sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A Rebelião dos Canários


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S Azambuja

Texto escrito por Pilar Rahola em 2004 e já transcrito por diversos historiadores. Julguei adequado voltar a transcrevê-lo face as atuais atrocidades que vêm sendo cometidas pelo denominado Estado Islâmico

QUEM É PILAR RAHOLA?

“Não sou judia, estou vinculada ideologicamente com a esquerda e sou jornalista. Por que não sou anti-israelense, como a maioria de meus colegas? Porque, como não judia, tenho a responsabilidade histórica de lutar contra o ódio aos judeus e, na atualidade, contra o ódio à sua pátria, Israel. A luta contra o anti-semitismo não é coisa de judeus, é obrigação dos não judeus. Como jornalista, sou obrigada a buscar a Verdade, mais além dos preconceitos, das mentiras e das manipulações. E sobre Israel não se diz a Verdade. E como pessoa de esquerda, que ama o progresso, sou obrigada a defender a liberdade, a cultura, a convivência, a educação cívica das crianças, todos os princípios que as Tábuas da Lei tornaram princípios universais. Princípios que o islamismo fundamentalista destrói sistematicamente. Quer dizer, como não judia, jornalista e de esquerda tenho um triplo compromisso moral com Israel. Porque, se Israel fosse derrotado, seriam derrotadas a modernidade, a cultura e a liberdade”.
(Conclusão da Conferência “
A Esquerda Lunática”, proferida por PILAR RAHOLA na Convenção da AIPAC, em Washington DC, em junho de 2008)

Texto transcrito por Carlos I. S. Azambuja, que realçou algumas passagens adequadas ao atual momento
                
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Os mineiros tinham, até bem adiantado o século XX, uma técnica infalível para proteger-se nas profundidades da rocha: os canários.

A pequena ave, mais sensível que o homem à falta de oxigênio e aos gases tóxicos, morreria primeiro que estes se nas minas houvessem gases venenosos ou demasiado monóxido de carbono. Se os mineiros vissem os canários morrerem ou asfixiarem-se, sabiam que deviam abandonar a mina a toda velocidade. O canário era o primeiro que sofria por um mal que acabaria por matar a todos.

Em Skopje, na ex Iugoslávia, encontrei certa vez um ancião que havia sobrevivido à história eriçada de guerras de seu país. Me contou o segredo de sua sobrevivência: “Quando os judeus são perseguidos ou escapam – disse com sua boca desdentada – é hora de fazer as malas”.

O ancião iugoslavo tinha razão: na história moderna os judeus foram os “canários” do mundo. Elementos minoritários e vulneráveis da sociedade, os judeus foram sempre o primeiro alvo dos movimentos de destruição e desumanização.

Na Inglaterra covarde do “apaziguamento”, Winston Churchill denunciava o verdadeiro caráter da Alemanha Nazi. Um regime que começa perseguindo os judeus – dizia Churchill – cedo ou tarde ameaçaria a liberdade e a vida de todos.

A temperança moral do mundo é posta à prova. Se os judeus podem ser perseguidos ou assassinados impunemente – raciocinam os tiranos – então pode-se passar para o próximo passo. Todas as grandes ditaduras de nossa época – nazismo, stalinismo, esquerda, direita – tiveram os judeus como o alvo predileto e como coelhinhos da índia de sua violência assassina. Todas terminaram por causar milhões de mortos de todas as nações.

Se o gás mata o canário, cedo ou tarde matará o mineiro. E isto é o que sucede hoje em dia com o fundamentalismo islâmico. O integralismo é o novo totalitarismo que ameaça as sociedades ocidentais. Sobum verniz de conceitos religiosos, o fundamentalismo é uma doutrina política totalitária e fascista. Israel e os judeus foram seu primeiro alvo e, graças à indiferença do mundo, agora o flagelo estende-se por qualquer lugar como uma impiedosa epidemia.  

Quando israelitas morrem despedaçados pelas bombas terroristas, o mundo cala. Vozes de condenação se levantam contra Israel e não contra os assassinos. Os algozes e não as vítimas recebem a solidariedade do mundo.

O judeu entre as nações ocupa o mesmo lugar que o judeu entre as gentes: o eterno culpado, o vilificado, o causador de problemas. Israel é acusado de causar o terrorismo islâmico. Na realidade, o estado judeu é sua primeira vítima e é um campo de provas para os assassinos.

A covardia e a indiferença do mundo em lidar com o terrorismo convenceu os assassinos de que poderiam atacar os Estados Unidos, a Europa e a Ásia.  

