militares se mostraram bastante "incomodados" com o ocorrido.

O decreto gerou "uma histeria geral", pela maneira como foi feita a publicação, sem que a cúpula militar fosse sequer avisada.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

"Há uma preocupação de que este decreto, que estava dormindo há anos, foi resgatado por algum radical do mal ou oportunista, com intuito de criar problema", observou um oficial-general consultado pelo Estado, ao lembrar que a publicação do texto agora, foi "absolutamente desnecessária".

Outro militar observou que "faltou habilidade política de quem tirou o decreto da cartola, em um momento em que o governo já enfrenta tantas dificuldades, criando uma nova aresta, pela forma como foi feita".

Este mesmo militar comentou que, mesmo o ministro da Defesa podendo delegar aos comandantes os poderes previstos no decreto, a medida é uma retirada de atribuição dos chefes das três forças e que, no mínimo, a boa regra de relacionamento, ensina que você avise a quem será atingido.

O decreto anterior dizia que os ministros do Exército, da Marinha e da Aeronáutica eram os responsáveis pela edição de atos relativos ao pessoal militar.

A delegação continuou com os comandantes, mesmo depois da criação do Ministério da Defesa, há 16 anos.

Fim

Anônimo disse...

Um chefe de estado sempre tem o comando das tropas, independente de civil ou militar, o Papa tem o dever de passar em revista a tropa do Vaticano pois é quem comanda o pais, qualquer ato de insubordinação é considerado motim ou revolta... NO BRASIL É PRECISO UMA POLICIA ESPECIALIZADA PARA ACABAR COM AS SABOTAGENS DOS DA RESERVA E NA ATIVA, POIS JUNTO COM O JUDICIARIO ESTÃO DANDO NA CARA AS SUAS VERDADEIRAS INTENÇÕES, ESTA POLICIA DEVE SER DE MILITARES QUE NÃO TENHAM NEM UMA LIGAÇÃO COM A MAÇONARIA E DE PREFERENCIA ULTRA SECRETA... DESDE DE 1964 ESTÃO OS TRÊS ENVOLVIDOS NOS PIORES PLANOS DE DEGRADAÇÃO DO POVO BRASILEIRO....

Rogerounielo disse...

Dilma não cansa de comprar briga – agora com os militares

Fonte - Link -http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dilma-nao-cansa-de-comprar-briga-a-bola-da-vez-sao-os-militares

Presidente retira poderes dos comandantes das Forças Armadas e transfere as nomeações de oficiais para o gabinete do ministro da Defesa, Jaques Wagner

Por: Marcela Mattos e Laryssa Borges, de Brasília

08/09/2015 às 17:32 - Atualizado em 08/09/2015 às 19:21

Imagem Deletada

A presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto(Ueslei Marcelino/Reuters)

Sem apoio no Congresso Nacional e patinando na área econômica, a presidente Dilma Rousseff se isola cada vez mais dos diversos setores da sociedade.

Agora ela escolheu a área militar como o novo flanco para comprar briga.

Sem consultar os comandantes das três Forças Armadas, Dilma baixou na última semana um decreto que transfere atribuições dos oficiais para o ministro da Defesa, o petista Jaques Wagner.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

O problema é que nem o próprio titular do ministério foi informado da medida, que pode ser modificada nos próximos dias, antes de entrar em vigor.

O decreto prevê, por exemplo, que cabe agora ao ministro da Defesa atribuições como a reforma de oficiais, a transferência de militares para a reserva remunerada e até a escolha de capelões militares.

E mais: segundo parlamentares, o decreto pode abrir caminho para a ingerência ideológica do governo na formação de militares porque também revoga uma antiga legislação, o decreto 62.104, de 1968, que delegava competência aos comandantes de aprovar os regulamentos das escolas e centros de Formação e Aperfeiçoamento.

No Congresso, a proposta da presidente Dilma foi recebida com reserva e incompreensão.

Para alguns parlamentares, o decreto é inconstitucional e deve ser revogado.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

Ao transferir atos dos comandantes militares para o ministro da Defesa, a presidente Dilma alegou que a Constituição garante a ela a prerrogativa de "dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos".

"Qual a intenção de criar uma instabilidade com essa ingerência nas Forças Armadas na calada da noite?"

"É incrível essa capacidade que Dilma tem de criar crise por decreto", criticou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).

