sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O castigo vem a galope


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Devemos estudar os cavalos mais célebres para di(l)mensionar a velocidade do desfecho.

Pégaso era o cavalo alado.

Bucéfalo, o de Alexandre o Grande.

Incitatus, o senador romano.

Babieca, de Cid o Campeador.

Rocinante, o de Dom Quixote.

Vizir, o de Napoleão.

Silver, o do Zorro.

Ribot, o invicto nas pistas.

Aqui, parece que a Anta prefere burro que a leve, a cavalo que a derrube.

Em lugar de pocotó diz: PAC ó tó!


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

4 comentários:

Loumari disse...

Concordo

com o que alguém escreveu​.........




Vou relembrar o que disse Winston Churchill em 1899:

“Individualmente, um muçulmano pode até mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social de quem a segue. Nenhuma outra força existe no mundo que seja mais retrógrada. Longe de estar moribundo, o islamismo é uma crença militante e prosélita. Já se espalhou por toda a África Central, criando guerreiros destemidos a cada passo. Não fosse o cristianismo protegido pelo braço potente da ciência — ciência esta contra a qual o Islão tem lutado em vão — a civilização da Europa moderna poderia ruir, como ruiu a civilização da Roma antiga".



Loumari disse...

TANTO TRABALHO PARA CHEGAR AQUI...

Não tenho nada contra os muçulmanos.
Os mais radicais defendem a ideia de querer pôr o mundo a funcionar pelo fuso horário do ano 600. Não lembra a um tinhoso. O profeta que por cá andou, fez coisas certamente maravilhosas, inspirou multidões e cortou cabeças até se fartar. Era um negociante com visão. Muita visão. Querem mais visão que dizer que todos os muçulmanos devem visitar a sua terra natal (Meca) pelo menos uma vez na vida? Um negócio desses é melhor que o da Coca Cola...
Depois do profeta vieram os califas, os primos, os genros, a ganância e ai a coisa complicou-se com o brilhante resultado de 1500 anos de batatada histórica. Entre sunitas, xiitas e outras variações de muçulmanos que partilham o facto de não se tolerarem mutuamente nem tolerarem outra qualquer religião mantendo no entanto um carinho especial por cristãos e judeus.
Ora a civilização ocidental tem exactamente por base o cristianismo tornando-nos um dos alvos preferidos da suas belas cimitarras.
Além da religião, a cultura ocidental caracteriza-se por ter influências no romantismo, na forma como a cultura greco-romana moldou os sistemas legais, no humanismo e na revolução científica. Com origem na Europa, estendeu-se até América e Austrália. Russos e sul americanos tem algumas semelhanças culturais importantes e até há quem considere o Japão como fazendo parte do mundo ocidental. São uns ocidentais de olhos em bicos que desde o fim da 2ª Guerra alinham por uma bitola com quem se pode coabitar. Com a civilização muçulmana nem por isso.
Chegar até aqui deu muito trabalho. Não vamos deitar tudo a perder. A cultura ocidental foi forjada a ferro e fogo e passou por muitas guerras e revoluções fazendo da Europa aquilo que hoje é. Depois do fim do império romano, Carlos Magno deu um "chega-para-lá" ao islamismo e lá conseguiu manter o papa em Roma.
De vitória em vitória, de revolução em revolução, de conquista em conquista conseguimos fazer da Europa um espaço onde há paz, onde há ordem, onde há segurança.

Loumari disse...

As coisas nem sempre correram bem mas houve sempre resultados positivos. Uma inspiração democrática que levou à liberdade de expressão e à bem apreciada separação dos poderes de estado. Uma guerra de cem anos que levou a um absolutismo que por sua vez levou a uma revolução francesa e aos direitos dos homens que ninguém põe hoje em causa. Uma guerra de trinta anos que levou à paz de Vestefália e à soberania dos estados. Uma greve geral nos estados unidos a um de Maio que levou aos direitos dos trabalhadores. Foi preciso uma grande depressão que levou ao estado social mas ele está cá. Movimentos mais ou menos pacifistas que levaram ao sufrágio feminino e à igualdade entre os sexos. Esta última deve estar para o Abdul como o Espaço 1999 estava para mim quando eu tinha 10 anos.
Estas normas de conduta são demasiado importantes para serem descurados. As gerações vivas foram assim criadas e assim se dão bem. Nem devemos saber viver sem estes valores que damos como adquiridos.
Entre nós (ocidentais) e eles (muçulmanos), pouco mais há em comum que o facto de descendermos do macaco. E de precisarmos do petróleo que eles tem muito,
Os muçulmanos continuam em guerra, entre eles, organizados por bandos ou tribos, com a Síria e os seus refugiados a ter honras de notícia de abertura nos telejornais.
E há uns tontos que querem trazer toda essa gente cá para dentro.
Bem sei que não são todos terroristas, não são todos radicais mas são todos muçulmanos. E ao chegar a um local estranho vão fazer o que os portugueses fazem em Paris ou Newark, os chineses em Nova Iorque e anteriores grupos muçulmanos em Paris ou Marselha: criar bairros. E ter filhos que vão ser "cidadãos europeus". Só que há uma grande diferença entre comer bacalhau e cantar o vira do Minho e queimar 9000 carros em Paris em 2005. Quem fez tal coisa? Em parte eram franceses, filhos de emigrantes do Magrebe e arredores.
Não gostava de ver o Louvre a explodir em directo na SIC Notícias tal como os templos de Palmira. Ou o Big Ben em Londres, o atómium em Bruxelas, o bairro vermelho em

Loumari disse...

Amesterdão, o CERN na Suíça, a catedral de Barcelona, o estádio do Bayern de Munique. Ou o Cristo Rei em Almada. É nosso, está cá há muitos anos e custou muito dinheiro. Não é para andar a estragar.
Bem sei que os desgraçados que atravessam o Mediterrâneo em barcos de borracha não trazem bombas nos bolsos mas mais tarde podem facilitar a entrada de uns mais atrevidos, por iniciativa própria ou coagidos, por exemplo, devido a ameaças a familiares que ficaram nos países de origem.
Nós europeus, não podemos ter a ideia peregrina de querer salvar todos sob o risco de não salvar ninguém. E com ninguém digo nós próprios. E quando se tem que escolher entre "nós" e "eles" não é preciso pensar duas vezes. Depois de "nós" chega a vez dos "nossos amigos". Para os amigos tudo para os outros a nossa compreensão. Repare-se que países como a Arábia Saudita usam à bruta "a nossa compreensão". Ou tem visto de trabalho ou não entram. Ponto.
Devemos ajudar uns tantos. Fica bem na fotografia e até é útil para a economia. O Schlinder só salvou alguns e ficou na história. Não se deve pensar em quantos se perderam mas sim em quantos se conseguiram salvar. Por vezes é preciso cortar um dedo para salvar uma mão. Outras vezes é preciso fazer vista grossa... olhar para o lado e assobiar.
Uma grande conquista da Europa é o chamado espaço Schengen. Estados que combateram entre si há 60 anos tem agora fronteiras abertas. É como morar num condomínio fechado gigantesco com uma noção de liberdade sem limites. Para o condomínio funcionar os porteiros tem que fazer o seu trabalho bem feito.
Espero que os Húngaros inspirem os estados periféricos a controlar quem entra, como entra, quando entra e, em especial, se entra. Para já são os únicos a levar isto a sério.
Afinal, não quero que os meus filhos e os filhos dos meus filhos vivam num país onde morrer decapitado seja considerado morte natural.