terça-feira, 6 de outubro de 2015

Acordo de Parceria Transpacífica vai agravar subdesenvolvimento do Brasil, graças às "zelites"


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Prontinha para tomar no TCU por suas pedaladas fiscais fora da lei, a ciclista Dilma Rousseff ainda cometeu a estúpida arrogância de proclamar aos seus velhos-novos ministros (empossados ontem) que "temos um Brasil para governar até 2018". Só a tacanhice de Dilma, sem visão de estadista, permite que ela não consiga enxergar que o País foi à falência e caminha para uma profunda decadência graças ao esgotamento da "Nova República de 1985" - na qual o irresponsável e incompetente PT vem sendo o grande colaborador no fechamento do caixão.

Embora tenha potencial para ser uma Nação rica e próspera, com influência positiva no resto do mundo, o modelito bolivariano adotado por Lula e Dilma colocou o Brasil na vanguarda do atraso da diplomacia internacional. O alto preço a ser pago por tamanha bobagem estratégica em geopolítica terá impacto econômico altamente negativo depois que as nações com visão de futuro firmaram o acordo de Parceria Transpacífica. O TPP, na sigla em inglês, arrasa com o Mercosul e a Organização Mundial do Comércio (OMC), focos da equivocada e decadente diplomacia tupiniquim.

O novo acordo transnacional - do qual o Brasil fica de fora - vai reunir nada menos que 40% da economia mundial. Além de juntar os Estados Unidos e Japão, o bloco vai gerar um supermercado com Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã. A perigosa tendência é que o Brasil bolivariano se transforme em um refém da China - por falta de alternativa comercial. O capital chinês já está pronto para abocanhar o que sobrar daqui na bacia das almas da megacrise econômica em andamento. A Petrobras, as empreiteiras e muitas empresas do agronegócio são alvos preferenciais.

O resto do mundo avança, enquanto nós recuamos. A petelândia e seus comparsas na má gestão do "condomínio" de Bruzundanga não querem ou não conseguem enxergar a gravidade do problema. A "vocação" brasileira para ser periferia subdesenvolvida do capitalismo global vai se agravar, se o regime da esclerosada Nova República não for derrubado democraticamente. O timming do País para promover suas mudanças estruturais está se esgotando depressa. O Brasil caminha para a desintegração - no sentido amplo do termo.

Lamentável sina de uma nação que não tem elites estratégicas atuantes e fica refém da hegemonia da politicagem, do populismo ideológico e da ação de governança do crime institucionalizado. País que só tem zelite constrói seu futuro no vaso sanitário da História...

Filme queimadíssimo lá fora

Em palestra na Assembléia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), realizada em Charleston (EUA) sábado passado (3 de outubro), o escritor peruano Mário Varas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura em 2010, deu uma grande contribuição para a desmoralização de Luiz Inácio Lula da Silva:

"A corrupção é um problema grave, a maior ameaça para a democracia, especialmente com as novas e recentes democracias latino-americanas. O Brasil parecia ter decolado, mas o que freou de repente e e está provocando o retrocesso? A corrupção, que está de volta mais forte que nunca, acima do pico de todos os níveis já alcançados, vinda de um governo que todos no mundo acreditavam que era exemplar: Lula implantou um governo profundamente corrupto. Dá até vertigem os montantes bilionários roubados pelos grandes ladrões do governo Lula. A história da Petrobras é incrível. É uma indicação do que pode acontecer se combater a corrupção, que se manifesta na América Latina maneira muito perturbador. Já não são os guerrilheiros, utopias socialistas, os golpes. São todos ladrões, como os narcotraficantes. Seria terrível que a democracia continue a ser esmagada e sufocada pela corrupção".

Vargas Llosa observou que, examinando a história dos fracassos da democracia no continente, só se pode concluir que "a perseverança no erro é uma característica da América Latina".

Dilma faz o Brasil dançar...


O primeiro da série: Dilma faz o Brasil "dançar"!

Trio patético


Colabore com o Alerta Total

Neste momento em que estruturamos mudanças para melhor no Alerta Total, que coincide com uma brutal crise econômica, reforçamos os pedidos de ajuda financeira para a sobrevivência e avanço do projeto.

