terça-feira, 17 de novembro de 2015

O pragmatismo da praga


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O povo massacrado e indefeso diante dos bandidos no desgoverno, não reage; vinga-se.

Não é preciso ser adepto de filosofias orientais para compreender a força do pensamento coletivo.

Milhões de pessoas rogaram, rogam ou rogarão pragas a toda classe política e aos banqueiros.

Os juízes estão numa esfera superior; para eles só praga não basta.

Testemunhas displicentes do martírio de velhos, viúvos e vítimas dos abusos do estado e/ou facínoras em geral, são algozes dos que aguardam, em desepero, migalhas disfarçadas de precatórios.

Os pretórios hoje fedem mais que mictórios.

A imensa carga de energia negativa dirigida às “excelências” trar-lhes-á a justa chaga.

Aqui se faz, aqui se paga.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

4 comentários:

Loumari disse...

Concernente a França, desde a madrugada de sábado 14-11-15 a França fechou todas as suas fronteiras. Houve muita gente que tinham saído do território francês sexta-feira para ir passar o fim-de-semana em outros países europeus, sendo cidadãos não europeus que tinham partido munidos só de carte permis de séjours (carta de residência) tendo deixado passaporte na França ficaram bloqueados fora de França e não lhes são autorizado a embarcar destino a França sem na mão o passaporte.
Uma moça cidadã não europea, estudante no Business School na França, viajou para Espanha sexta-feira 13-11 de manhã passar fim-de-semana, e não pode embarcar no seu voo de domingo para regressar a França.
O meu filho que é amigo dela que está a estudar na Espanha, sendo ele cidadão europeu, teve que tomar urgentemente o voo ontem para Paris ida e volta, recuperar o passaporte de sua amiga, e regressar a Espanha para a sua amiga poder tomar o voo hoje de manhã para Paris.

E está a ocorrer algo de fenomenal na França desde os Ataques de Charlie Hebo em Janeiro passado, os jovens franceses estão a bater o Record de jovens que estão a se engajar no exército.
E o estado desde ontem apelou a todos os reservistas que são a ponte entre o exército e a sociedade civil.

Aux armes citoyens
Formez vos bataillons
Marchons, marchons
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons

Loumari disse...

La Marseillaise - paroles en français

Allons enfants de la Patrie
Le jour de gloire est arrivé !
Contre nous de la tyrannie
L'étendard sanglant est levé
Entendez-vous dans nos campagnes
Mugir ces féroces soldats?
Ils viennent jusque dans vos bras.
Égorger vos fils, vos compagnes!

Aux armes citoyens
Formez vos bataillons
Marchons, marchons
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons

Que veut cette horde d'esclaves
De traîtres, de rois conjurés?
Pour qui ces ignobles entraves
Ces fers dès longtemps préparés?
Français, pour nous, ah! quel outrage
Quels transports il doit exciter?
C'est nous qu'on ose méditer
De rendre à l'antique esclavage!

Quoi ces cohortes étrangères!
Feraient la loi dans nos foyers!
Quoi! ces phalanges mercenaires
Terrasseraient nos fils guerriers!
Grand Dieu! par des mains enchaînées
Nos fronts sous le joug se ploieraient
De vils despotes deviendraient
Les maîtres des destinées.

Tremblez, tyrans et vous perfides
L'opprobre de tous les partis
Tremblez! vos projets parricides
Vont enfin recevoir leurs prix!
Tout est soldat pour vous combattre
S'ils tombent, nos jeunes héros
La France en produit de nouveaux,
Contre vous tout prêts à se battre.

Français, en guerriers magnanimes
Portez ou retenez vos coups!
Épargnez ces tristes victimes
À regret s'armant contre nous
Mais ces despotes sanguinaires
Mais ces complices de Bouillé
Tous ces tigres qui, sans pitié
Déchirent le sein de leur mère!

Nous entrerons dans la carrière
Quand nos aînés n'y seront plus
Nous y trouverons leur poussière
Et la trace de leurs vertus
Bien moins jaloux de leur survivre
Que de partager leur cercueil
Nous aurons le sublime orgueil
De les venger ou de les suivre!

Amour sacré de la Patrie
Conduis, soutiens nos bras vengeurs
Liberté, Liberté chérie
Combats avec tes défenseurs!
Sous nos drapeaux, que la victoire
Accoure à tes mâles accents
Que tes ennemis expirants
Voient ton triomphe et notre gloire!

Anônimo disse...

Mais do que correto o exposto aí. Sou uma dessas vítimas. Espero a conclusão de um processo contra a Receita Federal há onze anos. E anotem: com súmula vinculante que identifica plenamente que estou sendo bitributado. Disseram-me que está para sair a decisão dada por alguma de Suas Santíssimas Excrescências que se fantasiam de Batman. Aí, claro, virá um precatório para a devolução do que os pulhas da Receita Federal me tomam mensalmente. Imagino que isso se dará ao longo dos próximos dois séculos! Não me identifico assinando este comentário, senão o prazo será quatro séculos!

Loumari disse...

Além das aptidões e das qualidades herdadas, é a tradição que faz de nós aquilo que somos.
(Albert Einstein)