segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Espécie em Extinção


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em duas décadas, vimos uma ameaça gravíssima a algumas espécies.

O cavalheiro, por exemplo, está praticamente extinto. Poucos indivíduos ainda teimam em resistir.

A degradação da linguagem, dos hábitos de higiene e das regras de urbanidade, condenaram as novas gerações à decadência.

Pequenos erros de português sempre foram perdoados. A descontração da fala coloquial, entre parentes e amigos, era tolerada sem remorsos.

O problema atual é que poucos conseguem transmitir suas idéias (se é que as tem).

É verdade que poucos estão dispostos a ouvir as opiniões alheias.

O narcisismo do smartphone é brutal. Pior que o do espelho para a maioria das mulheres.

Logo não teremos mais missas de corpo presente e sim lamentações em redes sociais.

Há um pequeno obstáculo ao fim dos tempos (Castejon).

O amor, sob suas diversas manifestações.

O amor à verdade, apenas abaixo do amor a Deus, é o que nos impede de virarmos todos “rinocerontes”.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Loumari disse...

As ideias são como os espermatozóides; são milhões mas só um ascende a vida.
Me lembro da atitude e o comportamento de muita gente aqui no espaço dos comentários do Alerta, que se insurgiam contra mim porque eu postava aqui a Palavra de Deus. Estas pessoas, se assim se lhes pode classificar, por força queriam todo o espaço do Alerta para segundo a sua inteligéncia, debater de suas muitas ideias politicas, que eles tinham muitas ideologias, e que aqui não havia espaço para Deus.
Agora faz dois anos que passaram, mas até aqui não vimos nada de construtivo nem de progressivo que haja surgido das suas muitas ideias. Que ideias são estas que se precisa monopolizar todos os espaços para o debate de tais, mas que delas não gera nada de bem e não leva a concretização de uma alternativa a situação desastrosa que deteriora cada dia a vida social e económica do país? Que ideologias são estas que devem ser a única matéria a se expor a gente, mas que fim ao cabo não gera matéria que possa dar bases alternativas a uma situação que está cada dia mais perigosa e fatal ao país e que vai arrastando a população para um verdadeiro inferno?

Me combateram, e verbalmente me agrediram violentamente, mas conseguiram derrubar-me? Aqui segui e contínuo com a minha tarefa com calma e serenidade, e para a maior vergonha dos meus inimigos, eu tenho sido aqui para muita gente, fonte de inspiração onde acham um ar novo e com visão largo assim ao interminável horizonte.
E por muitas vezes eu falei e disse: De nada serve de agitar-se, porque viremos a assistir muitos rostos a se despegar do resto da cabeça pelo peso da vergonha.

Que me digam: Por acaso a vossa malcriadez, as vossas maldades, o vosso ódio infundado em contra de pessoas de bem, a vossa natureza que só sabe exprimir-se por meio de injúrias, todas estas coisas TROUXERAM MARAVILHAS PARA AS VOSSAS VIDAS? São vocês mais felizes que antes? A vossa situação económica a financeira ergueu? As frustrações que assolam os vossos espíritos se dissiparam?

O que eu disse aqui uma vez? Rirá bem quem rirá último.

Abraham Lincoln numa das suas citações disse:

"Eu caminho devagar, mas nunca caminho para trás."
(Abraham Lincoln)


"Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal.
Eis a minha religião."
(Abraham Lincoln)


"Vocês se riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais." (Bob Marley)


O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-carácter, nem dos sem-ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons.
(Martin Luther King)

Loumari disse...

Nomeação de D. Matteo Zuppi para arcebispo de Bologna

Sant Egídio em Moçambique congratula-se

As comunidades de Sant Egídio em Moçambique congratulam-se pela nomeação de um dos principais mediadores do Acordo Geral de Paz (AGP), assinado entre o governo moçambicano e a Renamo, a 4 de Outubro de 1992, na cidade italiana de Roma, ao cargo de arcebispo de Bologna. Trata-se de D. Matteo Zuppi, que sempre esteve na primeira linha da mediação dos acordos que culminaram com o fim da guerra civil moçambicana, conflito que durou e dilacerou o país durante longos 16 anos.

A nomeação de D. Matteo Zuppi aconteceu no dia 27 de Outubro passado. Bologna é uma grande cidade do centro-norte da Itália (capital da região que compreende também Reggio Emilia). Nascido em 1955, quinto filho de uma família numerosa, encontrou muito jovem a Comunidade de Sant’Egidio, dentro da qual amadureceu o seu desejo de servir o Evangelho como padre da Igreja Católica. Era o tempo do Concílio Vaticano II em que amadurecia uma atitude “simpática” da Igreja em relação ao mundo, segundo descreve um comunicado da comunidade em Moçambique. Foi ordenado padre em 1981. Mais tarde tomou conta da Paróquia de Santa Maria Trastevere em Roma, continuando como assistente eclesiástico da Comunidade de Sant’Egidio. Em 2012 Papa Bento o nomeou auxiliar da Diocese de Roma onde foi ordenado Bispo. (Redacção)
Fonte: Jornal Savana




O bem atrai o bem. Pensar o bem cria condições à intuição apropriada. Falar no bem desenvolve o ambiente propício. Actuar por bem induz a resolução dos problemas. Assim se fortalece a autoconfiança; assim se estabelece o ciclo virtuoso de fazer bem e à primeira.
(Luís Portela)


Não sendo de esperar que cada um de nós vá resolver os problemas de todos, tornar-se-á aconselhável que procuremos dar o nosso melhor contributo para a resolução dos problemas próximos e mesmo distantes, através do pensamento positivo, da palavra incentivadora e da atitude construtiva.
(Luís Portela)



O laço essencial que nos une é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos. E todos somos mortais.
"John Fitzgerald Kennedy"
Estados Unidos 29 Mai 1917 // 22 Nov 1963
Estadista