segunda-feira, 31 de agosto de 2015

CPi do BNDES ameaça ouvir Lula, abalado por Pixuleco - apelido ideal para orçamento no vermelho da Dilma

Pixuleco na paulista domingo: consagração

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O boneco presidiário Pixuleco atazanou o fim de semana do companheiro $talinácio, com novas aparições, após o atentado promovido pela União da Juventude Socialista do PC do B. Durante a semana, quem pode encher o saco de Lula da Silva é a CPI do BNDES. O deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO) protocolará um pedido para que o ex-Presidente seja ouvido junto com o dirigente da Odebrecht, Alexandrino Alencar - um dos apanhados na Operação Lava Jato. Uma requentada matéria da revista Época sobre os negócios internacionais de Lula, que ganhou destaque na Rede Globo, aporrinhou, demais, Lula - que sempre vai negar ter feito algo errado, mesmo que provas apareçam...

Enquanto a "oposição" de brincadeirinha tenta um cerco contra Lula, sua Presidenta Dilma Rousseff amplia o festival de besteiras que assolam a Republiqueta. A Presidenta vai assassinar hoje a Lei de Responsabilidade Fiscal, enviando ao Congresso o Orçamento de 2016 com previsão de grande déficit. A turma do desgoverno tem a coragem de chamar tal manobra de "orçamento realista" - como se causar e reconhecer rombos nas contas públicas fosse uma atividade normal, digna de ser adjetivada, meramente, como "algo real". Dilma, que recuou na recriação da CPMF, encena que, sem tal receita, as contas do ano que vem já nascem no "vermelho".

Dilma seguirá em sua agonia. Nada do que ela fizer ou falar vai resolver ou ser acatado pela sociedade. A Presidenta se desmoralizou completamente. Não tem credibilidade para continuar no poder. A fragilidade dela só vai aprofundar a crise econômica - causada pelas besteiras feitas na gestão de Guido Mantega, figura de confiança do velho $talinácio. A previsão é que o mercado receba, pessimamente, a notícia de que o governo pensa em operar, no ano que vem, no escandaloso vermelho da contabilidade. Trata-se de uma atitude canalha do desgoverno - que não corta gastos inúteis e só pensa em cobrar mais impostos, sacrificando, sempre, o bolso de quem tenta produzir e trabalhar no País comandado pela governança do crime institucionalizado.

Por isso, não tem outro jeito. A Intervenção Constitucional, pelo poder instituinte do povo, claramente prevista em nossa Constituição (Título I, Art. 5, parágrafo único, e artigo 142) é  única maneira segura disto não voltar a acontecer, dificultando ou inviabilizando a permissiva criação de novos "Pixulecos da Silva" (excelente apelido para um futuro preso, já que, na cadeia, a turma adora tratar os companheiros por codinomes).

Releia o artigo de domingo: Quem NÃO quer e Não Pode presidir o Brasil?

Triste perda


Um ataque fulminante do coração matou o comandante da missão da ONU no Haiti, o General brasileiro José Luiz Jaborandy Júnior.

O militar sofreu o infarto fulminante durante uma viagem do Haiti a Manaus, onde iria conhecer sua neta, nascida há poucos meses.

O General já vinha alertando, em entrevistas, que a tensa situação no Haiti tendia a se deteriorar ainda mais - fato que tornava o trabalho dos militares extremamente estressante.

Versos de Alerta


Raul Canal dá um show de poesia política

Suma daqui


Papo de otário


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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Agosto de 2015.

A Antite de Afrodite


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

“Uma Anta! Meu reino por uma Anta!” gritou a deusa em desespero.
Viu que lhe crescia o nariz; seu destino estava por um triz.
Procurou disfarçar-se de anta e para tal precisava de um exemplar da espécie.

Desceu do Olimpo a procura de Teseu, para aprender a domar um touro pelos chifres.

Vai ao planalto central em busca do formidável animal (a Anta).

Não passou pelo labirinto verde (foncé) por falta do fio de Ariadne. Olvidou-se do pai de merdandante que a dissuadiria num instante, enrolado que está e sem defesa, com a própria pata presa. Por causa de empresa de outro filho, vai ajoelhar no milho.

