segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

JOANNOT & CABELEIRAS

Os peignes do Joannot: Haja pente fino!

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Estabelecido em Paris desde 1830, Joannot, Fils & Cie, fabricante de finos pentes, sempre cuidou das mais célebres cabeleiras.

Havia modelos para todas as circunstâncias.

Pente fino, em raras ocasiões usado.

Pente contra piolhos; pente de marfim; pente de âmbar; pente de madeira.

Para o mercado de “là bas” qualquer um servia; pentear implante com suas obras de arte é um desplante.

Onde não há rios, há lagoas. Banho muito raramente. Vergonha de mostrar a própria peçonha.

Chulé de pezão, odor cabral; não tem escola, saúde, mas tem carnaval.

Após o empalamento do parlamento pelo pretório, o clima é de velório.

O estrago é tremendo e o benefício irrisório.

Gasta-se boa vela com mal defunto. Aonde iremos? já me pergunto.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

8 comentários:

Loumari disse...

A escrita é, nos dias bons, uma seta de longo alcance - ilumina (ou consola, ou desperta) almas desconhecidas. Mas quase sempre assusta e afasta os próximos, porque nasce de um poço de silêncio impartilhável.
(Inês Pedrosa)


O coração de um escritor só a ele pertence. E os livros que escreve não são mais do que projecções dos seus medos, das suas fantasias ou dos seus disparates. Mas um escritor nunca pode ser surdo do coração, como o são tantos outros homens.
(Margarida Rebelo Pinto)


Quando escrevo sobre alguém, mesmo contra esse alguém, é porque descubro nele mais do que aquilo que aparenta. Tentar ir ao interior das coisas.
(Baptista Bastos)

Loumari disse...

O Amor Maior

O amor é preocupação. Ter o coração já previamente ocupado. Ter medo que alguma coisa de mal aconteça à pessoa amada. Sofrer mais por não poder aliviar o sofrimento da pessoa amada do que ela própria sofre.
O amor é banal. É por isso que é tão bonito. O que se quer da pessoa amada: antes que ela nos ame também, é que ela seja feliz, que seja saudável, que tudo lhe corra bem. Embora se saiba que o mundo não o permite, passa-se por cima da realidade, do raciocínio do que é possível, e quer-se, e espera-se, que Deus abra, no caso dela, uma excepção.

A paixão pode parecer mais interessante. Mas irrita-me que se compare com o amor. Como se pode comparar dois sentimentos que não têm uma única semelhança? Se o amor e a paixão coincidem, é como a cor do céu e do mar num dia de Verão — é uma alegria, mas nada nos diz acerca do que distingue o ar da água.
Dizer que o amor pode começar como paixão é uma forma falaciosa de estabelecer uma continuidade entre uma e outra, geralmente pejorativa para o amor, que é entendido como um resíduo da paixão, uma consequência menos alterosa, mas mais profunda, menos excitante mas mais eterna.

O amor começa pelo amor. É o céu. O céu foi criado primeiro. A paixão é um simples impulso físico, material, mensurável, explicável por todas as ciências da atracção. É o mar. O mar está mais perto de nós. Podemos chegar ao fundo dele. A diferença entre o amor e a paixão é como a diferença entre a cosmologia e a oceanografia. O mar tem fim, tem peso, tem vida. O céu não tem limite. O céu é dos astrónomos e dos poetas, que sabem que hão-de morrer sem percebê-lo. O mar é dos cientistas e dos observadores, que podem passar a vida dentro dele, sabendo que é finito e perceptível. O céu, como o amor, tem Deus acima dele. O mar, como a paixão, tem o Homem lá dentro. Compare-se o efeito que os anjos têm sobre nós com o que têm as sereias e perceber-se-á a distância entre a religião e a mitologia. A religião é uma coisa de Deus, do amor — a mitologia é uma coisa de pessoas-feitas-deuses, de paixão.

Como coincidem tantas vezes amor e paixão, é preciso isolá-los para não confundi-los. Basta responder à velha pergunta, sem responder depressa, com as velhas mentiras com que nos enganamos uns aos outros: «Se essa pessoa só conseguisse ser feliz amando outra, seria capaz de desejar que isso acontecesse, custasse o que me custasse?» Só quem ama responderá que sim. Imediatamente. Porque o amor é claro, é inevitável e, para além do mais, é um dom maior, maior que o amor-próprio, uma dádiva que ultrapassa as privações e o sofrimento.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Explicações de Português'
Portugal n. 25 Jul 1955
Crítico/Escritor/Jornalista

Loumari disse...