Assim, o terrorismo – que poderia ter sido entendido com uma ação combinada e enérgica – converteu-se em um mal em escala mundial.
Houve também outros “
canários” na história moderna. Em 1938 o estado pacífico e democrático da Checoslováquia foi a primeira vítima de Hitler. Foi um balão de ensaio do Nazismo. Se Praga caísse, cairiam também Varsóvia, Amsterdam, Paris e Londres. No infame tratado de Munique, as potências democráticas claudicaram ante Hitler que, convencido de sua debilidade, sentiu-se confiante para lançar a Segunda Guerra Mundial.

A lógica de Munique continua viva, tanto na Europa quanto nos assassinos. Quando a voracidade de Hitler reclamava a Checoslováquia, França e Inglaterra assinalavam o pequeno país centro-europeu como o culpado de uma tensão que levaria à guerra. “Esse país insolente deve ceder – dizia Chamberlain, referindo-se à Checoslováquia – para salvar a paz”.
Praga
 foi forçada a ceder, a Checoslováquia desapareceu e assim começou a guerra. Hoje em dia a mesma lógica se aplica a Israel. Frente ao terrorismo, Israel deve ceder, para salvar a paz.

A falácia desse argumento é óbvia: o fundamentalismo islâmico não busca tal ou qual reivindicação territorial, senão a destruição de Israel e do Ocidente em seu conjunto. Frente a esta realidade, o Ocidente e especialmente a Europa são suicidamente cegos.  

Se, como a Checoslováquia, Israel cair ante o fundamentalismo, qual será o próximo passo? França, que tem em seu seio milhões de muçulmanos e onde os grupos fundamentalistas ganham cada vez mais poder? Inglaterra, onde imãs fundamentalistas queimam bandeiras inglesas?  

O que o Ocidente parece não entender é que Israel é o campo de batalha onde lança seu próprio futuro. Se Israel cai frente ao terrorismo, então todo o Ocidente estará ameaçado. As mesmas redes de tráfico de armas e dinheiro que os terroristas usam para atacar Israel, são utilizadas para atacar os Estados Unidos e outros países ocidentais.

Im’ad Magnia, o assassino do Hezbolláh que organizou o atentado à AMIA, foi ativo na rede que permitiu a tragédia do 11 de setembro. Ramzee Yussef, o líder do primeiro atentado às torres gêmeas em 1993 fez suas primeiras armas no Hamas. O Irã arma o Hezbolláh e com as mesmas redes comandou o assassinato de dissidentes nas ruas de Berlim.
Em
 Istambul, a estratégia dos “judeus primeiro, depois o resto” é ensaiada com sangrenta eficácia: duas sinagogas são atacadas, e só uns poucos dias depois alvos ingleses e turcos também o são.

Berlim e Jerusalém: Durante a Guerra Fria, o mundo pareceu ter aprendido. O Ocidente se deu conta de que Berlim era o canário que não podiam deixar morrer. Enquanto a ditadura comunista construía o muro de Berlim, John F. Kennedy visitou a cidade sitiada e clamou “Eu sou um berlinense”. Estava enviando uma mensagem clara e forte: Se Berlim é atacada, todo o Ocidente o é. Se deixamos Berlim cair, isolada e fechada em um mar de forças hostis, então nós seremos os próximos.

Israel – curioso paradoxo – é como Berlim: um oásis democrático e ocidental rodeado de forças hostís e de um mundo árabe em crescente radicalização. Assim como Berlim podia ser deglutida pela “maré” soviética, Israel pode desaparecer sob 20 ditaduras árabes.

Porém, a lucidez do mundo – em especial da Europa – durou pouco. A cegueira judeofóbica não deixa ver o óbvio e empurra a Europa para uma espiral suicida. Em vez de olhar o problema na cara, os europeus consideram Israel como “um perigo para a paz”. Igualmente ridículo que houvesse sido considerar Berlim – e não aos que a ameaçavam- como um perigo para a paz. A mesma cegueira que fez com que Chamberlain chamasse Benes (o líder checoslovaco) de insolente e não a Hitler.

Aos franceses, que por moda ou ódio judeofóbico acusam Israel de ser “o país que mais ameaça a paz mundial”, lhes perguntaria: Se o Hamas vence, como deterão os fundamentalistas da França? Na mente dos fundamentalistas, a queda de Israel aplanará o caminho para futuras conquistas, no coração mesmo da Europa.

Devido à cegueira e à covardia de Munique, a França passou a ser de primeira potência do mundo a um patético país de terceira e a Europa perdeu para sempre seu espaço de proeminência. Agora, graças a seu anti-semitismo e à sua hipocrisia, permitirá ao fundamentalismo islâmico reinar sobre o continente.

