sábado, 28 de novembro de 2015

As olimpíadas e o exército do PT


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

De bom tempo para cá enxurradas e mais enxurradas de imigrantes ilegais estão livremente entrando, circulando e ficando no território brasileiro. Observa-se nas estações rodoviárias de todos os lugares jovens de boa compleição física, que pela aparência e atitudes demonstram que são de outras regiões do mundo. Aos olhos do observador, predominam os africanos e  os haitianos.

Sem dúvida essas imigrações ilegais não são espontâneas e decorrem de uma política muito bem estudada e planejada, com possíveis objetivos de ulterior “utilização” dessa gente como uma força capaz de  ajudar na implantação do domínio absoluto da sociedade brasileira, ou seja, na implantação do ABSOLUTISMO (que eles chamam de “democracia”), que se pensava banido da civilização.

Parece que esses imigrantes clandestinos não têm qualificações profissionais superiores às dos brasileiros, para que eventualmente pudessem ser úteis no preenchimento de certas lacunas. Mas longe está de repetir-se o fluxo de imigrações ocorrido nos Séculos XVIII e XIX, que na verdade só trouxe bons resultados ao desenvolvimento do Brasil, principalmente na produção rural e no industrialismo nacional. Essa foi uma imigração significativamente construtiva, enquanto o mesmo não se pode garantir com a que hoje está em curso, talvez até de caráter “predatório”, não só por ausência de formação profissional adequada, mas também por concorrer com a mão de obra desqualificada disponível e ociosa dos brasileiros, agravando sobremaneira o desemprego dos nacionais.

Essa gente deve ter caído numa armadilha e acreditado em promessas mentirosas “lá fora”( Lula estava na África com frequência), e aqui chegando talvez tenham até que se submeter ao trabalho quase escravo e à exploração de empregadores sem escrúpulos sociais. É evidente que não foram “importados” para que pudessem melhorar a qualidade de vida, ou progredir na pirâmide social, porém somente para fazer número para um maior proletariado. Não houve nenhuma filantropia ou altruísmo. Tudo foi um “negócio”, estupidamente com alma e carne humanas.

Mas essa gente cheia de saúde e vitalidade que chegou e vem chegando às “pencas” lá de longe, principalmente homens e jovens, certamente está apta para funções que dependem de bom condicionamento físico, imprescindível até mesmo para certas funções, como a de integrarem  exércitos, formais ou informais.

Agora o Governo da Presidente Dilma resolveu baixar uma lei que dispensa qualquer “visto” na entrada de turistas no território brasileiro para as Olimpíadas de 2016. Enquanto o mundo todo anda se precavendo contra o terrorismo, após o recente atentado em Paris, o governo brasileiro abre as portas do país para a entrada livre de qualquer um, inclusive, terroristas, se for o caso.

Mas o problema maior não está aí, embora não se possa descartar essa hipotética ameaça. O Brasil nem tem o “cacife” que muitos pensam que tem para atrair terroristas. O terrorismo por aqui daria pouca repercussão no mundo. E não é isso que esses fanáticos querem. Eles querem mídia,muita mídia, e essa mesma mídia “burra” nem desconfia disso, dando cada vez mais vitamina ao terrorismo.                                                                                              

O problema maior reside na “vinda” dessas pessoas, que certamente não chegariam para assistir qualquer competição olímpica. Viriam para ficar, é evidente. Passariam a somar-se aos contingentes de imigrantes ilegais que já chegaram e não saíram mais, nem sairão, por livre e espontânea vontade. Alguém consegue dar alguma notícia sobre os africanos que chegaram para a Copa do Mundo? Eles voltaram depois da Copa?  Quantos chegaram e quantos voltaram? Qual o controle que teriam as autoridades brasileiras sobre essa população das “Olimpíadas”, já que não temesse controle  sobre as demais pessoas em idêntica situação que fincaram raízes nessas terras?

Sem entrar no mérito se essas imigrações ilegais são positivas ou negativas para o país, uma coisa é certa: elas favorecerão prioritariamente as correntes de esquerda que tomaram conta do Brasil desde 2003. Neste sentido bom é recordar LENIN,que após a vitória bolchevique na Rússia de 1917,afirmou que para garantir a revolução comunista seria preciso aumentar o número da população do proletariado russo.

Não seria esse o objetivo do PT com essa “importação” clandestina de gente de algumas partes selecionadas, ”coincidentemente” POBRES,do mundo? Aumentar o proletariado para garantir-lhes o trono por mais algumas décadas ou séculos, nessa democracia falsificada, ou OCLOCRACIA? Por quê existem tão poucas famílias nessas “importações” de gente? Por quê predominam homens fortes e jovens?  Não estaria aí o embrião de um exército de proletários-clandestinos?

Some-se a essa suposição o fato do total desmantelamento do arsenaldo Exército Brasileiro que ,segundo dizem, teria só uma hora de munição se entrasse em combate, é lógico  que o trabalho do exército de imigrantes clandestinos seria muito facilitado, por resistência deficiente ou inexistente, mesmo porque não lhes faltaria armas nem munição,que existem com fartura  lá nos  “amigos” do outro lado da fronteira.

Como disse o filósofo: “quem avisa amigo é”.


Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

4 comentários:

Loumari disse...

Extrair Muito do Pouco

Aprendemos a matemática numérica, mas não aprendemos a matemática da emoção. Aprendemos a língua, mas não aprendemos a linguagem da emoção. Por isso, aprendemos a explorar o mundo de fora, mas não aprendemos a explorar o mundo de dentro.

