sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Cenas dos próximos capítulos


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Os acontecimentos se precipitam!

Na tragicomédia planaltina não há mais esperança pra mina.

Sabendo-se perdido (e o resto que se lixe) o cara aceita o empixe.

Muda de uma só canetada o foco pra indigitada.

O que sabe que a barba arde, não poderia ser mais covarde.
Vão-se os anéis e os “amigos” fiéis (que hoje já não prestam), pra tentar salvar os dedos que lhe restam.

Talvez busque exílio na república de camarões, onde não haja traíras, bagres ou tubarões que lhe queiram achacar para coisas marinhas não contar. Gente do pré-sódio que lhe devota ódio.

Pra vaca véia, disfarçada de Alcéia, só resta um caminho magnífico pra não ir pro frigorífico.

Melhor viver em cubanas paragens que levar na fatídica sílaba, duras massagens.

A gente da capa preta, ansiosa e apavorada, sabe que pela Onça, já está sendo vigiada.

Qualquer deslize babau; disse o lobo mau.

O janota no passado, tentou fingir que não viu. Agora está bem marcado; vai a pqp.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

4 comentários:

Loumari disse...

Os acontecimentos se precipitam!

"Não achas bem dizer!"


Visualizem este vídeo. O descrito vos ajudará a compreender o que está a ocorrer nos nossos dias. Na imagem se vê a serpente e foice

12-12-12
21-12-12
6 6 6 Como já venho afirmando, Satanás Desceu em 2012

Profecia de Parravicini sobre los Juegos Olímpicos-London 2012 Prophecy
https://youtu.be/Bt9XRmAfJOE


Loumari disse...

E agora leia esta informação

Pelo Socialismo Questões político-ideológicas com atualidade http://www.pelosocialismo.net _____________________________________________ Publicado em 2015/09/27,
A China envia o seu porta-aviões e 1000 fuzileiros para a Síria A Redação BREIZATAO – ETREBROADEL (27/09/2015)

Nova alteração da maior importância no plano geopolítico: a China juntou-se à Rússia na sua ofensiva na Síria. Pela primeira vez, as duas grandes potências aliaram as suas forças armadas no Próximo-Oriente para aí neutralizar os EUA. Porta-aviões e fuzileiros navais Ao mesmo tempo que o presidente chinês está de visita a Washington, o porta-aviões Liaoning-CV-16 acaba de chegar ao porto sírio de Tartous onde está já estacionada a frota russa1 . Vai acompanhado por um cruzador equipado com mísseis teleguiados. A China entra, assim, formalmente, na aliança que associa já o Irão e a Rússia na região. O porta-aviões deverá receber os seus caças e helicópteros em novembro, depois de terem transitado pelo Irão e o Iraque. Para este fim, foi criada uma célula de coordenação no Iraque, entre o Irão e a Rússia2. Destina-se a combater também o Estado Islâmico no Iraque. Serão também deslocados alguns aviões J-15 chineses, quer para o porta-aviões, quer para a base aérea de Jableh, onde já operam os russos. Juntar-se-lhes-ão helicópteros de luta anti-submarina Z-18F e também alguns Z-18J. Pelo menos 1000 fuzileiros navais deverão ser deslocados para a Síria, para combater os jihadistas e, mais particularmente, os islamistas uigures de que Pequim se quer desembaraçar no terreno. A China também quer matar no ovo, à semelhança da Rússia, os jihadistas chechenos, que apenas são usados por Washington para fins de agitação separatista e terrorista. Esta deslocação de forças inverte o jogo, porque as duas potências nucleares e o seu aliado iraniano estão, daqui em diante, solidamente implantadas na Síria e preparam-se para a livrar dos elementos islamistas apoiados por Washington e os seus vassalos, a começar pela Turquia e as petromonarquias. Consciente deste desastre iminente, o Secretário de Estado John Kerry discutiu a situação com o seu homólogo iraniano, Muhammad JawadZarif, em Nova Iorque, no quadro da assembleia geral das Nações Unidas. Esta mudança da China marca definitivamente o fim do domínio americano do pósguerra fria. A Eurásia, agora coligada em volta da Organização de Cooperação de Xangai, constitui uma aliança militar capaz de tomar iniciativas estratégicas com o objetivo de garantir a segurança das suas fronteiras imediatas e expulsar também os EUA do imenso continente. Os objetivos da China Os objetivos da China são vários. Primeiro, para Pequim trata-se de demonstrar que o Império do Meio é doravante um ator de dimensão mundial, pela sua capacidade de projetar as suas forças armadas num conflito, muito para lá dos seus limites imediatos. Não é por acaso que a China enviou o seu único porta-aviões para a Síria: este movimento quer-se o mais dramático possível. Em segundo lugar, Pequim envia uma mensagem sem ambiguidades aos EUA quanto à sua vontade de libertar a Eurásia do intervencionismo anglo-americano. Finalmente, a China faz compreender a um certo número de atores regionais que Pequim pretende defender os seus interesses de longo prazo, incluindo a neutralização pela força dos planos estratégicos dos EUA. A Turquia ou a Arábia Saudita, mas também Israel, vão ter de se comportar no quadro da sua subordinação à nova ordem eurasiática. O tempo em que apenas Washington podia determinar a política no oriente já passou.
Para Israel é um desastre, porque o Hezbollah e a Síria de Bachar-el-Assad são a partir de agora apoiados no terreno por duas potências nucleares. O peso global da China, associado à sua aliança com o Irão e a Rússia, limita fortemente o poder de Israel que, daqui para a frente, vai ver muito restringido o seu campo de manobra, designadamente quanto à questão palestiniana.

