terça-feira, 8 de setembro de 2015

MR-8: De organização guerrilheira a balcão de negócios


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Após a Revolução de 1964 foi deflagrado um processo de luta interna dentro do PCB. Os radicais que contestavam a linha pacífica do partido deram início às cisões, origem de expulsões e de constituição de novos partidos destinados a combater a ditadura militar pela violência armada e impor o socialismo ao país.

No então Estado da Guanabara o Comitê Universitário do PCB, o organismo mais radicalizado, inicialmente transformou-se em “fração” e, logo depois, em fevereiro de 1967, realizou uma Conferência, condenou a chamada revolução por etapas, definiu-se por uma revolução socialista e rompeu com o PCB, dando origem a uma nova Organização: a Dissidência da Guanabara (DI-GB).

A DI-GB iniciou sua trajetória terrorista em 1969 realizando três ações: em 15 de fevereiro: assalto a um sentinela do Hospital Central da Aeronáutica, na Tijuca, do qual roubaram uma arma; em 23 de fevereiro: assalto ao Bar Castelinho, em Ipanema, do qual levaram uma quantia em dinheiro; em 24 de março: assalto ao Banco de Crédito Territorial, em Bonsucesso, levando, também, uma quantia em dinheiro.

Posteriormente, nos meses de maio, julho e agosto de 1969 realizaram mais 5 assaltos, um deles a uma residência, em plena Av Atlântica, em Copacabana.

Em 04 de setembro de 1969, juntamente com a Ação Libertadora Nacional, efetuou o seqüestro do embaixador dos EUA, Charles Burke Elbrick, por cuja vida o governo libertou 15 presos, dentre os quais José Dirceu, posteriormente ministro da Casa Civil da Presidência da República no governo do PT (atualmente condenado e preso e na iminência de ser novamente condenado, por corrupção). A partir desse seqüestro, aDI-GB assumiu a sigla de MR8 – Movimento Revolucionário Oito de Outubro. Franklin de Souza Martins, posteriormente comentarista político da TV Globo em Brasília e depois também ministro no governo do PT, então militante da DI-GB, participou desse seqüestro. 

É de Franklin Martins o trecho abaixo, extraído do prefácio do livro “Viagem à Luta Armada”, editado no Rio de Janeiro em 1996, de autoria de Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz – o último dos “comandantes”da ALN -:,“o período de luta armada foi uma época em que ‘mercado’ era o lugar onde as donas de casa faziam compras e não a todo-poderosa entidade mítica que, atualmente para alguns, deve comandar a humanidade com sua mão invisível. ‘Massa’ era o caminho de se encontrar com seu destino revolucionário, e não uma tentação para os que estão em dieta (...) Se a terra era azul, como dissera Gagarin, o futuro parecia vermelho. A Revolução estava na ordem do dia.”’ 

Foi, enfim, um tempo em que se propalava que o capitalismo estava com os dias contados. Um tempo de mudanças e contestações onde se propalava que era“proibido proibir”.
        
No ano seguinte, 1970, o MR8 roubou cerca de 20 carros e realizou 14 assaltos. Todavia, teve dezenas dequadros presos e um morto. No ano seguinte, a linha militarista da Organização continuaria a prevalecer, realizando os chamados assaltos para manter a sobrevivência de inúmeros militantes na clandestinidade, morando em “aparelhos”. Mas seria um ano de desventuras, com a prisão ou morte dos principaisquadros e dirigentes – inclusive Carlos Lamarca, no sertão da Bahia (que desde março de 1971 havia deixado a VPR), em 17 de setembro de 1971 – e inúmeros outros procurando o exílio no Chile de Salvador Allende. Nesse ano, o MR8 executou mais de 30 ações armadas, entre roubos de carros, assaltos a supermercados, bancos e outras empresas.
        
Em 1972 o MR8, já quase totalmente desmantelado, conseguiu realizar apenas dois assaltos, ambos com o auxílio de militantes do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) e da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Em junho, o assalto ao Banco de Crédito Territorial, em S. Cristóvão, foi a última ação armada do MR8.
        
Um fato inusitado nunca esclarecido: em maio de 1972, o Consulado da Inglaterra no Rio de Janeiro retirou do país o jovem cidadão inglês Thimothy William Watkin Ross, professor de inglês em um colégio em Santa Teresa, que com o codinome de “Samuca” era militante do MR8, tendo participado de diversas ações armadas. Antes disso, um diplomata do Consulado havia estado no“aparelho” onde “Samuca” residia, tendo retirado todos os documentos que lá se encontravam, muitos deles já destruídos, levando-os para o Consulado. Esses documentos foram retirados de dentro do Consulado, contra a vontade dos diplomatas, por uma equipe da Inteligência da Força Aérea. Ou seja, um cidadão inglês atuando em um grupo terrorista nacional sob a virtual proteção do Consulado!
            