Felicidade Divina

Digam-nos desde já: se a alma se extingue na sepultura, de onde nos vem o desejo de felicidade que nos atormenta? As nossas paixões terrenas facilmente se fartam: amor, ambição, cólera, tem uma segura plenitude de gozo; a ância de felicidade é a única que carece de satisfação como objecto, porque se não sabe o que é esta felicidade que se quer. Força é concordar que, se tudo é matéria, a natureza, neste caso enganou-se estranhamente, fez um sentimento sem aplicação.
É certo que a nossa alma deseja eternamente; apenas alcança o objecto da sua cobiça, deseja de novo; o universo inteiro não a sacia. O infinito é o campo único que lhe convém; apraz-se em desorientar-se no labirinto dos números, e conceber as máximas e as mínimas dimensões. Em fim, repleta, mas não saciada do que devorou, atira-se ao seio de Deus, onde convergem as ideias do infinito em perfeição, em tempo, e em espaço; ela, porém, não se ingolfa na Divindade senão porque essa Divindade é cheia de trevas, Deus absconditus.
Se lhe fosse clara a intuição divina, desdenha-la-ia como a tudo que está sujeito à sua compreensão. E com razão talvez; porque se a alma se explicasse ao justo o eterno princípio, ela seria superior ou igual a esse princípio. A ordem das coisas divinas difere da ordem das coisas humanas: um homem pode compreender o poder de um rei sem ser rei; mas um homem que compreendesse Deus seria Deus.

"François René de Chateaubriand, in 'O Génio do Cristianismo'
França 4 Set 1768 // 4 Jul 1848
Escritor

Loumari disse...

As Desvantagens do Ateísmo

Parece-nos que o homem feliz não colhe vantagem alguma em ser ateu. É-lhe tão agradável cismar que os seus dias se prolongarão além da vida! Com que desespero não deixaria ele este mundo, se acreditasse separar-se para sempre da felicidade! Debalde sobre a sua cabeça se acumulariam todos os bens do século, que serviriam apenas para lhe tornar mais tormentoso o nada.
O rico pode também contar com que a religião lhe amplie os prazeres, mesclando-os com inexplicável ternura; não se lhe endurecerá o coração, o gozo, escolho inevitável das grandes prosperidades, não o infastiará; que a religião refrigera as sequidões da alma: é o que representa esse óleo santo com que o cristianismo consagrava a realeza, a infância, e a morte, para as salvar da esterilidade.
O guerreiro arremessa-se ao combate: será ateu esse filho da glória? O que busca uma vida infinita consentirá em terminá-la? Aparecei sobre as vossas nuvens fulminantes, soldados inumeráveis, antigas legiões da pátria! Famosas milícias de França, e agora milícias do céu, aparecei! Dizei aos heróis da nossa idade, do alto da cidade santa, que o bravo não cai inteiro no tumulo, e que, após ele, permanece alguma coisa mais que um vão renome.

"François René de Chateaubriand, in 'O Génio do Cristianismo'
França 4 Set 1768 // 4 Jul 1848
Escritor

Loumari disse...

Há coisas terrificantes nos que se dizem ser ateus. Estes ateus crêem nos mortos, consultam videntes, recorrem a bruxaria, praticam magias negras, são muito obscurantistas e muito supersticiosos, e adoram tudo o que é relacionado com o mistério dos abismos.
E quando deparam com a Bíblia se agitam e lá se revela a víbora desenvolvido dentro deles que é a cobra a semelhança do Diabo.
Sempre se crêem superiores a todos os demais, exibem diplomas que não passa de papel higiénico. Porque se fossem diplomas adquiridos por meio do verdadeiro conhecimento, de sabedoria inteligentemente conquistada através do empenho esforços dos estudos, tudo o que eles tocariam se converteria em ouro. Observem a conjuntura brasileira? Arquitectam obras que caem em pedaços, a economia é lamentável porque não há gentes suficientemente instruídos intelectualmente, os diplomas exibidos foram adquiridos por meio de cábulas, e graça ao poder do feitiço. E tudo aos poucos se tornou TREVAS. ABISMO. Tudo está a ficar podre porque tudo é feito por meio de magias negras, conquistado por meio do feitiço.
São ateus porque não crêem em Deus, mas, não são ateus quanto a crenças ABISMAIS e vivem pactuando com os mortos para lhes garantir o êxito.
De tanto levantarem os mortos, agora resulta que os mortos são os que tomaram conta dos vivos. E quando os mortos tomam conta do mundo dos vivos, resulta o que estamos constatando no Brasil.

Observem Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Coreia do Sul? Por que estas nações quais o Brasil devia se ver catalogado na mesma categoria estão altamente desenvolvidas, em câmbio, Brasil foi apodrecendo? Porque as outras nações andam na luz, e os seus povos sabem fazer a diferença entre o Sagrado e o Profano.
E o que faz o povo do Brasil? Dão pontapés a imagem da Virgem. E ousam dizer que Brasil é país de tolerância religiosa? Violar imagem sagrada de uma outra crença é isto sinónimo de tolerância religiosa? Os outros indivíduos (católicos) se sentem assim respeitados na sua individualidade?
Tomar a Cruz de Cristo usando-a como objecto de diversão nas paradas gays é isto respeito ao símbolo sagrado de outros de seus compatriotas a que estes actos chocam profundamente?
Tomar a Cruz de Cristo e enfiar-se-a no ânus é isto digno de respeito e tolerância para com os outros de seus compatriotas que se sentem feridos e violados na sua crença com esta atitude IGNÓBIL E ABOMINÁVEL?