"É preciso rever essa medida e abrir diálogo com os militares imediatamente."

"Não dá para concentrar poderes nas mãos de um ministro e deixar de lado a opinião de técnicos na hora de tomar decisões."

Da tribuna da Câmara, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) acusou o Executivo de tentar interferir na formação dos militares ao retirar dos comandantes a prerrogativa de aprovar em caráter final os regulamentos das escolas e centros de formação.

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

"[Dilma] mete-se diretamente nos currículos da Academia Militar das Agulhas Negras, da Academia da Força Aérea, da Escola Naval, da Escola de Formação de Sargentos e por aí afora", disse.

Para ele, o Executivo estaria claramente tentando interferir ideologicamente na formação dos militares.

"Ela quer botar aquela patifaria aprovada pelos patifes no relatório final da Comissão da Verdade para dentro das Escolas Militares", criticou.

"Os comandantes perdem o poder de escolher as matérias curriculares que fazem parte das escolas militares."

"Isso pode ser o início de uma lavagem cerebral", afirmou o deputado Alberto Fraga (DEM-DF).

"Pode ser o início de uma tentativa de implantar no único lugar onde não existe ainda a introdução do bolivarianismo no governo petista."

"Um general que der alguma declaração que seja contrário ao partido vai para a geladeira."

"O currículo passa a ser ditado por eles."

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

"O governo também quer aparelhar as Forças Armadas?"

"Para nós militares é uma ingerência sem tamanho."

"Qual a motivação disso? Não foi explicado", declarou o deputado capitão Augusto (PR-SP).

Para o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), porém, apesar de a Constituição garantir que as Forças Armadas são subordinadas à "autoridade suprema da Presidente da República", eventuais mudanças na organização das três forças só podem ser feitas por lei complementar.

Os projetos de lei complementar exigem quórum diferenciado para aprovação no Congresso - 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 votos no Senado.

"Nesse momento que estamos com uma crise econômica e política, desencadear uma crise militar é extremamente desnecessário."

"Não houve o respeito do próprio ministro conversar com seus comandados, não foi dado conhecimento da edição do decreto."

"O governo já tem todas as crises do mundo."

"Só falta arrumar uma crise militar que gere questionamento interno nas Forças Armadas em relação à condição e obediência constitucional ao governo federal", disse o deputado major Olímpio (PDT-SP).

Continua

Rogerounielo disse...

Continuação:

"O decreto preocupa porque nós sabemos quem está governando o país e sabemos qual a prática do PT."

"O PT não tem o menor escrúpulo em aparelhar instituições ou estruturas públicas", disse.

"Nós corremos o risco de ver as Forças Armadas pela primeira vez na história ser objeto de influência político-partidária."

"Alguém para ser promovido a coronel vai ter que beijar a mão de um dirigente do PT", completou Sávio.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), adotou cautela ao comentar o decreto.

"A presidente é uma pessoa que está caminhando por uma rua, enxerga uma casca de banana e atravessa a rua só para pisar a casca e escorregar."

"Será que ela não tem coisa mais importante para se importar?", questionou.

Para ele, "o decreto tão fútil que nem chega a ser um erro".

"É mais um amadorismo. Não sei explicar", disse.

O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, não quis comentar o teor do texto assinado pela presidente.

Fim

Anônimo disse...

Para quem sabe ler um pingo é letra, será que as forças armadas começaram entender o plano criminoso de poder do pt ? Pois é senhores dos botões dourados, a coisa foi tão longe que Lula chegou a se ganhar, caso precionassem Dilma o exército mts seria convocado, o mais estranho né que um movimento que há décadas posam de mendigos pedindo terras e tomando de quem tinha, virou exército, ta ai a prova de que o pt sempre foi uma célula terrorista do comunismo no Brasil. Tá na hora de esquecerem o blá blá blá e mostrarem a nosso povo que golpe Militar é uma frase criada por comunistas, o que existiu de verdade em 1964 foi o contra golpe contra os gafanhotos vermelhos que já estavam infiltrados até nas forças armadas. Forças armadas contém com o apoio geral de nosso povo, ninguém ta engolindo mais essa farofada comunista como pensam eles. Precisamos da intervenção Militar urgente, não queremos ser escravos de comunistas como vemos aqueles que até tentam fugir de Cuba e outros neste regime.

A//C anti comunista