Clamou então por Zebedeu, porque ninguém mais a iluda, e pasma ficou ao saber que não estava mais na papuda.

Telefonou então para Cristina (mais afeita às aves de rapina) e informou-se:” De quais esperanças te nutres ao deparar-se com um bando de abutres ?”

A outra de seu poder já no ocaso, disse-lhe: “De las leyes no hagas caso!”


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

"Caso Necessário"


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

O ex-presidente Lula declarou recentemente que poderia candidatar-se em 2018, "caso necessário". 

Após protagonizar, quando eleito em 2002, a maior armadilha eleitoral de todos os tempos; 

desenvolver um padrão de governo populista durante o qual acentuou o "nós e eles", embora, depois que assumiu o poder descambou mais para o grupo do "eles", detentor hoje de grande fortuna; 
ser ignitor dos maiores esquemas de corrupção de todos os tempos, também suspeito de neles estar envolvido diretamente, apesar dos reiterados "eu não sabia"; 

determinar uma política externa que deveria ser de estado mas virou instrumento de poder partidário e que, por isso, submeteu o país a vários constrangimentos diplomáticos e o tirou do fluxo do grande comércio internacional; 

usar, como corolário dessa mesma diplomacia de botequim, o dinheiro do povo brasileiro para financiar a construção de portos  em países ideologicamente alinhados com o governo mas não com a sociedade, mediante influência sua com grandes empreiteiras; 

depois de tudo isso, surge a pergunta: qual o significado que Lula tentou dar à expressão " caso necessário", em sua declaração?


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

Intervenção militar já?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas

Caros amigos: Não é errado incluir a Intervenção Militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político, econômico, social e moral que se tem alastrado pelo Brasil, principalmente, a partir da chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder. 

No entanto, é um grave equívoco incluir como primeiro o que deve ser o último dos recursos da Nação. No jargão da Artilharia, “a ultima ratio regis” , ou seja, o último recurso dos reis, ou, ainda, a “reserva” da sociedade.

É erro tático e estratégico atuar sem reserva ou empregá-la prematuramente! Qualquer operação militar ou empreendimento deve ser planejado de forma a ser concluído com sucesso sem a necessidade de empregar a reserva, ou seja, com sobra de recursos ou de poder de combate. 

Manter uma reserva é tão importante nas operações que a sua existência e capacidade devem ser guardadas no mais absoluto sigilo, porquanto a sua neutralização é objetivo fundamental do planejamento do inimigo. 
Induzir ao emprego prematuro da reserva faz parte das intenções de qualquer planejador, pois retira do adversário a capacidade de manobrar e de reagir, aumentando a probabilidade de sucesso do seu plano original. 

É, portanto, equivocada a postura de quem só enxerga no emprego imediato do último recurso a solução para a crise e para a ameaça, assim como também é erro grave desconsiderar no planejamento a existência de uma reserva em condições de contribuir, no mínimo, para a manutenção da conquista dos objetivos. 

Na Venezuela, o “comandante” Chavez iniciou seu movimento pela cooptação das Forças Armadas para o seu projeto bolivariano, tirando da sociedade o que seria, naturalmente, o seu derradeiro recurso. O mesmo, aparentemente, aconteceu no Equador. 

Os Kirchner, na Argentina, sabendo da inviabilidade de cooptar as FFAA, trataram de demonizá-las e desmoralizá-las até que perdessem seu poder de combate e, principalmente, a confiança e o respeito da sociedade. 

No Brasil, desde o fim do Regime Militar, a esquerda vem tentando implementar, em vão, uma estratégia do tipo “kirchneriana”, conseguindo nada mais do que aumentar o prestígio das FFAA  perante a sociedade e a confiança desta na capacidade dos militares para intervir, quando e se for necessário, e assegurar o respeito à sua vontade, à soberania e à inviolabilidade do território nacional. 

