domingo, 27 de dezembro de 2015

Lógica Planaltina


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Ex- “açeçor” de “otoridade”, caído em desgraça, resolveu montar uma lanchonete.

No quadro de preços, escreveu:

“Pão com manteiga R$ 4,00
Pão com margarina R$ 3,00
Pão sem manteiga R$ 2,00
Pão sem margarina R$ 1,00”

É assim que estamos sendo administrados.

Justiça seja feita, as empresas privadas também abrigam uma legião de imbecis.

Fazer barragem para depositar detritos de qualquer espécie, é prova de absoluta incompetência ou má fé. Barragens servem apenas para água; gerar energia ou garantir abastecimento potável.

Um belo dia veremos um governante interessado no progresso de sua pátria.

O povo, acostumado ao massacre secular, no começo ficará desconfiado. (Qual será este novo engano?)

Em poucos meses acreditarão nos bons propósitos do líder porque as palavras comovem, porém o exemplo arrasta.

Como diz o caboclo, a Revolução Brasileira está em andamento...


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Loumari disse...

"Avec les miens, surtout avec ceux qui sont cher à mon cœur, ont s'envoi des piques de roses.
"

Allez venez! Milord
Vous asseoir à ma table - Par Edith Piaf
https://youtu.be/Yo9-M22-C2E?list=RDYo9-M22-C2E

Loumari disse...

Experiência de Vida é Essencial ao Bom Escritor

A maior desgraça que pode acontecer a um artista é começar pela literatura, em vez de começar pela vida. Cora-se de vergonha, depois, diante das ingenuidades impressas, que são cueiros sujos e pretendem ser livros. Só a experiência, a dor e o trabalho trazem a dignidade que uma obra literária exige. Mesmo que não se tenha génio, pode-se, então, ter compostura. E seja qual for a duração do que se escreve, uma coisa ao menos os vindouros poderão respeitar: a nobreza do que vão ler. Mas poucos sabem esperar pela hora da maturação. E antes desse livro curado pelo fumo da vida, vêem-se quase sempre meia dúzia de outros, infantis, imbecis, esquemáticos como o bê-á-bá. «Penitet me» — creio que é a fórmula do arrependimento.

"Miguel Torga, in "Diário (1947)"
Portugal 12 Ago 1907 // 17 Jan 1995
Escritor/Poeta