Qual outro povo do Globo já se viu tais práticas profanas ao Sagrado? Tudo nesta vida tem seu preço e suas consequências.
Este povo é inimigo de Cristo. Similar a eles, os islamistas. Há que ver que ambos são governados pelo mesmo espírito. Espírito perverso do Diabo.

Loumari disse...

O que John Howard disse quando ocupava o cargo de primeiro ministro da Australia:

> Aos Muçulmanos que querem viver de acordo com a lei do Sharia Islâmico
> foi-lhes dito muito recentemente para deixarem a Australia, no âmbito
> das
> medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face aos eventuais
> ataques terroristas.
>
>
> Aparentemente, o Primeiro Ministro John Howard chocou alguns
> muçulmanos
> australianos declarando que apoiava agências-espiãs encarregadas de
> supervisionar as mesquitas da nação. Citação:
>
>
> .' OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar!
>
> Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos
> indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali,
> assistimos a uma subida de patriotismo na maioria dos Australianos.'
>
>
> .'A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de
> lutas,
> de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que
> procuraram a
> liberdade.'
>
>
> .'A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espagnol, o Libanês, o
> Árabe, o
> Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se
> desejam
> fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!'
>
>
> .'A maior parte dos Australianos crê em Deus. Não se trata de uma
> obrigação
> cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto,
> porque
> homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso
> é
> ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros
> das
> nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra
> parte
> do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da
> nossa
> cultura.'
>
>
> .'Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que
> vos
> pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.
>
>
> .'ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA'. E
> oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês
> têem
> muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso
> compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida,
> incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande
> liberdade
> autraliana, : 'O DIREITO de PARTIR.' 'Se não são felizes aqui, então
> PARTAM.
> Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá.
> Então,
> aceitem o país que vos aceitou.'

Loumari disse...

Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.
Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.
E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E a intimarás aos teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.
Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por testeiras entre os teus olhos.
E as escreverás nos umbrais da tua casa, e nas tuas portas.
Havendo-te, pois, o Senhor, teu Deus, introduzido na terra que jurou aos teus pais,
ABRAÃO, ISAAC E JACOB, te daria, grandes e boas cidades, que tu não edificaste;
E casas cheias de todo o bem, que tu não encheste, e poços cavados, que tu não cavaste, vinha e olivais, que tu não plantaste, e comeres, e te fartares;
Guarda-te, que te não esqueças do Senhor, que te tirou da terra do Egipto, da casa da servidão.
O Senhor, teu Deus, temerás, e a ele servirás, e pelo seu nome jurarás.
Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver a roda de vós;
Porque o Senhor, vosso Deus, é um Deus zeloso no meio de ti, para que a ira do Senhor, teu Deus, se não acenda contra ti, e te destrua de sobre a face da terra.
Não tentareis o Senhor, vosso Deus, como o tentaste em massá.
Diligentemente guardareis os mandamentos do Senhor, vosso Deus; como também os seus testemunhos, e os seus estatutos, que te tem mandado.
E farás o que é recto e bom aos olhos do Senhor; para que bem te suceda, e entres, e possuas a boa terra, sobre a qual o Senhor jurou aos teus pais;
Para que lance fora a todos os teus inimigos de diante de ti, como o Senhor tem dito.
Quando o teu filho te perguntar pelo tempo adiante, dizendo:
Quais são os testemunhos, e estatutos e juízos que o Senhor, nosso Deus, vos ordenou?
Então dirás ao teu filho: Éramos servos de Faraó, no Egipto; porém o Senhor nos tirou com mão forte do Egipto.
E o Senhor fez sinais grandes, e penosas maravilhas no Egipto, a Faraó e a toda sua casa, aos nossos olhos;
E dali nos tirou, para nos levar, e nos dar a terra que jurara aos nossos pais.
E o Senhor nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temer ao Senhor, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.
E será para nós justiça, quando tivermos cuidado de fazer todos estes mandamentos perante o Senhor, nosso Deus, como nos tem ordenado.
(DEUTERONÓMIO 6:4)

Loumari disse...

Portanto o povo do Brasil repudiou a Deus, e hoje foram constituídos servos dos mortos e condenados a escravidão. Na vida, tudo depende das nossas próprias escolhas.
É mesmo possível que do mal possa surgir algum bem? Da violência a paz? O que assola o Brasil é obra-mestra de seu próprio povo.
O mal atrai o mal. Como o bem atraí o bem.