O próprio governo petista, que tudo fez para deslustrar a imagem dos militares, tornou-se dependente do seu apoio para fazer as poucas coias que deram certo em seu governo, tais como: projetar o poder militar do Brasil em Operações de Paz no exterior; mostrar ao crime organizado que não há lugar neste País em que o Estado não possa impor sua soberania; assegurar a segurança necessária aos grande eventos internacionais ocorridos no Brasil; fazer chegar água , sem politicagem e roubalheira,  aos brasileiros atingidos pela seca e pela inépcia dos governos em todos os níveis; e, para não alongar mais, a "Transposição do Rio São Francisco", pois, como se sabe, o Exército Brasileiro (não o do Stédile) foi o único a cumprir sua missão.  

A Sociedade brasileira tem, portanto, em sua composição de meios, uma reserva preservada, comprometida com os interesses do Estado, não contaminada pelo bolivarianismo e suficientemente forte para cumprir sua missão constitucional e seu compromisso com a democracia. 

Essa mesma Sociedade, diferentemente do partido corruPTo, tem seu Plano B nas suas Forças Armadas, é a contingência que os atuais donos do poder jamais contarão para se perpetuar no poder. 

Empregá-la prematura ou desnecessariamente é um erro estratégico tão grave quanto ignorar a sua capacidade, desconsiderar o seu comprometimento constitucional com a lei e a ordem e desacreditar da sua subordinação ao interesse nacional.

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =


Paulo Chagas é General de Brigada, na reserva.

A atual e trágica crise imigratória


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Sérgio Silveira Costa

A atual crise imigratória, com dois – dos muitos! - recentes e trágicos episódios, num caminhão frigorífico numa estrada austríaca e em dois barcos naufragados no litoral da Líbia, se configura como uma dramática e perversa crise de e da humanidade!

Fugindo de conflitos e perseguições, vindos do Afeganistão, Síria, Kosovo, Paquistão, Eritreia, Nigéria, Síria, Guiné, Costa do Marfim, Líbia, Bangladesh, e de outros países e locais, seja por mar ou terra, esses imigrantes e refugiados estão sendo tangidos por inescrupulosos e imisericordiosos traficantes de seres humanos que, inexplicavelmente, não têm sido detidos.
            
Segundo a ONU, mais de 300 mil fugitivos do Oriente Médio e África subsaariana já chegaram este ano à Europa, especialmente à Grécia e Itália.
            
No âmago dessa tragédia, se verifica que a maioria foge de países despóticos, corruptos, com violenta luta pelo poder, não democráticos, pobres, miseráveis, desajustados, não capitalistas e de religiões de regras e castigos impiedosos, seculares, de origens tribais, inadaptadas à vida, liberdade e costumes modernos.
            
É, apesar de trágico e desalentador, um exemplo para os carcomidos adoradores do socialismo/comunismo, sistemas econômicos que, de tão perversos para o povo, por se basearem num utópico e inumano igualitarismo, só subsistem com um sistema político autocrático! Ninguém foge da Europa Ocidental e da América do Norte. Pelo contrário, há, hoje, 20 milhões de muçulmanos por lá, fugidos, grande parte, da rigorosa e milenar lei islâmica, em que o juiz é o religioso ou o aiatolá, e que coage, agride e castiga  justamente os mais vulneráveis, as mulheres, os homossexuais, os "infiéis", que desafiam a lei religiosa,...., com julgamentos sumários, que terminam em decapitações, apedrejamentos, mutilações...
            
Esses exemplos, trágicos, de tanta liberdade negada, de tantas vidas sofridas e ceifadas, o fascismo, o comunismo soviético, o holocausto, o Muro de Berlim, os "balseros" cubanos, ora relembrados no Mar Mediterrâneo, nos túneis, caminhões e barcos frágeis, são a melhor prova de que não há vida digna e respeitosa fora da democracia, do capitalismo, do estado de direito e da religião caridosa e compassiva.
             
Que, independentemente de considerações acadêmicas, se mirem nesses tristes exemplos práticos os nossos ingênuos esquerdistas, e os espertalhões da esquerda caviar, pretensos intelectuais, falsos bajuladores e meros aproveitadores das benesses públicas.
            
E que, aqui,  nosso povo enterre de vez esse extemporâneo Foro de São Paulo, tristemente imposto ao país por carcomidos e descompassados socialistas e trogloditas comunistas. E que se varra pelo voto, do povo, ou do Congresso, ou da Justiça, esse petismo corrupto, leviano, irresponsável e incompetente, que está levando o Brasil à desesperança e à ruína, fiscal e moral!
            