Os leitores, amigos e admiradores que quiserem colaborar financeiramente conosco poderão fazê-lo de várias formas, com qualquer quantia, e com uma periodicidade compatível com suas possibilidades.

Nos botões do lado direito deste site, temos as seguintes opções:

I) Depósito em Conta Corrente no Banco do Brasil. Agência 4209-9, C/C: 9042-5, em favor de Jorge Serrão.

OBS) Valores até R$ 9.999,00 não precisam identificar quem faz o depósito; R$ 10 mil ou mais, sim.

II) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

III) Depósito no sistema PayPal, para doações feitas no Brasil ou no exterior.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Outubro de 2015.

21 comentários:

Anônimo disse...

Entreguem um país muito organizado, tipo Noruega ou Japão ou ainda EUA nas mãos dos petralhas e seis meses depois este mesmo país estará um lixo. A capacidade desorganizativa dos petralhas é algo sem comparação em todo o mundo.

Anônimo disse...

Cleonice I Ferreira disse:
Nos o Povo brasileiro apoiamos A GREVE DOS CAMINHONEIROS INICIADA DIA 05 DE OUTUBRO DE 2015 EM VÁRIOS ESTADOS DO BRASIL. Confiram no site: Cidadesdomeubrasil.com.br Quem for PATRIOTA UNE AOS CAMINHONEIROS, PARAMOS O BRASIL, é o ÚNICO meio de sermos escutados! Queremos o nosso Brasil na Boa Lei e na Boa Ordem. Chega de CIRCO, CIRCO,Circo,Circo...........

Anônimo disse...

A cada dia que passa mais admiro a super ATRIZ DILMA!
Como representa bem, onde fez curso de teatro e encenação, gente? Que super universidade, que excepcional atriz e de cena no palco!
Ficará até 2018: deixa 2018 ficar sabendo dessa!
Ou será que fez restrição mental de: "ficarei no cargo apenas dando recados de meus chefes", e nisso a muié entende bem!
Pergunte ao povo brasileiro se aguentará até 2018 sendo sola do sapato do PT!
O Cunha vem aí, gente...

Anônimo disse...

Dilma penas até 2018 é pouco, levando em conta o progréçu e dizinvolvimêntu que tem trazido ao Brasil; ideal seria ser a DITADORA PERPETUA DO BRASIL, 2018, 2022 e daí em diante!
Muy felizarda a nação que tem uma doidinha e partido taradão de mais como o PT para governa-la!
Aliás, v viu falar que em BH lançaram volantes durante o funeral do Jose E Dutra escrito: "Petista Bom É Petista Morto" e Dilma fazendo numa latrina o que mais entende: advinha o quê!
Outra: fazendo da A Latina uma A Latrina!
Será que os caras que fizeram isso eram profetas?
Levam jeito!

Anônimo disse...

Não adianta palavras bonitas, só desobediencia civil pode salvar o Brasil, parar tudo por um tempo, a quadrilha é grande, Foro de SP. etc

Chico Trevas

Anônimo disse...

O circo pegando fogo e o que estão esperando acontecer em milicos de merdas?

Augusto disse...

LULA ENTREGOU REFINARIAS A EVO
Lula confessou um crime hoje, mas a imprensa preferiu dar destaque para o que ele pensa do Foro de São Paulo.
http://www.oantagonista.com/posts/lula-entregou-refinarias-a-evo

Anônimo disse...

Serao boa tarde
Cunha espera TCU entubar a Presidente para em seguida aceitar o pedido do bicudo ...aí quero assistir de camarote .
Pior é que: assistir esse espetáculo vai sair muito caro para nós brasileiros , além de correr o risco do leão fugir para cima de nós ...aí salve-se quem puder ..Eu já fiz inscrição na NASA para uma viagem sem volta para Marte pelo menos lá o PT ainda não chegou .

