sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Natal da Aflição!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Papai Noel pegou a lama de Mariana e jogou no ventilador. Fai faltar ventilador pra tanta lama.

Deixou aflitos praticamente a todos. Do mais alto político ao mais humilde desempregado.

Dos milhões às migalhas, nada salva os canalhas.

Até dona Onça está aflita. Terá que decidir: ou fica com o povo ou com os traidores.

O país é muito forte, rico e pujante. Só precisa do purgante.

Hoje o maior anseio da nação é ver a faixa “Sob nova direção”.

Tentemos conservar a saúde mental; temos pela frente um grande vendaval.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

7 comentários:

Loumari disse...

A Mente Precisa de Ser Desafiada Todos os Dias

A mente, muito mais do que o corpo, precisa de ser desafiada todos os dias. Se possível com treinos bi ou tridiários. Sair da cama sem identificar a razão pela qual acordamos maldispostos, passar horas a julgar este e aquele sem conhecer verdadeiramente ninguém ou a contestar o emprego que nós próprios escolhemos e ir para a cama enjoados com o dia que tivemos, são razões mais do que suficientes para nos questionarmos. A soma de não sei quantos dias assim, e acredita que se não for o teu caso é a situação da maioria das pessoas, resultará indubitavelmente em estados depressivos e de enfermidade precoce. Não podes continuar a aceitar a dor sem que faças nada para a curar e é por isso, por desejar profundamente o teu reencontro contigo e com a tua verdadeira realidade, que te grito: «HÁ SOLUÇÃO!!!» E a solução passa por identificares o artista que há em ti, pois treinar a mente é meramente uma arte. Até se atingir o estatuto de comandante da nossa vida e a tão pretendida velocidade cruzeiro naquele que é o oceano da nossa mente é necessário um altíssimo nível de concentração e criatividade. Precisas de estar sempre alerta e altamente focado no que a tua mente te sugere para depois, se ela se armar em esperta, teres a audácia de criar constantemente subterfúgios aliciantes por forma a baralhá-la. É aí, nesse momento de maior vulnerabilidade da dita, que se torna fundamental entrares em controlo fazendo dela o que verdadeiramente desejas, para que, por último, possas usufruir da possibilidade de tirares o maior partido de uma mente bem orientada.

"Gustavo Santos, in 'Agarra o Agora'
Portugal n. 27 Mai 1977
Life Coach

Loumari disse...

A Libertação do Pensamento

Conforme o leitor vai crescendo, forma uma imagem mental sobre quem é, com base no condicionamento pessoal e cultural a que está sujeito. Podemos chamar de ego a este eu ilusório. Ele consiste em atividade mental e só pode ser mantido através do pensamento constante. O termo ego significa coisas diferentes para pessoas diferentes, mas quando eu o utilizo neste livro tem o significado de um falso eu, criado pela identificação inconsciente com a mente.

Para o ego, o momento presente praticamente não existe. Só o passado e o futuro são tidos como importantes. Esta contraposição total da verdade explica o facto de no modo ego a mente ser tão disfuncional. Preocupa-se sempre em manter o passado vivo, porque sem ele... quem é você? Ele projeta-se constantemente no futuro para garantir a sua sobrevivência contínua e para procurar lá algum tipo de libertação ou realização. Diz: «Um dia, quando isto, aquilo ou tal acontecer, vou ficar bem, feliz, em paz.»

Até quando o ego parece estar virado para o presente, não é o presente que ele vê: o ego interpreta o presente de forma totalmente errada porque o observa com os olhos do passado. Ou reduz o presente a um meio para atingir um fim, um objetivo que se encontra sempre num futuro projetado na mente. Observe a sua mente e verá que é assim que funciona.
O momento presente contém a chave da libertação. Porém, o leitor não pode encontrar o momento presente enquanto estiver dentro da sua mente.

A iluminação significa erguer-se além do pensamento. No estado iluminado, o leitor também utiliza a mente pensante quando é preciso, mas fá-lo de uma maneira muito mais concentrada e eficaz do que antes. Utiliza-a, geralmente, para finalidades práticas, mas está livre do diálogo interior involuntário e a tranquilidade interior existe.

Quando o leitor utiliza a mente, em especial quando uma solução criativa é necessária, oscila de poucos em poucos minutos entre o pensamento e a tranquilidade, entre a mente e a ausência de mente. A ausência de mente é o consciente sem pensamento. Somente desse modo é possível pensar de forma criativa, porque só dessa forma o pensamento tem algum poder real. Por si só, quando já não está ligado ao mundo bem mais vasto do consciente, o pensamento depressa se torna estéril, alienado e destrutivo.

Eckhart Tolle, in 'A Prática do Poder do Agora'
Alemanha n. 16 Fev 1948
Escritor espiritual / Conferencista

Loumari disse...

Vontade de Mudança

Se achas que a situação da tua vida é insatisfatória ou até mesmo intolerável, só te rendendo primeiro conseguirás quebrar o padrão de resistência inconsciente que perpetua essa situação. Render-se é perfeitamente compatível com tomar providências, com iniciar uma mudança ou alcançar metas. Mas no estado de rendição há uma energia totalmente diferente, uma qualidade diferente que corre no que fizeres. Ao renderes-te, ligas-te novamente com a energia da fonte do Ser e, se o que fizeres estiver infuso do Ser, tornar-se-á numa celebração rejubilante da energia da vida, que te levará mais profundamente para dentro do Agora. Através da não-resistência, a qualidade da tua consciência e, por conseguinte, a qualidade de tudo o que fizeres ou criares, será incomensuravelmente realçada. Os resultados tomarão então conta de si próprios e reflectirão essa qualidade. Poderíamos chamar-lhe "acção rendida". Não é o trabalho tal como o conhecemos desde há milhares de anos. À medida que mais seres humanos forem despertando, a palavra trabalho desaparecerá do nosso vocabulário, e talvez se crie uma palavra nova em sua substituição.