Como diria o Collor: são canalhas da pior extração!


Luiz Sérgio Silveira Costa é Vice-Almirante, reformado.

domingo, 30 de agosto de 2015

Quem NÃO quer e Não Pode presidir o Brasil?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Uma imensa torcida organizada pelo Movimento Avança Brasil MaçonsBR - que é totalmente livre e independente das potências maçônicas ditas regulares e também das tais "espúrias" - já se programa para fazer um grande ato público em favor do juiz Sérgio Fernando Moro, que passou o sábado e curte o domingão em terras paulistanas. O ato será na segunda-feira, às 7h 30min da manhã, no luxuoso Hotel Unique, na avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 4700, em São Paulo.

Se quisesse - mas não tem qualquer indicação de que deseje tal maluquice -, Sérgio Moro seria, nas condições atuais, o nome imbatível para disputar a próxima eleição presidencial. O imaginário popular tem o magistrado da Lava Jato como um "herói nacional" - embora ele esteja apenas cumprindo o papel correto de um servidor público de um judiciário com má fama de funcionar mal no Brasil da Impunidade ampla, geral e irrestrita - que costuma punir, com rigor, "ladrões de galinha" ou aqueles que o rigor seletivo das "gestapos" de plantão consideram "cabras marcados para se ferrar".

Os maçons programam uma algazarra cívica no Exame Fórum - que terá a presença, além do Moro, do vice-Presidente da República, o ex-maçom inglês (placetado) Michel Temer, e de Augusto Nardes, aquele ministro do Tribunal de Contas da União que deseja punição para a Presidenta-ciclista Dilma Rousseff pelas tais "pedaladas fiscais" dadas nas contas públicas de 2014. Os maçons levarão cartazes com os recados diretos, justos e perfeitos: "Não queremos viver em outro país. Queremos viver em outro Brasil". "Nardes: 180 milhões de brasileiros confiam em você; reprova!". "Temer, já chegou a hora de romper!! Assuma teu papel!". "Moro, você tem nosso total apoio!".
  

Aproveitando tal manifestação programada, vale perguntar de novo. Quem vem candidato na ainda distantíssima sucessão presidencial de 2018? Talvez o empresário Eike Batista, um ex-bilionário que se preparava para dar a volta por cima nos negócios, a partir de 2016. Quem também sonha com a cadeira da impopular e desgastada Dilma são os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. O desgastadíssimo mito em decadência Luiz Inácio Lula da Silva resolveu insinuar que também pode voltar ao páreo do qual disputou, perdeu três vezes, ganhou duas, e emplacou a incompetenta candidata mais duas. $talinácio é um fanfarrão...

Já o popular Joaquim Barbosa, herói no processo do Mensalão, aproveitou ontem o 7o Encontro Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, na gelada e sofisticada Campos do Jordão, para avisar que não será candidato à Presidente da República. O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal foi aplaudido pelos 800 participantes classe AAA, ao antecipar que não deixará a aposentadoria para se aventurar na politicagem: "Olhem para o meu jeito, minha transparência e franqueza. Eu seria massacrado se entrasse na briga pela Presidência da República, especialmente pelos políticos, que não gostam de outsiders. Não vale a pena".

Barbosa meteu o pau no TCU: "Não acredito em um Tribunal de Contas da União como um órgão sério de um processo desencadeador de tal processo. É um órgão com as virtudes extirpadas. Afinal, é um playground de políticos fracassados que, sem perspectiva em se eleger, querem uma boquinha. O TCU não tem estatura institucional para conduzir algo de tamanha gravidade".

Barbosa também detonou o TSE. Provocado pelo desejo da maioria da plateia de financistas-rentistas que sonham com a saída forçada de Dilma, Joaquim Barbosa criticou que a estrutura do tribunal superior eleitoral não permite pedir o impeachment da Presidenta, "já que cerca de um terço de seus integrantes são advogados com mandato fixo e que não se desvinculam de suas atividades cotidianas". Barbosa considera tal composição um "elemento fragilizador" para que o TSE tenha a capacidade de tirar um presidente do cargo.