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Dependemos de ações de DEUS O SUPREMO ARQUITETO, pois de homens nada podemos esperar, especialmente daqueles que até hoje, sendo Fabianos, apoiaram e protegeram Lulla, o PT e inclusive Dillma Rousseff; tais Fabianos, os poderosos, são em imensa maioria militares do Exército, na reserva e ativa.

Sugiro que os nomes delles, desses Fabianos, compunham a imensa maioria de militares inscritos no extinto Grupo Guararapes até o número +- 350. Marcante é a quase inexistência de pessoal da Aeronáutica e Marinha entre os Fabianos, e é claro, naquela relação do Grupo Guararapes. Penso que o brig. Ivan Frota é dos Fabianos na Aeronáutica.

Nota: não confundir Fabianos com FEB ou FAB.

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Dependemos de ações de DEUS O SUPREMO ARQUITETO, pois de homens nada podemos esperar, especialmente daqueles que até hoje, sendo Fabianos, apoiaram e protegeram Lulla, o PT e inclusive Dillma Rousseff; tais Fabianos, os poderosos, são em imensa maioria militares do Exército, na reserva e ativa.

Sugiro que os nomes delles, desses Fabianos, compunham a imensa maioria de militares inscritos no extinto Grupo Guararapes até o número +- 350. Marcante é a quase inexistência de pessoal da Aeronáutica e Marinha entre os Fabianos, e é claro, naquela relação do Grupo Guararapes. Penso que o brig. Ivan Frota é dos Fabianos na Aeronáutica.

Nota: não confundir Fabianos com FEB ou FAB.

Anônimo disse...

Acordos de livre comércio envolvem muito mais “acordos” do que “livre comércio”

Existe uma diferença crucial, praticamente intransponível, entre "livre comércio" e "acordos de livre comércio".
Livre comércio significa simplesmente você e eu transacionarmos livremente com quem quisermos, não importa se a outra pessoa está do outro lado da rua ou do outro lado do globo. Não há barreiras, não há tarifas, não há imposições governamentais.

Já "acordos de livre comércio" são apenas uma forma de mercantilismo disfarçado.

Em primeiro lugar, um genuíno livre comércio não requer um "tratado" ou um "acordo comercial". Se um governo genuinamente quisesse um livre comércio, tudo o que ele teria de fazer seria abolir as inúmeras tarifas de importação, as cotas de importação, as leis "anti-dumping", e todas as outras restrições estatais impostas ao comércio. Não é necessária nenhuma política externa ou manobra conjunta.

No entanto, os governos que assinam os tratados de "livre comércio" sempre se certificam de que todas as cláusulas serão boas para suas empresas nacionais, e não necessariamente para os consumidores do país. Enquanto os genuínos defensores do livre comércio vêem o livre mercado e o comércio, doméstico ou internacional, do ponto de vista do consumidor (isto é, de todos nós), o mercantilista, seja do século XVI ou de hoje, vê o comércio do ponto de vista das grandes empresas nacionais que estão em conluio com o governo.

Genuínos defensores do livre comércio consideram as exportações um simples meio de pagar pelas importações e sempre têm o interesse do consumidor em primeiro lugar. Já os mercantilistas querem apenas privilegiar as grandes empresas nacionais em detrimento de todos os consumidores, sejam eles domésticos ou estrangeiros.

Por tudo isso, vale repetir: o livre comércio não requer tratados. Todo o necessário para que haja um livre comércio é que se removam (unilateral ou multilateralmente) todas as barreiras artificiais ao comércio: a Inglaterra fez isso em meados do século XIX, Hong Kong o fez em meados do século XX.

Para se ter uma ideia, em 1879, a Constituição dos Estados Unidos usou apenas 54 palavras para estabelecer o livre comércio entre os estados. Já o NAFTA, o acordo de "livre" comércio entre o Canadá, o México e os EUA tem duas mil páginas, novecentas das quais se referem unicamente a tarifas.

Anônimo disse...

O tamanho mastodôntico desses acordos de comércio, com suas miríades de estipulações e controles — tais como regras sobre a origem e a correspondente inspeção de produtos, exigências de verificação, unificação de leis ambientais e a interferência em assuntos soberanos, como leis trabalhistas — desvirtuam completamente seu nome.