Continua

Loumari disse...

É a qualidade da tua consciência desse momento que é o factor determinante do tipo de futuro que vivenciarás, pelo que render-te é a coisa mais importante que podes fazer para provocar uma mudança positiva. Qualquer providência que tomares é questão secundária. Nenhuma providência verdadeiramente positiva poderá nascer de um estado de consciência de não rendição.

Num estado de rendição, tu vês nitidamente o que é preciso fazer e tomarás as providências necessárias, fazendo uma coisa de cada vez e concentrando-te numa coisa de cada vez. Aprende com a natureza: vê como tudo se realiza e como o milagre da vida se desdobra sem descontentamento ou infelicidade. Foi por isso que Jesus disse: "Olha para os lírios e vê como eles crescem; eles nunca labutam nem fiam".
Se a tua situação global for insatisfatória ou desagradável, separa por decantação esse instante e rende-te ao que é. É essa a luz da lanterna que corta o nevoeiro. O teu estado de consciência deixa então de ser controlado por condições externas. Deixas de vir da reacção e da resistência.

Depois olha para os pormenores específicos da situação. Pergunta-te, "Haverá alguma coisa que eu possa fazer para mudar esta situação, melhorá-la, ou retirar-me dela?" Se sim, toma as providências adequadas. Não te concentres nas 100 coisas que farás ou terás de fazer algures no futuro, mas concentra-te na única coisa que podes fazer agora. Não significa que não devas fazer qualquer planeamento. Pode muito bem acontecer que planear seja a única coisa que possas fazer agora. Mas assegura-te que não começas a passar "filmes mentais", a projectar-te no futuro, e desse modo deixas passar o Agora. Quaisquer providências que tomes poderão não dar fruto imediatamente. Até isso acontecer - não resistas ao que é. Se não houver providências que possas tomar, e se também não puderes retirar-te da situação, então usa a situação para te levar mais profundamente à rendição, mais profundamente ao Agora, mais profundamente ao Ser. Quando entrares na dimensão imortal do presente, a mudança chega muitas vezes de forma inesperada, sem necessidade de grandes esforços da tua parte. A vida torna-se útil e cooperante. Se factores interiores, como por exemplo medo, remorso, ou inércia, te impediam de tomar as providências necessárias, eles ficarão desfeitos na luz da tua presença consciente.

Não confundas rendição com a atitude "Já não me posso aborrecer mais" ou "Simplesmente já não quero mais saber". Se a observares atentamente, verás que tal atitude está eivada de negatividade na forma de um ressentimento encoberto e, portanto, não é rendição nenhuma, mas sim resistência disfarçada. Ao renderes-te, dirige a tua atenção para dentro, a fim de confirmares se existe qualquer vestígio de resistência que tenha ficado dentro de ti. Fica bem alerta quando o fizeres; de outro modo, uma bolsa de resistência poderá continuar a esconder-se em algum canto escuro na forma de um pensamento ou de uma emoção não reconhecida.

"Eckhart Tolle, in 'A Prática do Poder do Agora'
Alemanha n. 16 Fev 1948
Escritor espiritual / Conferencista

Loumari disse...

Para mudar bem é necessário ou ter muita sorte, ou ter informação e capacidade de inovar.
(Jorge Seguro Sanches)


Queiramos ou não, a vida transforma-nos. Corremos o risco de mudar para pior, se nos fechamos na rigidez das nossas convicções. Mudamos para melhor, quando aceitamos tentar compreender quem somos.
(Ana Vieira de Castro)


Quanto maior for a resistência à mudança, numa tentativa de manter o controlo sobre os acontecimentos da vida, maior será o embate e a tensão imensa causada pelo desgaste de lutar «contra a maré».
(Ana Vieira de Castro)


Mesmo que esteja descrito à exaustão o triste fenómeno da resistência à mudança, cada um de nós acredita que isso só concerne aos outros. Que os outros é que são comodistas, é que se assustam com o desconhecido e o novo, é que preferem o controlo patético dos seus pequenos mundos.
(Isabel Leal)


Por um lado adoramos o novo e somos sôfregos de tudo o que quebre a rotina e nos abra horizontes de possibilidades. Mas, por outro lado, agarramo-nos ao conhecido e resistimos ao que inaugura essas outras possibilidades como se traíssemos o passado, como se na adopção do novo desconstruíssemos a nossa periclitante identidade.
(Isabel Leal)


"Um novo paradigma estará já, talvez, em gestação algures."
(João Ferreira do Amaral)

Anônimo disse...

Mantiqueira, muda o disco que tá chato! Os canalhas fardados já escolheram há muito tempo o lado...e não é o do Brasil e seu povo!

Durval Alves de Oliveira Oliveira disse...

Do jeito que vai, dona onça será obrigada, pelo PC do B, igual em 64, a levantar-se do berço explendido, para beber água, dessa vez com sangue!!