A Europa pensa “se Israel não existisse, o mundo seria um lugar mais seguro” da mesma maneira que pensava “se a Checoslováquia não existisse, a Europa estaria mais segura”.  

É tão ridículo como um mineiro que veja o canário sofrer e se enoje com ele, em vez de pensar que ele e seus companheiros correm perigo.
A “
correção política” e a covardia não deixam atacar o problema na raiz. Experts alemães realizaram, a pedido da União Européia, um estudo sobre os atos de anti-semitismo que assolam a União. A conclusão foi taxativa: elementos radicais muçulmanos estavam por trás da onda de violência anti-judaica e a “nova esquerda” dava legitimação e sustento ideológico aos ataques. A demonização de Israel nas mídias, coadjuvava a violência.

A reação das autoridades frente a este estudo mostra porquê a Europa vai direto ao desastre: a reportagem foi engavetada por considerar-se demasiado “ofensiva”. Em vez de fazer frente ao problema e tomar medidas enérgicas, a comissão encarregou outra reportagem “mais lanceada”. 

Alguém dirá: “Sim, porém, e os palestinos?” “Eles são os oprimidos e não Israel”.  

A atitude da Europa não tem nada a ver com os justos reclamos dos palestinos. 

Também durante Munique os alemães dos Sudetes (região Oeste da Checoslováquia) eram considerados oprimidos. Eles foram a desculpa de Hitler para reclamar o desmantelamento do pacífico país centro-europeu, apesar de que Praga havia acedido a quase todas as demandas de autonomia dos germanófobos dos Sudetes.

Israel, tal como os judeus, não é odiado pelo que faz, senão pelo que é.  
Israel é odiado por ser um oásis democrático e ocidental em um mar de ditaduras. Israel é odiado por apoiar-se em valores de humanidade e liberdade cercado de tiranias sangrentas. Israel é odiado porque apresenta um exemplo nefasto para ditadores e tiranos. Não são os defeitos de Israel o que os terroristas odeiam – os quais existem em abundância -, senão suas virtudes.

A intifada não foi lançada por causa da falta de negociações de paz, senão para fazê-las fracassar. Os atentados suicidas começaram em pleno processo de paz, foram causa e não conseqüência de seu fracasso. Aos olhos da Europa Arafat ganhou popularidade e legitimidade precisamente após rechaçar a paz e lançar uma guerra.

A falácia de que maiores concessões por parte de Israel deterão o terrorismo é tão óbvia quanto perigosa. Ainda os que cremos, como a autora destas linhas, na justiça do reclamo palestino e na necessidade de um Estado Palestino ao lado de Israel, devemos saber que o terrorismo – e a hostilidade da Europa – têm pouco a ver com essa reivindicação.

A solidariedade com os palestinos é, talvez, uma das maiores hipocrisias do século. A Europa que colonizou o mundo árabe, que oprime suas próprias minorias muçulmanas e que cala complacente frente às tiranias que assolam o mundo muçulmano, se descobre como campeã dos direitos humanos precisamente no tema palestino.

A Europa, que - como a França – interveio dezenas de vezes em suas ex-colônias africanas, lava suas culpas nas costelas de Israel. A Europa que inventou o colonialismo, o genocídio e o totalitarismo converte as vítimas em culpados.

A Europa jamais protestou quando os palestinos eram submetidos pelo Egito, Síria e Jordânia. Tampouco quando o Kuwait expulsou 300.000 palestinos de seu território. Só quando Israel é o suposto “perpetrador”, a solidariedade se faz ver.

Longe de ser solidária, a Europa trata outra vez de “apaziguar” assassinos. Os que pagam, são outra vez os judeus.

Se não temos canários – pensaria um mineiro néscio e suicida – então não haverá gás tóxico na mina. Se não existisse Israel – pensam europeus covardes e anti-semitas – então não haveria fundamentalismo islâmico.  
Os europeus são – nas palavras do grande Milan Kundera – “
os engenhosos aliados de seus próprios coveiros”.  

Israel é, como disse um jornalista israelense, um país “on probation”. O problema não são os territórios ocupados, nem o conflito palestino. O tema é o direito de Israel existir. A legitimidade mesma da existência de um Estado Judeu. Nenhum outro país do mundo tem sua existência mesma questionada. Inclusive os que cremos na necessidade de entregar territórios em troca da paz, não devemos enganar-nos. A hostilidade da Europa não tem nada a ver com os territórios.

