terça-feira, 22 de setembro de 2015

Oposição covarde e povo alienado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

Vivemos em um país de alienados, quando não de acomodados, no qual nem a dita oposição, por fisiologismo ou por pura covardia exerce seu verdadeiro papel político, ou seja, fazer oposição a um governo corrupto que desagrada toda a sociedade civil esclarecida e que está levando o país ao caos.

Os lideres do PSDB, Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Geraldo Alckmin, disseram semana passada, que o impeachment da presidente Dilma Rousseff só ocorrerá se o PMDB, "principal beneficiário" do afastamento precoce de dona Dilma, assumir a liderança do processo.

Por sua vez os principais nomes do PMDB no Senado e na Câmara advogam que seja a oposição, em especial Aécio Neves, o principal vetor para deflagrar o afastamento da governanta. Paralelamente a esse nojento jogo de empurra o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), diz que não quer a pecha de conspirador ou golpista.

Em suma, ninguém tem coragem para assumir absolutamente nada, e o país que se dane.

Enviei para jornais e revistas um pequeno texto sob o titulo -  Oposição covarde e povo alienado -  nele comparo as posição do PSDB e do PMDB com relação ao início do processo de impeachment da presidente, onde se conclui que nenhum dos dois partidos têm coragem que assumir responsabilidades.

PSDB alega que o PMDB seria o "beneficiado" com o afastamento da governanta, já que o vice-presidente, peemedebista, Michel Temer assumiria o trono. Por sua vez o PMDB alegando que não quer aceitar a pecha de conspirador e golpista e se nega a dar o "tiro" inicial.

Não demorou 48 horas para que a verdade viesse a tona. Nas hostes da cúpula do PSDB no Senado, ligada ao senhor Aécio Neves, líder do PSDB, acabam de declarar que em caso de vacância do cargo, assumir o governo nessa hora seria "entrar no salão no fim da festa e ter que arrumar toda a bagunça deixada pelos adversários".

Já o PMDB alega, sob orientação do seu líder o "ínclito" senador Renan Calheiros, que assumir o governo nesse momento de "rompimento democrático" (?), seria desgastante para a legenda que pretende disputar as eleições de 2018.

Vejam bem como pensam os líderes dos principais partidos políticos desse nosso pobre país. Imoral!

Senhores corruptos de ambos os partidos: sou cidadão brasileiro, sou profissional liberal, não sou político corrupto, produzo, pago meus impostos em dia e não recebo sem trabalhar, portanto tenho moral para lhes dizer: o Brasil não é um salão em fim de festa.

Vocês como brasileiros, se tivessem ética, moral, civilidade e um mínimo de coragem, entrariam no desarrumado salão, talvez juntos... Por que não? Não estão juntos pondo toalhas quentes na corrupção do PT? E tentariam arrumá-lo o mais rápido possível para iniciar a festa da retomada da dignidade perdida há 13 anos.


Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

2 comentários:

Anônimo disse...

Ninguém quer assumir o governo porque a situação econômica, social e política do Brasil está tão ruim , após esses desastrosos e corruptos 13 anos de governo lulista, que qualquer um que assumir o governo após esse desastre nacional vai ser penalizado por erros que não cometeu e taxado de mau governante. Impossível colocar a casa em ordem outra vez sem se rigoroso, duro, coerente, responsável, honesto e isso vai ser doloroso e desagradar a muita gente. E certamente os principais acusadores e críticos desse novo governo serão os próprios petistas, os mesmos que causaram a nossa tragédia ! Mas eles vão ter a cara de pau de fazerem oposição e lula vai surfar, comandando esta oposição fajuta, não reconhecendo que foram eles os culpados por todo mal que estamos enfrentando. Bandidos e canalhas!. A solução, ao meu ver é formar um governo provisório, uma junta de coalizão com representantes dos principais partidos e também do STF e Ministério Público, para repartir as responsabilidades. Depois de fazer a devida faxina com reformas administrativas, fiscal, previdência, etc. e com novo modelo de gestão, baseado na meritocracia, aí sim , fariam novas eleições gerais, não permitindo a candidaturas de políticos fichas-sujas nem condenados em qualquer instância , além da proibição de candidatos que já ocuparam cargos de presidente da república. QUEREMOS RENOVAÇÃO , QUEREMOS REPRESENTANTES NO CONGRESSO QUE SEJAM HONESTOS E UM PRESIDENTE COM PRICÍPIOS MORAIS ELEVADOS.

Mario38W disse...

E queremos o fim do voto eletrônico sem possibilidade de auditoria!