No Chile, onde se encontravam os banidos e os foragidos da luta armada, diversos militantes de outras organizações foram admitidos no MR8. Entre eles, Nelson Chaves dos Santos, ao qual voltaremos a nos referir neste documento..
            
A partir de uma profunda autocrítica realizada por esses militantes, no Chile, o MR8, em um Pleno, realizado em dezembro de 1972, abandonou a luta armada, definindo-se pelo trabalho de massa, considerado uma absoluta necessidade histórica. Retemperado pela autocrítica e rejuvenescido pela nova linha política, o MR8 voltaria, no ano seguinte, 1973, às suas atividades no Brasil, gradativamente deixando de ser uma organização guerrilheira e transformando-se em um balcão de negócios. Inicialmente transformando-se na chamada “Juventude do PMDB”, ou seja, a ala esquerda do PMDB, sobrevivendo graças ao auxílio financeiro recebido, durante anos, de um ex-governador de São Paulo (Orestes Quercia), auxílio que permitiu a edição de um jornal – “Hora do Povo” – , que existe até hoje.
        
Pouco a pouco, porém, as novas lideranças doMR8, tendo à frente Nelson Chaves dos Santos, um ex-banido do território nacional, trocado pela vida de um embaixador seqüestrado, foram obtendo a independência financeira da Organização através de “negócios”. Nesse sentido, podem ser listados os seguintes “empreendimentos” constituídos pelo MR8 ou dos quais a Organização fez parte:
               
Sociedade Comunitária Habitacional Pró-Favelas”, em São Paulo, registrada em 16 de dezembro de 1987 no 1º Cartório de Títulos e Documentos da capital;
 
Lambari, Indústria e Comércio de Estruturas Metálicas Ltda”, em São Paulo. Trabalha para o “Pró-Favelas”. Um dos proprietários é Tércio dos Santos Pedrezelli;
        
 
“Tecnobrás, Construção e Comércio”, em São Paulo. Trabalha para o “Pró-Favelas”. Tem como gerente Miguel Manso Perez  (membro do Comitê Regional do MR8/SP). Um dos engenheiros é Lírio Silvio de Paula, também do MR8;
        
 
“Chaves de Paula, Blocos Pré-Moldados Ltda”, instalada em Itaquaquecetuba/SP. Vende blocos pré-moldados para o “Pró-Favelas”. Um dos proprietários é Nelson Chaves dos Santos, membro do Secretariado Nacional do MR8 e chefe do Departamento de Relações Internacionais da Organização;
         
 
“Pan-Latina”, com escritórios em Vila Mariana, também dirigida por Nelson Chaves dos Santos, que presta assessoria às demais empresas do MR8.
                       
A comunidade do “Pró-Favelas”, para a construção, é organizada pela Federação das Mulheres de São Paulo, entidade criada e dirigida por Márcia Cardoso Campos, militante do MR8, irmã do então Secretário-Geral da Organização, Cláudio Cardoso Campos. 

Além disso, o MR8 mantinha uma intensa atividade de Relações Internacionais, como se segue, por ordem alfabética dos militantes citados:

Adriano Augusto da Cruz, que em maio de 1999 era presidente da União Catarinense de Estudantes Secundaristas e em abril de 2002 Secretário de RelaçõesInternacionais da Juventude Revolucionária Oito de Outubro (JR8): em junho de 2001 viajou para a Argélia integrando o Comitê de Organização Internacional do XV Festival Mundial da Juventude, realizado em Argel em agosto de 2001;

Ana Lucia Silva Braia: esteve em Moscou em 1987 participando do Congresso Mundial de Mulheres;

Ana Maria Rodrigues, então Secretária de Relações Internacionais da Confederação das Mulheres do Brasil (uma entidade criada e dirigida pelo MR8): em janeiro de 2001 participou de uma reunião, em Beirute, de “apoio ao povo palestino e contra a barbárie das tropas nazi-israelenses”, convocada pela Federação Democrática Internacional de Mulheres-FDIM, uma entidade remanescente do Movimento Comunista Internacional.
Em julho de 2002 participou de um “Encontro de Mulheres”, realizado em Caracas, sendo citada nominalmente no discurso pronunciado pelo presidente Hugo Chaves. Em dezembro de 2002, novamente em Beirute, participou do XII Congresso da FDIM;

Antonio Cássia: como representante da JR8, participou, em Havana, em junho de 2000, da reunião preparatória do XV Festival Mundial da Juventude, realizado na Argélia em julho de 2001;
 
Antonio Fernandes Santos Neto, então presidente daConfederação Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB): em março de 2000 esteve presente no 14º Congresso da Federação Sindical Mundial (entidade remanescente doMCI), em Nova Delhi, ocasião em que foi reeleito um dos vice-presidentes da entidade. Em outubro de 2000 esteve no Kwait participando de uma reunião do Conselho Presidencial da FSM, sendo, na ocasião, eleito presidente do Fundo de Solidariedade, constituído para “apoiar os trabalhadores, desempregados e aposentados em suas lutas por emprego, melhores condições de trabalho e preparação de quadros sindicais em nível mundial”. Em julho de 2002 esteve em Caracas para um Encontro com outros dirigentes da FSM, que transmitiu o apoio da entidade ao presidente Hugo Chaves.
 