Acordos de "livre comércio" vêm sempre cheios da palavra "exceção". Aqueles que sabem manusear suas influências políticas por meio de grupos de interesses sempre recorrem a "favores" para se protegerem da concorrência externa. Em vez de livre comércio, o que esses acordos criam é um sistema de comércio dirigido e manipulado, além de — como era de se esperar — muitos, caros e inúteis empregos para burocratas, empregos estes que só servem para destruir a riqueza dos países envolvidos.

Supervisionar e controlar o comércio entre dois países faz tanto sentido econômico quanto supervisionar e controlar o comércio entre os estados de um mesmo país.

Acordos comerciais têm também outras implicações prejudiciais. Eles discriminam importações de baixo custo de países que não fazem parte do tratado. O comércio com estes países é ignorado em prol de fornecedores que, apesar de serem mais caros, gozam de isenções fiscais, pois pertencem a países signatários do acordo. E parte da receita tributária de que o governo abriu mão por causa do uso de isenções tarifárias acaba se transformando em renda para o bolso do fornecedor privilegiado.

Qualquer indivíduo que realmente tenha a paciência de ler, na íntegra, os acordos comerciais atuais não se surpreenderia em descobrir que eles se concentram cada vez menos na redução das tarifas de importação e cada vez mais no "desenvolvimento da indústria nacional", na promoção de exportações, na unificação de leis ambientalistas e na afirmação de uma política doméstica. Seu verdadeiro propósito — um protecionismo discreto — é ocultado por termos vagos como "comércio mais livre e mais justo", "liberalização gradual", "concessões recíprocas" e "pacotes de desenvolvimento".

Anônimo disse...

O tamanho mastodôntico desses acordos de comércio, com suas miríades de estipulações e controles — tais como regras sobre a origem e a correspondente inspeção de produtos, exigências de verificação, unificação de leis ambientais e a interferência em assuntos soberanos, como leis trabalhistas — desvirtuam completamente seu nome.

Acordos de "livre comércio" vêm sempre cheios da palavra "exceção". Aqueles que sabem manusear suas influências políticas por meio de grupos de interesses sempre recorrem a "favores" para se protegerem da concorrência externa. Em vez de livre comércio, o que esses acordos criam é um sistema de comércio dirigido e manipulado, além de — como era de se esperar — muitos, caros e inúteis empregos para burocratas, empregos estes que só servem para destruir a riqueza dos países envolvidos.

Supervisionar e controlar o comércio entre dois países faz tanto sentido econômico quanto supervisionar e controlar o comércio entre os estados de um mesmo país.

Acordos comerciais têm também outras implicações prejudiciais. Eles discriminam importações de baixo custo de países que não fazem parte do tratado. O comércio com estes países é ignorado em prol de fornecedores que, apesar de serem mais caros, gozam de isenções fiscais, pois pertencem a países signatários do acordo. E parte da receita tributária de que o governo abriu mão por causa do uso de isenções tarifárias acaba se transformando em renda para o bolso do fornecedor privilegiado.

Qualquer indivíduo que realmente tenha a paciência de ler, na íntegra, os acordos comerciais atuais não se surpreenderia em descobrir que eles se concentram cada vez menos na redução das tarifas de importação e cada vez mais no "desenvolvimento da indústria nacional", na promoção de exportações, na unificação de leis ambientalistas e na afirmação de uma política doméstica. Seu verdadeiro propósito — um protecionismo discreto — é ocultado por termos vagos como "comércio mais livre e mais justo", "liberalização gradual", "concessões recíprocas" e "pacotes de desenvolvimento".

Anônimo disse...

O livre comércio é o que nos mantém vivos

Há vários argumentos em prol de um comércio mundial livre e irrestrito: maior concorrência para as empresas nacionais, melhora substancial da qualidade dos produtos, maior competitividade, maior soberania do consumidor, mais mercados para as empresas.

O melhor, no entanto, é um dos menos ressaltados: quanto mais livre é o comércio exterior, maior é a possibilidade de fazermos o trabalho que mais nos agrada e que mais bem se adapta aos nossos talentos individuais.

