quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O Pixuleco e a velocidade no trânsito


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

Todo mundo sabe, que a CAIXA PRETA dos contratos de radar de trânsito cheira a PIXULECO. Até o Fantástico já denunciou. Mas ninguém quer saber; nem o Ministério Público e nem o Tribunal de Justiça, cujo presidente tem dado apoio irrestrito, às ideológicas e suspeitas decisões do Prefeito Haddad, suspendendo, sem fundamento, liminares, contra suas inconstitucionais decisões.

O raciocínio é simples, quanto mais baixo o limite de velocidade, em vias expressas, maior é o confisco da indústria de multas e o óbvio PIXULECO.

A desculpa esfarrapada de reduzir a velocidade, para salvar vidas não convence, porque é sabidamente conhecido, que 80% dos acidentes fatais acontecem com motos e bicicletas, em razão do obvio risco desses veículos no trânsito de São Paulo e, da imprudência dos seus condutores.

Ao invés de salvar vidas, coibindo a condução perigosa dos motoboys, HADDAD prefere arrecadar com multas, penalizando a sofrida população de São Paulo, que paga o preço das idiotices suspeitas e ideológicas dos seus prefeitos. Haddad é apenas o “Tiranete de plantão”, seus antecessores foram tão deletérios quanto ele.

Pergunta-se: Haddad mandaria seus filhos para a escola de bicicleta? Claro que não, mas incentiva os filhos dos outros a arriscarem-se de bicicleta no trânsito.

Todas essas decisões do Prefeito, além de suspeitas, são inconstitucionais, porque contrariam os princípios constitucionais da razoabilidade, da moralidade e da legalidade, além de comprometerem a eficiência necessária para a mobilidade e o bem estar das pessoas.

Além do cheiro de PIXULECO, as ciclovias desertas, as faixas de ônibus para beneficiar empresas, o rodízio e as ruas fechadas, inegavelmente, têm por objetivo a DITADURA DO CONTROLE SOCIAL, que os tiranos comunistas, como esse HADDAD, querem nos impor.

Louve-se, todavia, a irresponsável coragem desse Tiranete, que mesmo vendo o fim do poder político do PT, acredita que sairá impune, de suas empreitadas.

Com a palavra o Ministério Público de São Paulo, que tem o dever de oficio de proteger a sociedade, contra os crimes e os abusos dos Catilinas, que infestam a política brasileira.

Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente Associação dos Usuários de Serviços Públicos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Para quem sabe ler um pingo é letra, será que as forças armadas começaram entender o plano criminoso de poder do pt ? Pois é senhores dos botões dourados, a coisa foi tão longe que Lula chegou a se ganhar, caso precionassem Dilma o exército mts seria convocado, o mais estranho né que um movimento que há décadas posam de mendigos pedindo terras e tomando de quem tinha, virou exército, ta ai a prova de que o pt sempre foi uma célula terrorista do comunismo no Brasil. Tá na hora de esquecerem o blá blá blá e mostrarem a nosso povo que golpe Militar é uma frase criada por comunistas, o que existiu de verdade em 1964 foi o contra golpe contra os gafanhotos vermelhos que já estavam infiltrados até nas forças armadas. Forças armadas contém com o apoio geral de nosso povo, ninguém ta engolindo mais essa farofada comunista como pensam eles. Precisamos da intervenção Militar urgente, não queremos ser escravos de comunistas como vemos aqueles que até tentam fugir de Cuba e outros neste regime.

A//C anti comunista

Anônimo disse...

AF disse:

Pois é Dr. Ribas, excelente artigo. Só uma intervenção feita por patriotas, por pessoas sérias, não afetadas pela IMUNDICE do marxismo, pode começar a melhorar este país.

Loumari disse...

O homem de talento é sempre um mau homem. Alguns conheço eu que o mundo proclama virtuosos, e sábios. Deixá-los proclamar. O talento não é a sabedoria. Sabedoria é o trabalho incessante do espirito sobre a ciência. O talento é a vibração convulsiva do espirito, a originalidade inventiva e rebelde à autoridade, a viagem extática pelas regiões incógnitas da ideia.

"Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco
Portugal 16 Mar 1825 // 1 Jun 1890
Escritor