Antonio Manoel Pimenta Braga, editor internacional do jornal “Hora do Povo” em 1999: em setembro de 1999 foi agraciado com a “Ordem de Amizade 2º Grau”, da Coréia do Norte;
 
Carlos Batista Lopes, militante do MR8 desde 1978, editorialista do “Hora do Povo” e membro do Secretariado Nacional do MR8: em novembro de 2000 participou, em Córdoba, do “II Encontro Latino-Americano San Martin e Artigas – Soberania e Justiça Social”;
 
Clênia Leal Maranhão, vice-presidente da Confederação das Mulheres do Brasil em 2000. Em junho de 1987 participou do Congresso Mundial de Mulheres, em Moscou e no início de 1999 participou do Congresso da FDIM, realizado em Paris;

Cristiano Aristimunha Pinto, vice-presidente da “Federação Mundial da Juventude Democrática-FMJD”(entidade remanescente do MCI) e Coordenador Nacional da JR8: em junho de 1999 esteve na Palestina prestando solidariedade a Yasser Arafat; em agosto de 1999 participou, em Havana, de um “Seminário Internacional Contra o Neoliberalismo”, patrocinado pela FMJD; em junho de 2000, integrou uma delegação do MR8 que participou do 4º Congresso da Federação da Juventude Vietnamita, no Vietnã;
 
Ilda Aparecida Fioranti Fiori, ex-diretora e ex-presidente da Federação das Mulheres de São Paulo: em junho de 2001 participou, em Assunção, do III Congresso Nacional de Mulheres Políticas, como representante da Confederação das Mulheres do Brasil;
 
Jorge Alves de Almeida Venâncio, militante do MR8 desde 1968: em setembro de 1999 foi agraciado com a “Ordem de Amizade Segundo Grau”, da Coréia do Norte;
 
Julia Morelli, em janeiro de 2000, como diretora cultural da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES/SP), participou do 4º Congresso da Federação da Juventude Vietnamita, no Vietnã;
 
Laura Lucena, em 1999 era membro da JR8 e diretora daUMES/SP: participou da Reunião Regional da FMJD, realizada em Santiago, em julho de 1999;
 
Leonardo Wexell Severo: em maio de 2001 esteve em Havana participando de uma reunião da FSM, como representante da CGTB;
 
Lídia Corrêa da Silva, militante do MR8 desde 1978 e vice-presidente da Confederação das Mulheres do Brasil: em novembro/dezembro de 2002 participou do XIII Congresso da FDIM, realizado em Beirute;
 
Lucia Maria Rodrigues Pimentel, participou da fundação do MR8, em 1967; em 1988 foi Secretária Estadual do Trabalho de São Paulo (governo Orestes Quércia); em 1992 assumiu, em Havana, a chefia do Escritório Regional para a América Latina e Caribe da FDIM; em junho de 2000, como Secretária de Relações Internacionais da CGTB, representou a FSM na “Sessão Especial da ONU sobre a Mulher”, em Nova York;
 
Márcia Cardoso Campos, ex-militante da POLOP (Política Operária) e do POC (Partido Operário Comunista): em outubro de 1981 participou de umCongresso Mundial de Mulheres, em Praga; esteve presente na “Sessão Especial da ONU sobre a Mulher”, em junho de 2000, em Nova York; participou de uma reunião da FDIM, em Beirute, em janeiro de 2001, na condição de presidente da CMB; em junho de 2001 participou de nova reunião da FDIM, em Beirute; em outubro de 2001 participou de uma reunião da Comissão Executiva da FDIM, realizada em Paris; em novembro/dezembro de 2002 participou do XII Congresso da FDIM, em Beirute, sendo eleita presidente da entidade;
 
Maria Beatriz Pires da Rocha, do MR8/MG: em 1989 recebeu treinamento em Cuba, em um curso de 10 meses promovido pela União da Juventude Comunista de Cuba;

Maria Corina da Conceição, do MR8/PE: na década de 90 recebeu treinamento em Cuba, durante 10 meses, sobre Problemas Educacionais na América Latina;