Em uma notória pesquisa, 19% dos italianos disseram que Israel deveria deixar de existir. Mais revelador que o resultado é propriamente a pergunta: Por que é legítimo para um pesquisador europeu pôr em dúvida o direito de Israel existir e não o da Índia, Síria, França ou Itália? 

Israel tem que pedir permissão e perdão pelo mero fato de existir. Quem acompanha atentamente as emissões televisivas européias verá que já não se debate acerca de tal ou qual plano de paz, nem acerca de regras territoriais. O debate centra-se em deslegitimizar a existência do Estado.  

A “nova esquerda”, que na realidade tem pouco de nova e muito de ranço stalinista totalitário, converteu em legítimo e cool o anti-semitismo e a deslegitimização de Israel. Os anti-semitas modernos já não são velhos nazis ou fascistas repulsivos, senão intelectuais progressistas e da moda. Como dizem Alain Finkielkraut, “é o tempo dos anti-semitas simpáticos”. 

O filósofo judeu-francês – que, diga-se de passagem, é um antigo militante pela causa palestina – queixa-se amargamente: “os debates nos quais participamos não são discussões, senão tribunais”. Aceita-se a terrível irracionalidade de ser anti-semita como condição necessária para ser liberal e anti-racista. O “direito de solo” que os intelectuais judeus têm que pagar para serem aceitos continua subindo: se antes tinha que ser pró-palestino, agora há que franca e plenamente negar o direito a Israel de existir.

A sociedade e os meios de comunicação colaboram ativamente. Quando Le Pen – líder da extrema direita francesa – atacava os judeus, era condenado unanimemente; quando Tarik Ramadam – seudo intelectual muçulmano de esquerda – lança uma lista de ‘judeus suspeitos’, é convidado a explicar sua posição em ‘tout le monde en parle” (um programa da atualidades muito em moda na elite artística e intelectual francesa).

Se houvesse objetividade, se poderia lutar com a mesma força pelos direitos dos palestinos e pelo direito de Israel de existir livre e seguro, como um estado judeu e democrático. 

Paradoxalmente, as posturas israelenses mais extremas se vêem fortalecidas por esta atitude. Se o que se nega é a existência mesma do Estado, inclusive em suas fronteiras de 1967, - pensa a extrema direita – então, de que serve fazer dolorosas concessões?

Se o que se deslegitimiza é Tel Aviv, então para que renunciar a Hebron? O argumento é logicamente irreprochável. Para que ceder territórios que se tenham no coração da consciência histórica judaica, se esse sacrifício não nos assegurará a paz, o reconhecimento e a segurança?
Frente
 a isto, a esquerda se vê esvaziada de argumentos e impelida aos extremos, e os que desejam um acordo baseado em concessões mútuas sentem-se como ingênuos que ignoram os verdadeiros motivos de seus adversários.

Quando o presidente francês Daladier voltou de Munique esperava ser linchado por sua claudicação ante Hitler. Em vez disso, foi recebido por uma multidão que o ovacionava por ter salvado a paz. Ninguém queria “morrer pela Checoslováquia”. Fingindo um sorriso, voltou-se para seu ministro das Relações Exteriores e murmurou: “Quels cons!” “(Que imbecis!)”. 

As similitudes com a época atual são arrepiantes. Líderes que legitimam ditadores e assassinos são tratados como “heróis da paz”, enquanto asseguram um futuro de mais guerra e terrorismo. Me pergunto se enquanto desfrutava de seu orgasmo midiático anti-americano e anti-israelense, Jacques Chirac se havia voltado para Dominique de Villepin para dizer “Quels cons”... 

Canários indóceis. Agora bem, suponhamos que em uma mina, os canários dizem basta! Basta de morrer para alertar os mineiros de perigos iminentes. Basta de sofrer, porque de todos os modos os mineiros não nos prestam atenção e seguem envenenando-se lentamente com os gases tóxicos da mina.  

Basta de morrer gratuitamente, porque a triste verdade é que aos mineiros não importa.  

Basta de asfixiar-nos por nada, porque a única coisa que recebemos é o ódio e não a solidariedade dos mineiros aos quais salvamos. Basta, porque os mineiros jamais aprenderão a lição e jamais entenderão que se nós morrermos, morrerão eles também. Basta, porque nem sequer cuidam de nós, para cuidarem-se a si mesmos.  

Basta! Nos negamos a ser as cobaias da mina; vamos fazer o que fazem todos os demais: defender nossa própria vida antes de tudo.  
Esta é a legítima eleição de Israel hoje.