Apenas imagine viver em uma sociedade na qual nosso trabalho diário serve unicamente ao propósito de sobrevivermos, e não para desenvolver nossos talentos. Pois essa é a realidade nos países que mais restringem o livre comércio: as pessoas, ao serem praticamente proibidas de utilizar os frutos do seu trabalho para adquirir aqueles bens e serviços que são mais bem produzidos por estrangeiros, acabam sendo obrigadas a desempenhar várias atividades nas quais não têm nenhuma habilidade.

Uma pessoa boa em informática acaba tendo de trabalhar como operário em uma siderurgia, pois seu governo restringe a importação de aço, que poderia ser adquirido mais barato de estrangeiros.

Estando isoladas da divisão mundial do trabalho, tais pessoas trabalham apenas para sobreviver, e não para desenvolver seus talentos. Elas não podem trabalhar naquilo em que realmente são boas, pois a restrição ao livre comércio obriga os cidadãos a fazerem de tudo, inclusive aquilo de que não entendem.

Isso é uma vida cruel.

Em países cujo comércio exterior é mais livre, seus cidadãos possuem uma miríade de opções de trabalho: eles podem ser financistas, instrutores de ioga, artistas, cineastas, chefs, contadores e empreendedores do ramo de tecnologia. Tão rica e com tamanha liberdade de comércio é a economia, que todos têm opções.

Já em sociedades fechadas, as pessoas passam suas vidas lutando para apenas sobreviver, sendo obrigadas a desempenhar várias atividades que não são do seu domínio.

Em países de economia mais aberta, as pessoas, justamente por poderem adquirir bens e serviços fornecidos por estrangeiros que são mais eficientes no suprimento destes, podem se concentrar naquilo em que realmente são boas.

Em países de economia fechada, as pessoas não têm essa opção, e engenheiros acabam virando operários de fábricas.

Anônimo disse...

Em países de economia aberta, o lazer é um dado da realidade. As pessoas, justamente por não terem de perder tempo trabalhando naquilo em que não são boas, podem dedicar boa parte do seu tempo a passatempos de luxo, como esquiar.

Quantas pessoas podem se dar ao luxo de se divertir luxuosamente em países como Myanmar, Zimbábue e Venezuela?

Apenas imagine como seria sua vida se você tivesse de fabricar o computador (ou tablet ou smartphone) no qual você está lendo este artigo, cultivar a comida que você come, criar as roupas que você veste, e construir a estrutura na qual você mora. Caso tivesse de fazer tudo isso, você certamente morreria esquálido, faminto, nu, desabrigado e desempregado.

Graças ao livre comércio, no entanto, você não é obrigado a se concentrar naquilo em que você não é bom. Em vez disso, você pode apenas trocar os frutos do seu trabalho por todos aqueles bens de consumo que você não é capaz de fabricar. Nesse cenário, quanto maior a sua liberdade para adquirir esses bens — não importa se eles foram fabricados na sua cidade ou em uma indústria do Vietnã —, melhor.

Anônimo disse...

Livre comércio é sobre barganhas e pechinchas. Os benefícios do comércio internacional não estão na moderação e nem no grau de reciprocidade. Uma genuína política de livre comércio seria a abolição de toda e qualquer barreira comercial, e esse deve ser o objetivo unilateral de todo e qualquer país. Se os mercados fossem libertos da mão pesada dos governos, o livre comércio internacional seria o resultado automático e inevitável, e o padrão de vida da população mundial aumentaria sobejamente.

A grande constatação dos liberais clássicos britânicos foi justamente a de que o comércio não precisava ser controlado nem domesticamente e nem internacionalmente. Consumidores e produtores, independentemente de em que país viviam, eram capazes de negociar seus próprios acordos, ao passo que tarifas e outras barreiras comerciais não apenas prejudicavam os produtivos e eficientes, como beneficiavam apenas os incompetentes.

Por isso, os liberais clássicos defendiam a eliminação de todas as restrições sobre o comércio, e se opunham a todo e qualquer tipo de gerenciamento governamental do comércio.