Barbosa até tocou no risco de um processo de ruptura institucional, sem usar o termo, ao analisar o processo de "impedimento" presidencial: "Impeachment é uma coisa muito séria que, se levada a cabo, a gente sabe como começa, mas não sabe como termina. É um abalo sísmico nas instituições. Tem que ser algo muito bem baseado, tem que ser uma prova cabal, chocante, envolvendo diretamente o presidente. Sem isso, sairemos perdendo. As instituições sairão quebradas”.

Certamente causando arrepios em alguns rentistas, Joaquim Barbosa tocou na grande falha estrutural brasileira que abre caminho para a fragilização das instituições pela via da corrupção sistêmica: "A alavancagem da economia pelo capitalismo do Estado agrava esse modelo. Incentivadas pelo Estado, as empresas são convidadas a se aproximar do governo da situação em busca de privilégios. A tudo isso se soma um combustível explosivo, que é o sistema partidário brasileiro e seu financiamento. Eu sou contra o atual regime de financiamento privado da vida política porque, no fundo, elas fomentam essas relações profanas de conveniência. O partido chama de doação legal um mecanismo de lavagem de dinheiro da corrupção. Eles promoveram os desvios e uma forma de lavar e joga esse dinheiro no circuito e fazer chegar ao caixa dos partidos políticos sob a forma de doações. Isso é um absurdo e tem que acabar".


Em outro ponto da imensa Gotham City, bem longe de onde estava o Barbosão, o juiz Sérgio Moro aproveitou uma palestra na subseção Jabaquara da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na Zona Sul de São Paulo, para dar, indiretamente, uma alfinetada em uma bobagem das muitas ditas pela Presidenta da República. Moro desmontou a frágil reclamação que Dilma sempre faz da "colaboração premiada", que ela prefere chamar de "delação-traição".

Sérgio Moro definiu, corretamente, o instituto jurídico da "transação penal": "Às vezes, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas de crimes são os próprios criminosos. Uma das regras é que tudo o que o colaborador disser, precisa encontrar prova de colaboração. (...) É traição? É traição, mas é uma traição entre criminosos. Não se está traindo a Inconfidência Mineira, não se está traindo a Resistência Francesa".

Por falar em traidor da Pátria, deixando agora os heróis Joaquim Barbosa e Sérgio Moro descansarem um pouco, é hora de aproveitar mais uma retumbante bobagem saída do intestinal cérebro de Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda muito chateado com o boneco inflável do presidiário 13-171 (a numerologia da morte), Lula teve a coragem de não só defender o retorno da famigerada contribuição permanente sobre movimentação financeira, como, escancaradamente, pregou a volta da CPMF - que, aliás, nunca foi extinta, na prática.

Como bem lembrou nosso leitor José Roberto Eiras Henriques: "A CPMF foi extinta? Apenas remanejada. Em seu lugar foi editado o Decreto 6.339/08 que acresceu em 0,38% de IOF nas operações de credito, incidindo sobre financiamento, cambio e produtos de seguros, alem de títulos e valores mobiliários. Deduz-se que a CPMF não acabou, penalizando ainda mais os mais necessitados, grandes tomadores de empréstimos e compras a prazo".

Ignorando que a CPMF continua viva, o decadente $talinácio, durante um seminário em São Bernardo do Campo, dando ordens a Arthur Chioro, Ministro da Saúde: " Não sei se é verdade que defendeu a CPMF. A verdade é que ela não deveria ter sido tirada. Foi tirada e você deveria falar com os governadores e prefeitos para reivindicarem". Pois foi Lula dizer isto de manhã e a Dilma, de noite, reúne seus ministros próximos e resolve, pelo menos na mentirinha oficial de sempre, sepultar a ideia do retorno da CPMF...