continua

Loumari disse...

A atitude da Europa

Na Europa, só os alemães já compreenderam a importância da movimentação chinesa na Síria. É este facto que explica a declaração de Angela Merkl sobre a necessidade de implicar Bachar Al-Assad na resolução do conflito3. A China é o primeiro parceiro comercial da União Europeia e o terceiro da Alemanha4. Se os vassalos europeus de Washington podiam ainda opor-se à Rússia sobre o dossiê sírio ou ucraniano, não conseguem de modo nenhum enfrentar a aliança russo-chinesa na Síria sem sofrer por isso, diretamente, graves consequências económicas e diplomáticas. A coligação entre a Rússia, a China e o Irão é simplesmente demasiado poderosa e a Europa é demasiado dependente do mercado chinês e das exportações da China. Isto é uma das primeiras consequências importantíssimas do reequilíbrio da economia global induzida pela emergência da China enquanto segunda potência económica do planeta. Ao mesmo tempo, o novo papel de Pequim no Próximo-Oriente vai reforçar a sua influência na Europa, que terá, daqui em diante, de encontrar um terreno de entendimento com os chineses para evitar que europeus e chineses se prejudiquem mutuamente.

Loumari disse...

A França isolada

Para a diplomacia francesa é um grande fracasso. Depois de quatro anos de apoio encarniçado aos Irmãos Muçulmanos, aos bandos islamistas e outros mercenários equipados e enquadrados pela Arábia Saudita, o Qatar e a Turquia, Paris vê todas as suas hipóteses soçobrarem. A sua atitude radicalmente antirrussa – ao ponto de não entregar os Mistral – e as suas posições extremistas, no quadro das negociações com o Irão, conduziram a um isolamento total da França. A insistência recente de FrançoisHollande em pedir a «neutralização» de Bachar AlAssad parece ser fruto de uma abordagem do problema sem ligação com a nova realidade do Próximo-Oriente. E demonstra, além disso, a incúria de um governo francês colocado diante de um facto consumado. Enquanto a Alemanha parece muito apressada em agarrar a iniciativa russa e chinesa como uma alternativa para acabar com o intervencionismo americano na região, Paris recusa sempre aceitar o falhanço da sua aliança com os islamistas e os seus apoios regionais. Assim, ninguém pode ficar surpreendido com o anúncio do bombardeamento pela aviação francesa de alvos do Estado Islâmico na Síria: é a tentativa de apanhar o comboio em andamento e de mitigar, na opinião pública francesa, o desastre diplomático citado.