quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Coronel Ustra se apresenta ao Senhor dos Exércitos


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ney de Araripe Sucupira

Companheiros de Arma, veteranos defensores da lei e da ordem, amigos e admiradores, reconhecidos da missão cumprida pelo Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra ,perante o altar da Pátria, guardam o merecido respeito à sua vida de soldado. 

"Bem aventurado o homem que teme ao Senhor e se compraz nos seus  ensinamentos. Salmo 112:1

No enciclopédia da humanidade, haverá sempre um capítulo de destaque ao nosso Brasil, nascido sob a paisagem celestial do cruzeiro do sul e única nação que se fundou a partir de uma primeira missa, celebrada por um frade, assistida por brancos e nativos.

Contribuíram para chegarmos à hora presente, os fundamentos cristãos da nossa cultura, a unidade nacional pela língua lusa, a integridade do território pelo seu Exercito e o gosto pela liberdade do povo tropical.
Vimos vindo, somos uma Nação multirracial, índole pacífica , sem ambições  de conquistas ou  de poder fora de nossas fronteiras.

Há mais de quarenta e cinco anos, interesses ideológicos externos manipularam  desavisados e românticos idealistas brasileiros, semeando em seus espíritos nocivos vírus ideológicos, contrários à natureza de sociedades livres,e que tentaram encrustar na nacionalidade, turbando tradições costumes e religiosidade de nossa gente.

O país passou por sucessivos períodos em que responsáveis pela República exerceram governos fortes, vigilantes em defesa do povo  e da Pátria para garantir um futuro com desenvolvimento , segurança e liberdades democráticas  às futuras gerações.

Brasileiros embriagados por ideologia ateísta e alienígena, tentaram turbar a normalidade da vida social, gerando a intranquiidade e perpetrando metodos de violência  intimidatória sobre  indefesos patrícios.

Coube ao Estado, por intermédio de seus servidores cumprirem a difícil missão de resistir e dar combate àqueles que travestidos de idealista, pretendiam uma insurreição visando lograr a escravidão dos brasileiros.

Dentre os inúmeros defensores da honra e da vida dos cidadãos, encontramos um soldado, temente em Deus, Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel do invicto exercito brasileiro, que em sua desprendida coragem jurada na Academia Militar das Agulhas Negras, orientando e liderando servidores assalariados pelo povo trabalhador, logrou barrar a investida de armados  profanadores da ordem e da segurança da sociedade, sistematizando ações de enfrentamento que se tornou modelo no território brasileiro e em outros paises sulamericanos, vítimas de sanha ideológica e sangrenta.

Apaziguada a Nação, pela Lei da Anistia, Ustra, o bravo soldado de Caxias, desfrutou de merecida vida  retirada do serviço ativo, ao  lado  da sua família.
O indormido e brilhante comandante, reconhecido por uma legião de brasileiros, inclusive pelo seu calado Exército, pois, se não  fosse missionário na tarefa hercúlea de dissuadir a aventura de cidadãos de impróprias insanidades de violência, agentes da destruição do patrimônio moral e material, teríamos a mancha de infindável  história de um conflito fratricida como milhares de mortos  que macularam países vizinhos e amigos da América  Latina.

Sem dúvidas, Cel USTRA, "Bem aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação". Thiago 1, versículo 12.

A história, isenta de ódios e paixões, deverá fazer justiça e entender que o Cel USTRA, na conjuntura do seu tempo,  foi o artífice que salvou milhares de brasileiros de se entorpecerem e perderem suas preciosas vidas, sustando-os da aventura política e anticristã, diante da defesa dos postulados da segurança constitucional da nação.

Resta o conforto e a certeza de que o Senhor dos Exércitos acolherá o soldado que cumpriu os deveres para com a sua Pátria e os Mandamentos da Lei Deus, lamentando os que perderam as suas vidas a serviço do Estado e os que pereceram em seus sonhos que se tornaram  intangíveis em meio à violência de confrontos,próprio  do animus beligerante e da intemperança, hoje, repousando em Deus. 

"Não julgueis, pois, para não serdes julgados; pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros; igualmente medirão a vós... Mateus VII -1-1

*pentaneto de Barbara de Alencar, primeira presa política e heroina do Brasil


Ney de Araripe Sucupira é Relações Públicas e membro da ADESG-SP.

3 comentários:

Loumari disse...

Há que Pôr Pedra sobre Pedra

Nunca pensei em ser governo, nunca o quis mesmo, mas interessei-me sempre muito pelos negócios públicos, pelos negócios do País. E aí tem um exemplo, anterior à minha entrada no Governo, que lhe pode dar uma ideia do ritmo da minha acção, da tal marcha vagarosa de que me acusam...
(...) É que me fui habilitando, lentamente, sem precipitações, quase sem dar por isso, liberto de qualquer ambição de ordem pessoal. E assim, quando a minha intervenção na máquina do Estado pôde ser útil, ela foi aproveitada, talvez, como não seria se eu tivesse improvisado uma cultura. Pois com a marcha do País o mesmo acontece. Há que pôr pedra sobre pedra, mas desinteressadamente, sem pensar na glória própria e sem pensar até, excessivamente, na abóbada, na finalidade. A ânsia de chegar ao fim, de fazer muitas coisas ao mesmo tempo leva, às vezes, ao fim, mas ao fim de tudo...

"António de Oliveira Salazar, in 'Imprensa (1932)'
Portugal 28 Abr 1889 // 27 Jul 1970
Político

Loumari disse...

Política de Verdade

(...) Represento uma política de verdade e de sinceridade, contraposta a uma política de mentira e de segredo. Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacri­fícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesados quanto mais tardios.
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos gran­diosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão sim­ples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despen­der mais do que os próprios recursos.

"António de Oliveira Salazar, in 'Discursos (1928)'
Portugal 28 Abr 1889 // 27 Jul 1970
Político

Anônimo disse...
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