quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Quem vai reunificar o Brasil?


Brasil dividido, não!
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Quem será o herói da reunificação do Brasil daqui a cem anos? Será possível reeditar os feitos dos heróis responsáveis por nos legarem este País, pleno de riquezas naturais, unidade política, territorial e linguística, irmanados por uma comunhão racial incomum em área tão extensa do planeta? Como chamarão esta geração de incompetentes, herdeira de todo um legado que não soube preservar e transmitir aos sucessores?

O desbravamento dos Bandeirantes, rompendo a floresta e plantando vilas, atividades produtivas, civilização, conforme modelo da época, enfrentado o desconhecido; a visão de um Marquês de Pombal, amalgamando raças, as lutas e vitórias contra as invasões estrangeiras e pela independência, a exitosa ação diplomática do Barão do Rio Branco.

O grito e a liberdade dos escravos, os heróis anônimos, gaúchos do Sul aos seringueiros no Norte, que desenharam uma fronteira com luta, sangue e destemor. A gloriosa epopeia do incomparável Duque da Caxias e o sangue derramado pelos nossos pracinhas além-mar, nos campos de batalha da Itália, foram em vão? Esses antecessores fizeram a HISTÓRIA DO BRASIL. Foram os responsáveis pela edificação.

Repulsa aos que tentam destruí-la. Reagir, reunir, bradar, marchar.
A Constituição de 1988 é a porta aberta ao internacionalismo, posto em prática pelas medidas dos sucessivos governantes a partir de então, que se configuram uma ameaça à fragmentação do Brasil, medidas essas, consubstanciadas no trato das questões dos brasileiros primitivos.Os nascidos ontem e hoje são brasileiros, com identidade e direito aos bancos escolares, cargos públicos, etc; e obrigações como os demais patriotas.

Como enfatizado em todas as Constituições, inclusive na referida de 1988, que são brasileiros natos os nascidos no Brasil, não há porque chamá-los de forma discriminatória de índios, muito menos agrupá-los em uma imaginária nação indígena. Como reza a mesma Carta, “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. Sábia a Constituição de 1946 que preconizava a “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. Silvícolas e não índios. Silvícola, o que vive na selva e lá quer viver. A lembrar dos negros escravos que vieram da África, pertenciam a tribos derrotadas e que um dia, todos os viventes tiveram origem em tribos.

Infelizmente há os que por interesse ou convicção pessoal introduzem cunhas na Unidade Nacional, criando dissensões raciais, ou maculando a História dos nossos heróis, como foi com a do Duque de Caxias, chamando-o de o “herói” dos massacres, recompensado por matar rebeldes do Norte e do Sul do país. Mísero pronunciamento diante da exaltação de D. Aquino Corrêa, autor do HINO AO DUQUE DE CAXIAS, que o chama de invicto e gentil: “Que as províncias do Império estreitando, a unidade da Pátria salvou”, encerrando com vibrante apelo: “Sê o indígete sacro e inviolável que hoje inspire e proteja a Nação!”. Unidade viva a ser respeitada.

Movimentos separatistas no sul e, disseminadas pelo território, expressivas terras aquinhoadas a tais imaginárias nações, que poderão se transformar em triste realidade, formam um cenário preocupante. No Estado de Roraima representam em torno de 60% do território, em constante instabilidade nas relações com as instituições. Acirram os ânimos. Estimulam antagonismos. Forçam uma repressão em busca de apoio internacional. Na Amazônia, 22, 25%. Algumas, vizinhas, criadas com o mesmo nome de um lado e de outro da fronteira, como os ianomâmis.

Depois do avanço nas cunhas-homologações na fronteira Norte, recrudesceram os movimentos de invasão de propriedades produtivas na fronteira Oeste. E no Mato do Grosso do Sul já são 95 fazendas invadidas como citado na CPI/MS do CIMI, por sua presidente, que de forma exclamativa acrescenta ao ver o que se passava na região Norte não imaginava que pudesse se repetisse no seu Estado. Aí que prospera a ação insidiosa do crime de lesa-pátria, pois as pessoas não se dão conta de que um dia, serão a parte ofendida, invadida, dominada.

Como se pode assistir através o enlace a seguir, a oitiva do desembargador do Estado de Roraima, Alcir Gursen De Miranda, profundo conhecedor da questão indígena no Estado, esclarece como lá ocorreu e gera as raízes que se espraiam e afetam a integridade do território nacional como um todo:


O magistrado condenou o que chamou de “ditadura do Judiciário”, ao proferir decisões à margem da segurança jurídica. Comenta sobre as invasões presentes no sul da Bahia, onde atua a milícia de índios pataxós, segundo completa, há “índios” de cabelos crespos, “índia” branca e até loura.

A entender que a destinação das terras tradicionalmente ocupadas pelos brasileiros primitivos não são um Brasil como todo. Se não, todos os seus descendentes, que hoje são milhões, têm que embarcar nas caravelas com destino a outras plagas. Marte, talvez. Inclusive os não descendentes, no bojo, os ecologistas do chope, que gostam dos índios como se fossem passarinhos, para vê-los cantar e dançar.

Considerar um, dois ou três módulos da reforma agrária por família, seria uma solução. Habitantes de vilas, cidades, municípios. Nada de aldeia que segrega como guetos. Não esquecendo dos muitos dos seus herdeiros, miscigenados, em áreas ribeirinhas, abandonados à própria sorte.


Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Em Itabuna qualquer cidadão de qualquer raça pode se tornar um índio, basta se cadastrar. Indio no Brasil já é estória da carochinha. Negros todos temos uma divida com eles e nunca será paga, esses que estão se passando por índios faz muito que não passam de idiotas usados por todos sabemos quem... No lugar de arco e flecha os nossos (indiotas) possuem calibres diversos, celulares e computadores de ultima geração, e outras maravilhas que os torna índios da casa do caralho...

Anônimo disse...

É de extrema urgência acabar com o Estatuto do Índio, que se por um lado o discrimina, por outro o torna um "mais brasileiro que os outros" pelos direitos que lhes são outorgados, como terras em excesso, a inimputabilidade que na prática lhe dá direito à mineração em suas terras sem controle estatal, extração de madeira de forma idem,, e vai por aí. Com o fim do Estatuto, isso o tornará um brasileiro como os demais, com idênticos direitos e obrigações, e consequentemente cessarão quaisquer gritos de independência que, como sabemos, são incentivados por ONGs externas.