Retornando ao $talinácio, que volta com a corda toda, desde ontem avisando que voltou a voar. Na palestra, ao lado do seu companheiro de Foro de São Paulo, o uruguaio Pepe Mujica, Lula voltou a ameaçar sua candidatura para a distantíssima sucessão de 2018, com uma metáfora voadora: "Você só consegue matar um pássaro se ele ficar parado no galho, olhando para você. Então é o seguinte: eu voltei a voar outra vez. Vou ver se eles dão um pouco de sossego para a nossa querida Dilma e se incomodam comigo. Estou na hora de pensar na aposentadoria, mas as pessoas não me deixam em paz, os adversários. A verdade é que você não cria líderes como faz pão. Sabe quanto tempo vai levar para criar um Mujica? Muito tempo".

A grande torcida é que, no Brasil, não seja criado mais um Luiz Inácio Lula da Silva. O atual $talinácio é o custo desastroso que pagamos pelo tiro pela culatra dado pelo "general" Golbery do Couto e Silva - falha grave do regime de 1964 que inventou o sindicalista de resultados $talinácio para neutralizar os velhos trabalhistas Leonel Brizola e Miguel Arraes...

Por isso, a Intervenção Constitucional, pelo poder instituinte do povo, claramente prevista em nossa Constituição (Título I, Art. 5, parágrafo único, e artigo 142) é  única maneira segura disto não voltar a acontecer, dificultando ou inviabilizando a permissiva criação de novos "Pixulecos da Silva" (excelente apelido para um futuro preso, já que, na cadeia, a turma adora tratar os companheiros por codinomes).

Fuzilando a classe média


O secretário do movimento popular socialista Brigadas Populares, Sammer Siman declarou no dia 26 de agosto e está gravado: “Se a gente entende que o nosso inimigo principal é a classe média, nós vamos ter de decidir o que vamos fazer com ela: se vamos exportar para Miami ou se vamos fuzilar.”

Confissão do crime contra o pixuleco


A União da Juventude Socialista, ligada ao PC do B, confessou sua responsabilidade no furo causado no boneco Pixuleco, que ganha fama mundial:

"A militância da UJS protagonizou um ato antifascista em São Paulo. Posicionado no viaduto do chá, boneco que faz calúnia do ex-presidente Lula foi rasgado. Não aceitaremos que essa onda de ódio que leva pessoas explodirem bomba na sede do Instituto que leva seu nome e atacarem sedes de partidos políticos permaneça se reproduzindo. Exigimos a identificação dos responsáveis pelo boneco e a punição deles! A calúnia, a violência e a difamação não fazem parte do Estado Democrático de Direito!"

Idas e vindas


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A vaca tossiu: agora, mujica!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para engrossar o caldo indigesto, só faltava um debochado gesto.

Um ex-colega da Anta (mais pra de pirata papagaio que urubu de tubo de ensaio), veio discursar em merdópolis, em frente a grande baía (que despoluir-se-ia) e agora não vai mais porque de suas águas surgiu a “Vênus de Bostacielo” também conhecida como a Anta de Barretos onde o povo lhe sugeriu que fosse a PQP.

Isto antes de tentar a CPMF ressuscitar para o “rombinho” do pibinho tapar.
Hoje nua pelas ruas pode cavalgar, como Godiva rediviva, porque ninguém mais já se espanta ao mirar as misérias da Anta.

Um boneco listrado (Pixuleco), que lhe dava um pouco de ternura, foi esfaqueado e murchou como o prestígio do retratado; depressa e sem deixar vestígio.

O local do atentado? Em frente ao palácio do palhaço antado (o mal amado) burromestre, que só sabe fazer maldade, acabando com nossa cidade.

Antes que no pescoço a corda ponha, ó Anta diga ao gringo sem-vergonha, que o povo não precisa de maconha pra passar fome. De nada serve a larica quando a corda estica.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.


Nota da redação: Mujicar, segundo o Machaelis é engrossar (um caldo) com qualquer ingrediente. 

A Solução


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

As FORÇAS PATRIÓTICAS, civis e militares, no EXERCÍCIO do PODER INSTITUINTE, que lhes faculta CRIAR, MODIFICAR OU REVOGAR INSTITUIÇÕES , diante da USURPAÇÃO  DO PODER DO ESTADO, pela classe política, para a prática sistemática de crimes, estão obrigadas a INTERVIR CONSTITUCIONALMENTE , no processo político, na forma prevista pelo art. 142 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

O objetivo é GARANTIR OS PODERES CONSTITUCIONAIS, restabelecendo a LEGITIMIDADE do governo. Cumprindo esse DEVER PATRIÓTICO, deverão nomear um GOVERNO DE TRANSIÇÃO, que poderá ser uma junta governativa , a qual RESTABELECERÁ as INSTITUIÇÕES, dotando-as de mecanismos de proteção contra a usurpação.