Carlos Ilich Santos Azambuja é Historiador.

8 comentários:

Durval Alves de Oliveira Oliveira disse...

A VERDADE É ESSA, QUE OS POLÍTICOS E INTELECTUAIS PROGRESSISTAS IMPÕE AOS POVOS. PARA QUE SERVE A HISTORIA ??

Durval Alves de Oliveira Oliveira disse...

A VERDADE É ESSA, QUE OS POLÍTICOS E INTELECTUAIS PROGRESSISTAS IMPÕE AOS POVOS. PARA QUE SERVE A HISTORIA ??

Loumari disse...

As 13 famílias que fundaram a Nova Ordem Mundial (illuminatis) não são judeus?
Certo que os cristãos até aqui se mostraram idiotas, passivos e laxistas quanto ao islam. Mas quem é o pai do islam? De onde surgiu o islam? Os judeus não devem apresentar-se como vitimas de duas ordens quais eles foram a mãe geradora.

Anônimo disse...

Se NÃO HOUVESSE Israel NÃO HAVERIA civilização ocidental.
não haveria cristianismo nem tampouco islamismo.

Pois Israel deu origem ao cristianismo e foi usado pelo vigarista maomé para criar essa aberração assassina chamada islã.

OBRIGADO MEU DEUS POR ISRAEL EXISTIR E iLUMINAR O MUNDO COM A TUA SAGRADA TORAH.
SHALOM

Loumari disse...

Anônimo de 9:27 PM

Você escreve que o cristianismo foi usado pelo vigarista Maomé para criar essa aberração assassina chamada islã?
Permite-me dizer-lhe o seguinte: Quando uma pessoa não conhece a historia e as origens das coisas melhor manter-se calado antes de passar pelo ridículo e pior, condenar a sua alma.
O islão foi fundado por um judeu de nome Omar. Este Omar foi o primeiro homem a dar origem este titulo de Califa. Ele foi o primeiro califa. Omar se autoproclamou ele mesmo califa. Ele é quem tinha autoridade sobre toda a banda de analfabetos. E com Maomé eram muito intimos. E estes dizimavam populações inteiras, e com o terror implantar a sua religião. Estes eram assaltantes de caravanas de comerciantes e matavam os donos das mercadorias, e nas aldeias onde eles massacravam a população eles pilhavam dos bens da gente. O judeu Omar foi o letrado que escreveu o alcorão.
O islão tem por tradições herdadas das práticas primitivas judaicas, como a circuncisão do pénis. E o que é halal provém do Cacher.
E lhe recordo que foram judeus que entregaram o justo a morte.
Aquele Judas Iscariotes está hoje por multiplicado e deu origem aos Illuminatis que são hoje a origem da Nova Ordem Mundial. Estes obedecem ao deus dinheiro.
Aquele saqueador, homicida Barrabás está hoje por multiplicado, o que é hoje o islam.
E a Bíblia diz que a VINDA DO SENHOR será precedido pelo anticristo. E aqui está o anticristo.
No livro do Profeta Daniel cap. 8 fala sobre a visão de um carneiro e de um bode.
BODE deus da Ordem Maçónica (Illuminatis)
CARNEIRO: Islam. Porque é definido de carneiro? Porque ele vem com o doce discurso de que o islão é religião de paz para ganhar nossa confiança, mas, estes são interiormente lobos devoradores.

Assim que a pessoa no anônimo de 9:27 PM Por favor estude e busque pela sabedoria que salvará a sua alma, em vez de vomitar PORCARIAS a torta e a direita.
O judeu sempre foi traidor.

Osvaldo Aires Bade - EducaOK disse...

Texto original
A REBELIÃO DOS CANÁRIOS
http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/05/a-rebeliao-dos-canarios.html

Anônimo disse...

Loumari
Li seus comentários e fiquei curioso em saber se você é simplesmente um anti semita convicto ou um ignorante e farsante.
Omar Ibn Katib, seguidor de Maomé e segundo Califa era membro de tribos árabes de Meca, politeísta convicto, um dos raros homens locais a saber ler e escrever. Omar abandona o politeísmo e se converte ao Islã após ter pregado a morte de Maomé.
Omar não era Judeu, nunca teve qualquer raiz judaica e seu único contacto com judeus se deu através da comunidade Judaica de Meca.
Na revolta anti judaica, na qual entre 400 e 900 judeus foram assassinados, ele já era figura prominente do islamismo.
Espero ter cooperado

Durval Alves de Oliveira Oliveira disse...

Essa realidade, a mídia mundial nem comenta quanto mais considera!