Centenas de milhões de alunos frequentam a escola clássica, mas não se preparam para a escola de vida. As ofensas derrotam-nos, as frustrações abatem-nos, as perdas traumatizam-nos. Quem não se prepara para ser ofendido e frustrado e para sofrer algumas perdas, não aprendeu as lições básicas da escola da vida. Quem não aprendeu a proteger a sua emoção dos focos de tensão faz dela um balde de lixo.

A educação clássica está a séculos de distância da educação da emoção. Não por culpa dos professores. Esses são heróis anónimos, pois as salas de aula deixaram de ser um jardim e transformaram-se num árido solo. A culpa está no sistema de educação que se arrasta por séculos, que raramente conhece e discute temas fundamentais, como gerir os pensamentos e navegar nas águas da emoção.
Infelizmente a nossa espécie está a adoecer coletivamente. Está a adoecer nem sempre por causa de doenças clássicas, como a depressão, a síndrome do pânico, as fobias, mas pela solidão, pela falta de solidariedade, pela crise de diálogo, pela incapacidade de contemplação do belo, pela vida stressante, pelo individualismo.

O homem moderno nunca foi tão capaz para atuar no mundo exterior e nunca foi tão frágil para atuar no mundo das suas emoções e dos seus pensamentos. A ciência produziu gigantes no mundo físico e meninos no território da emoção. Eles são eloquentes para falar do mundo que os rodeia, mas ficam mudos diante dos seus sentimentos. São competentes para realizar tarefas objetivas, mas não sabem lidar com as suas perdas e frustrações.

Se é preciso que tudo esteja bem ao nosso redor para termos um pouco de alegria, então somos escravos das circunstâncias. Uma pessoa tem mais autoestima quando aprende a tirar o máximo de conforto de dentro dos sapatos que calça. Ela é mais feliz quando extrai muito do pouco.
Se aprendeu a extrair muito do pouco, está preparado para ter muito. Se não aprendeu essa lição, o seu muito será sempre pouco. Será sempre vítima da maré da insatisfação.

Augusto Cury, in 'Treinar as Emoções Para Ser Feliz'
Brasil n. 2 Out 1958
Psiquiatra/Escritor

Loumari disse...

Um Bom Pai

Um bom pai não é aquele que nunca perde a paciência, mas é aquele que dialoga muito com os seus filhos, que tem prazer em entrar no mundo deles, que não os deixa do lado de fora da sua história. Ninguém tem filhos sabendo o que é ser pai. Ser pai exige um constante treino, em que os erros corrigem as rotas e as lágrimas acertam os caminhos. Educar filhos é uma tarefa complexa. Costumo brincar e dizer que os melhores filhos para serem educados são os dos outros e não os nossos. E fácil educar os filhos dos outros, pois não temos vínculos nem dificuldades com eles. Sem vínculo, o amor não cresce, mas onde há vínculos há sempre problemas e atritos. Não acredite em manuais mágicos de educação. Acredite na sua sensibilidade.

A melhor educação que os pais podem dar aos seus filhos é dividir a sua história com eles. O melhor treino da emoção é falar das suas frustrações, dos seus momentos de hesitação, das suas conquistas, dos seus sonhos, dos seus erros. Nunca houve tantos divórcios, mas o ser humano não deixa de se unir. Porquê? Porque viver em família é uma das experiências mais prazerosas da existência.

Os pais não devem ter vergonha de pedir desculpa aos seus filhos quando se zangarem ou agirem injustamente para com eles. Eu peço desculpa às minhas filhas quando falho. Porque é que não me escondo atrás do meu conhecimento e da minha autoridade? Porque desejo treiná-las de forma a tornarem-se mais humanas, a aprenderem a não ter medo de errar, a falarem dos seus sentimentos e a transformarem as suas derrotas em experiências de rida.

O melhor presente para os filhos é dar o seu tempo e a sua presença. Elogie-os muito mais do que criticá-los. Nunca critique ninguém sem antes o elogiar. Os elogios animam a alma. Precisamos de aprender a linguagem da emoção. Quem almeja ver dias felizes precisa de aprender a chorar. Quem deseja ser um sábio precisa de reconhecer a sua debilidade. Quem quer ser um mestre precisa de aprender a ser, antes de tudo, um grande aluno na escola da vida.

"Augusto Cury, in 'Treinar as Emoções Para Ser Feliz '
Brasil n. 2 Out 1958
Psiquiatra/Escritor

Anônimo disse...

Nem mesmo os generais mela-cueca estao preocupados com isso...nao perca seu tempo, faça um seguro de vida, mude pro Canadà, ponha alarme na sua casa, cerca eletrica, sistema de monitoramente...antes que seja tarde demais.
Os milico moram em vila militar, por isso, nao estao nem aì com voce e com a populaçao.

Parabellum disse...

Anônimo,não seja leviano!!! É uma inverdade que "os milico" moram em vila militar e que não estão "nem aí" para a população. Apenas uma diminuta parcela de militares ocupa PNR (Próprio Nacional Residencial, na maioria das vezes por necessidade funcional. A maior parte do contingente das FFAA sequer possui uma casa própria, especialmente se pertencer aos círculos hierárquicos inferiores. Uma grande parte do contingente está, e sempre esteve, sintonizada com o Povo Brasileiro. Afinal de contas, as FFAA são formadas por uma parcela do povo brasileiro. Que existem oficiais carreiristas, concordo. Praças também. Aliás, poucas são as pessoas movidas por vocação, valores éticos e morais neste mundo. Lhe convido a fazer algo melhor que "os milico" em prol da população.