O Governo de Transição convocará ELEIÇÕES GERAIS, em todos os níveis, com toda a segurança de um resultado auditado por uma recontagem de votos feita pelos cidadãos-eleitores.

O Estado existe para proteger as pessoas, nunca para oprimi-las, como ocorre, de há muito, no BRASIL.

O SISTEMA POLÍTICO e seus mecanismos devem garantir o REGIME DEMOCRÁTICO - a Segurança do Direito de Todos.

Por isso, a solução: INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ!!!


Antônio José Ribas Paiva é Advogado.

A estratégia da Fiesp para enfrentar a crise


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Mtnos Calil

Tudo que falta – e sempre faltou – ao Brasil é planejamento estratégico. As nossas zelites políticas e empresariais sempre deram prioridade ao curto prazo: as empresas pensando sempre em aumentar as vendas ou seu market share (participação no mercado) e os políticos, nas próximas eleições, que ocorrem de dois em dois anos.

Esse desprezo pelo médio e longo prazo é uma das causas fundamentais da atual crise que assola o país. Agora a Fiesp – ou melhor seu presidente que foi candidato a governador de São Paulo nas últimas eleições – desponta como “liderança emergente” da defesa dos interesses dos empresários e, como sempre, não apresenta nenhum plano visando o desenvolvimento do país.

Desenvolvimento? Ah, não... isso é assunto de longo prazo. Agora o foco é enfrentar a crise.

E, para enfrentar a crise, Paulo Skaf propõe simplesmente a saída do Ministro Banqueiro do Governo – e o faz em jantar com a presença do Presidente do Bradesco e do Vice-Presidente da República, Michel Temer!

Curiosamente, Skaf e Henrique Meirelles se posicionaram à esquerda, ao lado da Dilma, criticando a estratégia conservadora de Levy. Só não criticaram a esquizofrênica taxa de juros que mereceria um lugar honroso no Guiness.

Como na cabeça deles a saúde econômica do país depende da saúde financeira dos bancos, a taxa maluca dos juros se justifica de várias formas, seja para combater a inflação seja para compensar os prejuízos causados pela crescente inadimplência.

O resultado dessa “terapia macro-econômica” foi o seguinte: O lucro do banco Itaú só no primeiro semestre de 2015 foi de  R$ 11,71 bilhões e os 4 maiores bancos tiveram um lucro superior a R$ 16 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2015.

Itaú Unibanco - R$ 5,98 bilhões
Bradesco - R$ 4,473 bilhões
Banco do Brasil - R$ 3,008 bilhões
Santander - R$ 3,308 bilhões    

Enquanto isso, a economia do país vai batendo o recorde no sentido contrário: ao mesmo tempo em que os bancos se fortalecem como nunca, o país se enfraquece como nunca!

Ah... mas existe uma explicação “técnica” para isso. Por exemplo: a taxa de juros vai derrubar a inflação, sim, no ano que vem. Com a queda da inflação – e quem sabe até lá se resolva também a crise política – vamos resgatar a “credibilidade” do Governo e os investimentos do capital nacional e internacional vão provocar uma nova onda de crescimento econômico, como já anunciou a nossa Presidenta.

Ela só não informou qual vai ser essa taxa de crescimento. Será de 1% ao ano a partir de 2018, ano de eleições? Sendo um ano eleitoral, podemos crescer até 2%!

Quanto ao Presidente da Fiesp temos que reconhecer que ele se transformou num profissional de  marketing de primeira linha: nunca na história da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo um presidente teve tanto Ibope. Vejamos o que dizem outros ilustres participantes deste memorável jantar regado a vinho:

·         Jorge Gerdau criticou a taxa de juros, afirmando que a inflação não é de demanda e sim de custos, mas não disse como se deve combater a inflação.