Marta Maria Arruda de Lima, militante do MR8 desde 1983, em 1991, na condição de diretora da União de Mulheres Mineiras, participou do “10º Congresso da União de Mulheres Argentinas”, realizado em Buenos Aires;
Mauro Bianco, presidente da JR8: em 1987 integrou a
 II Brigada de Colheita de Café, na Nicarágua; em fevereiro de 1992 integrou uma Brigada de Solidariedade a Cuba que viajou para Havana; em janeiro de 2000 integrou uma delegação da JR8 que participou do 4º Congresso da Federação da Juventude Vietnamita, no Vietnam; em março de 2001 participou de uma reunião do Conselho Geral da FMJD, realizada em Roma, no qual foi reconduzido à direção dessa entidade;
 
Nelson Chaves dos Santos, membro do Comitê Central (também chamado de Secretariado Nacional) e chefe do Departamento de Relações Internacionais do MR8: em novembro de 2000 e maio de 2001 esteve em Bagdá participando de conferências de solidariedade ao Iraque;
 
Nilson Araújo de Souza: em abril de 1991, na condição de membro do Comitê Central do MR8, a convite da embaixada de Cuba no Brasil, participou, em Havana, do seminário “Economia na América Latina e Socialismo”; em abril de 2002 era o presidente do Instituto de Amizade Brasil-Coréia;
 
Paulo Sabóia, membro da diretoria da CGTB: em março de 2000, no 14º Congresso da FSM, realizado em Nova Delhi, foi eleito para a Comissão de Controle de Finanças da FSM;
 
Pedro Campos Pereira, dirigente da JR8: em maio de 1999 participou da Reunião Regional da FMJD, realizada em Santiago; em julho de 1999 participou de um Seminário Contra o Neoliberalismo, realizado em Havana;
 Raimundo Milton Alves da Silva, do MR8/RJ: em 1989 recebeu treinamento em Havana, por 10 meses, em curso promovido pela
 União da Juventude Comunista de Cuba;
 
Susana Santos (ou Alicia Susana Lichinsky ou Susana Lichinsky), nascida na Argentina, formada em Química pela Universidade dos Povos Patrice Lumumba, da extinta URSS; no período de 1964 a 1974 foi militante da Federação Juvenil Comunista do PC Argentino; militante do MR8 desde 1975: em fevereiro de 2000 participou, no México, do IV Seminário sobre “Os Partidos e uma Nova Sociedade” patrocinado pelo Partido do Trabalho, do México. Desse Seminário participaram “43 organizações e partidos que integram o movimento revolucionário mundial e que desenvolvem seu trabalho em 23 países de 4 continentes” (jornal “Hora do Povo” de março de 2000).

É evidente que os empreendimentos acima descritos, bem como as movimentações de seus militantes pelo mundo inteiro, participando dos mais diversos tipos de eventos, só se tornaram possíveis graças aos enormes recursos obtidos pela direção do
 MR8, inicialmente através de um ex-governador de São Paulo, integrante do PMDB, e depois através do seu Departamento de Relações Internacionais, chefiado por Nelson Chaves dos Santos.

A matéria acima foi escrita tendo em vista a notícia transcrita dia 28 de janeiro de 2004 por vários jornais, intitulada “O que Move a Esquerda Brasileira”, publicada antecipadamente, em 27 de janeiro, pelo Mídia Sem Máscara. A matéria dá conta das atividades do agente de viagens brasileiro Fouad Sarham e de Nelson Chaves dos Santos, cujos nomes aparecem em uma lista de 200 “personalidades” que teriam recebido petróleo do governo de Saddam Hussein, segundo publicação do jornal iraquiano “Al-Mada” em 25 de janeiro de 2004.

Ou seja, nada mais que um “negócio”: troca de petróleo por solidariedade internacional.

Um caminho sem retorno: de organização guerrilheira “defensora dos oprimidos”, valendo-se da tática de assaltos e seqüestros, para impor o socialismo à la cubana no Brasil, a um Balcão de Negócios para enriquecer meia dúzia de militantes. Eu gostaria de saber o que dirão disso aqueles jovens fundadores do MR8, em 1967, que sacrificaram suas vidas e as das suas famílias, viveram em “aparelhos”, na clandestinidade, foram presos, banidos ou se exilaram.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

3 comentários:

Loumari disse...

Uma aliança cujo objectivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.
"Adolf Hitler" in 'Minha luta'

Loumari disse...

Ninguém ganhou a última guerra nem ninguém ganhará a próxima.
(Eleonor Roosevelt)

Anônimo disse...

Já temos um Hitler petista " Luiz Inácio Lula da Silva. O que o pts faz com o povo é pretexto?? Com ou sem a intervenção Militar haverá uma guerra no Brasil, haja visto que neste desmando da facção pt criaram-se outras, e na hora que estas outras descobrirem o que o comunismo faz com bandidos e condenados, com certeza eles mesmos somarão forças com o povo para gerar o braço armado contra o sistema, inclusive contra os idiotas que pensam que já estão invadindo o Brasil.
A//C anti comunismo