Mas os governos não gostam desse sistema justamente porque ele os deixa de fora do esquema. É por isso que, desde o início do século XX, os governos se organizaram para criar uma superestrutura burocrática para gerenciar o comércio global — a Organização Mundial do Comércio (OMC) — e também estruturas menores para gerenciar o comércio regional — Nafta, Mercosul etc.

E cada vez mais se apressam em assinar acordos de "livre comércio" bilaterais, sempre com o intuito de garantir que não percam o controle sobre as transações voluntárias feitas por indivíduos ao redor do mundo.

Anônimo disse...

Em BH, com a chegada de Lula pro velório de José E Dutra, protestos e gritaria de "petista bom é petista morto"!
Os fudidos no PT se reconhecidos aparecerem em público são hstilizados até saírem do local!
O povo resolveu tomar a frente contra o PT e sua corja de vadios e exploradores do povo!

Anônimo disse...

A quadrilha é grande sim, PT, FORUM DE SP, MAÇONARIA, JUDICIARIO, REDE GLOBO, FFAA, DAI VEM O ETC... VAMOS NOS PREPARAR, NÃO DEVEMOS FAZER VISTAS GROSSAS PARA NEM UMA MAFIA, EUROPÉIA,AMERICANA, CHINESA, NEM A MAFIA DO INFERNO, LADRÃO É LADRÃO NÃO INTERESSA O PARTIDO, ASSIM TODA AS PATIFARIAS DEVEM VIR A TONA SEJA QUEM FOR O FDP QUE AS COMETEU...

Anônimo disse...

AF disse:

Me aplicando a estudar e conhecer melhor o General Vilas Boas, resolvi lhe dar benefício da dúvida, em consideração à sua trajetória e seus posicionamentos e pronunciamentos pretéritos. Espero que os recentes pronunciamentos estejam de acordo com a astúcia da "oração do guerreiro", e não os pronunciamentos anteriores.

Não resta dúvida que só uma intervenção constitucional cívico/militar poderá, ao menos, corrigir pontos cruciais para a sobrevivência do Brasil (democracia e integridade territorial). Que Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, nos ajude!

Loumari disse...

Deus o supremo arquiteto? Este é o deus de vossa boca. Existem sim, DEUS O CRIADOR.
Já viram vocês um arquitecto elaborar ele mesmo e sozinho uma obra de A a Z? Como podeis ser assim tão ignorantes? o deus arquitecto é o deus inventado pela maçonaria para justificar as suas obras perversas praticados nos lugares secretos onde exercem rituais satânicos e dão ao deus deles sacrifícios de sangue humano. Obras do feitiço e se dão aos demónios.
Porque invocais deus das tenebras é por isso que tudo vai de mal a pior cada dia. E hoje pesa sobre o Brasil e sobre sua população uma pesadíssima MALDIÇÃO devido as perversões e abominações obras deste mesmo povo.
E o vosso supremo arquitecto não vos salvará porque, simplesmente é deus que não existe. E se existe é o mesmíssimo Diabo. E a maçonaria é exército do Diabo. São mentirosos, são traficantes, são sabotadores de todos planos que riscam de desmantelar o sistema deles, controlam as finanças, sabotam a economia, alimentam todo tipo de contrabando, controlam o mercado das drogas, são demónios de grande escalão.

ESCALÃO: Fracção de tropas de uma unidade que executa uma missão de combate; formação táctica de uma unidade em que cada uma das fracções em que esta se articula está afastada da anterior em profundidade e lateralmente, convergindo todas para o mesmo flanco para garantir a segurança deste; Com nível de responsabilidade na logística de reabastecimento e manutenção do grau hierárquico de comando.


PS: Quantas das manifestações convocadas pela organização maçónica foi um sucesso? O que diziam? Luto para o Brasil? Porque consciente ou inconscientemente eles sabem que já mataram e sepultaram o Brasil. Agora o espírito que domina sobre o Brasil é espíritos de demónios.

Anônimo disse...

Corrupção não. É pilhagem de uma guerra assimétrica que Cuba move contra nós. O pior é que toda a riqueza nacional está sendo usada pela zelite bolivariana para financiar um sistema falido.