·         Flavio Rocha, da Riachuelo advertiu que o varejo pode voltar à “informalidade” devido ao aumento de impostos.

·         Henrique Meirelles, ex-amigo de Lula, criticou o sistema tributário vigente cujo objetivo é “taxar tudo que se move”.

·         Murilo Portugal, da Febraban cumprimentou Michel Temer pela coordenação política do ajuste fiscal.

·         Luiz Trabuco, presidente do Bradesco, para justificar a taxa de juros recorreu a esse criativo refrão: “Temos que entregar os anéis para ficar com os dedos”.

Conclusão: as zelites brasileiras não têm absolutamente nenhuma proposta para o Brasil realizar suas potencialidades gigantescas que vão continuar adormecidas por mais algumas décadas. Ou séculos?


Mtnos Calil, Psicanalista, é Coordenador do grupo Mãos Limpas Brasil.

O povo brasileiro e suas idiossincrasias


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Ao longo das últimas décadas, expressões como a “garra”, a “coragem”, a “honra”, e outros grandiloquentes adjetivos foram devidamente avacalhados por nossa sociedade.

Na verdade, o que já era ruim no aspectofibra de um povo foi desgastado e vilipendiado com o avanço do comunismo no País, triste ideologia enfiada no crânio de intelectuais, mestres e professores, e de outras categorias que lidam com a mambembe mentalidade das pessoas.

A nossa Pátria se destaca no mundo pelo maior número de acidentes automobilísticos, de abortos, de cesarianas, de cirurgias plásticas, de uso de Botox, de assassinatos, de corrupções e de uma infinidade de outras qualificações (como o uso de drogas), sem esquecer a área de ensino, onde sempre afundamos mais. Ah, esquecíamos da nossa carga de impostos, uma das mais elevadas do planeta.

Infelizmente, é difícil para aqueles que conhecem a verdadeira fibra nacional, esperar que o populacho assuma qualquer postura de grandeza para acabar com os canalhas que nos gerenciam.

Recordamos que temeroso com a vitalidade da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que combatera ao lado dos aliados contra as tiranias de Hitler e de Mussolini, Getúlio Vargas, após 15 anos de ditadura, temia que a chegada da tropa trouxesse ideias esdrúxulas contra o seu governo.
Por isso, a FEB foi desfeita durante o seu retorno marítimo.

A desmobilização, tentativa política em esvaziar a sua importância, foi rápida e causou perplexidade. Como por ocasião do retorno das tropas brasileiras após a Guerra do Paraguai, os bravos combatentes foram banidos do cenário nacional com precisão maquiavélica.

Para os pracinhas, excetuando - se as demonstrações de apreço do povo ocorridas durante os desfiles, em vista de sua chegada ao Brasil, o que se viu foram as manobras de esvaziamento daqueles feitos.

A gloriosa participação da FEB e as consequências positivas de seu retorno, apesar das medidas para restringir a sua influência, mostraram - se insuficientes para embotar o natural questionamento que a simples constituição da força expedicionária trazia no seu âmago, ao lutar em prol do regime democrático, de há muito inexistente no Brasil.

Assim, faleciam em berço esplêndido as manifestações daqueles militares. Contudo, o embrião da democracia estava plantado.

Em sequência, ocorreu a deposição de Getúlio, em 29 de outubro de 1945, para encerrar um período que havia esgotado a paciência do povo brasileiro, exausto de viver à sombra de um estado ditatorial, e com perspectivas de suportá-lo por mais alguns anos.

Em 1950, novas eleições presidências, e lá estavam o Getúlio como candidato, e o seu oponente, o Brigadeiro Eduardo Gomes, homem corretíssimo, que se empenhara para o fim da ditadura e, portanto, um forte candidato.

Para encerrar este melífluo papo, questionamos? Quem após mandar nesta terrinha por 15 anos foi eleito pelo atento e esperto povo brasileiro? Adivinhe quem quiser.

Se alguém perguntar, o que será de nós, após o final da atual crise econômica, política e moral, respondemos:

- Se houver uma intervenção militar, só Deus sabe;   

- Se não houver, continuaremos subordinados de um bando de desclassificados.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.